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quinta-feira, 10 de maio de 2012 Copa Libertadores | 08:50

Corinthians: melhor defesa de um brasileiro na história da Libertadores

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O Corinthians garantiu sua classificação para as quartas de final da Copa Libertadores de 2012 com uma boa vitória sobre o Emelec, ontem, no Pacaembu (3 x 0). A equipe de Tite tem agora oito jogos na competição e segue como a única invicta no torneio. Além disso, ao não tomar gol no time equatoriano, o Corinthians manteve a melhor defesa da Libertadores com apenas 2 gols sofridos em 8 partidas.

A média de apenas 0,25 gol sofrido por partida é a melhor de um clube brasileiro na história da Libertadores. E também uma das menores entre todos os participantes desde 1960. Apenas o Junior-COL de 1977 (0,17), o Argentinos Juniors-ARG de 1986 (0,20) e o Boca Juniors-ARG de 1977 (0,23), tiveram médias melhores de gols sofridos na história do torneio sul-americano.

Confira abaixo os clubes com as melhores defesas através da média de gols sofridos em todas as Libertadores, desde 1960:

Ano Posição Clube Jogos Gols sofridos Média
1978 11º Junior (COL) 6 1 0,17
1986 Argentinos Jrs (ARG) 5 1 0,20
1977 Boca Juniors (ARG) 13 3 0,23
1970 Estudiantes (ARG) 4 1 0,25
2010 13º Universitário (PER) 8 2 0,25
2012 Corinthians (BRA) 8 2 0,25
1977 Cruzeiro (BRA) 7 2 0,29
1971 Nacional (URU) 13 4 0,31
1978 Boca Juniors (ARG) 6 2 0,33
1980 Vasco (BRA) 6 2 0,33
2010 São Paulo (BRA) 12 4 0,33
2003 13º Deportivo Cali (COL) 8 3 0,38
1973 San Lorenzo (ARG) 10 4 0,40
1976 Independiente (ARG) 5 2 0,40
1979 Peñarol (URU) 10 4 0,40
2002 Boca Juniors (ARG) 10 4 0,40
1980 Nacional (URU) 12 5 0,42
1980 Internacional (BRA) 12 5 0,42
1982 Cobreloa (CHI) 12 5 0,42
1968 Peñarol (URU) 14 6 0,43
1979 Boca Juniors (ARG) 7 3 0,43
1978 River Plate (ARG) 11 5 0,45

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sexta-feira, 20 de abril de 2012 Artilheiros, Copa Libertadores, História | 11:39

Neymar e os maiores artilheiros dos brasileiros em Libertadores

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O atacante Neymar marcou, ontem, seu 11º gol com a camisa do Santos pela Copa Libertadores. Foram 6 gols na campanha do título de 2011 e mais cinco na edição de 2012. Com isso, superou a marca de Coutinho, bicampeão em 1962/63 e se tornou o terceiro maior artilheiros do Peixe na história da competição. Com mais três gols, Neymar poderá igualar Robinho, autor de 14 gols. Mais adiante, quem sabe, Neymar poderá ainda alcançar ou até superar Pelé, o líder da artilharia santista em Libertadores com 17 gols.

Em 2012, outro jogador que se destacou nesse quesito foi o colorado Leandro Damião. Com 5 gols marcados na atual edição, Damião chegou a 10 e isolou-se na artilharia do Inter em Libertadores. O centroavante marcou um gol em 2010, justamente na final contra o Chivas Guadalajara-MEX e mais quatro no ano passado.

Já o Tricolor Thiago Neves, apesar de ainda não ter marcado gol em 2012, segue como o maior goleador do Flu no torneio sul-americano graças aos 7 gols que marcou na edição de 2008. Rafael Moura, com 5 gols, e Fred, com 4, têm ainda chances de igualar a marca de Thiago Neves em 2012.

No Corinthians, Liédson chegou ao 7º gol pelo alvinegro em Libertadores (havia feito 6 em 2003) e igualou Dinei na terceira colocação. Já o meia Danilo, marcou seu 10º gol pelo torneio, mas sete deles foram pelo São Paulo.

Confira abaixo quais são os maiores artilheiros das equipes brasileiras na história da Libertadores:

Santos Jogador Gols
Pelé 17
Robinho 14
Neymar 11
Internacional Jogador Gols
Leandro Damião 10
Fernandão 6
Giuliano 6
Fluminense Jogador Gols
Thiago Neves 7
Washington 6
Rafael Moura 5
Corinthians Jogador Gols
Luizão 15
Marcelinho C. 11
Dinei 7
Liédson 7
Vasco Jogador Gols
Luizão 8
Donizete 5
Juninho Paulista 4
Roberto Dinamite 4
Romário 4
Flamengo Jogador Gols
Zico 16
Tita 10
Gaúcho 10
São Paulo Jogador Gols
Rogério Ceni 11
Müller 10
Palhinha 10
Pedro Rocha 10
Cruzeiro Jogador Gols
Palhinha 20
Jairzinho 12
Thiago Ribeiro 12
Palmeiras Jogador Gols
Alex 12
Tupãzinho 10
Ademir da Guia 9
Grêmio Jogador Gols
Jardel 16
Rodrigo Mendes 9
Paulo Nunes 8
Atlético-MG Jogador Gols
Guilherme 9
Paulo Isidoro 5
Marcelo 4
Atlético-PR Jogador Gols
Lima 6
Luisinho Netto 6
Aloísio 4
Kelly 4
Botafogo Jogador Gols
Jairzinho 6
Dirceu 5
Marinho 4
Guarani Jogador Gols
Miltão 6
Zenon 5
Careca 2
Marinho 2
Tony 2
Bahia Jogador Gols
Charles 6
Osmar 3
Gil 2
Marquinhos 2
Carlos 2
São Caetano Jogador Gols
Brandão 6
Aílton 5
Somália 4
Wagner 4
Coritiba Jogador Gols
Geraldo 3
Índio 2
Luís C. Capixaba 2
Sport Jogador Gols
Robertinho 3
Nando 2
Betão 1
Édson 1
Goiás Jogador Gols
Romerito 4
Wellington 2
Nonato 2
Paraná Jogador Gols
Josiel 3
Dinélson 2
Gérson 2
Henrique 2
Criciúma Jogador Gols
Jairo Lenzi 6
Everaldo 4
Gélson 3
Náutico Jogador Gols
Lala 2
Ladeira 2
Nino 2
Paysandu Jogador Gols
Robgol 6
Iarley 3
Vélber 3
Santo André Jogador Gols
Rodrigão 5
Fernando 1
Leandrinho 1
Rafinha 1
Richarlyson 1
Romerito 1
Sandro Gaúcho 1
Paulista Jogador Gols
Abraão 1
Amaral 1
Jaílson 1
Muñoz 1
Bangu Jogador Gols
Marinho 3
Ado 1
Jair 1
Marcelino 1
Juventude Jogador Gols
Luiz Oscar 2
Wallace 2
Adílson 1
Kiko 1
Mabília 1
Maurílio 1
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quarta-feira, 18 de abril de 2012 Copa Libertadores | 15:09

A real importância da melhor campanha na Libertadores

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Fluminense e Corinthians entrarão em campo, hoje à noite, buscando a primeira colocação na fase de grupos da Copa Libertadores. Já classificados, os dois clubes brasileiros querem o primeiro lugar geral para ter o direito de jogar a segunda em casa todas as partidas dos mata-matas até a final (serão quatro confrontos para quem conseguir chegar lá).

Essa vantagem, porém, nunca garantiu aos melhores colocados da fase grupos o título da competição desde 2005, quando o torneio passou a contar o novo regulamento, que dá a vantagem de decidir o segundo jogo em casa ao time de melhor campanha.

O Fluminense, líder geral na segunda fase (de gupos), em 2008, foi o que chegou mais próximo do título, mas caiu diante da LDU Quito. Por outro lado, o Internacional, time com a segunda melhor campanha na fase de grupos em 2006, se beneficiou com a queda do Vélez nas quartas e decidiu todas as partidas em casa, no Beira Rio, até chegar ao então inédito título sul-americano. Essa foi a única vez em que um time jogou os quatro confrontos do mata-mata com a vantagem de decidir em casa e ficou com o título.

O Corinthians, que fez a melhor campanha em 1999, 2003 e 2010, já provou essa amarga situação, sendo eliminado por Palmeiras, River Plate-ARG e Flamengo, sendo esses dois últimos já no primeiro mata-mata, nas oitavas de final.

Desde 2005, quando a Libertadores passou a contar com 38 clubes e o mesmo regulamento de hoje, apenas em três oportunidades o primeiro colocado de um grupo da segunda fase conseguiu também o título da competição: o Internacional (em 2006 e 2010) e o São Paulo (em 2005). O Boca Juniors (2007), a LDU Quito (2008), o Estudiantes (2009) e o Santos (2011), terminaram a fase de grupos na segunda colocação e depois levantaram a taça.

Veja o desempenho dos primeiros colocados de 2005 para cá e quem acabou levando a taça.

Ano 1º (fase de grupos) Eliminado nas… Campeão Coloc. na fase de grupos
2011 Cruzeiro Oitavas Santos
2010 Corinthians Oitavas Internacional
2009 Grêmio Semifinal Estudiantes-ARG 10º
2008 Fluminense Final LDU Quito-EQU 11º
2007 Santos Semifinal Boca Juniors-ARG 11º
2006 Vélez Sarsfield-ARG Quartas Internacional
2005 River Plate-ARG Semifinal São Paulo

De 2004 para trás, quando o mando de campo dos mata-matas era pré-definido pela Conmebol através de sorteio, antes de o campeonato começar, o time de melhor campanha na fase de grupos também teve pouca sorte na sequência da competição. A última vez em que líder da primeira fase ficou com o título foi em 1996, com o River Plate-ARG. Confira o desempenho desde então:

Ano 1º (fase de grupos) Eliminado nas… Campeão Coloc. na fase de grupos
2004 Santos Quartas Once Caldas-COL
2003 Corinthians Oitavas Boca Juniors-ARG
2002 América-MEX Semifinal Olimpia-PAR
2001 Vasco Quartas Boca Juniors-ARG
2000 América de Cali-COL Oitavas Boca Juniors-ARG
1999 Corinthians Quartas Palmeiras
1998 River Plate-ARG Quartas Vasco
1997 Colo Colo-CHI Semifinal Cruzeiro
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terça-feira, 20 de março de 2012 Copa Libertadores | 10:49

Libertadores poderá ter recorde de seis brasileiros nas oitavas

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A Copa Libertadores da América de 2012 já completou metade dos jogos da segunda fase (de grupos). Nesse primeiro turno dos jogos de cada grupo, os clubes brasileiros, com seus fortes e milionários elencos – se comparados aos outros clubes sul-americanos -, seguem muito bem. O Fluminense, com 100% de aproveitamento, é o melhor colocado no geral. Internacional e Flamengo lideram seus grupos, enquanto Santos, Corinthians e Vasco estão na segunda colocação, podendo já assumir a liderança em seus grupos na próxima rodada.

Caso confirmem essas posições, os representantes brasileiros dessa Libertadores poderão estabelecer um novo recorde na competição. Afinal, até hoje, em nenhuma vez seis clubes de um mesmo país avançaram para as oitavas de final. Desde 2000, quando a Conmebol inchou o torneio e passou a dar cinco vagas para brasileiros e argentino e mais três vagas para o restante dos países da da América do Sul mais o México, o máximo que se viu foram cinco clubes de um mesmo país. Em 2006, 2008, 2009, 2010 e 2011, cinco brasileiros ficaram entre os 16 primeiros. Já os argentinos conseguiram apenas uma vez colocar cinco representantes, em 2008.

Relembre quantos clubes brasileiros e argentinos passaram para as oitavas de final desde 2000. Entre parênteses os clubes eliminados:

Ano Brasileiros Argentinos
2000 4 (2) 3 (1)
2001 4 3 (2)
2002 2 (2) 2 (3)
2003 4 3 (2)
2004 4 (1) 3 (2)
2005 4 (1) 3 (2)
2006 5 (1) 4 (1)
2007 4 (1) 2 (3)
2008 5 5 (1)
2009 5 2 (3)
2010 5 3 (3)
2011 5 (1) 2 (3)

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Caso também os clubes sigam nas mesmas colocações que terminaram essa primeira metade da fase de grupos, os confrontos das oitavas de final colocaria dois brasileiros frente a frente (Flamengo x Santos). Numa hipotética quartas de final, o Corinthians pegaria o Boca Juniors, enquanto Inter e Vasco se enfrentariam em outro jogo. Já o Fluminense esperaria o vencedor de Fla e Santos. Confira:

Oitavas de final
Fluminense x Bolívar-BOL A
Atl. Nacional-COL x Boca Juniors-ARG B
Cruz Azul-MEX x Vasco C
Libertad-PAR x Olimpia-PAR D
Unión Española-CHI x Deportivo Quito-EQU E
Internacional x Univ. de Chile-CHI F
Vélez Sarsfield-ARG x Corinthians G
Flamengo x Santos H
Quartas de final
Vencedor A x Vencedor H S1
Vencedor B x Vencedor G S2
Vencedor C x Vencedor F S3
Vencedor D x Vencedor E S4
Semifinal
Vencedor S1 x Vencedor S4
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quarta-feira, 7 de março de 2012 Copa Libertadores, Estatísticas, História | 23:03

Neymar já o 4º maior artilheiro do Santos em Libertadores

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O atacante Neymar cada vez mais vem fazendo história com a camisa do Santos. Hoje, no dia em que completou três anos de sua estreia como profissional, ele fez os três gols do Santos na vitória sobre o Internacional por 3 x 1, na Vila Belmiro.
O feito igualou a marca de dois gênios do clube dos anos 60: Pelé e Coutinho. O Rei, aliás, conseguiu marcar três gols em dois jogos (o chamado hat-trick na Inglaterra ou triplete, na Espanha), em duas oportunidades. O recorde santista, porém, é do argentino Molina, que fez 4 gols no San José-BOL em 2008.

Na goleada do Santos por 9 x 1 sobre o Cerro Porteño-PAR, em 1962, Coutinho marcou três gols. Essa goleada, aliás, e a maior de um clube brasileiro na história da Libertadores de 1960. Já os jogos em que Pelé marcou 3 gols foram esses: Botafogo 0 x 4 Santos (semifinal de 1963) e Universidad de Chile 1 x 5 Santos (em 1965).

Artilheiro do Santos na campanha do título de 2011, com 6 gols, Neymar chegou aos 9 gols depois da exibição de gala de hoje. Assim, já é o quarto maior artilheiro do clube na história da competição sul-americana, ao lado de Ricardo Oliveira, que foi artilheiro da Libertadores de 2003 com 9 gols.

