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segunda-feira, 5 de março de 2012 Confrontos, Copa Libertadores, Estatísticas, História, Sem categoria | 16:37

Santos defende tabu contra Internacional na Vila Belmiro

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Santos e Internacional farão na próxima quarta, às 19h45, um dos jogos mais aguardados dessa fase de grupos da Libertadores. Lado a lado, os dois últimos campeões da competição. Além disso, o duelo vem repleto de marcas que só enriquecem o confronto.

Desde o dia 12/5/1935, data do primeiro confronto, Santos e Internacional já se enfrentaram 58 vezes, com 23 vitórias para o Peixe, 15 empates e 20 vitórias do Colorado. O Santos marcou 77 gols e sofreu 75.

Curiosamente, em 14 jogos na Vila Belmiro, palco de jogo de quarta, o Santos nunca perdeu para o Inter. Veja o tabu:

Data Santos
x
Inter Competição
05/11/1989 Santos 2 x 1 Inter Brasileiro
30/03/1992 Santos 4 x 0 Inter Brasileiro
09/11/1994 Santos 1 x 0 Inter Brasileiro
26/03/1997 Santos 2 x 0 Inter Copa do Brasil
30/08/1998 Santos 2 x 0 Inter Brasileiro
27/02/2002 Santos 3 x 3 Inter Copa do Brasil
25/05/2003 Santos 2 x 1 Inter Brasileiro
20/06/2004 Santos 3 x 0 Inter Brasileiro
06/08/2006 Santos 2 x 1 Inter Brasileiro
05/09/2007 Santos 2 x 1 Inter Brasileiro
16/11/2008 Santos 1 x 0 Inter Brasileiro
26/08/2009 Santos 3 x 3 Inter Brasileiro
13/10/2010 Santos 1 x 0 Inter Brasileiro
21/05/2011 Santos 1 x 1 Inter Brasileiro

Na Vila Belmiro, aliás, o Santos defende uma invencibilidade de 15 jogos (14 vitórias e um empate). A última derrota foi em 2005, diante do Atlético-PR (0 x 2), pelas quartas de final.

Da última vez que se enfrentaram, Inter e Santos fizeram um jogaço no Beira-Rio. Depois de abrir 3 x 0, com gols de Bolívar e Leandro Damião no primeiro tempo e Oscar, aos 26 do segundo, o Inter foi surpreendido e levou o empate. Borges diminuiu aos 31, Alan Kardec fez o segundo aos 35 e Borges, novamente, empatou aos 41 minutos.

O jogo irá marcar também o confronto entre Muricy Ramalho, ex-técnico do Inter, e Dorival Júnior, que já dirigiu o Santos. Muricy, que comandou o Colorado em 2003 e depois em 2004 e 2005, encontrará com quatro jogadores remanescentes de sua época (Índio, Tinga, Bolívar e Renan. Já Dorival, que foi campeão paulista e da Copa do Brasil com o Santos em 2010, tem um grupo maior de ex-companheiros de trabalho: dez (Rafael, Vladimir, Maranhão, Edu Dracena, Durval, Bruno Rodrigo, Léo, Arouca, Ganso e Neymar).

No confronto direto entre os treinadores, Muricy, porém, leva vantagem. Em dez jogos, venceu seis, empatou dois e perdeu outros dois. E dos últimos oitos confrontos, não perdeu para Dorival. Confira:

Data Dorival Muricy
22/11/2003 Figueirense 3 x 2 Internacional
16/05/2004 Figueirense 1 x 0 São Caetano
17/07/2005 Juventude 2 x 5 Internacional
22/07/2007 Cruzeiro 1 x 2 São Paulo
21/10/2007 Cruzeiro 0 x 1 São Paulo
25/05/2008 Coritiba 1 x 1 São Paulo
24/08/2008 Coritiba 2 x 2 São Paulo
18/07/2010 Santos 0 x 1 Fluminense
16/07/2011 Atlético-MG 1 x 2 Santos
31/08/2011 Internacional 3 x 3 Santos

Mas nem tudo está a favor do Santos nesse jogo. Contra equipes brasileiras pela Libertadores, o Peixe não tem um retrospecto tão bom. Em oito jogos, ganhou dois, empatou um e perdeu cinco. Veja:

Data Jogo v, e, d
22/08/1963 Santos 1 x 1 Botafogo e
28/08/1963 Botafogo 0 x 4 Santos v
11/03/1984 Flamengo 4 x 1 Santos d
20/04/1984 Santos 0 x 5 Flamengo d
01/06/2005 Atlético-PR 3 x 2 Santos d
15/06/2005 Santos 0 x 2 Atlético-PR d
30/05/2007 Grêmio 2 x 0 Santos d
06/06/2007 Santos 3 x 1 Grêmio v

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Porém, o confronto contra brasileiros pela Libertadores também não é tão favorável ao Inter. Em 18 jogos, ganhou cinco, empatou seis e perdeu sete. Confira:

Data Jogo v, e, d
07/03/1976 Cruzeiro 5 x 4 Inter d
28/03/1976 Inter 0 x 2 Cruzeiro d
03/04/1977 Corinthians 1 x 1 Inter e
24/04/1977 Inter 1 x 0 Corinthians v
03/07/1977 Cruzeiro 1 x 0 Inter d
24/07/1977 Inter 0 x 0 Cruzeiro e
23/03/1980 Vasco 0 x 0 Inter e
20/04/1980 Inter 2 x 1 Vasco v
21/02/1989 Inter 1 x 2 Bahia d
14/03/1989 Bahia 0 x 1 Inter v
19/04/1989 Inter 1 x 0 Bahia v
26/04/1989 Bahia 0 x 0 Inter e
11/02/1993 Inter 0 x 0 Flamengo e
10/03/1993 Flamengo 3 x 1 Inter d
08/08/2006 São Paulo 1 x 2 Inter v
16/08/2006 Inter 2 x 2 São Paulo e
28/07/2010 Inter 1 x 0 São Paulo v
05/08/2010 São Paulo 2 x 1 Inter d

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012 Campeonatos Estaduais, Confrontos | 10:57

Vasco e Flu irão decidir a Taça Guanabara pela segunda vez

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Disputada desde 1965, a Taça Guanabara teve uma importância maior em seus primeiros anos, quando servia para apontar o representante carioca na Taça Brasil. A partir de 1972, a Taça GB passou a fazer parte do Campeonato Carioca. Desde então, vem sendo disputada em diferentes formatos (pontos corridos, grupos, semifinal e final, etc).

Em 47 edições, o Flamengo ainda se mantém como o maior vencedor com 19 títulos, seguido por Vasco (11), Fluminense (8), Botafogo (6) e América, Americano e Volta Redonda (que venceram uma vez cada).

O Vasco, que conquistou a Taça Guanabara pela última vez em 2003, é o clube com mais vices (11 no total). O Flamengo perdeu 10 finais, e Botafogo e Fluminense perderam oito decisões. Em 2003, aliás, o Vasco conquistou seu último título Estadual.

Vasco e Fluminense, rivais no domingo, decidiram a Taça Guanabara diretamente apenas uma vez. Em 1994, o Vasco goleou o rival por 4 x 1.  Em outras três edições, os dois clubes terminaram como campeões e vices, mas quando o torneio foi disputado no sistema de pontos corridos. Em 1985, o Flu foi campeão com dois pontos de vantagem sobre o Vasco. Em 1987, o Vasco foi campeão com um ponto de vantagem, conquistado no empate contra o Flamengo na última rodada. Já em 1993, o Fluminense ficou três pontos a frente do Vasco e levou o título.

Relembre  aqui a final da Taça Guanabara de 1994:

3/4/1994
VASCO 4 x 1 FLUMINENSE (vídeo)
Local:
Maracanã (Rio de Janeiro); Juiz: Carlos Elias Pimentel; Público: 6.231; Gols: Pimentel e Valdir (1º tempo); Ézio, Yan e Valdir (2º tempo)
VASCO: Carlos Germano, Pimentel, Alexandre Torres, Ricardo Rocha (Jorge Luiz) e Sidnei (Cássio); Leandro Ávila, França, William e Yan; Denner e Valdir. Técnico: Jair Pereira
FLUMINENSE: Ricardo Cruz, Alfinete, Márcio Costa, Luís Eduardo e Lira; Cláudio, Rogerinho, Wallace e Leonardo (Rogerinho); Mário Tilico e Ézio. Técnico: Delei
Se vencer o Fluminense no domingo, o Vasco irá conquistar a Taça Guanabara com 100% de aproveitamento. Feito que só o Botafogo conseguiu nas 47 edições anteriores, quando venceu seus 11 jogos em 1997.

Para chegar ao título da Taça GB depois de 18 anos (o último foi em 1993, justamente sobre o Vasco), o Flu precisará acabar com um jejum incômodo nos clássicos estaduais. O time de Abel Braga não vence um clássico carioca desde novembro de 2010. Nesse período já soma 12 jogos sem vitória, incluindo o empate de ontem com o Botafogo. A última vitória Tricolor em clássicos foi contra o Vasco (1 x 0, no Brasileirão de 2010).

Nos últimos quatro jogos entre eles, os times empataram duas vezes e o Vasco venceu dois (os dois últimos – 2 x 1 no Brasileiro de 2011 e 2 x 1  no Carioca desse ano).

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012 Campeonatos Estaduais, Confrontos | 09:19

As maiores freguesias nos clássicos estaduais

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A rodada desse último final de semana nos campeonatos estaduais contou com quatro clássicos bem curiosos e emocionantes. Pelo Paulistão, o Corinthians voltou a vencer o São Paulo (1 x 0, gol de Danilo, o terceiro sobre o ex-clube). A vitória corintiana foi a nona sobre o rival nos últimos 15 jogos, sendo seis vitórias consecutivas no Pacaembu. Nesse período, o São Paulo venceu apenas um jogo (aquele em que Rogério Ceni marcou seu 100º gol na carreira).

No Rio de Janeiro, o Vasco virou para cima do Fluminense num jogo polêmico, marcado pelos erros do árbitro Antônio Schneider, que não marcou um pênalti claro para o tricolor e ainda distribuiu oito amarelos e dois vermelhos para jogadores do Flu. Com esse resultado, o Fluminense chegou a 11 clássicos sem vitória no Rio. O último triunfo tricolor em clássicos foi em novembro de 2010, quando bateu o Vasco por 1 x 0.

Já na Bahia, o clássico Ba-Vi terminou empatado em 0 x 0, na estreia do técnico Falcão pelo tricolor. O jogo, aliás, marcou o confronto entre dois craques da Seleção Brasileira da Copa de 1982 (Falcão x Cerezo). Realizada no estádio Pituaçu, a partida teve um público de 29.388 torcedores, o maior entre os clássicos do domingo (em São Paulo foram pouco mais de 26 mil, no Rio menos de 8 mil). Pelo Campeonato Cearense, o Ceará vencia o clássico contra o Fortaleza até os 43 minutos do segundo tempo, quando levou o empate e depois a virada, aos 48 minutos. Com o resultado, o Fortaleza tomou a ponta da tabela.

Com esses resultados, Corinthians e Vasco ampliaram seus bons retrospectos diante dos rivais na história dos clássicos. O Corinthians aumentou para 24 o número de vitórias a mais sobre o rival (8,6% a mais no total dos jogos). Já o Vasco chegou a 18 vitórias a mais do que o Flu. Até hoje, porém, essas não são as maiores freguesias nos clássicos estaduais. Em São Paulo, os três grandes da capital levam ampla vantagem sobre o Santos. Em termos de diferença na porcentagem de vitórias nos clássicos estaduais as maiores são: Vasco x Botafogo (17,9%), Palmeiras x Santos (11,8%), Bahia x Vitória (9,5%), São Paulo x Santos (8,6%), Corinthians x Santos (8,6%) e Corinthians x São Paulo (8,1%).

Confira abaixo o retrospecto atualizado dos principais clássicos do país e a diferença de vitórias entre eles.

São Paulo
Jogos Palmeiras empates Santos Diferença
297 127 78 92 35
porcentagem 42,8% 26,3% 31,0% 11,8%
Jogos Corinthians empates Santos Diferença
303 122 85 96 26
porcentagem 40,3% 28,1% 31,7% 8,6%
Jogos São Paulo empates Santos Diferença
268 114 63 91 23
porcentagem 42,5% 23,5% 34,0% 8,6%
Jogos Corinthians empates São Paulo Diferença
296 113 92 89 24
porcentagem 38,2% 31,1% 30,1% 8,1%
Jogos São Paulo empates Palmeiras Diferença
286 100 92 94 6
porcentagem 35,0% 32,2% 32,9% 2,1%
Jogos Palmeiras empates Corinthians Diferença
338 121 102 115 6
porcentagem 35,8% 30,2% 34,0% 1,8%

x
x

Rio de Janeiro
Jogos Vasco empates Botafogo Diferença
319 140 96 83 57
porcentagem 43,9% 30,1% 26,0% 17,9%
Jogos Vasco empates Fluminense Diferença
347 133 99 115 18
porcentagem 38,3% 28,5% 33,1% 5,2%
Jogos Flamengo empates Botafogo Diferença
339 121 113 105 16
porcentagem 35,7% 33,3% 31,0% 4,7%
Jogos Flamengo empates Fluminense Diferença
383 136 126 121 15
porcentagem 35,5% 32,9% 31,6% 3,9%
Jogos Flamengo empates Vasco Diferença
372 141 102 129 12
porcentagem 37,9% 27,4% 34,7% 3,2%
Jogos Fluminense empates Botafogo Diferença
330 119 101 110 9
porcentagem 36,1% 30,6% 33,3% 2,7%

x
x

Minas Gerais
Jogos Atlético-MG empates Cruzeiro Diferença
471 191 123 157 34
porcentagem 40,6% 26,1% 33,3% 7,2%
Rio G. do Sul
Jogos Internacional empates Grêmio Diferença
389 146 121 123 23
porcentagem 37,5% 31,1% 31,6% 5,9%
Bahia
Jogos Bahia empates Vitória Diferença
442 177 130 135 42
porcentagem 40,0% 29,4% 30,5% 9,5%
Paraná
Jogos Coritiba empates Atlético-PR Diferença
348 133 106 109 24
porcentagem 38,2% 30,5% 31,3% 6,9%
Ceará
Jogos Ceará empates Fortaleza Diferença
536 180 189 167 13
porcentagem 33,6% 35,3% 31,2% 2,4%

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sábado, 17 de dezembro de 2011 Confrontos, Mundial de Clubes | 11:33

Quem já bateu no Barcelona de Guardiola e Messi

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Desde que assumiu o Barcelona no início da temporada 2008/09, o técnico Guardiola já comandou o clube catalão em 233 jogos. Destes, venceu 164, empatou 45 e perdeu apenas 23 (menos de 10%). E dessas 23 derrotas, somente 11 foram com o time titular. IssSeu ótimo aproveitamento em todos os jogos é de 76,8%. Para se ter uma ideia, o Corinthians, último campeão brasileiro, conquistou o título com 62,3% em 38 jogos.

Vencer o Barcelona de Guardiola, Messi, Xavi e Iniesta tem sido uma tarefa complicadíssima para qualquer adversário, que em mais de 90% desses jogos tiveram menos posse de bola do que o Barça. A difícil tarefa de amanhã, do Santos, porém, não é impossível.