Veja abaixo os maiores artilheiros do Santos em suas 11 participações (1962, 1963, 1964, 1965, 1984, 2003, 2004, 2005, 2007, 2008, 2011 e 2012):
1º – Pelé (17 gols)
2º – Robinho (14 gols)
3º – Coutinho (11 gols)
4º – Neymar e Ricardo Oliveira (9 gols)
6º – Diego e Pepe (8 gols)
8º – Kléber Pereira e Zé Roberto (7 gols)
10º – Basílio, Dorval, Elano, Molina e Ricardinho (6 gols)
15º – Alex, Deivid e Marcos Aurélio (5 gols)
18º – Danilo e Lima (4 gols)
20º – Cléber Santana, Léo, Mengálvio, Nenê, Pagão, Peixinho e Rodrigo Tiuí (3 gols)

E com os três gols que marcou na vitória sobre o Inter, Neymar chegou a marca de 90 gols com a camisa do Santos em 168 jogos (média de 0,54 por partida). O atacante é o 25º maior artilheiro da história do clube e o 5º após a Era Pelé. O próximo da lista a ser ultrapassado é Robinho, que fez 94 gols em 213 jogos (0,44).

Neymar entrou também para um seleto grupo de jogadores de clubes brasileiros a marcar três ou mais gols em um único jogo de Libertadores. O recordista continua sendo Fernando Baiano, do Corinthians, que marcou 5 gols em 1999. Na história da Libertadores, porém, o boliviano Juan Carlos Sánchez, do Blooming, em 1985, é o recordista com 6 gols.

Confira quais são os jogadores com três ou mais gols por clubes brasileiros na história da Libertadores:
5 gols
Fernando Baiano (Corinthians 8 x 2 Cerro Porteño-PAR, 10/3/1999)

4 gols
Jairzinho (Cruzeiro 7 x 1 Alianza Lima-PER, 12/5/1976)
Guilherme (Atlético-MG 6 x 0 Cobreloa-CHI, 5/4/2000)
Molina (Santos 7 x 0 San José-BOL, 1/4/2008)

3 gols
Pedro Rocha (São Paulo 5 x  0 Jorge Wilstermann-BOL, 8/5/1974)
Zenon (Guarani 6 x 1 Universitario-PER, 11/4/1979)
Zico (Flamengo 4 x 2 Cerro Porteño-PAR, 11/8/1981)
Zico (Flamengo 7 x 1 Blooming-BOL, 22/4/1983)
Robertinho (Flamengo 7 x 1 Blooming-BOL, 22/4/1983)
Edmar (Flamengo 3 x 1 Junior-COL, 10/5/1984)
Palhinha (Cruzeiro 7 x 1 Alianza Lima-PER, 12/5/1976)
Paulo Sérgio (Corinthians 4 x 1 Bella Vista-URU, 29/3/1991)
Palhinha (São Paulo 3 x 0 San José-BOL, 17/3/1992)
Everaldo (Criciúma 5 x 0 San José-BOL, 10/4/1992)
Jardel (Grêmio 5 x 0 Palmeiras, 26/7/1995)
Carlos Miguel (Grêmio 4 x 0 Alianza Lima-PER, 4/3/1997)
Dinei (Corinthians 4 x 0 Olimpia-PAR, 9/4/1999)
Luizão (Corinthians 6 x 0 LDU Quito-EQU, 14/3/2000)
Lopes (Palmeiras 3 x 3 Cruzeiro, 23/5/2001)
Oséas (Cruzeiro 5 x 0 Sporting Cristal-PER, 10/4/2001)
Rodrigo Mendes (Oriente Petrolero-BOL 2 x 4, 7/2/2002)
Rodrigo Mendes (Grêmio 3 x 2 Oriente Petrolero-BOL, 28/2/2002)
Thiago Neves (Fluminense 3 x 1 LDU Quito-EQU, 2/7/2008)
Thiago Ribeiro (Cruzeiro 3 x 1 Nacional-URU, 29/4/2010)
Neymar (Santos 3 x 1 Internacional, 7/3/2012)
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segunda-feira, 5 de março de 2012 Confrontos, Copa Libertadores, Estatísticas, História, Sem categoria | 16:37

Santos defende tabu contra Internacional na Vila Belmiro

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Santos e Internacional farão na próxima quarta, às 19h45, um dos jogos mais aguardados dessa fase de grupos da Libertadores. Lado a lado, os dois últimos campeões da competição. Além disso, o duelo vem repleto de marcas que só enriquecem o confronto.

Desde o dia 12/5/1935, data do primeiro confronto, Santos e Internacional já se enfrentaram 58 vezes, com 23 vitórias para o Peixe, 15 empates e 20 vitórias do Colorado. O Santos marcou 77 gols e sofreu 75.

Curiosamente, em 14 jogos na Vila Belmiro, palco de jogo de quarta, o Santos nunca perdeu para o Inter. Veja o tabu:

Data Santos
x
Inter Competição
05/11/1989 Santos 2 x 1 Inter Brasileiro
30/03/1992 Santos 4 x 0 Inter Brasileiro
09/11/1994 Santos 1 x 0 Inter Brasileiro
26/03/1997 Santos 2 x 0 Inter Copa do Brasil
30/08/1998 Santos 2 x 0 Inter Brasileiro
27/02/2002 Santos 3 x 3 Inter Copa do Brasil
25/05/2003 Santos 2 x 1 Inter Brasileiro
20/06/2004 Santos 3 x 0 Inter Brasileiro
06/08/2006 Santos 2 x 1 Inter Brasileiro
05/09/2007 Santos 2 x 1 Inter Brasileiro
16/11/2008 Santos 1 x 0 Inter Brasileiro
26/08/2009 Santos 3 x 3 Inter Brasileiro
13/10/2010 Santos 1 x 0 Inter Brasileiro
21/05/2011 Santos 1 x 1 Inter Brasileiro

Na Vila Belmiro, aliás, o Santos defende uma invencibilidade de 15 jogos (14 vitórias e um empate). A última derrota foi em 2005, diante do Atlético-PR (0 x 2), pelas quartas de final.

Da última vez que se enfrentaram, Inter e Santos fizeram um jogaço no Beira-Rio. Depois de abrir 3 x 0, com gols de Bolívar e Leandro Damião no primeiro tempo e Oscar, aos 26 do segundo, o Inter foi surpreendido e levou o empate. Borges diminuiu aos 31, Alan Kardec fez o segundo aos 35 e Borges, novamente, empatou aos 41 minutos.

O jogo irá marcar também o confronto entre Muricy Ramalho, ex-técnico do Inter, e Dorival Júnior, que já dirigiu o Santos. Muricy, que comandou o Colorado em 2003 e depois em 2004 e 2005, encontrará com quatro jogadores remanescentes de sua época (Índio, Tinga, Bolívar e Renan. Já Dorival, que foi campeão paulista e da Copa do Brasil com o Santos em 2010, tem um grupo maior de ex-companheiros de trabalho: dez (Rafael, Vladimir, Maranhão, Edu Dracena, Durval, Bruno Rodrigo, Léo, Arouca, Ganso e Neymar).

No confronto direto entre os treinadores, Muricy, porém, leva vantagem. Em dez jogos, venceu seis, empatou dois e perdeu outros dois. E dos últimos oitos confrontos, não perdeu para Dorival. Confira:

Data Dorival Muricy
22/11/2003 Figueirense 3 x 2 Internacional
16/05/2004 Figueirense 1 x 0 São Caetano
17/07/2005 Juventude 2 x 5 Internacional
22/07/2007 Cruzeiro 1 x 2 São Paulo
21/10/2007 Cruzeiro 0 x 1 São Paulo
25/05/2008 Coritiba 1 x 1 São Paulo
24/08/2008 Coritiba 2 x 2 São Paulo
18/07/2010 Santos 0 x 1 Fluminense
16/07/2011 Atlético-MG 1 x 2 Santos
31/08/2011 Internacional 3 x 3 Santos

Mas nem tudo está a favor do Santos nesse jogo. Contra equipes brasileiras pela Libertadores, o Peixe não tem um retrospecto tão bom. Em oito jogos, ganhou dois, empatou um e perdeu cinco. Veja:

Data Jogo v, e, d
22/08/1963 Santos 1 x 1 Botafogo e
28/08/1963 Botafogo 0 x 4 Santos v
11/03/1984 Flamengo 4 x 1 Santos d
20/04/1984 Santos 0 x 5 Flamengo d
01/06/2005 Atlético-PR 3 x 2 Santos d
15/06/2005 Santos 0 x 2 Atlético-PR d
30/05/2007 Grêmio 2 x 0 Santos d
06/06/2007 Santos 3 x 1 Grêmio v

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Porém, o confronto contra brasileiros pela Libertadores também não é tão favorável ao Inter. Em 18 jogos, ganhou cinco, empatou seis e perdeu sete. Confira:

Data Jogo v, e, d
07/03/1976 Cruzeiro 5 x 4 Inter d
28/03/1976 Inter 0 x 2 Cruzeiro d
03/04/1977 Corinthians 1 x 1 Inter e
24/04/1977 Inter 1 x 0 Corinthians v
03/07/1977 Cruzeiro 1 x 0 Inter d
24/07/1977 Inter 0 x 0 Cruzeiro e
23/03/1980 Vasco 0 x 0 Inter e
20/04/1980 Inter 2 x 1 Vasco v
21/02/1989 Inter 1 x 2 Bahia d
14/03/1989 Bahia 0 x 1 Inter v
19/04/1989 Inter 1 x 0 Bahia v
26/04/1989 Bahia 0 x 0 Inter e
11/02/1993 Inter 0 x 0 Flamengo e
10/03/1993 Flamengo 3 x 1 Inter d
08/08/2006 São Paulo 1 x 2 Inter v
16/08/2006 Inter 2 x 2 São Paulo e
28/07/2010 Inter 1 x 0 São Paulo v
05/08/2010 São Paulo 2 x 1 Inter d

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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012 Copa Libertadores | 15:20

Flu tem o elenco mais "copeiro" dos brasileiros da Libertadores 2012

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Nos últimos anos, participar da Copa Libertadores tem sido uma constante para os grandes do futebol brasileiro. Dos seis participantes de 2012, quatro estiveram na última edição. Já o Flamengo, ausente em 2011, participou em 2010. Já o Vasco é o único que retorna à disputa após um longo período (jogou pela última vez em 2001).

Sem perder tantos jogadores e reforçados com atletas sul-americanos, esses representantes brasileiros estão contando cada vez mais com jogadores com experiência na Libertadores. Algo que não existia, por exemplo, nas décadas de 60, 70, 80 e até início dos anos 90, quando muitos elencos eram formados basicamente por jogadores estreantes na competição.

Em 2012, dos 25 prováveis jogadores de cada um dos seis clubes (150 no total), 69, quase metade,  já disputaram uma Libertadores anteriormente. E mais, 32já foram campeões. O Fluminense é o clube com mais jogadores com experiência no torneio sul-americano (17), seguido por Inter (16), Santos (15), Corinthians (14), Flamengo (12) e Vasco (11).

Até os treinadores carregam bastante experiência. Muricy Ramalho, campeão em 2011, vem para a sua 7ª Libertadores, assim como Vanderlei Luxemburgo. Já Abel Braga, campeão em 2006, disputará sua quarta Copa, enquanto Tite vai para a sua quinta participação. Apenas Dorival Júnior e Cristóvão Borges estão estreando.

Veja abaixo quem são os jogadores de Corinthians, Flamengo, Fluminense, Internacional, Santos e Vasco que já jogaram pela Libertadores e quantas edições cada um disputou:

Fluminense (17)
Diego Cavalieri (goleiro) – 1
Ricardo Berna (goleiro) – 1
Leandro Euzébio (zagueiro) – 1
Gum (zagueiro) – 1
Carlinhos (lateral-esquedo) – 2
Diguinho (volante) – 1
Edinho (volante) – 3 (campeão em 2006)
Valencia (volante) – 2
Jean (volante) – 2
Deco (meia) – 2
Souza (meia) – 6 (campeão em 2005)
Thiago Neves (meia) – 1
Wagner (meia) – 2
Fred (atacante) – 1
Rafael Moura (atacante) – 1
Rafael Sóbis (atacante) – 3 (campeão em 2006 e 2010)
Araújo (atacante) – 1

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Santos (16)
Rafael (goleiro) – 1 (campeão em 2011)
Durval (zagueiro) – 3 (campeão em 2011)
Edu Dracena (zagueiro) – 2 (campeão em 2011)
Bruno Rodrigo (zagueiro) – 1 (campeão em 2011)
Léo (lateral-esquerdo) – 4 (campeão em 2011)
Pará (lateral) – 1 (campeão em 2011)
Adriano (volante) – 2 (campeão em 2011)
Arouca (volante) – 3 (campeão em 2011)
Henrique (volante) – 4
Ganso (meia) – 1 (campeão em 2011)
Elano (meia) – 3 (campeão em 2011)
Ibson (meia) – 1
Felipe Anderson (meia) – 1 (campeão em 2011)
Neymar (atacante) – 1 (campeão em 2011)
Borges (atacante) – 4
Rentería (atacante) – 2 (campeão em 2006)

.

Internacional (15)
Renan (goleiro) – 2 (campeão em 2006 e 2010)
Nei (lateral-direito – 2 (campeão em 2010)
Bolívar (zagueiro) – 3 (campeão em 2006 e 2010)
Índio (zagueiro) – 4 (campeão em 2006 e 2010)
Kléber (lateral-esquerdo) – 6 (campeão em 2010)
Guiñazu (volante) – 5 (campeão em 2010)
Tinga (volante) – 6 (campeão em 2006 e 2010)
Bolatti (volante) –  1
Sandro Silva (volante) – 1
D’Alessandro (meia) – 6 (campeão em 2010)
Dátolo (meia) – 3 (campeão em 2007)
Oscar (meia) – 2
Leandro Damião (atacante) – 2 (campeão em 2010)
Dagoberto (atacante) – 5
Marcos Aurélio (atacante) – 1

Corinthians (14)
Júlio César (goleiro)  – 2
Alessandro (lateral-direito) – 3
Chicão (zagueiro) – 2
Leandro Castan (zagueiro) – 1
Fábio Santos (lateral-esquerdo) – 4 (campeão em 2005)
Ralf (volante) – 2
Paulinho (volante) – 1
Ramírez (volante) – 5
Alex (meia) – 2 (campeão em 2006)
Danilo (meia) – 5 (campeão em 2005)
Liédson (atacante) – 1
Adriano (atacante) – 2
Emerson (atacante) – 1
Jorge Henrique (atacante) – 3

.