Veja abaixo quem já conseguiu a proeza de derrotar o histórico time do Barcelona na era Guardiola. Em vermelho, os jogos em que o Barcelona jogou com time reserva e em azul os jogos em que o Barça jogou com o time misto:

Temporada 2008/09
26/8/2008 – Wisla Cracóvia (POL) 1 x 0 Barcelona – 3ª fase preliminar da Liga dos Campeões
31/8/2008 –  Numancia 1 x 0 Barcelona – Campeonato Espanhol
9/12/2008 – Barcelona 2 x 3 Shakthar Donestk (UCR) – Primeira Fase da Liga dos Campeões
21/2/2009 – Barcelona 1 x 2 Espanyol – Campeonato Espanhol
1/3/2009 – Atlético de Madri 4 x 3 Barcelona – Campeonato Espanhol
17/5/2009 – Mallorca 2 x 1 Barcelona – Campeonato Espanhol
23/5/2009 – Barcelona 0 x 1 Osasuna – Campeonato Espanhol

Temporada 2009/10
19/8/2009 – Barcelona 0 x 1 Manchester City (ING) – Troféu Joan Gamper
20/10/2009 – Barcelona 1 x 2 Rubin Kazan (RUS) – Primeira Fase da Liga dos Campeões
5/1/2010 – Barcelona 1 x 2 Sevilla – Copa da Espanha
14/2/2010 – Atlético de Madrid 2 x 1 Barcelona – Campeonato Espanhol
20/4/2010 – Internazionale (ITA) 3 x 1 Barcelona – Semifinal da Liga dos Campeões

Temporada 2010/11
14/8/2010 – Sevilla 3 x 1 Barcelona – Supercopa Espanhola
11/9/2010 – Barcelona 0 x 2 Hércules – Campeonato Espanhol
1/12/2010 – Espanyol 2 x 1 Barcelona – Copa Catalunha
19/1/2011 – Bétis 3 x 1 Barcelona – Copa da Espanha
16/2/2011 – Arsenal (ING) 2 x 1 Barcelona – Oitavas-de-final da Liga dos Campeões
20/4/2011 – Barcelona 0 x 1 Real Madrid – Copa da Espanha
30/4/2011 – Real Sociedad 2 x 1 Barcelona – Campeonato Espanhol
Temporada 2011/12
30/7/2011 – Manchester United 2 x 1 Barcelona – Amistoso
3/8/2011 – Chivas Guadalajara (MEX) 4 x 1 Barcelona – Amistoso
9/8/2011 – Espanyol 3 x 0 Barcelona – Copa Catalunha
26/11/2011 – Getafe 1 x 0 Barcelona – Campeonato Espanhol

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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011 Confrontos, Mundial de Clubes | 15:20

Brasileiros levam vantagem sobre europeus nos Mundiais de clubes

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O Santos terá uma missão bem complicada no próximo domingo. Mas se o retrospecto dos clubes brasileiros diante dos europeus nas finais dos Mundiais ajudar, o Peixe pode, sim, acreditar no tri. Até hoje, contando as decisões do Mundial Interclubes (Europa x América do Sul, entre 1960 e 2004) e o Mundial de Clubes da FIFA (2000 a 2010), os brasileiros participaram de 14 edições e foram campeões em nove delas.

No confronto direto entre clubes brasileiros e europeus, os brazucas levam a melhor. Em 19 jogos, foram 11 vitórias, 3 empates e apenas 5 vitórias das equipes do Velho Continente. Ou seja, das 19 partidas, quase 60% terminaram com vitórias de brasileiros. E o Barcelona, rival do Santos no domingo, já levou a pior duas vezes. Confira abaixo dos resultados de todos os confrontos entre brasileiros e europeus pelos mundiais:

1962
Santos 3 x 2 Benfica (POR)
Benfica (POR) 2 x 5 Santos

1963
Milan (ITA) 4 x 2 Santos
Santos 4 x 2 Milan (ITA)
Santos 1 x 0 Milan (ITA)

1976
Bayern Munique (ALE) 2 x 0 Cruzeiro
Cruzeiro 0 x 0 Bayern Munique (ALE)

1981
Flamengo 3 x 0 Liverpool (ING)

1983
Grêmio 2 x 1 Hamburgo (ALE)

1992
São Paulo 2 x 1 Barcelona (ESP)

1993
São Paulo 3 x 2 Milan (ITA)

1995
Ajax (HOL) 0 x 0 Grêmio  – (4 x 3 nos pênaltis)

1997
Borussia Dortmund (ALE) 2 x 0 Cruzeiro

1998
Real Madrid (ESP) 2 x 1 Vasco

1999
Manchester United (ING) 1 x 0 Palmeiras

2000
Vasco 3 x 1 Manchester United (ING)
Corinthians 2 x 2 Real Madrid (ESP)

2005
São Paulo 1 x 0 Liverpool (ING)

2006
Internacional 1 x 0 Barcelona (ESP)

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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011 Confrontos, História, Mundial de Clubes, Técnicos | 11:32

Muricy leva pequena vantagem sobre Nelsinho Baptista

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Na próxima quarta-feira, dois técnicos brasileiros estarão frente a frente na semifinal do Mundial de Clubes: Muricy Ramalho, pelo Santos, e Nelsinho Baptista, defendendo o Kashiwa Reysol, do Japão. Na curta história da competição, desde 2000, apenas uma vez isso já aconteceu. Em 2000, quando Oswaldo de Oliveira, do Corinthians, foi campeão sobre Antônio Lopes, do Vasco.

Muricy Ramalho e Nelsinho Baptista estão estreando também na competição. Até hoje, os treinadores também nunca se enfrentaram nessa situação de mata-mata. Nos outros confrontos entre eles, Muricy leva pequena vantagem sobre Nelsinho. Em 13 jogos, desde 1997, foram 5 vitórias de Muricy, 4 empates e 4 vitórias de Nelsinho.

No início, Nelsinho chegou a levar vantagem sobre Muricy, com três vitórias e três empates nos primeiros seis jogos. Porém, nos últimos sete jogos, Muricy venceu cinco e perdeu apenas um.

O primeiro confronto entre os dois treinadores aconteceu em fevereiro de 1997, pelo Campeonato Paulista. Muricy, técnico do São Paulo, pegou o Corinthians, de Nelsinho, na primeira fase. O jogo terminou 2 x 2, com gols de Dodô e França, no último minuto, para o São Paulo, e Túlio, duas vezes, para o Corinthians. No mesmo campeonato, os dois treinadores voltaram a se enfrentar. Porém, Muricy estava treinando o Guarani, após ser demitido pelo São Paulo. No segundo jogo, deu Corinthians: 1 x 0. Naquele Paulistão, Nelsinho acabou conquistando o título Paulista.

Em 2005, Muricy conquistou sua primeira vitória sobre Nelsinho. No Brasileirão daquele ano, Nelsinho pegou o Santos no final do Brasileirão, em uma de suas piores campanhas nos últimos tempos. Sem poder jogar na Vila Belmiro, por conta de uma suspensão, o Santos enfrentou o Inter, de Muricy, no Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul. Em má fase (no domingo anterior havia perdido do Corinthians por 7 x 1), o Peixe levou de 4 x 0.

Depois disso, dirigindo o São Paulo, Muricy levou boa vantagem sobre Nelsinho. O único revés foi no Brasileiro de 2007, quando o Corinthians de Nelsinho venceu o São Paulo por 1 x 0, com um gol de Betão. O jogo serviu para quebrar um tabu de 12 jogos sem vitória do Corinthians sobre o rival. Mas naquele ano, o São Paulo, de Muricy, levou o título Brasileiro, enquanto o Corinthians, de Nelsinho, acabou rebaixado.

Confira abaixo todos os jogos entre Muricy Ramalho e Nelsinho Baptista na história:

Data Muricy x Nelsinho Campeonato Estádio
23/2/97 São Paulo 2 x 2 Corinthians Paulista Morumbi
1/5/97 Guarani 0 x 1 Corinthians Paulista Brinco de Ouro
19/7/97 Guarani 2 x 2 Corinthians Brasileiro Brinco de Ouro
21/1/01 Port. Santista 0 x 1 Ponte Preta Paulista Moisés Lucarelli
20/10/02 Figueirense 0 x 1 Goiás Brasileiro Serra Dourada
27/7/03 Internacional 0 x 0 São Caetano Brasileiro Beira Rio
13/11/05 Internacional 4 x 0 Santos Brasileiro A. Campanella
21/1/06 São Paulo 2 x 1 São Caetano Paulista Morumbi
20/5/06 São Paulo 1 x 0 São Caetano Brasileiro Morumbi
17/3/07 São Paulo 1 x 0 Ponte Preta Paulista Morumbi
7/10/07 São Paulo 0 x 1 Corinthians Brasileiro Morumbi
21/6/08 São Paulo 1 x 0 Sport Brasileiro Morumbi
21/9/08 São Paulo 0 x 0 Sport Brasileiro Ilha do Retiro
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sábado, 24 de setembro de 2011 Campeonato Brasileiro, Confrontos, História | 10:54

Cruzeiro e Inter defendem tabus diante Vasco e Atlético-MG

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A 26ª do Campeonato Brasileirão terá dois clássicos amanhã onde velhos tabus estão em jogo. Em Minas Gerais, o Cruzeiro, que realiza uma de sua piores campanhas na era dos pontos corridos, com apenas 38,7% de aproveitamento, defende um tabu diante do Vasco, líder do campeonato. Nos últimos 8 jogos entre as equipes, que já decidiram o Brasileirão de 1974 (Vasco campeão), só deu Cruzeiro, com 7 vitórias e um empate. No último jogo, em São Januário, a Raposa não tomou conhecimento do Vasco e venceu por 3 x 0, na estreia de Joel Santana, já demitido do Cruzeiro.

A última vitória do Vasco no confronto foi em 2006, 1 x 0, em São Januário, gol de Ramon. O goleiro Fábio, do Cruzeiro, é o único remanescente daquele jogo. Já em Minas Gerais, a última vitória do Vasco foi em 2000, por 3 x 1, no Mineirão, pela semifinal da Copa João Havelange. O Vasco, de Joel Santana, venceu por 3 x 1, com gols de Juninho Pernambucano, Euller e Romário. Sorín descontou para a Raposa, dirigida por Felipão. No geral, Cruzeiro e Vasco já jogaram 44 vezes, com 16 vitórias da Raposa, 15 empates e 13 vitórias do Vasco.

Já o clássico Internacional e Atlético-MG, o tabu é ainda maior. O Colorado não perde para o Galo há 15 jogos. A última vitória atleticana foi em 2002 (3 x 2, no estádio Independência, em BH). Em Porto Alegre, a última vez que o Atlético-MG bateu o Inter pelo Brasileirão foi há 25 anos, em 1986, quando ganhou por 2 x 0, com gols de Éverton e João Paulo. No Beira-Rio, aliás, o Inter leva grande vantagem sobre o Galo, com 13 vitórias, 10 empates e apenas 4 derrotas em 27 jogos. No Geral, a vantagem colorada também é grande. Em 54 jogos, foram 23 vitórias do Inter, 17 empates e 14 vitórias do Atlético. No último confronto, deu Inter também, com um 4 x 0, fora de casa, na Arena Jacaré, em Sete Lagoas. Curiosamente, o técnico do Atlético-MG naquele jogo era Dorival Júnior, que hoje comanda o Inter.

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quarta-feira, 21 de setembro de 2011 Campeonato Brasileiro, Confrontos, História | 09:36

No Morumbi, Corinthians não perde há 7 partidas para o São Paulo

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Clássico que vale a liderança provisória do Brasileirão (o Vasco só joga amanhã), São Paulo x Corinthians contará com outros grandes atrativos. Além da velha rivalidade do Majestoso, disputado pela primeira vez em 1936, o jogo de hoje à noite traz um clima de revanche, mas pelo lado são-paulino. O Corinthians, apesar da vantagem no confronto direito, vem em má fase (perdeu cinco dos últimos sete jogos), luta para voltar ao topo da liderança e não perder mais um técnico após um clássico contra o São Paulo.

O jogo de hoje será o 292º na história entre os dois clubes (veja aqui a lista dos jogos). Até agora, o Corinthians leva boa vantagem, com 112 vitórias, 92 empates e 88 derrotas. O alvinegro marcou 430 gols e levou 392 do Tricolor. Recentemente, os dois clubes conseguiram manter bons tabus. Entre 2003 e 2007, o São Paulo ficou 13 jogos sem perder para o rival. Já entre 2007 e 2010, foi a vez do Corinthians ficar 10 jogos invicto no clássico. Esse tabu, porém, foi quebrado esse ano, no Paulistão, quando o São Paulo venceu por 2 x 1, em Barueri, no jogo que marcou o gol 100 na carreira de Rogério Ceni.

O goleiro aliás, tem também um retrospecto negativo diante do Corinthians. Em 52 jogos, ganhou 17, perdeu 20 e empatou outros 15, levando 79 gols. O Corinthians é, justamente, o clube que mais marcou gols em Rogério Ceni.

Pelo Brasileirão, o Corinthians também leva a melhor em 47 jogos com 18 vitórias, 18 empates e 11 derrotas (51 gols a favor e 42 gols contra). Além disso, carrega uma invencilibidade de 8 jogos sem derrota para o São Paulo na competição (5 vitórias e 3 empates no período). A última vitória são-paulina no clássico, pelo Brasileirão, foi no dia 7/5/2006, quando venceu por 3 x 1 em São José do Rio Preto.

No último confronto entre as equipes, pelo Brasileiro, o Corinthians acabou goleando o São Paulo por 5 x 0, no Pacaembu, na maior goleada alvinegra na história do clássico, repetindo o placar de 1996, pelo Paulistão. Pelo lado são-paulino, a maior vitória também aconteceu em Brasileiros. Foi em 2005, quando o time bateu o Corinthians por 5 x 1, no Pacaembu. Naquele jogo, o árbitro era Wilson Luiz Seneme, o mesmo de hoje. Seneme esteve presente também na vitória do Corinthians por 3 x 0, no primeiro turno de 2010, no Pacaembu; na vitória corintiana por 2 x 0, na semifinal do Paulista, no Morumbi, que garantiu o alvinegro da final daquele ano; e também na vitória do Corinthians por 4 x 3, no Paulistão de 2010.

A goleada de 5 x 1 do São Paulo de 2005, aliás, causou a queda do técnico argentino Daniel Passarella. E derrubar técnicos do Corinthians vem sendo um especialidade do Tricolor. Na história, já foram 15 após o Majestoso. O último deles Ademar Braga, em 2006. Até o técnico Tite, que vem sendo alvo da crítica dos torcedores pelos maus resultados, já caiu após perder um clássico para o São Paulo. No início de 2005, pelo Paulistão, Tite foi demitido após a derrota por 1 x 0, com gol de Danilo, hoje reserva do Corinthians.

No Morumbi, palco do jogaço de hoje, as equipes já se enfrentaram 131 vezes, com 46 vitórias do Corinthians, 51 empates e 34 vitórias do time da casa. Atualmente, o Corinthians mantém um tabu de sete jogos sem derrota para o São Paulo no Cícero Pompeu de Toledo. A última vitória do São Paulo, no Morumbi, foi no Paulistão de 2007, quando venceu por 3 x 1. Desde então, foram três vitórias do Corinthians e quatro empates. No último jogo no Morumbi, pelo Brasileirão de 2010, o Corinthians venceu por 2 x 0, com gols de Elias e Dentinho.

O Morumbi também foi palco de algumas decisões entre Corinthians em São Paulo. Pelo Paulistão, o São Paulo foi campeão sobre o rival em 1987, 1991 e 1998. Já o Corinthians faturou o Estadual de 1982, 1983, 1997 e 2003 em cima do rival, além do Torneio Rio-São Paulo de 2002 e o Brasileirão de 1990. O alvinegro também levou a melhor em algumas semifinais, como no Paulista de 1999 e 2009, além da Copa do Brasil de 2002.

Entre os jogadores que disputarão o clássico hoje, quatro deles, pelo lado corintiano, já marcaram gol no clássico: Chicão (que deve começar no banco), Danilo, Jorge Henrique e Liédson. O Levezinho, aliás, foi o grande destaque no último confronto, quando fez 3 gols. O atacante, aliás, fez também um na final do Paulista de 2003. Já pelo lado são-paulino, Rogério Ceni já marcou três gols no rival, sendo dois de pênalti e um de falta. Luís Fabiano, que pode ser a surpresa do Tricolor hoje à noite, fez dois gols nessa final de 2003 também, um em cada derrota por 3 x 2. Outros que também já marcaram foram Dagoberto (dois gols) e Jean (um).

Outra curiosidade é que no elenco do Corinthians três jogadores já defenderam o São Paulo: o lateral-esquerdo Fábio Santos e o atacante Adriano (fora do clássico de hoje por lesões) e o meia Danilo (que deve começar no banco). Já no São Paulo, além do técnico Adílson Batista, apenas apenas Rivaldo defendeu o Corinthians no profissional. Lucas, só jogou por lá nas categorias de base, quando ainda era chamado de Marcelinho.

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terça-feira, 9 de agosto de 2011 Campeonato Brasileiro, Confrontos | 10:16

Santos tem melhor aproveitamento sem Neymar e Ganso

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O Santos entrará em campo amanhã, pelo Campeonato Brasileiro, diante do rival Corinthians, sem as suas duas maiores estrelas: Paulo Henrique Ganso e Neymar. Os dois estão com a Seleção Brasileira que jogará também amanhã contra a Alemanha, em Stuttgart.

De cara, a preocupação do torcedor santista é grande, afinal o time perde muito em qualidade sem os dois craques. Porém, pelo análise fria dos números, o torcedor pode acreditar numa vitória sobre o rival, afinal, sem Neymar e Ganso, o aproveitamento de pontos do Santos é maior na temporada de 2011 e também desde 2009, quando passaram a jogar juntos pelo profissional do Peixe.