Flamengo (12)
Felipe (goleiro) – 1
Leonardo Moura (lateral-direito) – 4
David (zagueiro) – 1
Marcos González (zagueiro) – 2
Júnior César (lateral-esquerdo) – 2
Willians (volante) – 1
Maldonado (volante) – 4
Renato (meia) – 2
Bottinelli (meia) – 1
Ronaldinho Gaúcho (atacante) – 1
Vágner Love (atacante) – 1
Deivid (atacante) – 1

..

Vasco (11)
Fernando Prass (goleiro) – 1
Rodolfo (zagueiro) – 1
Renato Silva (zagueiro) – 2
Eduardo Costa (volante) – 1
Abelairas (volante) – 2
Felipe (meia) – 3 (campeão em 1998)
Juninho Pernambucano (meia) – 2 (campeão em 1998)
Bernardo (meia) – 1
Diego Souza (meia) – 2
Éder Luís (atacante) – 1
Alecsandro (atacante) – 1 (campeão em 2010)

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terça-feira, 24 de janeiro de 2012 Campeões, Copa Libertadores | 12:59

O ranking e os melhores da Libertadores desde 1960

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Começa hoje a 53ª edição da Copa Libertadores com dois jogos da primeira fase (preliminar): Arsenal-ARG x Sport Huancayo-PER e El Nacional-EQU x Libertad-PAR. Realizada desde 1960, a competição vem recheada de atrativos e cada vez mais cobiçada pelos clubes brasileiros. Em 2012, a Libertadores contará com 11 ex-campeões e apenas dois estreantes (Sport Huncayo-PER e Zamora-VEN). O Boca Juniors-ARG, ausente nas últimas duas edições, está de volta à competição e é uma das maiores ameaças aos brasileiros ao lado da Universidad de Chile, que conquistou brilhantemente a Copa Sul-Americana de 2011.

A grande ausência desse ano será o River Plate, que segue na segunda divisão na Argentina e longe dos seus melhores dias. Bicampeão em 1986 e 1996, o River poderá em 2012 perder a sua liderança no ranking de pontos ganhos na história da Libertadores, desde 1960. Depois de participar por 15 edições consecutivas (entre 1995 e 2009), o time de Buenos Aires assumiu o primeiro lugar, desbancado os uruguaios Peñarol e Nacional. Mas agora, depois de três anos sem jogar o torneio, o River poderá ser ultrapassado.

Confira abaixo os melhores nas estatísticas da competição nas 52 edições disputadas até agora e aqui o Ranking da Libertadores 1960-2011.

Maiores campeões

Clube Títulos
Independiente (ARG) 7
Boca Juniors (ARG) 6
Peñarol (URU) 5
Estudiantes (ARG) 4
Nacional (URU) 3
Olimpia (PAR) 3
Santos (BRA) 3
São Paulo (BRA) 3
Cruzeiro (BRA) 2
Grêmio (BRA) 2
Internacional (BRA) 2
River Plate (ARG) 2
Argentinos Juniors (ARG) 1
Atlético Nacional (COL) 1
Colo Colo (CHI) 1
Flamengo (BRA) 1
LDU Quito (EQU) 1
Once Caldas (COL) 1
Palmeiras (BRA) 1
Racing (ARG) 1
Vasco (BRA) 1
Vélez Sarsfield (ARG) 1

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Clubes que mais disputaram finais

Clube Finais
Peñarol (URU) 10
Boca Juniors (ARG) 9
Independiente (ARG) 7
Nacional (URU) 6
Olimpia (PAR) 6
São Paulo (BRA) 6
Estudiantes (ARG) 5
América de Cali (COL) 4
Cruzeiro (BRA) 4
Grêmio (BRA) 4
Palmeiras (BRA) 4
River Plate (ARG) 4
Santos (BRA) 4
Internacional (BRA) 3
Atlético Nacional (COL) 2
Barcelona (EQU) 2
Cobreloa (CHI) 2
Colo Colo (CHI) 2
Deportivo Cali (COL) 2
Newell’s Old Boys (ARG) 2
Argentinos Juniors (ARG) 1
Atlético-PR (BRA) 1
Chivas Guadalajara (MEX) 1
Cruz Azul (MEX) 1
Flamengo (BRA) 1
Fluminense (BRA) 1
LDU Quito (EQU) 1
Once Caldas (COL) 1
Racing (ARG) 1
São Caetano (BRA) 1
Sporting Cristal (PER) 1
Unión Española (CHI) 1
Universidad Católica (CHI) 1
Universitario (PER) 1
Vasco (BRA) 1
Vélez Sarsfield (ARG) 1

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Clubes que mais disputaram a Libertadores (contando 2012)

Clube Participações
Peñarol (URU) 40
Nacional (URU) 39
Olimpia (PAR) 36
Cerro Porteño (PAR) 34
River Plate (ARG) 30
Colo Colo (CHI) 29
Bolívar (BOL) 28
Sporting Cristal (PER) 28
Universitario (PER) 27
Universidad Católica (CHI) 25
Alianza Lima (PER) 23
Boca Juniors (ARG) 23
El Nacional (EQU) 23
Barcelona (EQU) 21
Emelec (EQU) 21

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Clubes brasileiros que mais disputaram a Libertadores(contando 2012)

Clube Participações
São Paulo 15
Palmeiras 14
Cruzeiro 13
Grêmio 13
Santos 12
Flamengo 11
Corinthians 10
Internacional 10
Vasco 8
Fluminense 5
Atlético-MG 4
Atlético-PR 3
Bahia 3
Botafogo 3
Guarani 3
São Caetano 3
Coritiba 2
Sport 2
Bangu 1
Criciúma 1
Goiás 1
Juventude 1
Náutico 1
Paraná 1
Paulista 1
Paysandu 1
Santo André 1

.

Países com mais participantes na Libertadores

País Clubes
Brasil 27
Venezuela 23
Argentina 20
Peru 20
Chile 18
Bolívia 17
México 16
Colômbia 15
Equador 15
Uruguai 12
Paraguai 10

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Países com mais títulos

País Títulos
Argentina 22
Brasil 14
Uruguai 8
Paraguai 3
Colômbia 2
Chile 1
Equador 1

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Melhor aproveitamento de pontos na Libertadores*

Clube J V E D Aprov.
Cruzeiro 128 77 23 28 66,1%
Santos 100 57 19 24 63,3%
Flamengo 87 49 17 21 62,8%
Estudiantes (ARG) 105 59 20 26 62,5%
Boca Juniors (ARG) 220 117 50 53 60,8%
São Paulo 149 77 37 35 60,0%
Corinthians 72 38 13 21 58,8%
Palmeiras 140 73 27 40 58,6%
Racing (ARG) 56 28 14 14 58,3%
V. Sarsfield (ARG) 105 51 29 25 57,8%
Grêmio 129 65 28 36 57,6%
Internacional 88 43 23 22 57,6%
América (MEX) 88 45 17 26 57,6%
River Plate (ARG) 291 144 70 77 57,5%
Cruz Azul (MEX) 36 18 8 10 57,4%
Tigres (MEX) 18 8 7 3 57,4%
Argentinos Jrs. (ARG) 25 12 7 6 57,3%
Atlético-PR 28 14 6 8 57,1%
Banfield (ARG) 24 12 5 7 56,9%
Independiente (ARG) 145 69 37 39 56,1%

* Sem contar os clubes que disputaram a competição apenas uma vez.

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Melhor média de gols na Libertadores*

Clube J G Média
Santos 100 206 2,06
Cruzeiro 128 251 1,96
Atlas (MEX) 28 54 1,93
Flamengo 87 166 1,91
D. Municipal (BOL) 20 38 1,90
Corinthians 72 134 1,86
Palmeiras 140 255 1,82
Cruz Azul (MEX) 36 65 1,81
Fluminense 34 60 1,76
Banfield (ARG) 24 42 1,75
Rosario Central (ARG) 75 130 1,73
Morelia (MEX) 22 38 1,73
América (MEX) 88 151 1,72
Botafogo 25 42 1,68
Racing (ARG) 56 94 1,68
Tigres (MEX) 18 30 1,67
River Plate (ARG) 291 475 1,63
Atlético-PR 28 45 1,61
C.  Guadalajara (MEX) 58 91 1,57

* Sem contar os clubes que disputaram a competição apenas uma vez.

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Clubes com mais jogos na Libertadores

Clube Jogos
Nacional (URU) 325
Peñarol (URU) 319
River Plate (ARG) 291
Cerro Porteño (PAR) 263
Olimpia (PAR) 260
Boca Juniors (ARG) 220
Colo Colo (CHI) 211
Universitário (PER) 205
Universidad Católica (CHI) 204
América de Cali (COL) 196

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Brasileiros com mais jogos na Libertadores

Clube Jogos
São Paulo 149
Palmeiras 140
Grêmio 129
Cruzeiro 128
Santos 100
Internacional 88
Flamengo 87
Corinthians 72
Vasco 54
Fluminense 34

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011 Copa Libertadores | 11:20

Libertadores de 2012 terá dois estreantes e 11 ex-campeões

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Foi definido ontem o último participante da Copa Libertadores de 2012: o Unión Española, do Chile. Com o título chileno da Universidad de Chile sobre o Cobreloa, a Unión Española foi para a pré-Libertadores, onde enfrentará o Tigres, do México. Agora, a Libertadores de 2012 está completa, com seus 38 participantes já conhecidos.

Dos clubes que buscarão o título no ano que vem, apenas dois irão disputar o torneio sul-americano pela primeira vez: o Sport Huancayo, do Peru, e o Zamora, da Venezuela. Os dois serão 191º e o 192º clubes a disputar o torneio desde 1960.

Por outro lado, 11 dos outros 36 participantes já foram campeões da Libertadores. Confira abaixo quem mais jogou e o melhor desempenho na Libertadores entre os clubes que irão disputar a edição de 2012:

Peñarol-URU (39 participações) – campeão em 1960, 1961, 1966, 1982 e 1987
Nacional-URU (38 participações) – campeão em 1971, 1980 e 1988
Olimpia-PAR (35 participações) – campeão em 1979, 1990 e 2002
Bolívar-BOL
(27 participações) – fase semifinal em 1986
Universidad Católica-CHI (23 participações) – vice em 1993
Alianza Lima-PER (22 participações) – fase semifinal em 1976 e 1978
Boca Juniors-ARG (22 participações) – campeão em 1977, 1978, 2000, 2001, 2003 e 2007
El Nacional-EQU (22 participações) – semifinal em 1985
Emelec-EQU (20 participações) – semifinal em 1995
Deportivo Táchira-VEN (17 participações) – quartas de final em 2004
The Strongest-BOL (17 participações) – oitavas de final em 1990 e 1994
Universidad de Chile-CHI (16 participações) – semifinal em 1970, 1996 e 2010
Atlético Nacional-COL (14 participações) – campeão em 1989
Caracas-VEN (13 participações) – quartas de final em 2009
Libertad-PAR (12 participações) – semifinal em 1977 e 2006
Vélez Sarsfield-ARG (12 participações) – campeão em 1994
Defensor-URU (11 participações) – quartas de final em 2007 e 2009
Junior-COL (11 participações) – semifinal em 1994
Santos-BRA (11 participações) – campeão em 1962, 1963 e 2011
Flamengo-BRA (10 participações) – campeão em 1981
Corinthians-BRA (9 participações) – semifinal em 2000
Internacional-BRA (9 participações) – campeão em 2006 e 2010
Unión Española-CHI (9 participações) – vice em 1975
Deportivo Quito-EQU (8 participações) – oitavas de final em 1989
Vasco-BRA (7 participações) – campeão em 1998
Once Caldas-COL (6 participações) – campeão em 2004
Chivas Guadalajara-MEX (5 participações) – vice em 2010
Nacional-PAR (5 participações) – segunda fase (grupos) em 1983, 1986, 2009 e 2010
Real Potosí-BOL (5 participações) – segunda fase (grupos) em 2002, 2007 e 2008
Fluminense-BRA (4 participações) – vice em 2008
Lanús-ARG (3 participações)  – oitavas de final em 2008
Cruz Azul-MEX (2 participações) – vice em 2001
Juan Aurich-PER (2 participações) – segunda fase (grupos) em 1969 e 2010
Tigres-MEX (2 participações) – quartas de final em 2005
Arsenal de Sarandí-ARG (1 participação) – segunda fase (grupos) em 2008
Godoy Cruz-ARG (1 participação)  -segunda fase (grupos) em 2011
Sport Huncayo-PER (estreante)
Zamora-VEN (estreante)

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011 Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, Copa Libertadores, Técnicos | 11:23

Os técnicos que mais conquistaram vagas na Libertadores desde 2003

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Desde o início da era dos pontos corridos, em 2003, dois treinadores se destacaram pelos títulos: Muricy Ramalho (tetracampeão 2006, 2007, 2008 e 2010) e Vanderlei Luxemburgo (2003 e 2004). E os dois são também aqueles que mais conquistaram vagas para seus clubes na Copa Libertadores no período.

Muricy Ramalho, desde 2003, colocou seis vezes os clubes que dirigiu na Libertadores, sendo seis pelo Brasileirão e uma após a conquista da Copa Libertadores. Já Luxemburgo conquistou cinco vagas na Libertadores e está prestes a chegar a sua sexta, caso o Flamengo empate ou ganhe do Vasco ou ainda se Inter, Coritiba e Figueirense não ganharem seus jogos.

Émerson Leão, que já conquistou três vagas na Libertadores, curiosamente três primeiras edições, luta agora, com o São Paulo para tentar novamente alcançar esse feito. Está difícil, mas ainda é possível. Dorival Júnior, do Inter, também está na briga por uma vaga, que seria sua terceira nos últimos anos.

Confira abaixo quais são os técnicos que mais conquistaram vagas na Libertadores desde 2003 pelo Brasileiro, pelo título da Copa do Brasil e também pela conquista da própria Libertadores:

Muricy Ramalho 6 Internacional (2005), São Paulo (2006, 2007 e 2008), Fluminense (2010) e Santos (2011)**
V. Luxemburgo 5 Cruzeiro (2003)*, Santos (2004, 2006 e 2007) e Palmeiras (2008)
Émerson Leão 3 Santos (2003), São Paulo (2004) e Palmeiras (2005)
Tite 3 São Caetano (2003) e Corinthians (2010 e 2011)
Abel Braga 2 Internacional (2006)** e Fluminense (2011)
Adílson Batista 2 Cruzeiro (2008 e 2009)
Celso Roth 2 Grêmio (2008) e Internacional (2010)**
Dorival Júnior 2 Cruzeiro (2007) e Santos (2010)*
Mano Menezes 2 Grêmio (2006) e Corinthians (2009)*
Renato Gaúcho 2 Fluminense (2007) e Grêmio (2010)*
Ricardo Gomes 2 São Paulo (2009) e Vasco (2011)*
Andrade 1 Flamengo (2009)
Antônio Lopes 1 Corinthians (2005)
Caio Júnior 1 Paraná (2006)
Cuca 1 Cruzeiro (2010)
Estevam Soares 1 Palmeiras (2004)
Geninho 1 Goiás (2005)
Joel Santana 1 Flamengo (2007)
Levir Culpi 1 Atlético-PR (2004)
Mário Sérgio 1 Internacional (2009)
Nelsinho Baptista 1 Sport (2008)*
Ney Franco 1 Flamengo (2006)*
Paulo Autuori 1 São Paulo (2005)**
Paulo Bonamigo 1 Coritiba (2003)
Péricles Chamusca 1 Santo André (2004)*
Roberto Rojas 1 São Paulo (2003)
Vágner Mancini 1 Paulista (2005)*

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* Vagas conquistas pelo título da Copa do Brasil
** Vagas conquistas pelo título da Copa Libertadores
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quarta-feira, 15 de junho de 2011 Confrontos, Copa Libertadores, História | 12:14

Curiosidades sobre a final entre Peñarol e Santos

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A Copa Libertadores de 2011 começa a ser decidida hoje à noite, com o jogaço entre Peñarol e Santos. A competição sul-americana, que chega a sua 52ª final, conhecerá o campeão na próxima quarta-feira, dia 22, quando as equipes se enfrentarão no Pacaembu.

O Santos, bicampeão em 1962 e 1963, volta a brigar pelo título contra um clube com quem já disputou uma final. Em 2003, o time da Vila Belmiro perdeu a chance de ser tricampeão ao perder a decisão para o Boca Juniors-ARG, clube o qual havia vencido na decisão de 1963. Já o Peñarol, adversário de hoje, foi o rival do Santos na final de 1962.

Veja aqui outra curiosidades envolvendo a final de hoje noite:

– Peñarol e Santos já se enfrentaram cinco vezes pela Libertadores. Em 1962, na final, o Santos venceu por 2 x 1 no Uruguai e depois perdeu por 3 x 2 na Vila Belmiro. No jogo extra, em Buenos Aires, deu Santos (3 x 0). Já em 1965, pela semifinal, o Santos venceu por 5 x 4 no jogo de ida. Na volta, o Peñarol venceu por 3 x 2 e depois por 2 x 1, na prorrogação.

– Essa será a quarta final repetida da história. As outras foram Santos x Boca Juniors-ARG (1963 e 2003); Nacional-URU x Estudiantes-ARG (1969 e 1971) e River Plate-ARG x  América de Cáli-COL (1986 e 1996).

– Na final de 1962, os dois grandes nomes do Peñarol eram Pedro Rocha e Alberto Spencer. Pedro Rocha brilhou depois no futebol brasileiro, jogando pelo São Paulo. Já Alberto Spencer é o até hoje maior artilheiro da história da Libertadores, com 54 gols.

– O Peñarol é o maior campeão nacional entre os clubes da América do Sul com 48 títulos. Esse ano, porém, ficou na terceira colocação e viu seu maior rival, o Nacional, levantar a taça pela 43ª vez.

– Pentacampeão da Libertadores em 1987, o Peñarol teve como melhor desempenho, até então, alcançar às quartas-de-final em 2002, quando foi eliminado pelo São Caetano, nos pênaltis.

– O heroi do Peñarol no título de 1987 foi o atacante Diego Aguirre, hoje técnico do clube uruguaio. Aguirre chegou a jogar no Internacional e no São Paulo no início da década de 90.

– Já o técnico campeão pelo Peñarol em 1987 foi Óscar Washington Tabárez, que dirigiu a Seleção Uruguaia na Copa do Mundo de 1990 e recentemente na Copa do Mundo de 2010, quando levou a Celeste Olímpica à semifinal. Tabárez será o treinador da Seleção Uruguaia na próxima Copa América.

– Autor do gol da vitória do Peñarol sobre o Vélez Sarsfield, na primeira partida da semifinal, o lateral-esquerdo Darío Rodríguez é o capitão do time e o jogador mais velho do elenco, com 36 anos. Darío marcou um golaço na Copa do Mundo de 2002, na derrota do Uruguai para a Dinamarca por 2 x 1.

– O Peñarol perdeu duas finais para clubes brasileiros. Além de ser derrotado pelo Santos em 1962, perdeu também para o Grêmio, em 1983. Em 1961, porém, venceu o Palmeiras, sagrando-se bicampeão na época.

– Com 5 títulos, o Peñarol tem a chance de alcançar o Boca Juniors e se tornar o segundo clube com mais conquistas da Libertadores. O Independiente-ARG é o recordista com 7. Já o Santos, se conquistar o tricampeonato, iguala o São Paulo, até hoje o clube brasileiro com mais títulos sul-americanos.

– Santos e Peñarol já se enfrentaram 20 vezes na história. O Peixe leva vantagem com 9 vitórias, 4 empates e 7 derrotas. O primeiro confronto entre eles foi justamente no Estádio Cententário, na final da Libertadores de 1962 (dia 28 de julho), com a vitória santista por 2 x 1. Já o último jogo foi em 1996, pela Supercopa dos Campeões, com a vitória do Santos por 3 x 0.

– Peñarol (em 1960) e Santos (em 1963), foram campeões invictos. Além deles, apenas o Independiente (1964), Estudiantes (1969 e 1970) e Boca Juniors (1978), também ganharam a Copa sem perder.

– O Peñarol detém o recorde de participações seguidas em Libertadores: 15 vezes, entre 1965 e 1979.

– O Peñarol é também o recordista de participações na Copa Libertadores. Até hoje, o clube uruguaio já disputou 39 edições, seguido pelo Nacional-URU (37), Olimpia-PAR (35) e Cerro Porteño-PAR (34).

– O Peñarol é o clube que mais chegou em finais de Libertadores, com dez decisões na história. Até agora, ganhou 5 e perdeu 4.

– A maior goleada da história da Copa Libertadores foi aplicada pelo Peñarol. Em 1970, bateu o Valencia, da Venezuela, por 11 x 2.

– Os uruguaios não chegam a uma decisão de Libertadores há 23 anos. A última vez foi com o Nacional, em 1988. Desde então, o melhor desempenho foi do Naci0nal, semifinalista em 2009. Nesses 23 anos, só não chegaram à final clubes da Venezuela e Bolívia.

– Caso seja campeão, o técnico Diego Aguirre poderá entrar no grupo seleto de campeões da Libertadores como jogador e técnico. Até hoje, apenas seis conseguiram essa proeza: Maschio (Racing/1967 e Independiente/1973); Ferreiro (Independiente/1964-65 e Independiente/1974); Cubilla (Peñarol/1960-61, Nacional/1971 e Olimpia/1979/90); Mujica (Nacional/1971 e Nacional/1980); Pastoriza (Independiente/1972 e Independiente/1984); e Pumpido (River Plate/1986 e Olimpia/2002)

– O Estádio Centenário, de Montevidéu, é o que mais recebeu partidas de finais de Libertadores. A final de hoje à noite será a 20ª da história.

– O árbitro de hoje, o paraguaio Carlos Amarilla, apitou seu primeiro jogo de Libertadores em 1998. Desde então, nunca chegou a apitar uma final de Libertadores. Amarilla apitou algumas semifinais: Santos 1 x 0 Independiente Medellín-COL (2003); São Paulo 0 x 0 Once Caldas-COL (2004); Cúcuca-COL 3 x 1 Boca Juniors-ARG (2007); São Paulo 2 x 1 Internacional (2010); Peñarol 1 x 0 Vélez Sarsfield (2011)

– Esse será o 72º de Carlos Amarilla em Libertadores. O paraguaio é o terceiro árbitro que mais apitou na história da competição, atrás apenas do colombiano Oscar Ruiz, que se aposentou esse ano com 80 jogos de Libertadores na bagagem; e o uruguaio Jorge Larrionda, que apitou com 75.

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quarta-feira, 1 de junho de 2011 Confrontos, Copa do Brasil, Copa Libertadores, História | 12:30

Vasco busca vaga na Libertadores depois de 11 anos

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Campeão da Copa Libertadores de 1998, o Vasco começa hoje a decidir a Copa do Brasil, contra o Coritiba. O clube carioca busca o título inédito e também a vaga na Libertadores, a qual não disputa de 2001, ano em que venceu seus oito primeiros jogos mas acabou eliminado pelo Boca Juniors-ARG nas quartas-de-final. Naquela época, o Vasco, comandado por Joel Santana, contava com o craque Romário, além de jogadores como Juninho Paulista, Hélton, Euller, Pedrinho e Viola.

Entre os 12 grandes clubes do futebol brasileiro, apenas o Botafogo e Atlético-MG estão há mais tempo sem disputar a principal competição sul-americana. O Botafogo jogou o torneio pela última vez em 1996. Já o Galo, participou em 2000.

Por outro lado, o Coritiba também luta para retornar à Libertadores. O time paranaense, no entanto, jogou mais recentemente. Em 2004, o time disputou o torneio após ficar na 5ª colocação no Brasileirão de 2003. Dirigido por Antônio Lopes, o Coxa acabou eliminado na primeira fase em 2004. A curiosidade é que o goleiro do Coritiba naquela época era Fernando Prass, hoje no Vasco. Outros destaques daquele time eram o zagueiro Miranda (hoje no São Paulo) e o lateral-esquerdo Adriano (atualmente no Barcelona e na Seleção Brasileira).

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Confira abaixo a lista dos clubes brasileiros que estão há mais tempo sem disputar a Libertadores:

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quinta-feira, 26 de maio de 2011 Copa Libertadores, Estatísticas | 10:31

Histórico favorável ao Santos nessa semifinal

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A apertada vitória de 1 x 0 do Santos sobre o Cerro Porteño-PAR, no jogo de ida das semifinal da Copa Libertadores, acabou frustando alguns torcedores, que esperavam um placar mais dilatado e um conforto maior para o jogo de volta. Mas historiacamente, os números mostraram que raramente um clube que vence o primeiro jogo de uma semifinal de Libertadores é eliminado da competição. Além disso, o retrospecto do Peixe diante do Cerro Porteño e diante dos paraguaios, também ajudam muito o time da Vila Belmiro.

Isso, sem contar que a equipe dirigida por Muricy Ramalho conta com o melhor jogador do torneio, o atacante Neymar…

Até hoje, desde 1960, foram disputadas 64 confrontos de semifinais na história da competição (não houve semifinal em 1966, 1967 e entre 1971 e 1987). Dessas, apenas em 13 vezes o vencedor do primeiro jogo acabou perdendo a vaga para a final. Ou seja, em apenas 20% dos confrontos quem ganhou a partida partida ficou de fora da grande decisão. Nos últimos dez anos, apenas o Boca Juniors reverteu um placar desfavorál, em 2007, contra o Cúcuta. Relembre aqui:

1962
Nacional-URU 2 x 1 Peñarol-URU
Peñarol-URU 3 x 1 Nacional-URU
Peñarol-URU 1 x 1 Nacional-URU

1965
Santos 5 x 4 Peñarol-URU
Peñarol-URU 3 x 2 Santos
Peñarol-URU 2 x 1 Santos

1968
Racing-ARG 2 x 0 Estudiantes-ARG
Estudiantes-ARG 3 x 0 Racing-ARG
Racing-ARG 1 x 1 Estudiantes-ARG

1970
Universidad de Chile-CHI 1 x 0 Peñarol-URU
Peñarol-URU 2 x 0 Universidad de Chile-CHI
Peñarol 2 x 2 Universidad de Chile-CHI

1989
Olimpia-PAR 0 x 1 Internacional
Internacional 2 x 3 Olimpia-PAR (Olimpia 5 x 3 nos pênaltis)

1990
River Plate-ARG 1 x 0 Barcelona-EQU
Barcelona-EQU1 x 0 River Plate-ARG (Barcelona 4 x 3 nos pênaltis)

1991
Boca Juniors-ARG 1 x 0 Colo Colo-CHI
Colo Colo-CHI 3 x 1 Boca Juniors-ARG

1994
Junior Barranquilla-COL  2 x 1 Vélez Sarsfield-ARG
Vélez Sarsfield-ARG 2 x 1 Junior Barranquilla-COL   (Vélez 5 x 4 nos pênaltis)

1996
Grêmio 1 x 0 América de Cáli-COL
América de Cáli-COL 3 x 1 Grêmio

1997
Racing-ARG 3 x 2 Sporting Cristal-PER
Sporting Cristal-PER 4 x 1 Racing-ARG

1999
River Plate-ARG 1 x 0 Palmeiras
Palmeiras 3 x 0 River Plate-ARG

2000
Corinthians 4 x 3 Palmeiras
Palmeiras 3 x 2 Corinthians (Palmeiras 5 x 4 nos pênaltis)

2007
Cúcuca-COL 3 x 1 Boca Juniors-ARG
Boca Juniors-ARG 3 x 0 Cúcuta-COL

Outro ponto histórico favorável ao Santos é que até hoje, em cinco confrontos contra o Cerro Porteño-PAR, o Peixe segue invicto. Em 1962, na primeira fase, empatou por 1 x 1, em Assunção, e aplicou um 9 x 1 em Santos, na maior goleada do clube na história da Libertadores. Agora, em 2011, os clubes voltaram a se enfrentar na fase de grupos. Depois do 1 x 1 na Vila Belmiro, o Santos venceu no Paraguai por 2 x 1. Em cinco jogos, foram então 3 vitórias do Santos e dois empates, com 14 gols do Santos e apenas 4 do Cerro. Além disso, o Santos nunca perdeu para clubes paraguaios na história da competição sul-americana. Em 9 jogos, foram 6 vitórias e 3 empates.

Mais um dado para deixar o santista otimista é que o Cerro Porteño é o clube que mais disputou a Libertadores sem conseguir chegar a uma final. Antes dessa atuação edição, o Cerro disputou 33 vezes a competição. Até hoje, seus melhores desempenhos foram em 1973 e 1978 (quando chegou na segunda fase, de grupos, uma antes da final) e em 1993, 1998 e 1999, quando foi eliminado na semifinal.

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terça-feira, 10 de maio de 2011 Copa Libertadores | 17:03

A estranha campanha do Once Caldas, rival do Santos

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Supreendente campeão da Copa Libertadores de 2004, o Once Caldas, da Colômbia, fez sua estreia na competição apenas em 1999. Em sua segunda participação, já levantou a taça. Até hoje, os colombianos de Manizales, jogaram apenas seis edição de Libertadores.

Nas cinco primeiras, conseguiu a proeza de não perder em casa, no até então temido estádio Palogrande. Em 21 jogos (de 1999 a 2010), foram 13 vitórias e 8 empates. Entre as vitórias, o 2 x 0 sobre o Flamengo, na primeira fase de 2002, o 1 x 0 sobre o Santos, pelas quartas-de-final de 2004, e duas vitórias por 2 x 1 sobre o São Paulo – na semifinal de 2004 e na primeira fase de 2010.