Sem Neymar e Ganso em campo, juntos, o Santos venceu apenas 7 dos 16 jogos em 2011, conquistando um aproveitamento de 50% dos pontos disputados. Sem a dupla, foram 10 vitórias em 18 jogos e um aproveitamento de 64,8%. Em 2010, o quadro foi reverso. Porém, desde 2009, em 188 jogos disputados no período, incrivelmente o desempenho santista é maior sem a dupla (59,2% contra 58,7%).

Veja abaixo o desempenho do Santos com e sem Neymar e Ganso e também quando apenas um deles esteve em campo desde 2009:

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Quando jogou apenas com Neymar, o Santos também não teve o mesmo desempenho. Em 45 jogos desde 2009, foram 17 vitórias e um aproveitamento de 49,6%. Só com Ganso, o aproveitamento foi bem maior (81,8%), porém, isso só aconteceu em 11 partidas (9 vitórias e 2 derrotas).

Na recente história de Neymar e Ganso com a camisa do Santos em clássicos contra o Corinthians, o retrospecto também não é favorável. Entre 2009 e 2011, foram 11 jogos entre os dois alvinegros, com 6 vitórias do Corinthians, 2 empates e 3 vitórias do Peixe. Em clássicos apenas com Neymar e Ganso em campo, o Corinthians também leva a melhor com 4 vitórias, 2 empates e 2 duas derrotas. Desde 2008, esse será o primeiro clássico entre Santos e Corinthians sem a presença de Neymar. Confira abaixo os resultados dos confrontos entre Santos e Corinthians na era Neymar e Ganso:

22/03/2009 – Corinthians 1 x 0 Santos (Camp. Paulista) – Neymar e Ganso jogaram
26/04/2009 – Santos 1 x 3 Corinthians (Camp. Paulista) – Neymar e Ganso jogaram
03/05/2009 – Corinthians 1 x 1 Santos (Camp. Paulista) – Neymar e Ganso jogaram
31/05/2009 – Santos 3 x 1 Corinthians (Camp. Brasileiro) – Neymar e Ganso jogaram
02/09/2009 – Corinthians 2 x 1 Santos (Camp. Brasileiro) – Neymar e Ganso jogaram
28/02/2010 – Santos 2 x 1 Corinthians (Camp. Paulista) – Neymar e Ganso jogaram
30/05/2010 – Corinthians 4 x 2 Santos (Camp. Brasileiro) – Neymar e Ganso jogaram
22/09/2010 – Santos 2 x 3 Corinthians (Camp. Brasileiro) – Só Neymar jogou
20/02/2011 – Corinthians 3 x 1 Santos (Camp. Paulista) – Só Neymar jogou
08/05/2011 – Corinthians 0 x 0 Santos (Camp. Paulista) – Neymar e Ganso jogaram
15/05/2011 – Santos 2 x 1 Corinthians (Camp. Paulista) – Só Neymar jogou

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sexta-feira, 22 de julho de 2011 Confrontos, Copa América | 18:18

As curiosidades sobre a decisão da Copa América

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No próximo domingo, Uruguai e Paraguai irã decidir da 43ª edição da Copa América, até agora marcada por grandes surpresas. Os uruguaios, semifinalistas da Copa do Mundo de 2010, vão para a final com certo favoritismo, depois de eliminarem a anfitriã Argentina, nas quartas-de-final, e o Peru, na semifinal, com um 2 x 0. Já o Paraguai, com incríveis cinco empates em cinco jogos, tem como grande estrela o goleiro Justo Villar, que defendeu dois pênaltis (contra Brasil e Venezuela).

Caso conquiste a Copa América, o Uruguai levantará seu 15º sul-americano, isolando-se como o maior campeão da história. Hoje, a Celeste divide o posto com a Argentina, com 14 títulos cada.

Já o Paraguai, campeão em 1953 e em 1979, luta pelo tricampeonato. Seu técnico, Gerardo Martino, pode se tornar o primeiro argentino a ser campeão da Copa América por outro país. O treinador, aliás, está sendo cotado para assumir a Argentina no lugar de Sergio Batista.

Assim como em 1987, o Uruguai tem a chance de ser campeão na Argentina, no mesmo estádio Monumental de Núñez. Naquele ano, a Celeste precisou de apenas dois jogos para levantar a taça. Como campeão da edição anterior (1983), os uruguaios bateram a Argentina (então atual campeã mundial), por 1 x 0, na semifinal, e depois venceram o Chile por 1 x 0 na decisão.

Essa será a primeira decisão entre Uruguai e Paraguai pela Copa América. Até hoje, na história da competição, as duas seleções se enfrentaram 27 vezes, com 13 vitórias do Uruguai, 5 empates e 6 vitórias do Paraguai.

Na última vez que jogaram pela Copa América, o Uruguai bateu o Paraguai por 3 x 1, pelas quartas-de-final de 2004. Daquele jogo, estavam presentes algumas estrelas da decisão de domingo, como Forlán, Edgar Barreto, Justo Villar, e Haedo Valdéz.

Pela competição, aliás, o Uruguai defende um tabu de 13 jogos contra os paraguaios, que venceram pela última vez em 1947. Desde então, foram 8 vitórias uruguaias e 5 empates.

O brasileiro Sálvio Spínola Fagundes Filho será o árbitro da decisão entre Uruguai e Paraguai. Antes dele, os outros brasileiros que apitaram uma final de Copa América foram Márcio Rezende de Freitas (1993), Romualdo Arppi Filho (1987), Arnaldo César Coelho (1979), Antônio Carneiro de Campos (1923) e Pedro Santos (1921).

Dois jogadores dividem a artilharia da Copa América com apenas 3 gols: Agüero (Argentina)  e Luis Suárez (Uruguai). Das 42 edições anteriores, em apenas cinco os artilheiros terminaram com apenas 3 gols. A última vez foi em 1983, quando empataram Aguilera (Uruguai), Burrochaga (Argentina), Malásquez (Peru) e Roberto Dinamite (Brasil).

Da equipe uruguaia que chegou à semifinal da Copa do Mundo de 2010, pouca coisa mudou. Lugano, capitão da equipe, que não jogou na semifinal contra a Holanda, por estar machucado, está no lugar de Godín, que está lesionado agora, na Copa América. No meio, Gargano (hoje reserva), deu lugar para Álvaro González.

Do time paraguaio que caiu nas quartas-de-final da Copa, diante da campeã Espanha, a grande mudança está no ataque, com Lucas Barrios no lugar de Cardozo, machucado.

Das 12 seleções que estiveram na Copa América, Uruguai e Paraguai são aqueles que mantêm seus treinadores há mais tempo no cargo. Óscar Tabarez assumiu a Celeste em 2006, enquanto Gerardo Martini pegou a Seleção Paraguai também no mesmo no ano.

Nenhuma seleção chegou à final da Copa América com 5 empates em 42 edições. Caso fique com o título com outro empate, o Paraguai poderá entrar para a história do futebol mundial ao se tornar campeão de um torneio continental sem uma vitória sequer.

O atacante Forlán, melhor jogador da última Copa do Mundo, tornou-se o jogador com mais partidas na história da Seleção Uruguaia nessa Copa América, superando o goleiro Rodolfo Rodríguez. Forlán tem agora 79 partidas pela Celeste, contra 78 de Rodolfo Rodríguez, ex-Santos, campeão da Copa América em 1983.

Depois de marcar na disputa do terceiro lugar da Copa do Mundo de 2010, contra a Alemanha, Forlán não marcou mais gol pela Celeste. O atacante já acumula 11 jogos sem balançar as redes. Forlán está a apenas dois gols de igualar Héctor Scarone, o maior artilheiro da Celeste, com 31 gols.

A Seleção Uruguaia conta com dois jogadores do Botafogo: o volante Arevalo Rios, titular da equipe, e o atacante Lobo Abreu. Pelo lado paraguaio, o lateral-direito Piris acaba de ser contratado pelo São Paulo.

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segunda-feira, 4 de julho de 2011 Confrontos, Copa América, História | 13:07

Venezuela vem equilibrando o confronto contra o Brasil

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Antigo saco de pancadas da América do Sul, a Venezuela vem melhorando seu rendimento no continente. Tanto pelas Eliminatórias, quanto pela Copa América. Em 1995, 1997, 1999 e 2001, a Seleção Vinotinto foi a última colocada na Copa América. Em 2004, ficou na penúltima colocação. Já em 2007, jogando em casa, foi a 6ª colocada. Nas Eliminatórias, a Venezuela foi a última no torneio que valia vaga na Copa de 1998, penúltima na 2002, e 8ª na de 2006 e 2010.

Históricamente, contra o Brasil, a Venezuela sempre foi um adversário fácil de ser batido. Entre 1969 (ano do primeiro confronto), até 2005, foram 17 jogos e 17 vitórias do Brasil, com 78 gols da Seleção Brasileira e apenas 4 da Venezuela. Desde 2008, porém, o time Vinotinto vem equilibrando o confronto com o Brasil.

Em 2008, num amistoso realizado no Estados Unidos, a Venezuela venceu o time comandado por Dunga por 2 x 0. Pelas Eliminatórias da Copa de 2010, o Brasil venceu por 4 x 0 na Venezuela, mas depois ficou apenas no 0 x 0, em casa. Ontem, na estreia da Copa América, outro empate sem gols. Assim, nos últimos quatro jogos, foram uma vitória para cada lado e dois empates, justamente nos últimos dois jogos. Resultados que servem de alerta para a Seleção Brasileira, que tem um jogador como Neymar, que vale mais do que todos os jogadores venezuelanos.

Confira abaixo os confrontos entre Brasil e Venezuela na história:

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domingo, 26 de junho de 2011 Campeonato Brasileiro, Confrontos, História | 18:56

Corinthians iguala a maior goleada sobre o São Paulo

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Em 1996, o Corinthians bateu o São Paulo, de Muricy Ramalho, por 5 x 0, pelo Campeonato Paulista, alcançando a maior goleada sobre o rival na história do clássico. Naquele jogo, realizado em Ribeirão Preto, a estrela do jogo foi o atacante Edmundo, com dois gols.

Hoje à tarde, foi a vez de o atacante Liédson comandar o alvinegro em outra goleada histórica por 5 x 0 sobre o Tricolor. Autor de 3 gols, Liédson foi decisivo na partida que acabou com o aproveitamento de 100% do líder São Paulo no Brasileirão. Danilo e Jorge Henrique, completaram o placar de 5 x 0.

A última goleada no clássico havia sido em 2005, quando o São Paulo fez 5 x 1, também no Pacaembu, no jogo que marcou a demissão do técnico argentino Daniel Passarella. Pelo lado corintiano, a última vitória elástica ocorreu em 1999, quando fez 4 x 0, no Morumbi, na semifinal do Paulistão. Curiosamente, naquele jogo, o técnico do São Paulo também era Paulo César Carpegiani.

Confira a lista das maiores goleadas do clássico Corinthians x São Paulo:

26/6/2011 – Corinthians 5 x 0 São Paulo
8/5/2005 – São Paulo 5 x 1 Corinthians
6/6/1999 – Corinthians 4 x 0 São Paulo
10/3/1996 – Corinthians 5 x 0 São Paulo
10/8/1980 – São Paulo 4 x 0 Corinthians
3/6/1962 – Corinthians 5 x 1 São Paulo
26/8/1951 – Corinthians 4 x 0 São Paulo
16/4/1947 – Corinthians 5 x 1 São Paulo
1/1/1946 – São Paulo 5 x 1 Corinthians
15/10/1944 – São Paulo 4 x 0 Corinthians

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quarta-feira, 15 de junho de 2011 Confrontos, Copa Libertadores, História | 12:14

Curiosidades sobre a final entre Peñarol e Santos

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A Copa Libertadores de 2011 começa a ser decidida hoje à noite, com o jogaço entre Peñarol e Santos. A competição sul-americana, que chega a sua 52ª final, conhecerá o campeão na próxima quarta-feira, dia 22, quando as equipes se enfrentarão no Pacaembu.

O Santos, bicampeão em 1962 e 1963, volta a brigar pelo título contra um clube com quem já disputou uma final. Em 2003, o time da Vila Belmiro perdeu a chance de ser tricampeão ao perder a decisão para o Boca Juniors-ARG, clube o qual havia vencido na decisão de 1963. Já o Peñarol, adversário de hoje, foi o rival do Santos na final de 1962.

Veja aqui outra curiosidades envolvendo a final de hoje noite:

– Peñarol e Santos já se enfrentaram cinco vezes pela Libertadores. Em 1962, na final, o Santos venceu por 2 x 1 no Uruguai e depois perdeu por 3 x 2 na Vila Belmiro. No jogo extra, em Buenos Aires, deu Santos (3 x 0). Já em 1965, pela semifinal, o Santos venceu por 5 x 4 no jogo de ida. Na volta, o Peñarol venceu por 3 x 2 e depois por 2 x 1, na prorrogação.

– Essa será a quarta final repetida da história. As outras foram Santos x Boca Juniors-ARG (1963 e 2003); Nacional-URU x Estudiantes-ARG (1969 e 1971) e River Plate-ARG x  América de Cáli-COL (1986 e 1996).

– Na final de 1962, os dois grandes nomes do Peñarol eram Pedro Rocha e Alberto Spencer. Pedro Rocha brilhou depois no futebol brasileiro, jogando pelo São Paulo. Já Alberto Spencer é o até hoje maior artilheiro da história da Libertadores, com 54 gols.

– O Peñarol é o maior campeão nacional entre os clubes da América do Sul com 48 títulos. Esse ano, porém, ficou na terceira colocação e viu seu maior rival, o Nacional, levantar a taça pela 43ª vez.

– Pentacampeão da Libertadores em 1987, o Peñarol teve como melhor desempenho, até então, alcançar às quartas-de-final em 2002, quando foi eliminado pelo São Caetano, nos pênaltis.

– O heroi do Peñarol no título de 1987 foi o atacante Diego Aguirre, hoje técnico do clube uruguaio. Aguirre chegou a jogar no Internacional e no São Paulo no início da década de 90.

– Já o técnico campeão pelo Peñarol em 1987 foi Óscar Washington Tabárez, que dirigiu a Seleção Uruguaia na Copa do Mundo de 1990 e recentemente na Copa do Mundo de 2010, quando levou a Celeste Olímpica à semifinal. Tabárez será o treinador da Seleção Uruguaia na próxima Copa América.

– Autor do gol da vitória do Peñarol sobre o Vélez Sarsfield, na primeira partida da semifinal, o lateral-esquerdo Darío Rodríguez é o capitão do time e o jogador mais velho do elenco, com 36 anos. Darío marcou um golaço na Copa do Mundo de 2002, na derrota do Uruguai para a Dinamarca por 2 x 1.

– O Peñarol perdeu duas finais para clubes brasileiros. Além de ser derrotado pelo Santos em 1962, perdeu também para o Grêmio, em 1983. Em 1961, porém, venceu o Palmeiras, sagrando-se bicampeão na época.

– Com 5 títulos, o Peñarol tem a chance de alcançar o Boca Juniors e se tornar o segundo clube com mais conquistas da Libertadores. O Independiente-ARG é o recordista com 7. Já o Santos, se conquistar o tricampeonato, iguala o São Paulo, até hoje o clube brasileiro com mais títulos sul-americanos.

– Santos e Peñarol já se enfrentaram 20 vezes na história. O Peixe leva vantagem com 9 vitórias, 4 empates e 7 derrotas. O primeiro confronto entre eles foi justamente no Estádio Cententário, na final da Libertadores de 1962 (dia 28 de julho), com a vitória santista por 2 x 1. Já o último jogo foi em 1996, pela Supercopa dos Campeões, com a vitória do Santos por 3 x 0.

– Peñarol (em 1960) e Santos (em 1963), foram campeões invictos. Além deles, apenas o Independiente (1964), Estudiantes (1969 e 1970) e Boca Juniors (1978), também ganharam a Copa sem perder.

– O Peñarol detém o recorde de participações seguidas em Libertadores: 15 vezes, entre 1965 e 1979.

– O Peñarol é também o recordista de participações na Copa Libertadores. Até hoje, o clube uruguaio já disputou 39 edições, seguido pelo Nacional-URU (37), Olimpia-PAR (35) e Cerro Porteño-PAR (34).

– O Peñarol é o clube que mais chegou em finais de Libertadores, com dez decisões na história. Até agora, ganhou 5 e perdeu 4.

– A maior goleada da história da Copa Libertadores foi aplicada pelo Peñarol. Em 1970, bateu o Valencia, da Venezuela, por 11 x 2.

– Os uruguaios não chegam a uma decisão de Libertadores há 23 anos. A última vez foi com o Nacional, em 1988. Desde então, o melhor desempenho foi do Naci0nal, semifinalista em 2009. Nesses 23 anos, só não chegaram à final clubes da Venezuela e Bolívia.

– Caso seja campeão, o técnico Diego Aguirre poderá entrar no grupo seleto de campeões da Libertadores como jogador e técnico. Até hoje, apenas seis conseguiram essa proeza: Maschio (Racing/1967 e Independiente/1973); Ferreiro (Independiente/1964-65 e Independiente/1974); Cubilla (Peñarol/1960-61, Nacional/1971 e Olimpia/1979/90); Mujica (Nacional/1971 e Nacional/1980); Pastoriza (Independiente/1972 e Independiente/1984); e Pumpido (River Plate/1986 e Olimpia/2002)

– O Estádio Centenário, de Montevidéu, é o que mais recebeu partidas de finais de Libertadores. A final de hoje à noite será a 20ª da história.

– O árbitro de hoje, o paraguaio Carlos Amarilla, apitou seu primeiro jogo de Libertadores em 1998. Desde então, nunca chegou a apitar uma final de Libertadores. Amarilla apitou algumas semifinais: Santos 1 x 0 Independiente Medellín-COL (2003); São Paulo 0 x 0 Once Caldas-COL (2004); Cúcuca-COL 3 x 1 Boca Juniors-ARG (2007); São Paulo 2 x 1 Internacional (2010); Peñarol 1 x 0 Vélez Sarsfield (2011)

– Esse será o 72º de Carlos Amarilla em Libertadores. O paraguaio é o terceiro árbitro que mais apitou na história da competição, atrás apenas do colombiano Oscar Ruiz, que se aposentou esse ano com 80 jogos de Libertadores na bagagem; e o uruguaio Jorge Larrionda, que apitou com 75.

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quarta-feira, 1 de junho de 2011 Confrontos, Copa do Brasil, Copa Libertadores, História | 12:30

Vasco busca vaga na Libertadores depois de 11 anos

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Campeão da Copa Libertadores de 1998, o Vasco começa hoje a decidir a Copa do Brasil, contra o Coritiba. O clube carioca busca o título inédito e também a vaga na Libertadores, a qual não disputa de 2001, ano em que venceu seus oito primeiros jogos mas acabou eliminado pelo Boca Juniors-ARG nas quartas-de-final. Naquela época, o Vasco, comandado por Joel Santana, contava com o craque Romário, além de jogadores como Juninho Paulista, Hélton, Euller, Pedrinho e Viola.

Entre os 12 grandes clubes do futebol brasileiro, apenas o Botafogo e Atlético-MG estão há mais tempo sem disputar a principal competição sul-americana. O Botafogo jogou o torneio pela última vez em 1996. Já o Galo, participou em 2000.

Por outro lado, o Coritiba também luta para retornar à Libertadores. O time paranaense, no entanto, jogou mais recentemente. Em 2004, o time disputou o torneio após ficar na 5ª colocação no Brasileirão de 2003. Dirigido por Antônio Lopes, o Coxa acabou eliminado na primeira fase em 2004. A curiosidade é que o goleiro do Coritiba naquela época era Fernando Prass, hoje no Vasco. Outros destaques daquele time eram o zagueiro Miranda (hoje no São Paulo) e o lateral-esquerdo Adriano (atualmente no Barcelona e na Seleção Brasileira).

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Confira abaixo a lista dos clubes brasileiros que estão há mais tempo sem disputar a Libertadores:

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sexta-feira, 13 de maio de 2011 Confrontos, Copa do Brasil, Estatísticas, História | 10:49

Números e curiosidades dos semifinalistas da Copa do Brasil

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A Copa do Brasil de 2011 terá uma final inédita pela frente e um campeão inédito. Dos quatro semifinalistas, apenas dois já conseguiram chegar à uma final: Vasco (vice em 2006) e Ceará (vice em 1994). O Coritiba, disputará sua quarta semifinal. Nas outras três anteriores, acabou eliminado. Já o Avaí, que despachou Botafogo e São Paulo, faz sua melhor campanha. Nas seis anteriores, chegou, no máximo, até as oitavas-de-final.

Os dois confrontos da semifinal nunca aconteceram em edições anteriores da Copa do Brasil (Coritiba x Ceará e Vasco x Avaí). Historicamente, entre esses quatro semifinalistas, o Vasco é o clube com o maior número de participações e também o de melhor campanha. O time de São Januário é também o que mais vezes conseguir chegar à semifinal. Confira abaixo:

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Já na atual edição, o clube que tem o melhor desempenho, por enquanto, é o Coritiba. Em 8 jogos, venceu 7 e perdeu apenas um, para o Palmeiras, no jogo em que podia perder por até 5 gols de diferença. O Coxa, do técnico Marcelo Oliveira, tem também o melhor ataque (19 gols) e a melhor defesa (apenas 4 gols sofridos), entre os semifinalistas. Já Ceará e Vasco seguem invictos na competição. O time cearense, com 3 vitórias e um empate fora de casa, é melhor visitante entre os quatro sobreviventes da Copa do Brasil. Já o Avaí tem dois artilheiros no topo da lista de goleadores da competição: William e Rafael Coelho, com 5 gols, ao lado de Adriano e Kléber, do Palmeiras.

Veja abaixo as campanhas dos semifinalistas da Copa do Brasil e seus artilheiros:


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Artilheiros

CEARÁ

3 gols
Washington

2 gols
Geraldo, Iarley e Marcelo Nicácio

1 gol
Euzébio, Fabrício e João Marcos

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CORITIBA

3 gols
Anderson Aquino e Bill

2 gols
Davi, Emerson, Marcos Aurélio e Rafinha

1 gol
Eltinho, Everton Ribeiro, Geraldo, Jonas e Léo Gago

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VASCO

3 gols
Alecsandro

2 gols
Bernardo e Marcel

1 gol
Dedé, Diego Souza, Éder Luís, Elton, Felipe Bastos, Jéferson e Rômulo

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AVAÍ

5 gols
Rafael Coelho e Willian

1 gol
Acleisson, Bruno, Estrada e Marquinhos Gabriel

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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011 Campeonatos Estaduais, Confrontos, Estatísticas, História | 10:59

Nos números, vantagem para o São Paulo diante do Palmeiras

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São Paulo e Palmeiras se enfrentarão no próximo domingo pela 10ª rodada do Paulistão. Líder do campeonato, o time do técnico Felipão terá uma difícil missão pela frente: bater o São Paulo, rival indigesto nos últimos anos, em pleno Morumbi.

Desde 2002, quando venceu por 4 x 2, com direito a uma golaço de Alex, o Palmeiras não vence o tricolor no Morumbi. Esse jejum de vitórias alviverdes já chega a 16 partidas (11 vitórias são-paulinas e 5 empates).

Historicamente, o retrospecto também favorece o São Paulo no Choque-Rei. Em 283 confrontos, foram 100 vitórias do São Paulo, contra 93 do Palmeiras e 90 empates. Nos últimos anos, o tricolor também tem levado a melhor. Desde o 4 x 2 de 2002, já foram realizados 31 jogos. Desses, o Palmeiras venceu apenas 6, contra 15 do São Paulo. Dessa forma, passou a ser o “freguês” do confronto.

Além do jejum no Morumbi, o Palmeiras tem também um retrospecto negativo no estádio contra o São Paulo. Em 110 jogos, foram 46 vitórias dos donos da casa, contra 25 do Palmeiras e 39 empates.

Outra vantagem são-paulina nesse confronto acontece na história do Paulistão. Até hoje, em 153 partidas, foram 65 vitórias do São Paulo contra 43 do Palmeiras e 42 empates.

Quem também tem um bom desempenho contra o Palmeiras, na história do clássico, é Rogério Ceni. O goleiro participou de 47 jogos contra o rival, venceu 22, empatou 11 e perdeu 14. O Palmeiras é também o clube que o goleiro mais marcou gols na carreira (7 no total).

O goleiro Marcos, que é dúvida para o clássico, já disputou o clássico 25 vezes, com 6 vitórias do Palmeiras, 8 empates e 11 vitórias do São Paulo.

Já o técnico Luiz Felipe Scolari também não leva vantagem nesse confronto. Em 13 jogos, venceu 3, empatou 2 e perdeu 8 deles.

Clique aqui para ver a lista de jogos entre Palmeiras e São Paulo na história.

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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011 Confrontos, Copa Libertadores, História | 11:49

Quem leva a melhor no duelo Brasil x Argentina pela Libertadores

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Ontem, o Cruzeiro impôs uma goleada histórica sobre o Estudiantes-ARG (5 x 0), pela Copa Libertadores. Até hoje, desde 1960, em outros 134 confrontos entre brasileiros e argentinos, tivemos apenas duas goleadas por diferença igual ou maior do que cinco gols. Em 1994, quando o Palmeiras bateu o Boca Juniors por 6 x 1, no Parque Antártica. Já em 2008, o Fluminense bateu o Arsenal, de Sarandí, no Maracanã, por 6  x 0. E goleadas na história desse confronto também é raro. Veja as maiores até hoje pela Libertadores:

Maiores goleadas a favor dos Brasileiros:
5/3/2008         Fluminense 6 x 0 Arsenal (primeira fase)
9/3/1994          Palmeiras 6 x 1 Boca Juniors (primeira fase)
16/2/2011        Cruzeiro 5 x 0 Estudiantes (primeira fase)
14/4/1993        São Paulo 4 x 0 Newell’s Old Boys (oitavas-de-final)
2/5/2002          Grêmio 4 x 0 River Plate (oitavas-de-final)
21/7/1976        Cruzeiro 4 x 1 River Plate (final)
7/4/1994          Palmeiras 4 x 1 Vélez Sarsfield (primeira fase)
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Maiores goleadas sofridas pelos Brasileiros:
8/4/2009          Estudiantes 4 x 0 Cruzeiro (primeira fase)
5/4/2006          River Plate 4 x 1 Paulista (primeira fase)

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Maiores campeões da Libertadores, os argentinos sempre foram os maiores rivais dos brasileiros na competição. Na briga direta pelo título continental, os clubes da Argentina ainda levam boa vantagem. Em 12 finais, os brasileiros venceram apenas três. Confira:

Finais de Libertadores

Vitórias dos Brasileiros:
1963 – Santos campeão, Boca Juniors vice
1976 – Cruzeiro campeão, River Plate vice
1992 – São Paulo campeão, Newell’s Old Boys vice
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Vitórias dos Argentinos
1968 – Estudiantes campeão, Palmeiras vice
1974 – Independiente campeão, São Paulo vice
1977 – Boca Juniors campeão, Cruzeiro vice
1984 – Independiente campeão, Grêmio vice
1994 – Vélez Sarsfield campeão, São Paulo vice
2000 – Boca Juniors campeão, Palmeiras vice
2003 – Boca Juniors campeão, Santos vice
2007 – Boca Juniors campeão, Grêmio vice
2009 – Estudiantes campeão, Cruzeiro vice

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Em jogos eliminatórios, os famosos mata-matas, os clubes argentinos também superam os brasileiros pela Libertadores. Dos 37 jogos de mata-matas, os argentinos sairam vencedores em 21 deles, contra 16 dos brasileiros. No total de jogos, a vantagem dos argentinos é grande. Veja abaixo:

Mata-matas (brasileiros x argentinos pela Libertadores):

Confrontos 37
Brasileiros classificados/vitoriosos 16
Argentinos classificados/vitoriosos 21

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Mata-matas

Jogos 76
Vitórias dos Brasileiros 27
Empates 16
Vitórias dos Argentinos 36
Gols dos Brasileiros 96
Gols dos Argentinos 106

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A favor dos brasileiros nesses confrontos, só o desempenho nas fases de grupo (primeira fase e a antiga fase semifinal). A diferença de vitórias, porém, não é tão grande assim. Confira:

Jogos nas fases de grupos

Jogos 56
Vitórias dos Brasileiros 25
Empates 9
Vitórias dos Argentinos 22
Gols dos Brasileiros 85
Gols dos Argentinos 69

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Dos clubes brasileiros que já enfrentaram argentinos, Flamengo, Goiás, São Paulo e Inter são aqueles que têm os melhores aproveitamentos nos confrontos direitos. Já o Corinthians, ao lado do Guarani (que jogou), tem o pior desempenho.

Brasileiros x argentinos

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011 Confrontos, Futebol Europeu | 11:27

Curiosidades do amistoso França x Brasil

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A Seleção Brasileira enfrentará amanhã, dia 9, a França, um adversário que vem sendo um dos mais complicados em sua recente história. A última vitória brasileira aconteceu no distante ano de 1992. Desde então, foram cinco jogos, com dois empates e três dolorosas derrotas. A primeira delas, na final da Copa do Mundo de 1998. A segunda, na Copa das Conferações de 2001. Já a última, nas quartas-de-final da Copa de 2006.

No geral, em 13 jogos, o Brasil ainda leva vantagem (5 x 4 em vitórias). Porém, os franceses carregam essa pecha de bater na nossa seleção na geração Zidane. Fora isso, em 1986, a França também eliminou o Brasil da Copa do Mundo, nos pênaltis, nas quartas-de-final. A nosso favor, na história do confronto, está a goleada por 5 x 2 na semifinal da Copa do Mundo de 1958, vencida posteriormente pela Seleção Brasileira.

Veja abaixo a relação dos jogos entre Brasil e França:

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Resumo:
13 jogos
5 vitórias do Brasil
4 empates
4 vitórias da França
21 gols do Brasil
18 gols da França

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Na França, o Brasil também leva vantagem, com três vitórias contra duas dos franceses. A última, em 1992, no estádio Parc des Princes, em Paris, o Brasil venceu com gols de Raí e Luiz Henrique. No estádio de Saint-Denis, palco do jogo de amanhã, a França conquistou a Copa do Mundo de 1998 com a vitória por 3 x 0. Daquele jogo, o único remanescente é Laurent Blanc, ex-zagueiro e hoje técnico da Seleção Francesa. Em 2004, Brasil e França empataram no Stade de France, no amistoso que comemorou os 100 anos da Fifa. Naquele 0 x 0, as equipes entraram em campo no primeiro tempo com camisas retrô. A Seleção Brasileira jogou de branco, uniforme que não utilizava desde a final da Copa do Mundo de 1950.

E por falar em camisa, a partida de amanhã marcará também a estreia das novas camisas de Brasil e França. A Seleção Francesa, que desde a década de 70 teve seu material esportivo confeccionado e patrocinado pela Adidas, agora será Nike, como a Seleção Brasileira. Veja as camisas que serão utilizadas amanhã:

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Do atual elenco de Brasil e França, poucos jogadores estiveram na última partida entre as duas seleções, na Copa do Mundo de 2006. Do lado brasileiro, apenas o atacante Robinho. Pela Seleção Francesa, estavam em campo o zagueiro/lateral-esquerdo Abidal e o meia-atacante Malouda. Já dos elencos de França e Brasil da última Copa do Mundo, os remanescentes são esses:

Brasil (7)

Júlio César e Gomes (goleiros), Daniel Alves (lateral-direito), Thiago Silva e Luisão (zagueiros), Ramires (volante/meia) e Robinho (atacante).

França (11)

Lloris, Mandanda e Carrasso (goleiros), Clichy (lateral-esquerdo), Abidal (zagueiro/lateral-esquerdo), Réveillère e Sagna (laterais-direitos); Alou Diarra e Diaby (volantes), Malouda (meia-atacante) e Gourcuff (meia)

Confira abaixo a relação dos convocados de Brasil e França para o amistoso de amanhã e o valor do passe de cada de acordo com o site alemão transfermarkt.de:

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sábado, 29 de janeiro de 2011 Confrontos, História | 18:20

Os clássicos disputados em locais inusitados

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Grêmio e Internacional jogarão amanhã em Rivera, no Uruguai, no primeiro Grenal do Campeonato Gaúcho de 2011. A iniciativa da Federação Gaúcha, que levou o clássico nos últimos dois anos para Erechim, para conquistar mais simpatizantes das equipes do sul do Brasil será um pouco arranhada já que os rivais de Porto Alegre jogarão com times reservas no Uruguai.