Em 2011, porém, jogar em casa tem sido um mau negócio para o Once Caldas. Em quatro partidas, o time do técnico Juan Carlos Osório não venceu uma. Na primeira fase, perdeu para o Universidad San Martín-PER por 3 x 0, jogo que derrutou a invencibilidade caseira do clube na história da Libertadores. Depois disso, dois empates por 1 x 1, contra Libertad-PAR e San Luis-MEX, também pela fase de grupos. Nas oitavas-de-final, derrota para o Cruzeiro (2 x 1).

Fora de casa, o time conseguiu suas únicas duas vitórias até agora (2 x 0 no Universidad San Martín-PER) e 2 x 0 no Cruzeiro, que marcou a primeira vitória do time em território brasileiro.

Se manter esse ritmo, o Once Caldas poderá até, curiosamente, ser o primeiro clube a conquistar a Libertadores sem vencer um jogo sequer em casa. O time do veterano goleiro Juan Carlos Henao (que já passou pelo Peixe e hoje é reserva de Luis Martínez), não vence no estádio Palogrande há cinco jogos. Além dos quatro jogos de 2011, empatou o último que fez em 2010.

Confira a campanha do Once Caldas em sua curta história pela Copa Libertadores:

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sexta-feira, 15 de abril de 2011 Copa Libertadores | 17:16

Muricy se aproxima do recorde de jogos de Felipão em Libertadores

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Novo técnico do Santos, Muricy Ramalho estreou bem pelo clube na Libertadores, ao vencer o Cerro Porteño-PAR. Com esse jogo, o treinador chegou a marca de 54 jogos na história da competição, desde 2004, quando dirigiu o São Caetano. Desde 1960, pouco treinadores conseguiram superar a marca de 50 jogos em Libertadores. Para ser mais preciso, apenas 19 técnicos.

Entre os brasileiros, o recordista continua sendo Luiz Felipe Scolari. Duas vezes campeão (1995 e 1999), Felipão tem 58 jogos entre 1995 e 2001, em cinco participações. Muricy Ramalho, caso leve o Santos às quartas de final, poderá chegar a marca de 59 partidas e superar Felipão.

Veja a lista dos técnicos com mais partidas na história da Copa Libertadores:

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quinta-feira, 14 de abril de 2011 Copa Libertadores | 12:57

Cruzeiro alcança marcas importantes na Libertadores

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Com a bela vitória sobre Estudiantes-ARG, por 3 x 0, fora de casa, o Cruzeiro encerrou sua participação na fase de grupos da Libertadores com uma excelente campanha. Não fosse o empate, contra o Tolima (0 x 0, na Colômbia), a Raposa fecharia com 100% de aproveitamento. Com 16 pontos, o time mineiro garantiu já o primeiro lugar na classificação geral da segunda fase e poderá decidir todos os jogos em casa até a final (se chegar lá, claro).

Desde 1995, quando o torneio passou a pontuar os clubes com 3 pontos por vitória. Apenas dois clubes fecharam a fase de grupos com 100% de aproveitamento: Vasco, em 2001, e Santos, em 2007. Desde então, essa é primeira vez que a Raposa termina no primeiro lugar nessa fase. Além disso, dessas 17 edições, apenas um primeiro colocado da fase de grupos ficou com o título (o River Plate, em 1996).

Veja abaixo as campanhas dos primeiros colocados na fase de grupos da Libertadores desde 1995:

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Mas o que mais impressionou nessa campanha cruzeirense de 2011 foram os gols. A equipe do técnico Cuca marcou 20 gols e sofreu apenas um. Desde 1960, a melhor marca é a do Santos, de Pelé, que fez os mesmos 20 gols, porém em apenas 4 jogos. O ataque do Cruzeiro de 2011 igualou a marca do time campeão de 1976, que também fez 20 gols na primeira fase. Já a defesa também igualou a marca de algumas melhores até hoje. Desde de a primeira edição, apenas um clube não levou gol na fase de grupos, o Boca Juniors-ARG, em 1977. Outros dez clubes com o Cruzeiro de 2011, sofreram apenas um gol na fase de grupos: San Lorenzo-ARG (73), Junior-COL (78), River Plate (78), Vélez Sarsfield (80), Newell’s Old Boys-ARG (88), Independiente Medellín-COL (94), Goiás (06), Santos (07), Grêmio (09) e Cruzeiro (11).

Confira os melhores ataques na fase de grupos na história da Libertadores:

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quinta-feira, 31 de março de 2011 Artilheiros, Copa Libertadores, História | 09:24

Thiago Ribeiro entra para o Top-3 do Cruzeiro em Libertadores

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Com o gol anotado ontem, na vitória do Cruzeiro sobre o Guaraní-PAR por 2 x 0, o atacante Thiago Ribeiro chegou a marca de três gols pela Raposa na atual edição da Libertadores. Artilheiro da competição no ano passado, com 8 gols, Thiago soma agora 11 gols pelo Cruzeiro e está na lista dos três maiores artilheiros do clube na história do torneio Sul-Americano.

Com 11 gols, Thiago Ribeiro está empatado com Nelinho e Kléber e apenas a um gol de igualar Jairzinho, que marcou 12 gols só na edição de 1976, quando a Raposa faturou seu primeiro caneco da Libertadores. O recordista segue sendo Palhinha, que também participou da campanha vitoriosa de 1976. O atacante marcou 20 gols, sendo 7 em 1975 e 13 em 1976, quando, inclusive, foi artilheiro da Libertadores.

Além de Thiago Ribeiro e Palhinha, o Cruzeiro conseguiu também fazer o artilheiro da Libertadores em 2008, quando Marcelo Moreno marcou 8 gols, assim como o paraguaio Salvador Cabañas, do América-MEX.

Vice-campeão da Libertadores em 2006, pelo São Paulo, Thiago Ribeiro fez um gol pelo São Paulo naquela edição. Assim, com os seus 11 gols, soma 12 gols na história da Libertadores.

Na vitória de ontem, dois jogadores também marcaram história pelo Cruzeiro. O goleiro Fábio e o volante Marquinhos Paraná se tornaram os recordistas de jogos pela Raposa na história da Taça Libertadores. Com 41 jogos, os dois superaram o goleiro Raul, que fez 40 jogos nas Libertadores de 1967, 1975, 1976 e 1977.

Já classificado para as oitavas de final, o Cruzeiro tem hoje o melhor ataque da competição (17 gols) e a melhor defesa (apenas 1 gol sofrido). Para perder o primeiro lugar do Grupo 7, o time mineiro teria que levar uma goleada histórica de 8 gols de diferença do Estudiantes no último jogo, na Argentina.

Confira abaixo a lista dos maiores artilheiros dos clubes brasileiros em Libertadores e também a lista dos maiores artilheiros na história da competição:

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A curiosidade da lista abaixo é que o uruguaio Hernán Rodrigo López, do Estudiantes, marcou três gols na edição de 2011 e entrou para a lista dos maiores goleadores.

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quinta-feira, 24 de março de 2011 Copa Libertadores | 12:57

As viradas dos clubes brasileiros na história da Libertadores

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O Fluminense venceu o América-MEX de virada, ontem, pela Copa Libertadores de forma histórica. Até hoje, nenhum clube brasileiro conseguiu a virada num jogo pela principal competição sul-americana depois de levar um gol tão tarde, no minuto 72 (27 do segundo tempo).

Na maioria das vezes, os clubes brasileiros levaram reverteram o placar depois de levar o gol no primeiro tempo. Das 73 viradas, apenas em 13 delas os brasileiros viraram o jogo depois de tomar um gol no segundo tempo. O Fluminense, vice-campeão de 2008, conquistou ontem sua quarta virada na história da Libertadores. No ano em que foi finalista, o Tricolor venceu o Libertad-PAR, na primeira fase, o Boca Juniors-ARG, na semifinal, e a LDU Quito-EQU, na final, de virada.

Mas até hoje os clubes brasileiros que mais venceram partidas de virada na história da Libertadores foram Santos e São Paulo, com nove vitórias cada. Cruzeiro (8 viradas), Palmeiras (7), Corinthians, Grêmio e Inter (6), aparecem na sequência. Outra curiosidade dessas viradas é que o América-MEX sofreu sua quinta virada para clubes brasileiros. Anteriormente, Corinthians, Grêmio, São Caetano e Santos já bateram o time mexicano dessa forma. Outro clube que já levou muitas viradas de brasileiros é o Olimpia-PAR, com cinco derrotas dessa forma.

Em relação à diferença de gols, a maior virada foi a do Atlético-MG em 1978. O Galo estava perdendo por 4 x 2 até os 17 minutos do segundo tempo, fora de casa, para o Palestino-CHI, e conseguiu virar para 5 x 4. Entre as mais importantes, estão a virada do Santos sobre o Boca Juniors, em pleno estádio La Bombonera, em Buenos Aires, na final de 1963; a semifinal da 2000, quando o Palmeiras venceu o Corinthians de virada (3 x 2), levando a decisão para a disputa por pênaltis – vencida pela alviverde; além do primeiro jogo da final do ano passado, quando o Inter saiu perdendo para o Chivas Guadalajara, no México, e venceu por 2 x 1.

Relembre abaixo todas as viradas dos clubes brasileiros na história da Libertadores:

SANTOS (9)
18/2/1962 – Deportivo Municipal (BOL) 3 x 4 Santos – Primeira Fase
Aguillera 16/1, Lima 42/1, Mengálvio 12/2, Julio Torres 14/2, Ramon Diaz 17/2, Pagão 33/2 e Tite 35/2

11/9/1963 – Boca Juniors (ARG) 1 x 2 Santos – Final
Sanfilippo 1/2, Coutinho 5/2 e Pelé 37/2

20/2/2003 – Santos 3 x 1 12 de Octubre (PAR) – Primeira Fase
Fredy Bareiro 3/1, Elano 17/1, Ricardo Oliveira 18/2 e Nené 26/2

6/4/2005 – Santos 3 x 1 LDU Quito (EQU) – Primeira Fase
Patricio Urrutia 2/1, Robinho 20/1, Ricardinho 3/2 e Robinho 17/2

20/4/2005 – Danubio (URU) 1 x 2 Santos – Primeira Fase
Omar Pouso 7/2, Deivid 21/2 e Ignacio Risso (contra) 38/2

10/5/2007 – Santos 3 x 2 Caracas (VEN) – Oitavas de final
José Manuel Rey 22/1, Wilson Carpintero 31/1, Adailton 34/1 e Zé Roberto 40/1 e 21/2

23/5/2007 – Santos 2 x 1 América (MEX) – Quartas de final
Daniel Bilos 32/1, Jonas 19/2 e Rodrigo Souto 26/2

6/6/2007 – Santos 3 x 1 Grêmio – Semifinal
Diego Souza 23/1, Renatinho 45/1, Renatinho 16/2 e Zé Roberto 38/2

16/4/2008 – Santos 2 x 1 Cúcuta (COL) – Primeira Fase
Lin Carlos Henry 22/1, Kléber Pereira 23/2 e Trípodi 43/2

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SÃO PAULO (9)
24/4/1974 – Palmeiras 1 x 2 São Paulo – Primeira Fase
Ronaldo 39/1, Mauro 40/1 e Chicão 26/2

12/10/1974 – São Paulo 2 x 1 Independiente (ARG) – Final
Hugo Saggioratto 29/1, Pedro Rocha 2/2 e Mirandinha 5/2

10/8/1994 – São Paulo 2 x 1 Olimpia (PAR) – Semifinal
José Cardozo 12/1, Palhinha 39/1 e Müller 20/2

7/4/2004 – São Paulo 3 x 1 Alianza Lima (PER) – Primeira Fase
Roberto Silva 24/1, Marquinhos 38/1, Luís Fabiano 1/2 e 24/2

12/5/2004 – São Paulo 2 x 1 Rosario Central (ARG) – Oitavas de final
Herrera 6/1, Grafite 2/2 e 31/2

26/5/2004 – São Paulo 4 x 1 Deportivo Táchira (VEN) – Quartas de final
Emerson Panigutti 6/1, Grafite 23/1, Luís Fabiano 14/2, Gustavo Nery 23/2 e Luís Fabiano 44/2

5/3/2008 – São Paulo 2 x 1 Audax Italiano (CHI) – Primeira Fase
Carlos Villanueva 17/2, Adriano 28/2 e 40/2

8/4/2008 – São Paulo 2 x 1 Defensor (URU) – Primeira Fase
Diego de Souza 38/1, Borges 25/2 e 29/2

22/4/2008 – São Paulo 2 x 1 América de Cali (COL) – Primeira Fase
Wilmer Parra 8/1, Dagoberto 12/2 e 31/2

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CRUZEIRO (8)
1/5/1967 – Sport Boys (PER) 1 x 2 Cruzeiro – Primeira Fase
Juan Muñante 2/1, Neco 44/1 e Evaldo 21/2

14/6/1967 – Cruzeiro 2 x 1 Nacional (URU) – Fase Semifinal
Juan Mujica 39/1, Natal 41/1 e Evaldo 19/2

14/3/1976 – Sportivo Luqueño (PAR) 1 x 3 Cruzeiro – Primeira Fase
Benito Sandoval 29/1, Roberto Batata 3/2, Nelinho 20/2 e Jairzinho 39/2

4/4/1976 – Cruzeiro 4 x 1 Olimpia (PAR) – Primeira Fase
Hugo Tavallera 11/1, Jairzinho 25/1, 3/2, Nelinho 13/2 e Jairzinho 30/2

25/3/1994 – Cruzeiro 2 x 1 Palmeiras – Primeira Fase
Rincón 40/1, Nonato 8/2 e Luiz Fernando 9/2

6/4/1994 – Cruzeiro 2 x 1 Boca Juniors (ARG) – Primeira Fase
Sergio Martinez 3/1, Luiz Fernando 20/1 e Ronaldo 23/2

6/4/2001 – Olimpia (PAR) 3 x 4 Cruzeiro – Primeira Fase
Giovanni 10/1, Victor Quintana 32/1, Gabriel González 43/1, Giovanni 7/2, Francisco Esteche 11/2, Jorge Wagner 34/2 e Alessandro 43/2

13/5/2004 – Cruzeiro 2 x 1 Deportivo Cali (COL) – Oitavas de final
Tressor Moreno 41/1, Alex 2/2 e Guilherme 42/2

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PALMEIRAS (7)
27/1/1968 – Náutico 1 x 3 Palmeiras – Primeira Fase
Ladeira 9/1, Ademir da Guia 13/1, 24/2 e Tupãzinho 36/2

4/2/1968 – Deportivo Galícia (VEN) 1 x 2 Palmeiras – Primeira Fase
Jaime González 38/1, Ademir da Guia 21/1 e Amarilla (contra) 38/2