O clássico de amanhã será o primeiro Grenal disputado fora do Rio Grande do Sul. Até hoje, dos 383 clássicos entre Grêmio e Inter, apenas sete não foram em Porto Alegre. Veja a lista:

Data Estádio Local Resultado Campeonato
19/4/64 Eucaliptos Santa Cruz do Sul (RS) Inter 1 x 0 Grêmio Amistoso
07/9/62 Waldemar Fetter Rio Grande (RS) Grêmio 2 x 1 Inter Amistoso
21/3/65 Baixada Rubral Caxias do Sul (RS) Grêmio 0 x 0 Inter Amistoso
21/6/92 Colosso da Lagoa Erechim (RS) Grêmio 0 x 0 Inter Amistoso
04/4/04 Montanha dos Vinhedos Bento Gonçalves (RS) Inter 2 x 1 Grêmio Camp. Gaúcho
08/2/09 Colosso da Lagoa Erechim (RS) Inter 2 x 1 Grêmio Camp. Gaúcho
31/1/10 Colosso da Lagoa Erechim (RS) Inter 1 x 0 Grêmio Camp. Gaúcho


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Nos outros grandes clássicos do país, apenas oito foram realizados fora no Brasil. Confira a lista abaixo:

Data Estádio Local Resultado Campeonato
17/1/09 Centenário Montevidéu (URU) Cruzeiro 4 x 2 Atlético-MG Copa Bimbo
28/3/53 Monumental de Nuñez Buenos Aires (ARG) Flamengo 3 x 0 Botafogo Torneio Internacional
27/8/78 San Siro Milão (ITA) Flamengo 2 x 0 Botafogo Torneio Internacional
03/2/53 Centenário Montevidéu (URU) Botafogo 2 x 1 Fluminense Torneio Internacional
12/7/89 Wankdorf Berna (SUI) Botafogo 2 x 0 Fluminense Torneio Internacional
12/8/78 Riazor La Coruña (ESP) Flamengo 0 x 0 Fluminense Torneio Tereza Herrera
28/8/93 Ramón de Carranza Cádiz (ESP) Palmeiras 2 x 1 São Paulo Torneio Ramón de Carranza
09/8/86 Riazor La Coruña (ESP) Santos 1 x 0 São Paulo Torneio Tereza Herrera

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quarta-feira, 3 de novembro de 2010 Confrontos, Seleção Brasileira | 16:06

No papel, seleção argentina está mais valorizada

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O técnico Sérgio Batista, que foi confirmado pela AFA como o treinador efetivo da Seleção Argentina, anunciou ontem a lista dos 25 jogadores para o amistoso contra o Brasil, que será realizado no próximo dia 17 de novembro, em Doha, no Catar. Batista vinha comandando a Argentina interinamente após a Copa do Mundo, com a saída de Diego Maradona. Com a vitória por 4 x 1 sobre a campeã Espanha, em setembro, e o 1 x 0 sobre  a Irlanda, Batista, campeão mundial pela Argentina em 1986, como jogador, foi efetivado no início de novembro pela AFA.

Desses 25 jogadores convocados por Batista, nenhum atua no país. Da lista, apenas um joga no futebol sul-americano: o meia Andrés D’Alessandro, do Internacional. A grande maioria dos convocados vem da Liga Italiana (9 jogadores) e da Liga Espanhola (7). Na Seleção Brasileira de Mano Menezes, oito atuam no Campeonato Brasileiro e 15 jogam fora, sendo cinco da Liga Inglesa e cinco da Liga Italiana.

No papel, por enquanto, a Seleção Argentina leva vantagem sobre a Brasileira, principalmente no aspecto financeiro. De acordo com o site alemão transfermarket, especializado em transferências de jogadores, o plantel argentino vale 418,5 milhões de euros contra 298,2 do elenco brasileiro. Tudo bem que a Argentina tem dois jogadores a mais. Mas mesmo tirando dois reservas (um zagueiro e meia, por exemplo), a diferença ainda seria bem maior. A grande diferença nessa lista se dá pelo craque Lionel Messi, avaliado em 100 milhões de euros.

Confira abaixo o valor de cada jogador:

SELEÇÃO BRASILEIRA
Jogador Posição
Clube País Euros (milhões)
Victor Goleiro Grêmio Brasil 5,5
Jefferson Goleiro Botafogo Brasil 2,2
Neto Goleiro Atlético-PR Brasil 1
Daniel Alves Lateral-direito Barcelona Espanha 30
Rafael Lateral-direito Manchester United Inglaterra 6
Thiago Silva Zagueiro Milan Itália 18,5
David Luiz Zagueiro Benfica Portugal 14
Alex Zagueiro Chelsea Inglaterra 16
Réver Zagueiro Atlético-MG Brasil 3
André Santos Lateral-esquerdo Fenerbahce Turquia 7,5
Adriano Lateral-esquerdo Barcelona Espanha 15
Lucas Volante Liverpool Inglaterra 7
Jucilei Volante Corinthians Brasil 5
Sandro Volante Tottenham Inglaterra 9
Elias Volante Corinthians Brasil 4,5
Ramires Volante Chelsea Inglaterra 22
Douglas Meia Grêmio Brasil 2
Philippe Coutinho Meia Internazionale Itália 4,5
Ronaldinho Gaúcho Meia Milan Itália 27,5
Robinho Atacante Milan Itália 18
Neymar Atacante Santos Brasil 40
Alexandre Pato Atacante Milan Itália 35
André Atacante Dinamo Kiev Ucrânia 5

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SELEÇÃO ARGENTINA
Jogador Posição Clube País Euros (milhões)
Sergio Romero Goleiro AZ Alkmaar Holanda 6
Mariano Andujar Goleiro Catania Itália 4
Javier Zanetti Lateral-direito Internazionale Itália 7
Pablo Zabaleta Lateral-direito Manchester City Inglaterra 11
Gabriel Milito Zagueiro Barcelona Espanha 14
Walter Samuel Zagueiro Internazionale Itália 15
Nicolás Burdisso Zagueiro Roma Itália 7,5
Martín Demichelis Zagueiro Bayern Munique Alemanha 8
Nicolás Pareja Zagueiro Spartak Moscou Rússia 6
Gabriel Heinze Lateral-esquerdo Olymp. Marselha França 6
Javier Mascherano Volante Barcelona Espanha 26
Ever Banega Volante Valencia Espanha 14
Mario Bolatti Volante Fiorentina Itália 5,5
José Sosa Meia Napoli Itália 3
Javier Pastore Meia Palermo Itália 12,5
Nicolás Gaitán Meia Benfica Portugal 7
Andrés D’Alessandro Meia Internacional Brasil 2,5
Ángel Di Maria Meia Real Madrid Espanha 20
Lucas Biglia Meia Anderlecht Bélgica
8,5
Gonzalo Higuaín Atacante Real Madrid Espanha 38
Lionel Messi Atacante Barcelona Espanha 100
Sergio Agüero Atacante Atlético de Madri Espanha 36
Diego Milito Atacante Internazionale Itália 8
Ezequiel Lavezzi Atacante Napoli Itália 19
Carlos Tevez Atacante Manchester City Inglaterra 34

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Posição
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terça-feira, 20 de julho de 2010 Campeonato Brasileiro, Confrontos, Técnicos | 12:31

Mano e Muricy, um duelo à parte no Brasileirão

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Dois dos melhores técnicos do futebol brasileiro na atualidade, Mano Menezes e Muricy Ramalho vêm travando um duelo à parte nessa briga pela liderança do Brasileirão. O líder Corinthians, dirigido por Mano, está dois pontos a frente do Fluminense, de Muricy.

Mano, o técnico que está há mais tempo no comando de um clube da Série A do futebol brasileiro (desde janeiro de 2008), é um dos favoritos a assumir o cargo de técnico da Seleção Brasileira. Muricy Ramalho, tricampeão brasileiro pelo São Paulo em 2006, 2007 e 2008, tem também grandes chances de ser o substituto de Dunga.

Aos 48 anos, o ex-zagueiro Mano Menezes tem na bagagem quase 10 anos de experiência no comando de clubes do interior gaúcho (Guarani, Brasil de Pelotas, 15 de Novembro e Caxias), além de uma grande passagem pelo Grêmio (entre 2005 e 2007) e Corinthians (desde 2008).

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Já o ex-atacante Muricy, de 54 anos, é técnico desde 1993 (são quase 17 anos na função). Porém, foi nessa última década que o treinador ganhou destaque, com o tricampeonato brasileiro pelo São Paulo, e com os títulos estaduais conquistados com o Náutico, Internacional e São Caetano.

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Veja a relação de títulos dos dois técnicos:

Mano Menezes x Muricy Ramalho
1 Copa do Brasil (2009) 3 Campeonatos Brasileiros (2006, 2007 e 2008)
2 Brasileiros da Série B (2005 e 2008) 1 Copa Conmebol (1994)
1 Campeonato Paulista (2009) 1 Campeonato Paulista (2004)
2 Campeonatos Gaúchos (2006 e 2007) 2 Campeonatos Gaúchos (2003 e 2005)
2 Campeonatos Pernambucanos (2001 e 2002)
1 Copa da China (1998)

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Mano Menezes e Muricy Ramalho estão na história de Corinthians e São Paulo na lista dos técnicos que mais treinaram os clubes. Muricy Ramalho, que passou pelo Tricolor em 1994, 1996 e 2006 a 2009, comandou o clube 360 jogos. Assim, tornou-se o quarto técnico com mais jogos pelo São Paulo, atrás apenas de Vicente Feola (524 jogos), José Poy (421) e Telê Santana (410). Já Mano Menezes, com a vitória sobre o Atlético-MG no último domingo, chegou a 183 jogos pelo Corinthians, tornando-se também o quarto técnico com mais jogos pelo clube. Mano está atrás de Osvaldo Brandão (439 jogos), Rato (255) e Amílcar Barbuy (192).

Em Campeonatos Brasileiros, o técnico Muricy tem um retrospecto superior ao de Mano Menezes. Além dos três títulos, Muricy tem mais do que o dobro de jogos e um aproveitamento superior (57,4% contra 53,7% de Mano). Veja os números abaixo em Brasileiros:

Mano Menezes x Muricy Ramalho
Ano Clube J V E D Ano Clube J V E D
2006 Grêmio (3º) 38 20 7 11 1996 São Paulo (11º) 3 3 0 0
2007 Grêmio (6º) 38 17 7 14 1997 Guarani (21º) 5 2 1 2
2009 Corinthians (10º) 38 14 10 14 1999 Botafogo-SP (20º) 8 1 3 4
2010 Corinthians 9 6 3 0 2001 Santa Cruz (25º) 14 5 1 8
Total 123 57 27 39 2002 Figueirense (17º) 20 9 3 8
2003 Internacional (6º) 46 20 10 16
2004 São Caetano (18º) 17 6 5 6
2004 Internacional (8º) 18 10 2 6
2005 Internacional (2º) 42 23 9 10
2006 São Paulo (1º) 38 22 12 4
2007 São Paulo (1º) 38 23 8 7
2008 São Paulo (1º) 38 21 12 5
2009 São Paulo (3º) 6 1 4 1
2009 Palmeiras (5º) 24 9 7 8
2010 Fluminense 9 6 1 2
Total 326 161 78 87

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Os dois técnicos foram ainda vice-campeões da Libertadores. Muricy perdeu o título sul-americano em 2006, quando dirigia o São Paulo. Já Mano Menezes foi vice no ano seguindo, quando o seu Grêmio perdeu a final para o Boca Juniors. Até hoje, Muricy já disputou cinco Liberatadores como técnico e tem um aproveitamento de 55,8%. Mano Menezes tem um desempenho melhor (57,6%). Porém, treinou menos 22 jogos contra 59 de Muricy. Veja abaixo o desempenho dos técnicos na Libertadores:

Mano Menezes x Muricy Ramalho
Ano Clube J V E D Ano Clube J V E D
2007 Grêmio 14 6 1 7 2004 São Caetano 9 2 5 2
2010 Corinthians 8 6 1 1 2006 São Paulo 14 8 2 4
Total 22 12 2 8 2007 São Paulo 8 4 2 2
2008 São Paulo 10 5 3 2
2009 São Paulo 8 4 1 3
Total 49 23 13 13

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Já na Copa do Brasil, Mano Menezes leva a melhor. Em seis edições disputadas, chegou a duas finais, ambas com o Corinthians, e foi campeão uma vez, em 2009. Mano ainda foi semifinalista com o15 de Novembro, de Campo Bom-RS, em 2004. Em 38 jogos, Mano tem um aproveitamento de 66,7% na Copa do Brasil, contra 60,5% de Muricy, que disputou sete edições e fez 27 jogos. Muricy teve como melhor desempenho a campanha de 1995, quando chegou às quartas-de-final. Veja o desempenho deles na Copa do Brasil:

Mano Menezes
Ano Clube J V E D Fase
2003 Guanani (VA)-RS 2 1 0 1 Primeira Fase
2004 15 de Novembro 10 6 3 1 Semifinal
2005 Grêmio 1 0 0 1 Oitavas-de-final
2006 Grêmio 4 3 0 1 Segunda Fase
2008 Corinthians 11 8 0 3 Final (vice)
2009 Corinthians 10 5 4 1 Final (campeão)
Total 38 23 7 8
Muricy Ramalho
Ano Clube J V E D Fase
1995 São Paulo 5 3 2 0 Quartas-de-final
1996 São Paulo 3 2 1 0 Oitavas-de-final
1997 São Paulo 4 2 1 1 Oitavas-de-final
2002 Náutico 4 1 2 1 Segunda Fase
2003 Internacional 3 2 0 1 Segunda Fase
2005 Internacional 6 4 1 1 Oitavas-de-final
2010 Fluminense 2 0 0 2 Quartas-de-final
Total 27 14 7 6

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Já no confronto direto, Mano Menezes leva uma pequena vantagem. Em 13 jogos, foram 5 vitórias das equipes comandadas por Mano, contra 4 de Muricy e 4 empates. Nos últimos cinco jogos, foram quatro vitórias de Mano e um empate. O último deles no Brasileirão desse ano, quando o Corinthians bateu o Fluminense no Pacaembu, na terceira rodada. Em mata-matas, Mano também leva a melhor. Na Libertadores de 2007, quando dirigia o Grêmio, Mano eliminou o São Paulo, de Muricy, nas oitavas-de-final. Já no Paulistão de 2009, na semifinal, o Corinthians bateu o São Paulo duas vezes, e garantiu sua vaga na decisão. Naquele ano, Mano foi campeão invicto do Paulistão. Veja todos os confrontos entre Mano e Muricy.

Data Competição Local Mano Menezes x Muricy Ramalho
12/07/2006 Brasileiro Morumbi Grêmio 1 x 2 São Paulo
22/10/2006 Brasileiro Olímpico Grêmio 1 x 1 São Paulo
02/05/2007 Libertadores Morumbi Grêmio 0 x 1 São Paulo
09/05/2007 Libertadores Olímpico Grêmio 2 x 0 São Paulo
05/08/2007 Brasileiro Olímpico Grêmio 0 x 2 São Paulo
11/11/2007 Brasileiro Morumbi Grêmio 0 x 1 São Paulo
27/01/2008 Paulista Morumbi Corinthians 0 x 0 São Paulo
15/02/2009 Paulista Morumbi Corinthians 1 x 1 São Paulo
12/04/2009 Paulista Pacaembu Corinthians 2 x 1 São Paulo
19/04/2009 Paulista Morumbi Corinthians 2 x 0 São Paulo
01/11/2009 Brasileiro Prudentão Corinthians 2 x 2 Palmeiras
31/01/2010 Paulista Pacaembu Corinthians 1 x 0 Palmeiras
23/05/2010 Brasileiro Pacaembu Corinthians 1 x 0 Fluminense

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sexta-feira, 18 de junho de 2010 Confrontos, Copa do Mundo, Seleção Brasileira | 16:00

Brasil tem ótimo desempenho contra africanos

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No próximo domingo, no jogo contra Costa do Marfim, o Brasil terá pela frente um rival do continente africano pela sexta vez na história das Copas. Até hoje, o desempenho da Seleção Brasileira é excelente. Em quatro jogos, foram cinco vitórias, sendo quatro por 3 x 0. Em 1974, na primeira fase, o Brasil venceu Zaire (hoje a República Democrática do Congo), por 3 x 0. Em 1986, na vitória mais apertada, o Brasil venceu a Argélia por 1 x 0. Em 1994, na campanha do tetra, a seleção do técnico Parreira bateu Camarões, também por 3 x 0, na primeira fase. Já em 1998, na segunda partida da Seleção Brasileira naquela Copa, a vitória foi sobre Marrocos. E na última Copa, na Alemanha, em 2006, o Brasil bateu Gana por 3 x 0, nas oitavas-de-final, no único jogo eliminatório contra uma seleção africana. Veja abaixo os confrontos da Seleção Brasileira em Copas contra países africanos.

Data Fase Resultado Gols
22/06/1974 Primeira Fase Brasil 3 x 0 Zaire Jairzinho 12′, Rivelino 66′ e Valdomiro 79′
06/06/1986 Primeira Fase Brasil 1 x 0 Argélia Careca 66′
24/06/1994 Primeira Fase Brasil 3 x 0 Camarões Romário 39′, Márcio Santos 66′ e Bebeto 73′
16/06/1998 Primeira Fase Brasil 3 x 0 Marrocos Ronaldo 9′, Rivaldo 45′ e Bebeto 50′
27/06/2006 Oitavas-de-final Brasil 3 x 0 Gana Ronaldo 5′, Adriano 45′ e Zé Roberto 84′

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No confronto geral, em 27 jogos, a Seleção Brasileira principal tem 26 vitórias e apenas uma derrota – para Camarões na Copa das Confederações de 2003. Confira abaixo o retrospecto contra os africanos:

País Jogos Vitórias Derrotas
Egito 5 5 0
Argélia 4 4 0
Camarões 4 3 1
África do Sul 3 3 0
Gana 3 3 0
Marrocos 3 3 0
Nigéria 1 1 0
Tanzânia 1 1 0
Tunísia 1 1 0
Zaire 1 1 0
Zimbábue 1 1 0

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quarta-feira, 5 de maio de 2010 Confrontos, Copa Libertadores | 01:45

Pacaembu: uma das esperanças do Corinthians

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Para reverter a vantagem do Flamengo no jogo de hoje, pelas oitavas-de-final da Copa Libertadores, o Corinthians precisará fazer valer seu bom retrospecto no estádio do Pacaembu. Em sua “casa”, o alvinegro tem um dos melhores aproveitamentos na competição sul-americana entre os principais clubes brasileiros que já disputaram o torneio (84,1%).

Desempenho dos clubes brasileiros nos estádios em que mais jogaram pela Libertadores (entre 1960 e 2010).

Clube Estádio J V E D GP GC Aprov.
Cruzeiro Mineirão 52 44 4 4 137 40 87,2%
Santos Vila Belmiro 32 26 4 2 88 22 85,4%
Corinthians Pacaembu 23 19 1 3 67 27 84,1%
São Paulo Morumbi 67 50 10 7 132 41 79,6%
Grêmio Olímpico 59 43 11 5 112 31 79,1%
Flamengo Maracanã 36 26 5 5 101 44 76,9%
Palmeiras Parque Antártica 49 34 11 4 119 42 76,9%
Internacional Beira-Rio 36 24 7 5 67 24 73,1%
Botafogo Maracanã 12 8 2 2 24 13 72,2%
Vasco São Januário 24 15 5 4 36 16 69,4%
Atlético-MG Mineirão 16 8 7 1 29 13 64,6%
Fluminense Maracanã 13 7 3 3 25 12 61,5%

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Até hoje, o Corinthians disputou 23 partidas no Pacaembu pela Libertadores, venceu 19, empatou 1 e perdeu apenas 3. As três, porém, traumáticas. Em 1991, diante do próprio Flamengo, o time perdia por 2 x 0 quando o jogo foi interrompido aos 24 minutos do segundo tempo, por incidentes com a torcida corintiana, que arremessou, entre outras coisas, garrafas no gramado. Já em 1996, pelas quartas-de-final, o Corinthians perdeu por 3 x 0 para o Grêmio, e praticamente deu adeus ao torneio (ganhou depois o jogo em Porto Alegre, 1 x 0, e foi desclassificado). Já em 2006, o alvinegro perdeu para o River Plate-ARG, de virada, por 3 x 1. Nesse jogo, a torcida invidiu o gramado no final do jogo para protestar.

Jogos do Corinthians pela Libertadores no Pacaembu

Data Corinthians Placar Adversário V, E, D
20/03/1991 Corinthians 0 x 2 Flamengo D
13/03/1996 Corinthians 3 x 0 Botafogo V
29/03/1996 Corinthians 3 x 1 Universidad Católica-CHI V
16/04/1996 Corinthians 3 x 1 Universidad de Chile-CHI V
08/05/1996 Corinthians 2 x 0 Espoli-EQU V
15/05/1996 Corinthians 0 x 3 Grêmio D
10/03/1999 Corinthians 8 x 2 Cerro Porteño-PAR V
09/04/1999 Corinthians 4 x 0 Olimpia-PAR V
21/04/1999 Corinthians 5 x 2 Jorge Wilstermann-BOL V
03/03/2000 Corinthians 6 x 0 LDU Quito-EQU V
05/04/2000 Corinthians 2 x 1 América-MEX V
19/04/2000 Corinthians 5 x 4 Olimpia-PAR V
09/05/2000 Corinthians 3 x 2 Rosario Central-ARG V
05/02/2003 Corinthians 1 x 0 Cruz Azul-MEX V
11/03/2003 Corinthians 4 x 1 The Strongest-BOL V
02/04/2003 Corinthians 6 x 1 Fénix-URU V
22/02/2006 Corinthians 2 x 2 Universidad Católica-CHI E
22/03/2006 Corinthians 1 x 0 Tigres-MEX V
19/04/2006 Corinthians 3 x 0 Deportivo Cali-COL V
04/05/2006 Corinthians 1 x 3 River Plate-ARG D
24/02/2010 Corinthians 2 x 1 Racing-URU V
01/04/2010 Corinthians 2 x 1 Cerro Porteño-PAR V
22/04/2010 Corinthians 1 x 0 Independiente Medellín-COL V

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Entres as derrota para o Grêmio (em 1996) e River (2006), o Corinthians acumulou 13 jogos de invicibilidade no Pacaembu, com 12 vitórias. Na atual Libertadores, o time de Mano Menezes, tem 100% de aproveitamento, com as  vitórias sobre Racing-URU, Cerro Porteño-PAR e Independiente Medellín-COL na fase de grupos.

Contra o Flamengo, em toda a história, o Corinthians já disputou 40 jogos no Pacaembu. Foram 19 vitórias dos paulistas, 14 dos cariocas e 7 empates. O último jogo entre as duas equipes foi pelo Brasileirão de 2003. O jogo terminou 1 x 1 , gols de Liédson (Corinthians) e Athirson (Flamengo).

No Pacaembu, estádio em que o Flamengo mais jogou fora do Rio de Janeiro, o retrospecto também não é positivo para o clube carioca. Em 111 partidas, foram 48 derrotas, 29 empates e 34 derrotas.

Todos os jogos entre Corinthians e Flamengo no Pacaembu:

Data Corinthians x Flamengo Competição
04/09/1941 0 x 1 Amistoso
20/12/1941 5 x 4 Amistoso
21/03/1942 1 x 1 Torneio Quinela de Ouro
22/10/1942 2 x 4 Amistoso
13/02/1944 3 x 2 Amistoso
28/02/1944 4 x 2 Amistoso
21/06/1945 4 x 4 Amistoso
29/03/1951 3 x 0 Torneio Rio-São Paulo
16/03/1952 3 x 1 Torneio Rio-São Paulo
03/05/1953 6 x 0 Torneio Rio-São Paulo
10/05/1956 5 x 1 Amistoso
12/05/1957 0 x 4 Torneio Rio-São Paulo
29/06/1957 1 x 3 Torneio Internacional do Morumbi
02/04/1958 3 x 0 Torneio Rio-São Paulo
19/04/1959 1 x 5 Torneio Rio-São Paulo
04/01/1961 1 x 2 Torneio Octagonal de Verão
08/04/1961 3 x 0 Torneio Rio-São Paulo
31/03/1963 2 x 0 Torneio Rio-São Paulo
15/03/1964 1 x 2 Torneio Rio-São Paulo
15/05/1965 5 x 1 Torneio Rio-São Paulo
31/01/1966 0 x 0 Torneio Quadrangular João Havelange
24/03/1966 3 x 1 Torneio Rio-São Paulo
27/10/1968 0 x 1 Roberto Gomes Pedrosa
05/12/1970 1 x 0 Roberto Gomes Pedrosa
30/01/1971 0 x 0 Torneio do Povo
11/02/1971 0 x 0 Torneio do Povo
17/02/1972 1 x 2 Torneio do Povo
28/06/1973 3 x 0 Amistoso
15/11/1987 1 x 1 Campeonato Brasileiro
12/08/1989 4 x 2 Copa do Brasil
20/03/1991 0 x 2 Copa Libertadores
12/04/1992 1 x 3 Campeonato Brasileiro
03/10/1993 1 x 0 Campeonato Brasileiro
03/09/1994 1 x 0 Campeonato Brasileiro
09/09/1995 2 x 1 Campeonato Brasileiro
07/02/1999 0 x 3 Torneio Rio-São Paulo
01/09/1999 1 x 2 Campeonato Brasileiro
16/11/2000 1 x 4 Campeonato Brasileiro
24/01/2001 4 x 3 Torneio Rio-São Paulo
27/04/2003 1 x 1 Campeonato Brasileiro

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Data Corinthians Placar Adversário V, E, D
20/03/1991 Corinthians 0 x 2 Flamengo D
13/03/1996 Corinthians 3 x 0 Botafogo V
29/03/1996 Corinthians 3 x 1 Universidad Católica-CHI V
16/04/1996 Corinthians 3 x 1 Universidad de Chile-CHI V
08/05/1996 Corinthians 2 x 0 Espoli-EQU V
15/05/1996 Corinthians 0 x 1 Grêmio D
10/03/1999 Corinthians 8 x 2 Cerro Porteño-PAR V
09/04/1999 Corinthians 4 x 0 Olimpia-PAR V
21/04/1999 Corinthians 5 x 2 Jorge Wilstermann-BOL V
03/03/2000 Corinthians 6 x 0 LDU Quito-EQU V
05/04/2000 Corinthians 2 x 1 América-MEX V
19/04/2000 Corinthians 5 x 4 Olimpia-PAR V
09/05/2000 Corinthians 3 x 2 Rosario Central-ARG V
05/02/2003 Corinthians 1 x 0 Cruz Azul-MEX V
11/03/2003 Corinthians 4 x 1 The Strongest-BOL V
02/04/2003 Corinthians 6 x 1 Fénix-URU V
22/02/2006 Corinthians 2 x 2 Universidad Católica-CHI E
22/03/2006 Corinthians 1 x 0 Tigres-MEX V
19/04/2006 Corinthians 3 x 0 Deportivo Cali-COL V
04/05/2006 Corinthians 1 x 3 River Plate-ARG D
24/02/2010 Corinthians 2 x 1 Racing-URU V
01/04/2010 Corinthians 2 x 1 Cerro Porteño-PAR V
22/04/2010 Corinthians 1 x 0 Independiente Medellín-COL V
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quarta-feira, 28 de abril de 2010 Confrontos, Copa do Brasil, Estatísticas, História | 02:40

Palpites e informações das quartas da Copa do Brasil

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Dois jogos abrem hoje as quartas-de-final da Copa do Brasil: Atlético-MG x Santos e Vitória x Vasco. Amanhã, mais dois confrontos: Palmeiras x Atlético-GO e Fluminense x Grêmio. A 22ª edição do torneio tem como grande atrativo a presença de oito clubes da primeira divisão entre os oito finalistas. Algo que aconteceu apenas cinco vezes, em 1989, 1995, 1996, 1998 e 2000.

Dos oito finalistas de 2010, apenas três já foram campeões: Grêmio (4 vezes), Palmeiras (1) e Fluminense (1). O Vasco foi finalista uma vez e os outros jamais chegaram à final. E dos quatro confrontos das quartas-de-final, apenas dois já aconteceram em edições anteriores: Vasco x Vitória (que repetem as quartas de 2009) e Grêmio x Fluminense, que já se enfrentaram em três edições.

Nessa fase, de quartas-de-final, Grêmio, Vasco, Santos e Palmeiras têm um desempenho mais favorável do que seus respectivos adversários (Fluminense, Vitória, Atlético-MG e Atlético-GO).

Confira abaixo as estatísticas das partidas e os palpites para esses jogos de ida:

Atlético-MG x Santos

Confrontos diretos na Copa do Brasil:
Nunca se enfrentaram anteriormente

Retrospecto nas quartas-de-final da Copa do Brasil em edições anteriores:
Atlético-MG (20 participações) – Chegou 11 vezes às quartas-de-final. Classificou-se em 2 (00 e 02) e foi elimiando em 9 (89, 90, 94, 95, 03, 05, 06, 07 e 08)
Santos (9 participações) – Chegou 4 vezes às quartas-de-final. Classificou-se em 2 (98 e 00) e foi elimiando em 2 (97 e 06)

Campanhas na Copa do Brasil de 2010:
ATLÉTICO-MG
(5 jogos, 4 vitórias, 1 derrota, 16 gols pró, 1 gol sofrido)
1ª fase  – Juventus-AC 0 x 7 Atlético-MG
2ª fase  – Chapecoense-SC 1 x 0 Atlético-MG
2ª fase  – Atlético-MG 6 x 0 Chapecoense-SC
Oitavas – Atlético-MG 1 x 0 Sport
Oitavas – Sport 0 x 2 Atlético-MG
Artilheiros: Obina (5 gols); Diego Tardelli (4 gols); Fabiano (3 gols); Júnior, Marques, Muriqui e Renan Oliveira (1 gol)

SANTOS (5 jogos, 4 vitórias, 1 derrota, 25 gols pró, 4 gols sofridos)
1ª fase  – Naviraiense-MS 0 x 1 Santos
1ª fase  – Santos 10 x 0 Naviraiense-MS
2ª fase  – Remo-PA 0 x 4 Santos
Oitavas – Santos 8 x 1 Guarani
Oitavas – Guarani 3 x 2 Santos
Artilheiros: Neymar (9 gols); André (5 gols); Robinho (3 gols); Madson e Marquinhos (2 gols); e Alex Sandro, Breinter, Marcel e Paulo Henrique Ganso (1 gol)

PALPITE: Empate. Confronto entre os dois clubes de melhor ataque da Copa do Brasil (Atlético-MG 16 gols, Santos 25 gols). O Galo vem embalado pela boa campanha no Campeonato Mineiro – está a um empate do título. Além disso, joga em casa, no Mineirão, e tem o técnico Luxemburgo disposto a acabar com a graça dos Meninos da Vila, que fracassaram sob seu comando em 2009. O Santos, que não terá o craque Neymar, também está bem próximo do título estadual. Sua prioridade no semestre, porém, é o inédito título da Copa do Brasil.

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Vitória x Vasco

Confrontos diretos na Copa do Brasil:
4 jogos, 1 vitória do Vasco, 2 empates, 1 vitória do Vitória, 6 gols do Vasco, 3 gols do Vitória
1989 – Primeira fase
Vasco 0 x 0 Vitória
Vitória 2 x 1 Vasco

2009 – Quartas-de-final
Vasco 4 x 0 Vitória
Vitória 1 x 1 Vasco

Retrospecto nas quartas-de-final da Copa do Brasil em edições anteriores:
Vasco (19 participações) – Chegou 9 vezes às quartas-de-final. Classificou-se em 7 (93, 94, 95, 98, 06, 08 e 09) e foi elimiando em 2 (02 e 03)
Vitória (20 participações) – Chegou 7 vezes às quartas-de-final. Classificou-se em 1 (04) e foi elimiando em 6 (89, 91, 94, 98, 03 e 09)

Campanhas na Copa do Brasil de 2010:

VITÓRIA (6 jogos, 4 vitórias, 1 empate, 1 derrota, 17 gols pró, 5 gols sofridos)
1ª fase  – Corinthians-AL 3 x 1 Vitória
1ª fase  – Vitória 4 x 0 Corinthians-AL
2ª fase  – Náutico 0 x 1 Vitória
2ª fase  – Vitória 5 x 0 Náutico
Oitavas – Vitória 4 x 0 Goiás
Oitavas – Goiás 2 x 2 Vitória
Artilheiros: Júnior (4 gols); Ramon (3 gols); Bida e Uelliton (2 gols); e Elksson, Nino Paraíba, Renato, Schwenck e Viáfara (1 gol)

VASCO (6 jogos, 4 vitórias, 2 empates, 9 gols pró, 4 gols sofridos)
1ª fase  – Sousa-PB 1 x 2 Vasco
1ª fase  – Vasco 0 x 0 Sousa-PB
2ª fase  – ASA-AL 1 x 1 Vasco
2ª fase  – Vasco 3 x 1 ASA-AL
Oitavas – Corinthians-PR 0 x 1 Vasco
Oitavas – Vasco 2 x 1 Corinthians-PR
Artilheiros: Elton (4 gols); e Carlos Alberto, Léo Gago, Magno, Philippe Coutinho e Tiago (1 gol)

PALPITE: Vitória. O clube baiano derrotou o rival Bahia na primeira decisão do estadual no último domingo e vem empolgado. Além disso, quer se vingar do Vasco, para quem foi eliminado nas quartas-de-final no ano passado. Na atual edição, o Vitória superou adversários mais complicados com goleadas. Já o Vasco, que fez uma campanha razoável no estadual (foi terceiro, mas não brigou diretamente pelo título), passou apertado por Sousa-PB e ASA-AL e não convenceu nas vitórias sobre o fraco Corinthians-PR. O clube carioca, porém, está invicto na Copa do Brasil.