4/4/1968 – Palmeiras 2 x 1 Guaraní (PAR) – Segunda Fase
Genaro García 39/1, Julio Amaral 44/1 e Tupãzinho 29/2

23/4/1968 – Palmeiras 2 x 1 Peñarol (URU) – Semifinal
Héctor Silva 40/1, Tupãzinho 45/1 e 10/2

2/8/1995 – Palmeiras 5 x 1 Grêmio – Quartas de final
Jardel 16/1, Cafu 29/1, Amaral 38/1, Paulo Isidoro 13/2, Mancuso 24/2 e Cafu 39/2

7/4/1999 – Palmeiras 2 x 1 Cerro Porteño (PAR) – Primeira Fase
Gauchinho 3/2, Júnior Baiano 14/2 e Arce 18/2

6/5/2000 – Palmeiras 3 x 2 Corinthians – Semifinal
Euller 34/1, Luizão 38/1 e 6/2, Alex 14/2 e Galeano 25/2
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CORINTHIANS (6)
19/3/1996 – Universidad Católica (CHI) 2 x 3 Corinthians – Primeira Fase
Rozental 29/1, Marcelinho Carioca 36/1, Daniel López 5/2, Leonardo 6/2 e Edmundo 30/2

8/5/1996 – Espoli (EQU) 1 x 3 Corinthians – Oitavas de final
Teodoro Jauch 2/1, Cris 4/1, Ballesteros (contra) 44/1 e Beiner García (contra) 30/2

26/3/1999 – Olimpia (PAR) 1 x 2 Corinthians – Primeira Fase
Marcelo Paredes 31/1, Vampeta 29/2 e Ewerthon 31/2

5/4/2000 – Corinthians 2 x 1 América (MEX) – Primeira Fase
Cuauthémoc Blanco 1/1, Vampeta 31/2 e Dinei 36/2

9/5/2000 – Corinthians 3 x 2 Rosario Central (ARG) – Oitavas de final
Luizão 31/1, Juan Antonio Pizzi 38/1, Raul Gordillo 1/2, Edílson 12/2 e Luizão 15/2

24/2/2010 – Corinthians 2 x 1 Racing (URU) – Primeira Fase
Martín Cauteruccio 1/1, Elias 10/1 e 25/2

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GRÊMIO (6)

25/3/1983 – Bolívar (BOL) 1 x 2 Grêmio – Primeira Fase
Eduardo Navarro 35/1, Osvaldo 21/2 e China 37/2

3/6/1997 – Grêmio 2 x 1 Cruzeiro – Quartas de final
Fabinho 15/2, Mauro Galvão 24/2 e Zé Alcino 38/2

13/3/1998 – América (MEX) 1 x 2 Grêmio – Primeira Fase
Sergio Zárate 27/1, Guilherme 15/2 e Beto 24/2

24/4/2002 – River Plate (ARG) 1 x 2 Grêmio – Oitavas de final
Eduardo Coudet 1/2, Tinga 11/2 e Gilberto 45/2

8/5/2003 – Olimpia (PAR) 2 x 3 Grêmio – Oitavas de final
Claudiomiro 20/1, Rodrigo López 27/1, Mauro Caballero 34/1, Gilberto 17/2 e Luís Mário 20/2

2/2/2011 – Grêmio 3 x 1 Liverpool (URU) – Fase Preliminar
Alfaro 35/1, André Lima 38/1, Vinícius Pacheco 12/2 e 28/2

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INTERNACIONAL (6)

8/3/2006 – Pumas UNAM (MEX) 1 x 2 Internacional – Primeira Fase
José Luis López 43/1; Rentería 19/2 e Fernandão 36/2

22/3/2006 – Internacional 3 x 2 Pumas UNAM (MEX) – Primeira Fase
Gerardo Galindo 4/1, Joaquín Botero 34/1, Michel 37/1, Fernandão 7/2 e Adriano 31/2

27/4/2006 – Nacional (URU) 1 x 2 Internacional – Oitavas de final
Marco Vanzini 29/1, Jorge Wagner 45/1 e Rentería 19/2

23/2/2010 – Internacional 2 x 1 Emelec (EQU) – Primeira Fase
David Quiroz 3/2, Nei 7/2 e Alecsandro 42/2

11/8/2010 – Chivas Guadalajara (MEX) 1 x 2 Internacional – Final
Bautista 45/1, Giuliano 26/2 e Bolívar 31/2

16/3/2011 – Jorge Wilstermann 1 x 4 Internacional – Primeira Fase
Brown 8/1, Brown 16/2 (contra), Leandro Damião 19/1, Zé Roberto 25/1 e Kléber 37/2

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FLUMINENSE (4)

19/3/2008 – Libertad (PAR) 1 x 2 Fluminense – Primeira Fase
Juan Samudio 30/1, Washington 40/1 e 5/2

4/6/2008 – Fluminense 3 x 1 Boca Juniors (ARG) – Semifinal
Palermo 13/2, Washington 18/2, Conca 25/2 e Dodô 48/2

2/7/2008 – Fluminense 3 x 1 LDU Quito (EQU) – Final
Luis Bolaños 6/1, Thiago Neves 12/1, 28/1 e 13/2

23/3/2011 – Fluminense 3 x 2 América (MEX) – Primeira Fase
Sánchez 15/1, Gum 21/1, Sánchez 27/2, Araújo 35/2 e Deco 42/2

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FLAMENGO (3)
30/10/1981 – Flamengo 4 x 1 Jorge Wilstermann (BOL) – Fase Semifinal

Gastón Taborga 2/1, Nunes 18/1, Adílio 38/1, Anselmo 42/2 e Chiquinho 44/2

22/4/1983 – Flamengo 7 x 1 Blooming (BOL) – Primeira Fase
Juan Carlos Sánchez 29 segundos, Robertinho 5/1, Elder 24/1, Robertinho 25/1, Zico 26/1, Baltazar 35/1, Zico 39/2 e 42/2

12/7/1984 – Flamengo 2 x 1 Universidad Los Andes (VEN) – Fase Semifinal
Itamar de Acevedo 13/1, Tita 3/2 e Adílio 36/2

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SÃO CAETANO (3)

5/3/2002 – Cerro Porteño (PAR) 1 x 3 São Caetano – Primeira Fase
César Ramírez 22/1, Wagner 30/1, Rubens Cardoso 14/2 e Brandão 30/2

15/5/2002 – São Caetano 2 x 1 Peñarol (URU) – Quartas de final
Daniel Jiménez 1/1, Jean Carlos 26/1 e Somalia 9/2

5/5/2003 – São Caetano 2 x 1 América (MEX) – Oitavas de final
Ariel González 22/1, Anderson Lima 6/2 e Franky Oviedo (contra) 38/2

CRICIÚMA (2)
24/3/1992 – San José (BOL) 1 x 2 Criciúma – Primeira Fase
Pedro Roja 20/2, Gélson 24/2 e Jairo Lenzi 28/2

4/5/1992 – Criciúma 3 x 2 Sporting Cristal (PER) – Oitavas de final
Julio Antón 10/1, Wilson 39/1, Orlando Prado 45/1, Gélson 3/2 e Everaldo 31/2

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SPORT (2)
22/4/2009 – Sport 2 x 1 Colo Colo (CHI) – Primeira Fase

Rodrigo Millar 4/2, Moacir 14/2 e Vandinho 32/2

29/4/2009 – LDU Quito (EQU) 2 x 3 Sport – Primeira Fase
Carlos Espínola 2/1, Andrade 23/1, Danny Vera 41;1, Igor 13/2 e Andrade 32/2

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VASCO (2)
15/4/1998 Vasco 2 x 1 Cruzeiro – Oitavas de final

Marcelo Ramos 20/1, Luizão 27/1 e Donizete 11/2

9/5/2001 Deportes Concepción (CHI) 1 x 3 Vasco – Oitavas de final
Carlos Verdugo 6/1, Juninho Paulista 20/1, Romário 19/2 e Juninho Paulista 45/2

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ATLÉTICO-MG (1)

26/3/1978 – Palestino (CHI) 4 x 5 Atlético-MG – Primeira Fase
Marcelo 27/1, Oscar Fabbiani 1/2, Serginho 7/2, Oscar Fabbiani 13/2, 15/2 e 17/2, Ziza 19/2, Fuentes (contra) 27/2 e Ziza 34/2

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BAHIA (1)

21/2/1989 – Internacional 1 x 2 Bahia – Primeira Fase

Diego Aguirre 7/1, Gil Baiano 24/1 e Zé Carlos 30/1

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BOTAFOGO (1)
19/4/1996 – Botafogo 3 x 1 Universidad de Chile (CHI) – Primeira Fase

Leonardo Rodríguez 19/1, Dauri 37/1, Ronald Fuentes (contra) 2/2 e Bentinho 45/2

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CORITIBA (1)

25/7/1986 – Coritiba 3 x 1 Deportivo Quito (EQU) – Primeira Fase

Dardo Pérez 34/1, Hélcio 4/2 e Geraldo 22/2 e 39/2

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GUARANI (1)

3/8/1988 – Guarani 4 x 1 Sport – Primeira Fase

Robertinho 25/1, Neto 42/2, Careca Bianchesi 16/2, Neto 22/2 e Toni 25/2

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PAYSANDU (1)

11/3/2003 – Paysandu 3 x 1 Universidad Católica (CHI) – Primeira Fase
Cristián Alvarez 12/1, Róbson 45/1, Vélber 4/2 e Róbson 38/2

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SANTOS (9)

18/2/1962 Deportivo Municipal (BOL) 3 x 4 Santos – Primeira Fase

Luis Aguillera 16/1, Lima 42/1, Mengálvio 12/2, Julio Torres 14/2, Ramon Diaz 17/2, Pagão 33/2 e Tite 35/2

11/9/1963 Boca Juniors (ARG) 1 x 2 Santos – Final

Sanfilippo 1/2, Coutinho 5/2 e Pelé 37/2

20/2/2003 Santos 3 x 1 12 de Octubre (PAR) – Primeira Fase

Fredy Bareiro 3/1, Elano 17/1, Ricardo Oliveira 18/2 e Nené 26/2

6/4/2005 Santos 3 x 1 LDU Quito (EQU) – Primeira Fase

Patricio Urrutia 2/1, Robinho 20/1, Ricardinho 3/2 e Robinho 17/2

20/4/2005 Danubio (URU) 1 x 2 Santos – Primeira Fase

Omar Pouso 7/2, Deivid 21/2 e Ignacio Risso (contra) 38/2

10/5/2007 Santos 3 x 2 Caracas (VEN) – Oitavas de final

José Manuel Rey 22/1, Wilson Carpintero 31/1, Adailton 34/1 e Zé Roberto 40/1 e 21/2

23/5/2007 Santos 2 x 1 América (MEX) – Quartas de final

Daniel Bilos 32/1, Jonas 19/2 e Rodrigo Souto 26/2

6/6/2007 Santos 3 x 1 Grêmio – Semifinal

Diego Souza 23/1, Renatinho 45/1, Renatinho 16/2 e Zé Roberto 38/2

16/4/2008 Santos 2 x 1 Cúcuta (COL) – Primeira Fase

Lin Carlos Henry 22/1, Kléber Pereira 23/2 e Trípodi 43/2

SÃO PAULO (9)

24/4/1974 Palmeiras 1 x 2 São Paulo – Primeira Fase

Ronaldo 39/1, Mauro 40/1 e Chicão 26/2

12/10/1974 São Paulo 2 x 1 Independiente (ARG) – Final

Hugo Saggioratto 29/1, Pedro Rocha 2/2 e Mirandinha 5/2

10/8/1994 São Paulo 2 x 1 Olimpia (PAR) – Semifinal

José Cardozo 12/1, Palhinha 39/1 e Müller 20/2

7/4/2004 São Paulo 3 x 1 Alianza Lima (PER) – Primeira Fase

Roberto Silva 24/1, Marquinhos 38/1, Luís Fabiano 1/2 e 24/2

12/5/2004 São Paulo 2 x 1 Rosario Central (ARG) – Oitavas de final

Herrera 6/1, Grafite 2/2 e 31/2

26/5/2004 São Paulo 4 x 1 Deportivo Táchira (VEN) – Quartas de final

Emerson Panigutti 6/1, Grafite 23/1, Luís Fabiano 14/2, Gustavo Nery 23/2 e Luís Fabiano 44/2

5/3/2008 São Paulo 2 x 1 Audax Italiano (CHI) – Primeira Fase

Carlos Villanueva 17/2, Adriano 28/2 e 40/2

8/4/2008 São Paulo 2 x 1 Defensor (URU) – Primeira Fase

Diego de Souza 38/1, Borges 25/2 e 29/2

22/4/2008 São Paulo 2 x 1 América de Cali (COL) – Primeira Fase

Wilmer Parra 8/1, Dagoberto 12/2 e 31/2

CRUZEIRO (8)

1/5/1967 Sport Boys (PER) 1 x 2 Cruzeiro – Primeira Fase

Juan Muñante 2/1, Neco 44/1 e Evaldo 21/2

14/6/1967 Cruzeiro 2 x 1 Nacional (URU) – Fase Semifinal

Juan Mujica 39/1, Natal 41/1 e Evaldo 19/2

14/3/1976 Sportivo Luqueño (PAR) 1 x 3 Cruzeiro – Primeira Fase

Benito Sandoval 29/1, Roberto Batata 3/2, Nelinho 20/2 e Jairzinho 39/2

4/4/1976 Cruzeiro 4 x 1 Olimpia (PAR) – Primeira Fase

Hugo Tavallera 11/1, Jairzinho 25/1, 3/2, Nelinho 13/2 e Jairzinho 30/2

25/3/1994 Cruzeiro 2 x 1 Palmeiras – Primeira Fase

Rincón 40/1, Nonato 8/2 e Luiz Fernando 9/2

6/4/1994 Cruzeiro 2 x 1 Boca Juniors (ARG) – Primeira Fase

Sergio Martinez 3/1, Luiz Fernando 20/1 e Ronaldo 23/2

6/4/2001 Olimpia (PAR) 3 x 4 Cruzeiro – Primeira Fase

Giovanni 10/1, Victor Quintana 32/1, Gabriel González 43/1, Giovanni 7/2, Francisco Esteche 11/2, Jorge Wagner 34/2 e Alessandro 43/2

13/5/2004 Cruzeiro 2 x 1 Deportivo Cali (COL) – Oitavas de final

Tressor Moreno 41/1, Alex 2/2 e Guilherme 42/2

PALMEIRAS (7)

27/1/1968 Náutico 1 x 3 Palmeiras – Primeira Fase

Ladeira 9/1, Ademir da Guia 13/1, 24/2 e Tupãzinho 36/2

4/2/1968 Deportivo Galícia (VEN) 1 x 2 Palmeiras – Primeira Fase

Jaime González 38/1, Ademir da Guia 21/1 e Amarilla (contra) 38/2

4/4/1968 Palmeiras 2 x 1 Guaraní (PAR) – Segunda Fase

Genaro García 39/1, Julio Amaral 44/1 e Tupãzinho 29/2

23/4/1968 Palmeiras 2 x 1 Peñarol (URU) – Semifinal

Héctor Silva 40/1, Tupãzinho 45/1 e 10/2

2/8/1995 Palmeiras 5 x 1 Grêmio – Quartas de final

Jardel 16/1, Cafu 29/1, Amaral 38/1, Paulo Isidoro 13/2, Mancuso 24/2 e Cafu 39/2

7/4/1999 Palmeiras 2 x 1 Cerro Porteño (PAR) – Primeira Fase

Gauchinho 3/2, Júnior Baiano 14/2 e Arce 18/2

6/5/2000 Palmeiras 3 x 2 Corinthians – Semifinal

Euller 34/1, Luizão 38/1 e 6/2, Alex 14/2 e Galeano 25/2

CORINTHIANS (6)

19/3/1996 Universidad Católica (CHI) 2 x 3 Corinthians – Primeira Fase

Rozental 29/1, Marcelinho Carioca 36/1, Daniel López 5/2, Leonardo 6/2 e Edmundo 30/2

8/5/1996 Espoli (EQU) 1 x 3 Corinthians – Oitavas de final

Teodoro Jauch 2/1, Cris 4/1, Ballesteros (contra) 44/1 e Beiner García (contra) 30/2

26/3/1999 Olimpia (PAR) 1 x 2 Corinthians – Primeira Fase

Marcelo Paredes 31/1, Vampeta 29/2 e Ewerthon 31/2

5/4/2000 Corinthians 2 x 1 América (MEX) – Primeira Fase

Cuauthémoc Blanco 1/1, Vampeta 31/2 e Dinei 36/2

9/5/2000 Corinthians 3 x 2 Rosario Central (ARG) – Oitavas de final

Luizão 31/1, Juan Antonio Pizzi 38/1, Raul Gordillo 1/2, Edílson 12/2 e Luizão 15/2

24/2/2010 Corinthians 2 x 1 Racing (URU) – Primeira Fase

Martín Cauteruccio 1/1, Elias 10/1 e 25/2

GRÊMIO (6)

25/3/1983 Bolívar (BOL) 1 x 2 Grêmio – Primeira Fase

Eduardo Navarro 35/1, Osvaldo 21/2 e China 37/2

3/6/1997 Grêmio 2 x 1 Cruzeiro – Quartas de final

Fabinho 15/2, Mauro Galvão 24/2 e Zé Alcino 38/2

13/3/1998 América (MEX) 1 x 2 Grêmio – Primeira Fase

Sergio Zárate 27/1, Guilherme 15/2 e Beto 24/2

24/4/2002 River Plate (ARG) 1 x 2 Grêmio – Oitavas de final

Eduardo Coudet 1/2, Tinga 11/2 e Gilberto 45/2

8/5/2003 Olimpia (PAR) 2 x 3 Grêmio – Oitavas de final

Claudiomiro 20/1, Rodrigo López 27/1, Mauro Caballero 34/1, Gilberto 17/2 e Luís Mário 20/2

2/2/2011 Grêmio 3 x 1 Liverpool (URU) – Fase Preliminar

Alfaro 35/1, André Lima 38/1, Vinícius Pacheco 12/2 e 28/2

INTERNACIONAL (6)

8/3/2006 Pumas UNAM (MEX) 1 x 2 Internacional – Primeira Fase

José Luis López 43/1; Rentería 19/2 e Fernandão 36/2

22/3/2006 Internacional 3 x 2 Pumas UNAM (MEX) – Primeira Fase

Gerardo Galindo 4/1, Joaquín Botero 34/1, Michel 37/1, Fernandão 7/2 e Adriano 31/2

27/4/2006 Nacional (URU) 1 x 2 Internacional – Oitavas de final

Marco Vanzini 29/1, Jorge Wagner 45/1 e Rentería 19/2

23/2/2010 Internacional 2 x 1 Emelec (EQU) – Primeira Fase

David Quiroz 3/2, Nei 7/2 e Alecsandro 42/2

11/8/2010 Chivas Guadalajara (MEX) 1 x 2 Internacional – Final

Bautista 45/1, Giuliano 26/2 e Bolívar 31/2

16/3/2011 Jorge Wilstermann 1 x 4 Internacional – Primeira Fase

Brown 8/1, Brown 16/2 (contra), Leandro Damião 19/1, Zé Roberto 25/1 e Kléber 37/2

FLUMINENSE (4)

19/3/2008 Libertad (PAR) 1 x 2 Fluminense – Primeira Fase

Juan Samudio 30/1, Washington 40/1 e 5/2

4/6/2008 Fluminense 3 x 1 Boca Juniors (ARG) – Semifinal

Palermo 13/2, Washington 18/2, Conca 25/2 e Dodô 48/2

2/7/2008 Fluminense 3 x 1 LDU Quito (EQU) – Final

Luis Bolaños 6/1, Thiago Neves 12/1, 28/1 e 13/2

23/3/2011 Fluminense 3 x 2 América (MEX) – Primeira Fase

Sánchez 15/1, Gum 21/1, Sánchez 27/2, Araújo 35/2 e Deco 42/2

FLAMENGO (3)

30/10/1981 Flamengo 4 x 1 Jorge Wilstermann (BOL) – Fase Semifinal

Gastón Taborga 2/1, Nunes 18/1, Adílio 38/1, Anselmo 42/2 e Chiquinho 44/2

22/4/1983 Flamengo 7 x 1 Blooming (BOL) – Primeira Fase

Juan Carlos Sánchez 29 segundos, Robertinho 5/1, Elder 24/1, Robertinho 25/1, Zico 26/1, Baltazar 35/1, Zico 39/2 e 42/2

12/7/1984 Flamengo 2 x 1Universidad Los Andes (VEN) – Fase Semifinal

Itamar de Acevedo 13/1, Tita 3/2 e Adílio 36/2

SÃO CAETANO (3)

5/3/2002 Cerro Porteño (PAR) 1 x 3 São Caetano – Primeira Fase

César Ramírez 22/1, Wagner 30/1, Rubens Cardoso 14/2 e Brandão 30/2

15/5/2002 São Caetano 2 x 1 Peñarol (URU) – Quartas de final

Daniel Jiménez 1/1, Jean Carlos 26/1 e Somalia 9/2

5/5/2003 São Caetano 2 x 1 América (MEX) – Oitavas de final

Ariel González 22/1, Anderson Lima 6/2 e Franky Oviedo (contra) 38/2

CRICIÚMA (2)

24/3/1992 San José (BOL) 1 x 2 Criciúma – Primeira Fase

Pedro Roja 20/2, Gélson 24/2 e Jairo Lenzi 28/2

4/5/1992 Criciúma 3 x 2 Sporting Cristal (PER) – Oitavas de final

Julio Antón 10/1, Wilson 39/1, Orlando Prado 45/1, Gélson 3/2 e Everaldo 31/2

SPORT (2)

22/4/2009 Sport 2 x 1 Colo Colo (CHI) – Primeira Fase

Rodrigo Millar 4/2, Moacir 14/2 e Vandinho 32/2

29/4/2009 LDU Quito (EQU) 2 x 3 Sport – Primeira Fase

Carlos Espínola 2/1, Andrade 23/1, Danny Vera 41;1, Igor 13/2 e Andrade 32/2

VASCO (2)

15/4/1998 Vasco 2 x 1 Cruzeiro – Oitavas de final

Marcelo Ramos 20/1, Luizão 27/1 e Donizete 11/2

9/5/2001 Deportes Concepción (CHI) 1 x 3 Vasco – Oitavas de final

Carlos Verdugo 6/1, Juninho Paulista 20/1, Romário 19/2 e Juninho Paulista 45/2

ATLÉTICO-MG (1)

26/3/1978 Palestino (CHI) 4 x 5 Atlético-MG – Primeira Fase

Marcelo 27/1, Oscar Fabbiani 1/2, Serginho 7/2, Oscar Fabbiani 13/2, 15/2 e 17/2, Ziza 19/2, Fuentes (contra) 27/2 e Ziza 34/2

BAHIA (1)

21/2/1989 Internacional 1 x 2 Bahia – Primeira Fase

Diego Aguirre 7/1, Gil Baiano 24/1 e Zé Carlos 30/1

BOTAFOGO (1)

19/4/1996 Botafogo 3 x 1 Universidad de Chile (CHI) – Primeira Fase

Leonardo Rodríguez 19/1, Dauri 37/1, Ronald Fuentes (contra) 2/2 e Bentinho 45/2

CORITIBA (1)

25/7/1986 Coritiba 3 x 1 Deportivo Quito (EQU) – Primeira Fase

Dardo Pérez 34/1, Hélcio 4/2 e Geraldo 22/2 e 39/2

GUARANI (1)

3/8/1988 Guarani 4 x 1 Sport – Primeira Fase

Robertinho 25/1, Neto 42/2, Careca Bianchesi 16/2, Neto 22/2 e Toni 25/2

PAYSANDU (1)

11/3/2003 Paysandu 3 x 1 Universidad Católica (CHI) – Primeira Fase

Cristián Alvarez 12/1, Róbson 45/1, Vélber 4/2 e Róbson 38/2

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terça-feira, 1 de março de 2011 Copa Libertadores, Estatísticas, História | 17:12

Pela Libertadores, Santos defende sequência de vitórias

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O Santos enfrentará, amanhã, o Cerro Porteño-PAR pela Copa Libertadores. Se depender do histórico do alvinegro na competição, o primeira vitória está bem próximo. Jogando na Vila Belmiro, o Santos defende um sequência de 12 vitórias consecutivas na competição. Desde a derrota para o Atlético-PR, nas quartas-de-final de 2005, o Peixe não perdeu um ponto sequer em seu estádio.

Foram 7 vitórias em 2007 e mais 5 vitórias em 2008. Confira a sequência:

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Na Vila Belmiro, aliás, o desempenho do Santos é muito melhor do que em outros estádios já utilizados pelo clube como mandante na história da Libertadores. Em 32 jogos na Vila, foram 26 vitórias, 4 empates e apenas 2 derrotas (85,4% de aproveitamento). Nos outros estádios (Morumbi, Pacaembu e Maracanã), foram 10 jogos, 4 vitórias, 1 empate e 5 derrotas (apenas 43,3% de aproveitamento). No Morumbi, aliás, o Santos perdeu todos os seus 4 jogos como mandante, incluindo a decisão de 2003 para o Boca.

Contra times paraguaios, o Santos também tem um bom retrospecto. Em 6 jogos, foram 4 vitórias e 2 empates. Em 1962, ano do primeiro título, o Santos enfiou um 9 x 1 no Cerro Porteño, na Vila, registrando a maior goleada de um time brasileiro na história da competição.

Se conseguir sua 13ª vitória em casa, amanhã, o Santos se aproximará ainda do recorde do São Paulo, o brasileiro que mais conquistou vitórias consecutivas pela Libertadores, com 18 triunfos entre 1992 e 2004. O Corinthians, com 14 vitórias, vem na sequência e pode ser superado pelo Santos ainda nessa primeira fase. Veja abaixo as maiores sequências de vitórias seguidas dos brasileiros pela Libertadores:

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011 Copa Libertadores | 15:40

Flu e seu mau aproveitamento caseiro em Libertadores

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Entre os 12 grandes clubes do futebol brasileiro, o Fluminense é aquele com o pior desempenho caseiro na história da Libertadores. Com os dois empates seguidos em casa, nessa Libertadores, o Flu ficou com um aproveitamento de 59,5% dos pontos. O Cruzeiro, melhor brasileiro nesse quesito, tem 85,2% com quatro vezes mais jogos disputados do que o tricolor carioca. Até hoje, em quatro participações, o Fluminense venceu metade dos seus 14 jogos como mandante, empatou quatro e perdeu três.

Veja abaixo o desempenho dos 12 grandes do Brasil como mandantes na Libertadores:

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Ontem, no empate por 0 x 0 diante do Nacional-URU, o Flu registrou ainda seu segundo pior público em casa pela Libertadores. Foram pouco mais de 9.000 pessoas ao Engenhão. Até hoje, o pior público havia sido em 1985, na despedida do time daquele Libertadores (1.354 pessoas), no empate contra o Ferrocarril Oeste-ARG, no Maracanã.

Confira os públicos* do Flu em casa, na história da Libertadores.

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* Fonte: Alexandre Berwanger.

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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011 Copa Libertadores, Estatísticas | 09:26

Cruzeiro mantém tradição ofensiva na Libertadores

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Assim como em 2010 e também na história, o Cruzeiro vem comprovando sua força ofensiva na Libertadores. Em apenas duas partidas, a Raposa anotou 9 gols, tem o melhor ataque da competição e também o artilheiro, Wallyson, com 4 gols, ao lado de Nanni, do Cerro Porteño.

Até hoje, em 122 jogos, o Cruzeiro já anotou 238 gols. Sua média, 1,95 gol por jogo, só não é maior do que a do Santos (2,14), entre os 137 clubes que disputaram pelo menos 10 partidas em Libertadores – outros 53 clubes têm menos de 10 partidas..

Clubes com as melhores médias de gols na história da Libertadores (1960-2011):

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Em 2010, mesmo caindo nas quartas-de-final, Cruzeiro teve o melhor ataque da Libertadores, com 26 gols em apenas 12 jogos. Agora, em 2011, a média de 4,5 gols por jogo deixa a Raposa com a melhor média em apenas uma única edição. Mas ainda é cedo, já que o time de Cuca fez apenas duas partidas.

Desde 1960, o Cruzeiro teve dois ataques sensacionais que figuraram na lista dos maiores em apenas uma única edição da Libetadores. Em 1976, o superataque campeão marcou 46 gols em apenas 13 jogos (média de 3,54) e em 2001 (média de 2,60).

Melhores ataques da Libertadores desde 1960, em uma única edição (1960-2011):

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Além de ter o melhor ataque da Libertadores de 2010, a Raposa teve também o artilheiro da competição: Thiago Ribeiro, com 8 gols. Autor de um gol na vitória sobre o Guaraní-PAR, ontem, Thiago Ribeiro chegou a 9 gols pelo Cruzeiro e está próximo de alcançar Kléber e Nelinho, que já marcaram 11 gols pela Raposa na história da Libertadores. Até hoje, o recordista é Palhinha, com 20 gols, na década de 70, e Jairzinho, autor de 12 gols.