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Fluminense x Grêmio

Confrontos diretos na Copa do Brasil:
6 jogos, 2 vitórias do Grêmio, 2 empates, 2 vitórias do Fluminense, 7 gols do Grêmio, 7 gols do Fluminense
2001 – Oitavas-de-final
Grêmio 1 x 0 Fluminense
Fluminense 0 x 0 Grêmio

2004 – Oitavas-de-final
Fluminense 2 x 2 Grêmio
Grêmio 4 x 1 Fluminense

2005 – Oitavas-de-final
Fluminense 3 x 0 Grêmio
Grêmio 0 x 1 Fluminense

Retrospecto nas quartas-de-final da Copa do Brasil em edições anteriores:
Fluminense (13 participações) – Chegou 7 vezes às quartas-de-final. Classificou-se em 4 (92, 05, 06 e 07) e foi elimiando em 3 (00, 02 e 09)
Grêmio (17 participações) – Chegou 11 vezes às quartas-de-final. Classificou-se em 9 (89, 91, 93, 94, 95, 95, 96, 97 e 01) e foi elimiando em 2 (92 e 04)

Campanhas na Copa do Brasil de 2010:
FLUMINENSE
(5 jogos, 4 vitórias, 1 empate, 9 gols pró, 3 gols sofridos)
1ª fase  – Confiança-SE 1 x 1 Fluminense
1ª fase  – Fluminense 2 x 0 Confiança-SE
2ª fase  – Uberaba-MG 0 x 2 Fluminense
Oitavas – Portuguesa 0 x 1 Fluminense
Oitavas – Fluminense 3 x 2 Portuguesa
Artilheiros: Fred (6 gols); Alan (2 gols); e Gum (1 gol)

GRÊMIO (5 jogos, 4 vitórias, 1 derrota, 12 gols pró, 5 gols sofridos)
1ª fase  – Araguaína-MT  1 x 3 Grêmio
2ª fase  – Votoraty-SP 0 x 1 Grêmio
2ª fase  – Grêmio 3 x 0 Votoraty-SP
Oitavas – Grêmio 3 x 1 Avaí
Oitavas – Avaí 3 x 2 Grêmio
Artilheiros: Jonas (5 gols); Borges (3 gols); Fábio Rochemback (2 gols); e Maylson e Rodrigo (1 gol)

PALPITE: Empate. O Fluminense vem de técnico novo, Muricy Ramalho, e conta com os gols do artilheiro Fred. Mas não terá o argentino Conca, destaque do meio-campo da equipe. Já o copeiro Grêmio, maior campeão da Copa do Brasil com 4 títulos, ao lado do Cruzeiro, luta para fazer uma boa campanha desde 2001, quando foi campeão. Desde então, não passou mais pelas quartas-de-final. O Tricolor gaúcho vem em alta após a vitória sobre o rival Inter, no Beira-Rio, por 2 x 0, na primeira final do Gauchão.

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Palmeiras x Atlético-GO

Confrontos diretos na Copa do Brasil:
Nunca se enfrentaram anteriormente

Retrospecto nas quartas-de-final da Copa do Brasil em edições anteriores:
Palmeiras (14 participações) – Chegou 8 vezes às quartas-de-final. Classificou-se em 5 (92, 96, 97, 98 e 99) e foi elimiando em 3 (93, 00 e 04)
Atlético-GO (3 participações) – Nunca chegou às quartas-de-final.

Campanhas na Copa do Brasil de 2010:
PALMEIRAS
(6 jogos, 5 vitórias, 1 empate, 10 gols pró, 2 gols sofridos)
1ª fase  – Flamengo-PI 0 x 1 Palmeiras
1ª fase  – Palmeiras 4 x 0 Flamengo-PI
2ª fase  – Paysandu-PA 1 x 2 Palmeiras
2ª fase  – Palmeiras 1 x 0 Paysandu-PA
Oitavas – Palmeiras 1 x 0 Atlético-PR
Oitavas – Atlético-PR 1 x 1 Palmeiras
Artilheiros: Robert (4 gols); Lincoln (2 gols); e Diego Souza, Edinho, Ewerthon e Léo (1 gol)

ATLÉTICO-GO (5 jogos, 4 vitórias, 1 derrota, 9 gols pró, 2 gols sofridos)
1ª fase  – ASSU-RN 0 x 3 Atlético-GO
2ª fase  – Atlético-GO 2 x 0 Bahia
2ª fase  – Bahia 1 x 0 Atlético-GO
Oitavas – Santa Cruz 1 x 2 Atlético-GO
Oitavas – Atlético-GO 2 x 0 Santa Cruz
Artilheiros: Robston (4 gols); Marcão e Rodrigo Tiuí (2 gols); Erandir (1 gol)

PALPITE: Palmeiras. Após um campanha pífia no Paulistão, o Palmeiras se reanimou após desclassificar o Atlético-PR, na Arena da Baixada, pela Copa do Brasil. Invicto na competição, o time poderá contar com a estreia do experiente voltante Marcos Assunção, destaque do Prudente no estadual. Já o Atlético-GO, que eliminou os nordestinos ASSU, Bahia e Santa Cruz, chega pela primeira vez às quartas-de-final da Copa do Brasil. Virtual campeão goiano de 2010, o time deverá dar mais trabalho ao Palmeiras em Goiânia.

Ilustrações: Maurício Rito

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sábado, 10 de abril de 2010 Campeonatos Estaduais, Confrontos | 22:07

Reserva, Caio já decidiu seis jogos para o Botafogo

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O atacante Caio, de apenas 19, ainda luta para ser titular do ataque do Botafogo. Revelado pelo Volta Redonda, em 2009, Caio vem fazendo o que se espera de um reserva: entra e resolve. Nessa Campeonato Carioca, o jogador disputou 16 partidas. Foi titular em 5 e reserva nos outros 11 jogos. Nessas 16 partidas, marcou 7 gols. Todos quando começou no banco de reservas.

Em seis partidas, Caio entrou quando o Botafogo estava perdendo ou empatando. Com gols em todas elas, decidiu o jogo a favor do alvinegro, garantindo a vitória. Hoje à noite, foi assim. Caio entrou no intervalo do jogo, no lugar de Sandro Silva, fez o gol da vitória da equipe de Joel Santana, aos 25 minutos do segundo tempo, e colocou o time na final da Taça Rio. Dessa forma, Caio repetiu a atução da semifinal da Taça Guanabara, quando entrou e fez o gol da vitória sobre o Flamengo, que pôs o Fogão na final do primeiro turno contra o Vasco.

Confira abaixo os jogos em que Caio decidiu para o Botafogo no Carioca de 2010:

Data Resultado antes de entrar Entrou aos… Gols Resultado final
10/04/2010 Botafogo 1 x 2 Fluminense No intervalo 1 (aos 25/2) Botafogo 3 x 2 Fluminense
25/03/2010 Volta Redonda 0 x 0 Botafogo 23/2 1 (aos 44/2) Volta Redonda 0 x 1 Botafogo
27/02/2010 Americano 1 x 0 Botafogo 20/2 2 (aos 21/2 e 40/2) Americano 1 x 3 Botafogo
17/02/2010 Flamengo 1 x 1 Botafogo 26/2 1 (aos 38/2) Flamengo 1 x 2 Botafogo
04/02/2010 Madureira 1 x 1 Botafogo 30/2 1 (aos 31/2) Madureira 1 x 4 Botafogo
30/01/2010 Botafogo 1 x 1 América 14/2 1 (aos 42/2) Botafogo 2 x 1 América

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Confrontos, Estatísticas, Futebol Europeu, História | 00:32

Barça x Real: o maior clássico do mundo

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Títulos, história, rivalidade, jogadores, tudo faz com que o clássico Real Madrid x Barcelona seja o maior de todos no futebol mundial. Amanhã, 17h, os dois maiores clubes do planeta irão se confrontar no estádio Santiago Bernabéu, em Madri, valendo a liderança do Campeonato Espanhol, que está a oito rodadas do fim.

Real e Barça estão empatados no topo da Liga Espanhola com 77 pontos cada e têm os melhores ataques e as melhores defesas da competição. O Real, pelo saldo de gols, está na frente (26 x 19). Chamado de “Jogo de Milênio” pela imprensa espanhola, o clássico reunirá 22 jogadores que poderão ir à Copa do Mundo e colocará frente a frente os dois melhores jogadores da atualidade: Messi e Cristiano Ronaldo. O argentino, aliás, é o artilheiro do Campeonato Espanhol com 26 gols, seguido pelo compatriota Higuaín, do Real, que marcou 24 gols.

Para se ter uma ideia da grandeza desse encontro, fiz um comparativo entre as duas equipes. Fica difícil saber quem é melhor…

Títulos
Real Madrid x Barcelona
31 Espanhol 19
17 Copa del Rey 25
8 Supercopa Espanhola 8
9 Liga dos Campeões 3
2 Copa da Uefa 3
0 Recopa 4
1 Supercopa Europeia 3
3 Mundial de Clubes 1

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Dados gerais
Real Madrid x Barcelona
1902 Ano de fundação 1899
Mais de 90 mil Número de sócios Mais de 160 mil
Santiago Bernabéu (80 534) Estádio Camp Nou (98 772)
401,4 milhões de euros Receita em 2009 365,9 milhões de euros
257 milhoes de euros Investimento em jogadores (2010) 139 milhões de euros
78 (todas) Temporadas na 1ª divisão 78 (todas)
19 2º lugar no Camp. Espanhol 22
7 3º lugar no Camp. Espanhol 12
11º (1948) Pior campanha no Espanhol 12º (1942)
107 (1990) Recorde de gols no Espanhol 105 (2009)
85 (2008) Recorde de pontos (38 rodadas) 87 (2009)
4 (62, 75, 80 e 89) Doblete (Campeonato e Copa) 5 (52, 53, 59, 98 e 09)

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Confrontos
Competição Jogos Vit. Real Empates Vit. Barça Gols Real Gols Barça
Liga Espanhola 159 68 30 61 262 244
Copa del Rey 28 9 5 14 55 59
Supercopa Espanhola 8 5 1 2 17 8
Copa da Liga Espanhola 6 0 4 2 8 13
Copas Europeias 6 3 2 1 12 7
Amistosos 31 4 9 18 39 76
Total 238 89 51 98 393 409

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Goleadas
Real Madrid x Barcelona
8 x 2 (1935) Santiago Bernabéu 6 x 2 (em 2009)
5 x 1 (1963) Camp Nou 7 x 2 (em 1951)

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Prêmios de jogadores
Real Madrid x Barcelona
16 Artilheiros no Espanhol 16
2 (Figo/01 e Zidane/03) Melhor do Mundo da Fifa 6 (Romário/94, Ronaldo/97, Rivaldo/99, Ronaldinho/04 e 05, e Messi/09)
3 (Di Stefano/57 e 59, Kopa/58) Bola de Ouro (France Football) 8 (Luis Suárez/60, Cruyff/74, Stoichkov/94, Ronaldo/97, Rivaldo/99, Figo/00, Ronaldinho/05, Messi/09)

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Jogadores (valor do passe*)
Real Madrid x Barcelona
Casillas (ESP) – 32,0 Goleiro Valdés (ESP) – 15,0
Dudek (POL) – 1,0 Goleiro Pinto (ESP) – 1,0
Arbeloa (ESP) – 11,0 Defesa Daniel Alves (BRA) – 30,0
Pepe (BRA/POR) – 22,0 Defesa Piqué (ESP) – 24,0
Sergio Ramos (ESP) – 27,0 Defesa Rafa Marquéz (MEX) – 12,0
Marcelo (ESP) – 10,0 Defesa Maxwell (BRA) – 10,0
Drenthe (HOL) – 5,0 Defesa Puyol (ESP) – 28,0
Raúl Albiol (ESP) – 15,0 Defesa Gabriel Milito (ARG) – 10,0
Garay (ARG) – 10,0 Defesa Abidal (FRA) – 19,0
Metzelder (ALE) – 3,0 Defesa Chygrynskiy (UCR) – 11,0
Gago (ARG) – 18,0 Meio-campo Xavi (ESP) – 65,0
Mahamadou Diarra (MLI) – 16,0 Meio-campo Iniesta (ESP) – 60,0
Kaká (BRA) – 60,0 Meio-campo Keita (MLI) – 16,0
Lass Diarra (FRA) – 24,0 Meio-campo Busquets (ESP) – 18,0
Guti (ESP) – 8,0 Meio-campo Jeffren (VEN) – 2,0
Xabi Alonso (ESP) – 30,0 Meio-campo Yayá Touré (CDM) – 25,0
Van der Vaart (HOL) – 15,0 Meio-campo Ibrahimovic (SUE) – 46,0
Raul (ESP) – 14,0 Ataque Messi (ARG) – 80,0
Cristiano Ronaldo (POR) – 75,0 Ataque Bojan (ESP) – 10,0
Benzema (FRA) – 35,0 Ataque Henry (FRA) – 22,0
Higuaín (ARG) – 28,0 Ataque Pedro (ESP) – 10,0
459 milhões de euros Total 514 milhões de euros

* Em milhões de euros. Fonte: www.transfermarkt.de

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segunda-feira, 29 de março de 2010 Campeonatos Estaduais, Confrontos, História | 11:35

São Paulo tem recorde negativo em clássicos após 74 anos

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A derrota para o Corinthians, ontem, por 4 x 3, foi a terceira do São Paulo em clássicos no Campeonato Paulista. Antes de sofrer esse revés para o rival, o Tricolor havia sido derrotado pelo Palmeiras (0 x 2) e pelo Santos (1 x 2). Essa marca é uma das piores do clube na história da competição. Apenas em 1936, quando fez sua estreia no Paulistão, o São Paulo perdeu todos os clássicos disputados (foi derrotado quatro vezes naquele ano). Desde então, o clube do Morumbi nunca mais deixou de pontuar em clássicos.

Desde 2006, quando foi vice-campeão, o São Paulo vem caindo de produção nos clássicos pelo estadual. Naquele ano, o time treinado por Muricy Ramalho venceu todos os três clássicos, tendo um aproveitamento de 100% dos pontos. Em 2007, essa marca caiu para 77,8%. Em 2008, foi para 46,7% e e 2009, abaixou para 26,7%. A chance de o São Paulo mudar essa marca é conseguir uma classificação para a fase final do Paulistão.

Confira abaixo o desempenho do São Paulo em clássicos pelo Campeonato Paulista desde 1936:

Ano J V E D Aprov.%
2010 3 0 0 3 0,0%
2009 5 1 1 3 26,7%
2008 5 2 1 2 46,7%
2007 3 2 1 0 77,8%
2006 3 3 0 0 100,0%
2005 3 2 1 0 77,8%
2004 1 1 0 0 100,0%
2003 3 1 0 2 33,3%
2001 3 3 0 0 100,0%
2000 7 4 2 1 66,7%
1999 6 3 2 1 61,1%
1998 6 5 0 1 83,3%
1997 8 3 4 1 54,2%
1996 6 2 3 1 50,0%
1995 8 1 4 3 29,2%
1994 6 2 3 1 50,0%
1993 10 6 1 3 63,3%
1992 10 7 1 2 73,3%
1991 4 2 2 0 66,7%
1990 3 1 1 1 44,4%
1989 3 0 1 2 11,1%
1988 9 3 3 3 44,4%
1987 10 3 5 2 46,7%
1986 6 4 2 0 77,8%
1985 6 3 2 1 61,1%
1984 6 2 3 1 50,0%
1983 12 4 5 3 47,2%
1982 8 1 2 5 20,8%
1981 10 6 2 2 66,7%
1980 8 6 2 0 83,3%
1979 16 6 4 6 45,8%
1978 5 0 4 1 26,7%
1977 11 5 1 5 48,5%
1976 5 0 1 4 6,7%
1975 8 5 2 1 70,8%
1974 6 1 3 2 33,3%
1973 6 0 5 1 27,8%
1972 6 0 2 4 11,1%
1971 6 2 2 2 44,4%
1970 6 4 1 1 72,2%
1969 9 3 1 5 37,0%
1968 6 1 1 4 22,2%
1967 7 0 1 6 4,8%
1966 6 3 0 3 50,0%
1965 6 0 3 3 16,7%
1964 6 1 2 3 27,8%
1963 6 2 1 3 38,9%
1962 6 2 2 2 44,4%
1961 6 1 3 2 33,3%
1960 6 2 2 2 44,4%
1959 6 4 0 2 66,7%
1958 6 0 4 2 22,2%
1957 10 5 3 2 60,0%
1956 10 4 3 3 50,0%
1955 7 1 2 4 23,8%
1954 7 5 1 1 76,2%
1953 5 4 0 1 80,0%
1952 5 2 1 2 46,7%
1951 7 1 1 5 19,0%
1950 4 1 1 2 33,3%
1949 6 4 1 1 72,2%
1948 7 4 2 1 66,7%
1947 5 0 4 1 26,7%
1946 6 5 1 0 88,9%
1945 6 3 2 1 61,1%
1944 6 3 1 2 55,6%
1943 6 4 1 1 72,2%
1942 6 3 1 2 55,6%
1941 6 2 2 2 44,4%
1940 6 2 0 4 33,3%
1939 8 4 1 3 54,2%
1938 1 1 0 0 100,0%
1937 6 2 0 4 33,3%
1936 4 0 0 4 0,0%

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sábado, 20 de fevereiro de 2010 Campeonatos Estaduais, Confrontos, Estatísticas, História | 18:57

Cruzeiro vence o Galo pela 12ª vez nos últimos 15 jogos

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Leonardo Silva

A freguesia do Atlético-MG diante do seu rival Cruzeiro nos últimos anos continua. A Raposa venceu o Galo hoje à tarde, no Mineirão, conquistando assim sua 12ª vitória sobre o arquiinimigo nos últimos 15 jogos. De quebra, a equipe do técnico Adílson Batista tirou a invencibilidade do Atlético-MG de Vanderlei Luxemburgo. Nos outros três jogos, os clubes empataram dois e o Atlético venceu um, no último Brasileirão, quando o Cruzeiro poupou vários titulares em razão da final da Copa Libertadores.

No Mineirão, aliás, o Cruzeiro vem mantendo seu retrospecto favorável sobre o Atlético-MG. Em 216 jogos, foram 78 vitórias da Raposa, 69 do Galo e 69 empates. No geral, porém, o Atlético ainda mantém vantagem. Pelo números do Atlético-MG, são 191 vitórias do Galo contra 155 do Cruzeiro. Já pelas contas da Raposa, são 175 vitórias do Atlétic0-MG e 154 do Cruzeiro.

Confira a lista dos últimos 15 clássicos entre Cruzeiro e Atlético-MG:

Data Resultado Competição
20/02/2010 Cruzeiro 3 x 1 Atlético-MG Campeonato Mineiro
12/10/2009 Cruzeiro 1 x 0 Atlético-MG Campeonato Brasileiro
12/07/2009 Atlético-MG 3 x 0 Cruzeiro Campeonato Brasileiro
03/05/2009 Cruzeiro 1 x 1 Atlético-MG Campeonato Mineiro
26/04/2009 Cruzeiro 5 x 0 Atlético-MG Campeonato Mineiro
15/02/2009 Cruzeiro 2 x 1 Atlético-MG Campeonato Mineiro
17/01/2009 Cruzeiro 4 x 2 Atlético-MG Copa Bimbo
19/10/2008 Cruzeiro 2 x 0 Atlético-MG Campeonato Brasileiro
13/07/2008 Cruzeiro 2 x 1 Atlético-MG Campeonato Brasileiro
04/05/2008 Cruzeiro 1 x 0 Atlético-MG Campeonato Mineiro
27/04/2008 Cruzeiro 5 x 0 Atlético-MG Campeonato Mineiro
09/03/2008 Cruzeiro 0 x 0 Atlético-MG Campeonato Mineiro
16/09/2007 Cruzeiro 4 x 3 Atlético-MG Campeonato Brasileiro
24/06/2007 Cruzeiro 4 x 2 Atlético-MG Campeonato Brasileiro
06/05/2007 Cruzeiro 2 x 0 Atlético-MG Campeonato Mineiro
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010 Campeonatos Estaduais, Confrontos, História | 12:05

Em decisões, vantagem é do Botafogo sobre o Vasco

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No próximo domingo, Vasco e Botafogo irão decidir a final da Taça Guanabara, o primeiro turno do Campeonato Carioca. A decisão entre as duas equipes será a terceira na história da Taça Guanabara. Em 1965, o Vasco ficou com o título. Naquele ano, porém, o torneio era disputado à parte do Campeonato Estadual. Em 1997, foi a vez do Botafogo ficar com o título. Naquela decisão, o técnico do Fogão era Joel Santana.

Em decisões diretas entre os dois clubes, no entanto, não há tanto equilíbrio. Em sete finais, o Botafogo venceu seis e perdeu apenas uma, justamente aquela da Taça Guanabara de 1965. Além de conquistar o título da Taça Guanabara de 1997 sobre o Vasco, o Fogão ganhou ainda os títulos Cariocas de 1948, 1968, 1990 e 1997, além de um torneio amistoso, a Copa Rio-Brasília de 1996. Em 1966, pelo Torneio Rio-São Paulo, o Vasco seria campeão sozinho se vencesse o Botafogo. Porém, com a vitória do Fogão e o empate entre Corinthians e Santos, os quatros terminaram empatados e foram declarados campeões.

Em outras três oportunidades as equipes se enfrentaram em momentos decisivos. Em 1951 (Torneio Municipal), a vitória dava o título ao Botafogo e o Vasco estava fora da disputa do título. O Bota venceu por 3 x 0 e ficou com o título. Bangu e São Cristóvão ficaram na segunda colocação. No Campeonato Carioca de 1970, a vitória dava o título estadual ao Vasco, já que o Botafogo estava fora da briga. O Vasco ganhou por 2 x 1 e ficou com a taça. O Fluminense foi o vice-campeão. Já em 1977, pela Taça Guanabara, o Vasco bateu o Botafogo na última rodada e ficou com o título. O Flamengo foi o vice-campeão.

Confira abaixo as fichas das decisões diretas entre Vasco e Botafogo:

Final do Campeonato Carioca de 1948
BOTAFOGO 3 x 1 VASCO

Data: 12 de dezembro de 1948
Local: General Severiano, Rio de Janeiro
Renda: Cr$ 570.000,00
Público: 20.000 (18.321 pagantes)
Árbitro: Mário Gonçalves Vianna
Competição: Campeonato Carioca
Gols: Paraguaio 2/1 e Braguinha 40/1; Octávio 5/2 e Ávila (contra) 7/2
BOTAFOGO: Osvaldo Baliza, Gérson e Nílton Santos; Rubinho, Ávila e Juvenal; Paraguaio, Geninho, Pirillo, Octávio e Braguinha. Técnico: Zezé Moreira
VASCO: Barbosa, Augusto e Wilson; Ely, Danilo e Jorge; Friaça, Ademir Menezes, Dimas, Ipojucan e Chico. Técnico: Flávio Costa

Obs: Gérson abandonou o campo aos 10’ do segundo tempo, por contusão. O Botafogo atuou com 10 (dez) até o final

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Final da Taça Guanabara de 1965
VASCO 2 x 0 BOTAFOGO

Data: 5 de setembro de 1965
Local: Maracanã, Rio de Janeiro
Renda: Cr$ 72.927.380,00
Público: 115.064 pagantes
Árbitro: Frederico Lopes
Competição: Taça Guanabara
Gols: Oldair e Paulistinha (contra)
Expulsões: Paulistinha e Roberto
VASCO: Gainete, Joel, Brito, Fontana e Oldair; Maranhão e Lorico; Luisinho, Célio, Mário e Zezinho. Técnico: Zezé Moreira
BOTAFOGO: Manga, Joel, Zé Carlos, Paulistinha e Rildo; Ayrton e Gérson; Garrincha, Sicupira, Jairzinho e Roberto. Técnico: Daniel Pinto

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Final do Campeonato Carioca de 1968
BOTAFOGO 4 x 0 VASCO

Data: 9 de junho de 1968
Local: Maracanã, Rio de Janeiro
Renda: NCr$ 513.379,25
Público: 141.689 (120.178 pagantes)
Árbitro: Armando Marques
Competição: Campeonato Carioca
Gols: Roberto 15/1 e Rogério 33/1; Jairzinho 14/2 e Gérson 22/2
BOTAFOGO: Cao, Moreira, Zé Carlos, Leônidas e Waltencir; Carlos Roberto e Gérson; Rogério, Roberto, Jairzinho e Paulo Cézar. Técnico: Zagallo
VASCO: Pedro Paulo, Jorge Luiz, Brito, Ananias (Sérgio) e Ferreira; Bougleux e Danilo Menezes; Nado (Alcir), Ney, Walfrido e Silvinho. Técnico: Paulinho de Almeida

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Final do Campeonato Carioca de 1990
BOTAFOGO 1 x 0 VASCO

Data: 29 de julho de 1990
Local: Maracanã, Rio de Janeiro
Renda: Cr$ 10.795.500,00
Público: 35.083 pagantes
Árbitro: Cláudio Garcia
Competição: Campeonato Carioca
Gol: Carlos Alberto Dias 34/2
BOTAFOGO: Ricardo Cruz, Paulo Roberto, Wilson Gottardo, Gonçalves e Renato Martins; Carlos Alberto Santos, Luisinho e Djair (Gustavo); Donizete, Valdeir e Carlos Alberto Dias. Técnico: Joel Martins
VASCO: Acácio, Luiz Carlos Winck, Célio Silva, Quiñonez e Mazinho; Zé do Carmo, Marco Antônio Boiadeiro e Bismarck; Tita, Sorato e William (Roberto Dinamite). Técnico: Alcir Portella

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Final da Copa Rio-Brasília de 1996
BOTAFOGO 2 x 0 VASCO

Data: 14 de julho de 1996
Local: Mané Garrincha, Brasília
Árbitro: Luciano Augusto de Almeida
Competição: Copa Rio-Brasília
Gols: Túlio 27/1; Bentinho 13/2
BOTAFOGO: Carlão, Wilson Goiano, Alemão, Jefferson e André Silva; Souza, Otacílio, Marcelo Alves (Niki) e Bentinho; Mauricinho e Túlio. Técnico: Ricardo Barreto
VASCO: Carlos Germano, Bruno Carvalho, Sídnei (Sandro), Alex e Cássio; Leandro, Luisinho, Juninho Pernambucano e Válber (Vítor); Alessandro (Brener) e Gian (Pedro Renato). Técnico: Carlos Alberto Silva

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Final da Taça Guanabara de 1997
BOTAFOGO 1 x 0 VASCO

Data: 30 de março de 1997
Local: Maracanã, Rio de Janeiro
Renda: R$ 912.915,00
Público: 88.404 (81.893 pagantes)
Árbitro: Carlos Elias Pimentel
Competição: Campeonato Carioca
Gol: Gonçalves 32/2
BOTAFOGO: Wagner, Wilson Goiano, Jorge Luiz, Gonçalves e Jefferson; Marcelinho Paulista, Pingo, Djair e Aílton; Bentinho e Sorato (Dimba). Técnico: Joel Santana
VASCO: Carlos Germano, Pimentel, Tinho, João Luís e Felipe; Luisinho (Pedrinho), Fabrício, Juninho Pernambucano e Ramon; Almir (Mauricinho) e Edmundo. Técnico: Antônio Lopes

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Final do Campeonato Carioca de 1997
BOTAFOGO 1 x 0 VASCO

Data: 8 de julho de 1997
Local: Maracanã, Rio de Janeiro
Renda: R$ 248.370,00
Público: 16.854 pagantes
Árbitro: Sidrack Marinho dos Santos
Competição: Campeonato Carioca (decisão)
Gol: Dimba 33/2
BOTAFOGO: Wagner, Wilson Goiano, Jorge Luiz, Gonçalves e Jefferson; Marcelinho Paulista, Pingo, Djair e Aílton (Marcelo Alves); Bentinho e Dimba (Róbson). Técnico: Joel Santana
VASCO: Caetano, Pimentel, Moisés, Alex e Felipe; Luisinho, Fabrício, Juninho Pernambucano (Luiz Cláudio) e Ramon (Brener); Pedrinho e Edmundo. Técnico: Antônio Lopes

Fonte: Pedro Varanda, historiador do Botafogo.

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010 Campeonatos Estaduais, Confrontos, Estatísticas, História | 10:01

Flamengo é o maior campeão da Taça Guanabara

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Começa amanhã a semifinal da 46ª edição da Taça Guanabara com o clássico Fluminense x Vasco. Na quarta, Botafogo e Flamengo fazem o outro jogo. Disputada desde 1965, a Taça Guanabara já passou por diversas mudanças. No início, a Taça GB era disputada à parte do Campeonato Estadual e servia para apontar o representante carioca na extinta Taça Brasil. O torneio nacional foi disputado até 1969, mas a Taça Guanabara continuou sendo disputada separadamente do estadual do Rio até 1971.

A partir de 1972, o Campeonato Carioca começou a ser disputado com dois turnos e a Taça Guanabara passou a equivaler ao primeiro turno, dando vaga na final do campeonato. Essa fórmula foi mantida, praticamente, até 2000. Apenas em 1980 a Taça GB foi disputada à parte. Já em 1993 e 1994, houve final entre os times que mais pontuaram no primeiro turno. Desde 2001, a Taça Guanabara ganhou um novo formato, com dois grupos, semifinal e final. Desde então, em oito edições, apenas duas vezes os quatro grandes do Rio chegaram juntos à semifinal (em 2008 e agora, em 2010).

Desde 1965, o Flamengo é o maior campeão da Taça Guanabara com 18 títulos, seguido pelo Vasco (11), Fluminense (8), Botafogo (5), América (1), Americano (1) e Volta Redonda (1). Dessas 45 edições, 25 campeões da Taça GB foram também campeões cariocas no mesmo ano. Isso aconteceu 10 vezes com o Flamengo, 6 com o Vasco, 5 com o Fluminense e 4 com o Botafogo.

Entre os vice-campeões, o Vasco é o primeiro com 10 vices, seguido por Flamengo e Fluminense (9), Botafogo (8), América (5), Americano (2), Madureira (1) e Resende (1).

Confira abaixo os campeões e vices da tradicional Taça Guanabara:

Ano Campeão Vice
1965 Vasco Botafogo
1966 Fluminense Flamengo
1967 Botafogo* América
1968 Botafogo* Flamengo
1969 Fluminense* Botafogo
1970 Flamengo Fluminense
1971 Fluminense* Botafogo
1972 Flamengo* Fluminense
1973 Flamengo Vasco
1974 América Fluminense
1975 Fluminense* América
1976 Vasco Flamengo
1977 Vasco* Flamengo
1978 Flamengo* Fluminense
1979 Flamengo* Vasco
1980 Flamengo Americano
1981 Flamengo* América
1982 Flamengo Vasco
1983 Fluminense* América
1984 Flamengo Fluminense
1985 Fluminense* Vasco
1986 Vasco Flamengo
1987 Vasco* Fluminense
1988 Flamengo Vasco
1989 Flamengo Botafogo
1990 Vasco Botafogo
1991 Fluminense Flamengo
1992 Vasco* Flamengo
1993 Fluminense Vasco
1994 Vasco* Fluminense
1995 Flamengo Botafogo
1996 Flamengo* Vasco
1997 Botafogo* Vasco
1998 Vasco* Flamengo
1999 Flamengo* Vasco
2000 Vasco Botafogo
2001 Flamengo* Fluminense
2002 Americano Vasco
2003 Vasco* Flamengo
2004 Flamengo* Fluminense
2005 Volta Redonda Americano
2006 Botafogo* América
2007 Flamengo* Madureira
2008 Flamengo* Botafogo
2009 Botafogo Resende

* Também conquistaram o Campeonato Carioca no mesmo ano.

Ano Campeão Vice
1965 Vasco Botafogo
1966 Fluminense Flamengo
1967 Botafogo* América
1968 Botafogo* Flamengo
1969 Fluminense* Botafogo
1970 Flamengo Fluminense
1971 Fluminense* Botafogo
1972 Flamengo* Fluminense
1973 Flamengo Vasco
1974 América Fluminense
1975 Fluminense* América
1976 Vasco Flamengo
1977 Vasco* Flamengo
1978 Flamengo* Fluminense
1979 Flamengo* Vasco
1980 Flamengo Americano
1981 Flamengo* América
1982 Flamengo Vasco
1983 Fluminense* América
1984 Flamengo Fluminense
1985 Fluminense* Vasco
1986 Vasco Flamengo
1987 Vasco* Fluminense
1988 Flamengo Vasco
1989 Flamengo Botafogo
1990 Vasco Botafogo
1991 Fluminense Flamengo
1992 Vasco* Flamengo
1993 Fluminense Vasco
1994 Vasco* Fluminense
1995 Flamengo Botafogo
1996 Flamengo* Vasco
1997 Botafogo* Vasco
1998 Vasco* Flamengo
1999 Flamengo* Vasco
2000 Vasco Botafogo
2001 Flamengo* Fluminense
2002 Americano Vasco
2003 Vasco* Flamengo
2004 Flamengo* Fluminense
2005 Volta Redonda Americano
2006 Botafogo* América
2007 Flamengo* Madureira
2008 Flamengo* Botafogo
2009 Botafogo Resende
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  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. Última