Já o atacante Wallyson, artilheiro da atual edição da Libertadores com 4 gols em dois jogos, tem chance de igualar a façanha de Thiago Ribeiro, artilheiro de 2010 pela Raposa, e outros dois cruzeirenses que já também já foram os maiores goleadores da Libertadores: Palhinha, em 1976, com 13 gols, e Marcelo Moreno, em 2008, com 8 gols.

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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011 Confrontos, Copa Libertadores, História | 11:49

Quem leva a melhor no duelo Brasil x Argentina pela Libertadores

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Ontem, o Cruzeiro impôs uma goleada histórica sobre o Estudiantes-ARG (5 x 0), pela Copa Libertadores. Até hoje, desde 1960, em outros 134 confrontos entre brasileiros e argentinos, tivemos apenas duas goleadas por diferença igual ou maior do que cinco gols. Em 1994, quando o Palmeiras bateu o Boca Juniors por 6 x 1, no Parque Antártica. Já em 2008, o Fluminense bateu o Arsenal, de Sarandí, no Maracanã, por 6  x 0. E goleadas na história desse confronto também é raro. Veja as maiores até hoje pela Libertadores:

Maiores goleadas a favor dos Brasileiros:
5/3/2008         Fluminense 6 x 0 Arsenal (primeira fase)
9/3/1994          Palmeiras 6 x 1 Boca Juniors (primeira fase)
16/2/2011        Cruzeiro 5 x 0 Estudiantes (primeira fase)
14/4/1993        São Paulo 4 x 0 Newell’s Old Boys (oitavas-de-final)
2/5/2002          Grêmio 4 x 0 River Plate (oitavas-de-final)
21/7/1976        Cruzeiro 4 x 1 River Plate (final)
7/4/1994          Palmeiras 4 x 1 Vélez Sarsfield (primeira fase)
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Maiores goleadas sofridas pelos Brasileiros:
8/4/2009          Estudiantes 4 x 0 Cruzeiro (primeira fase)
5/4/2006          River Plate 4 x 1 Paulista (primeira fase)

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Maiores campeões da Libertadores, os argentinos sempre foram os maiores rivais dos brasileiros na competição. Na briga direta pelo título continental, os clubes da Argentina ainda levam boa vantagem. Em 12 finais, os brasileiros venceram apenas três. Confira:

Finais de Libertadores

Vitórias dos Brasileiros:
1963 – Santos campeão, Boca Juniors vice
1976 – Cruzeiro campeão, River Plate vice
1992 – São Paulo campeão, Newell’s Old Boys vice
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Vitórias dos Argentinos
1968 – Estudiantes campeão, Palmeiras vice
1974 – Independiente campeão, São Paulo vice
1977 – Boca Juniors campeão, Cruzeiro vice
1984 – Independiente campeão, Grêmio vice
1994 – Vélez Sarsfield campeão, São Paulo vice
2000 – Boca Juniors campeão, Palmeiras vice
2003 – Boca Juniors campeão, Santos vice
2007 – Boca Juniors campeão, Grêmio vice
2009 – Estudiantes campeão, Cruzeiro vice

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Em jogos eliminatórios, os famosos mata-matas, os clubes argentinos também superam os brasileiros pela Libertadores. Dos 37 jogos de mata-matas, os argentinos sairam vencedores em 21 deles, contra 16 dos brasileiros. No total de jogos, a vantagem dos argentinos é grande. Veja abaixo:

Mata-matas (brasileiros x argentinos pela Libertadores):

Confrontos 37
Brasileiros classificados/vitoriosos 16
Argentinos classificados/vitoriosos 21

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Mata-matas

Jogos 76
Vitórias dos Brasileiros 27
Empates 16
Vitórias dos Argentinos 36
Gols dos Brasileiros 96
Gols dos Argentinos 106

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A favor dos brasileiros nesses confrontos, só o desempenho nas fases de grupo (primeira fase e a antiga fase semifinal). A diferença de vitórias, porém, não é tão grande assim. Confira:

Jogos nas fases de grupos

Jogos 56
Vitórias dos Brasileiros 25
Empates 9
Vitórias dos Argentinos 22
Gols dos Brasileiros 85
Gols dos Argentinos 69

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Dos clubes brasileiros que já enfrentaram argentinos, Flamengo, Goiás, São Paulo e Inter são aqueles que têm os melhores aproveitamentos nos confrontos direitos. Já o Corinthians, ao lado do Guarani (que jogou), tem o pior desempenho.

Brasileiros x argentinos

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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011 Copa Libertadores, Estatísticas, História, Técnicos | 10:44

Técnicos argentinos predominam na Libertadores

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A atual edição da Copa Libertadores está repleta de técnicos argentinos. Dos 38 clubes participantes (contando aí os seis eliminados da fase), 16 contam com treinadores nascidos na Argentina, o que representa 42% dos técnicos. Brasil e Uruguai, com seis técnicos cada, vêm na sequência como os países com mais técnicos na competição sul-americana. Os dois países, aliás, são os únicos onde os seus clubes representantes contam com treinadores do próprio país.

Os seis clubes brasileiros têm seis técnicos nascidos aqui, o que é comum no futebol brasileiro. Recentemente, o Internacional apostou em Jorge Fossatti, o Corinthians em Daniel Passarella, mas eles não tiveram êxito.

Entre os treinadores da Libertadores de 2011, apenas dois já conquistaram a competição como treinadores: Celso Roth (do atual campeão Internacional) e Edgardo Bauza (que retornou à LDU Quito-EQU, campeã de 2008). O técnico Alejandro Sabella, campeão com o Estudiantes em 2009, deixou o comando do time na última semana e foi substituído por Eduardo Berizzo, ex-auxiliar técnico de Marcelo Bielsa na Seleção Chilena. Entre os demais treinadores, alguns carregam certa curiosidade.

Dos argentinos, estão o ex-volante Diego Cagna (no Colo Colo-CHI), campeão da Libertadores de 2003 pelo Boca Juniors-ARG; o ex-atacante Omar Asad, campeão da Libertadores de 1994, pelo Vélez Sarsfield-ARG, que hoje dirige o Emelec-EQU; e o ex-atacante Juan Antonio Pizzi, que jogou a Copa do Mundo de 1998 pela Espanha, que comanda atualmente a Universidad Católica-CHI.

Entre os técnicos brasileiros, três já foram vice-campeões: Muricy Ramalho, pelo São Paulo, em 2006; Renato Gaúcho, pelo Fluminense, em 2008; e Adílson Batista, pelo Cruzeiro, em 2009. No Uruguai, os conhecidos são Diego Aguirre (campeão da Libertadores de 1987 pelo Peñarol e que depois passou por Internacional, São Paulo e Portuguesa, aqui no Brasil); e Juan Carrasco, campeão da Libertadores como jogador pelo Naci0nal-URU, em 1988.

Já entre os chilenos, estão José Luis Sierra, que destacou-se pela Unión Española-CHI, na Libertadores de 1994, em jogos contra o São Paulo e que depois acabou sendo contratado pelo clube paulista; e Carlos Reinoso, um dos maiores artilheiros do América-MEX, que assumiu o comando do time mexicano recentemente.

Veja a lista dos treinadores da Libertadores de 2011, divididos pelo país de nascimento:

Argentinos (16)
Antonio Mohamed (Independiente-ARG)
Ariel Russo (Oriente Petrolero-BOL)
Carlos Compagnucci (Guaraní-PAR)
Diego Cagna (Colo Colo-CHI)
Edgardo Bauza (LDU Quito-EQU)
Eduardo Berizzo (Estudiantes-ARG)
Fabián Bustos (Deportivo Quito-EQU)
Guillermo Hoyos (Bolívar-BOL)
Gustavo Costas (Alianza Lima-PER)
Javier Torrente (Cerro Porteño-PAR)
Juan Antonio Pizzi (Universidad Católica-CHI)
Marcelo Neveleff (Jorge Wilstermann-BOL)
Omar Asad (Emelec-EQU)
Oscar Quintabani (Junior-COL)
Pedro Troglio (Argentinos Juniors-ARG)
Ricardo Gareca (Vélez Sarsfield-ARG)

Brasileiros (6)
Adílson Batista (Santos)
Celso Roth (Internacional)
Cuca (Cruzeiro)
Muricy Ramalho (Fluminense)
Renato Gaúcho (Grêmio)
Tite (Corinthians)

Uruguaios (6)
Aníbal Ruiz (Univ. San Martín-PER)
Diego Aguirre (Peñarol-URU)
Eduardo Favaro (Liverpool-URU)
Gregório Pérez (Libertad-PAR)
Jorge da Silva (Godoy Cruz-ARG)
Juan Ramón Carrasco (Nacional-URU)

Colombianos (3)
Hernán Torres (Tolima-COL)
Jorge Luis Pinto (Deportivo Táchira-VEN)
Juan Carlos Osorio (Once Caldas-COL)

Chilenos (2)
Carlos Reinoso (América-MEX)
José Luis Sierra (Unión Española-CHI)

Mexicanos (2)
Ignacio Ambríz (San Luis-MEX)
José Guadalupe Cruz (Jaguares-MEX)

Venezuelanos (2)
Ceferino Bencomo (Caracas-VEN)
Eduardo Sarago (Deportivo Petare-VEN)

Peruanos (1)
Franco Navarro (León de Huánuco-PER)

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Até hoje, os técnicos argentinos (assim como os clubes de lá), são os maiores campeões em Libertadores. Das 51 edições da competição, desde 1960, 24 foram conquistadas por técnicos argentinos. Além dos 22 títulos com os clubes argentinos, dois técnicos portenhos conquistaram a Libertadores com equipes de fora: Edgardo Bauza (com a LDU, em 2008) e Pumpido, com o Olimpia-PAR, em 2002. Carlos Bianchi, com quatro títulos, é o técnico mais vezes campeão até hoje, com quatro títulos. Outro argentino, Osvaldo Zubeldía, é o único a vencer três consecutivas. Dos brasileiros, quatro técnicos se destacam com dois títulos cada: Lula, Telê Santana, Felipão e Paulo Auturi.

Confira a lista abaixo dos técnicos campeões da Libertadores:

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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011 Copa Libertadores, História | 08:50

Retrospecto desfavorece Corinthians na Libertadores

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Desde 1998, quando os mexicanos entraram na Copa Libertadores, a competição passou a ter uma fase preliminar, antes da fase de grupos, com seus 32 clubes. Até 2003, apenas clubes do México e da Venezuela (dois de cada), disputavam essa fase preliminar, num grupo de quatro. Em 2004, não houve fase preliminar.

A partir de 2005, o campeonato ganhou um novo formato, com mais clubes (38) e passou a contar com 12 times na fase preliminar, assim como é hoje. Desde então, cinco clubes brasileiros disputaram oito mata-matas nessa fase e todos conseguiram avançar. O Palmeiras, em 2005, passou pelo Tacuary-PAR, em 2006, pelo Táchira-VEN, e em 2009, pelo Real Potosí-BOL.  O Goiás, em 2006, eliminou o Deportivo Cuenca-EQU. O Santos, em 2007, ganhou do Blooming-BOL. O Paraná, também em 2007, superou o Cobreloa-CHI. Já o Cruzeiro, em 2008, passou pelo Cerro Porteño-PAR, e em 2010, pelo Real Potosí-BOL.

O Corinthians, com o empate de ontem por 0 x 0, em casa, contra o Tolima-COL, tem grandes chances de ser o primeiro clube brasileiro eliminado já nessa fase preliminar. O desempenho negativo do time paulista na competição é prova de que a eliminação precoce pode chegar na próxima quarta-feira. Até hoje, em oito participações na Libertadores, o Corinthians conseguiu passar da fase de grupos em sete delas. Apenas na primeira vez, em 1977, o clube caiu na primeira fase. Nessas últimas sete participações, então, o Corinthians disputou 11 confrontos no mata-mata. Ganhou apenas quatro e perdeu sete. Desses quatro mata-matas que ganhou, três foram nas oitavas-de-final: Espoli-EQU (1996), Jorge Wilstermann-BOL (1999) e Rosario Central-ARG, nos pênaltis (2000). O outro foi nas quartas-de-final de 2000, diante do Atlético-MG.

Dos últimos quatro mata-matas que disputou, o Corinthians perdeu todos: Palmeiras (semifinal, em 2000), River Plate-ARG (oitavas-de-final, em 2003 e 2006) e Flamengo (oitavas-de-final, em 2010). Além dessas quatro eliminações, o alvinegro caiu também diante do Boca Juniors-ARG (oitavas-de-final, 1991), do Grêmio (quartas-de-final, em 1996) e Palmeiras (quartas-de-final, em 1999).

Em mata-matas, o aproveitamento do Corinthians na Libertadores é de apenas 36,4%. Entre os brasileiros que já disputaram mata-mata na competição, o clube paulista tem um dos piores desempenhos. Confira:

Clube Classificações Eliminações Aproveitamento
Internacional 10 2 83,3%
Fluminense 3 1 75,0%
São Paulo 22 8 73,3%
Grêmio 17 8 68,0%
Vasco 6 3 66,7%
Palmeiras 17 9 65,4%
Santos 12 7 63,2%
São Caetano 5 3 62,5%
Atlético-PR 3 2 60,0%
Cruzeiro 11 8 57,9%
Atlético-MG 1 1 50,0%
Paraná 1 1 50,0%
Flamengo 4 5 44,4%
Corinthians 4 7 36,4%
Bahia 1 3 25,0%
Botafogo 0 2 0,0%
Criciúma 0 1 0,0%
Goiás 0 1 0,0%
Guarani 0 1 0,0%
Paysandu 0 1 0,0%
Sport 0 1 0,0%

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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010 Copa Libertadores, Futebol Europeu, História, Mundial de Clubes | 15:25

Internazionale pode fechar o ano com quinto título

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Depois de eliminar com facilidade o Seongnam, da Coreia do Sul, a Internazionale tem tudo para fechar o ano em grande estilo. Se bater o supreendente Mazembe, da Repúblico do Congo, amanhã, na final do Mundial de Clubes da Fifa, o time italiano conquistará seu quinto título na temporada. Em 2010, a Inter conquistou o Campeonato Italiano, a Copa Itália, a Liga dos Campeões da Europa e a Supercopa Italiana. O clube de Milão só perdeu uma taça na temporada, para o Atlético de Madri, na final da Supercopa Europeia.

Com isso, o clube perdeu a chance de igualar o grande feito do Barcelona de 2009, que conseguiu conquistar simplesmente todos os títulos possíveis pela primeira vez na história (Mundial de Clubes, Liga dos Campeões da Europa, Campeonato Espanhol, Copa do Espanha, Supercopa Espanhola e Supercopa Europeia).

Dos campeões mundiais (desde 1960), veja a lista dos campeões mundiais que fecharam o ano com mais títulos:

6 TÍTULOS
2009 Barcelona (Mundial de Clubes, Liga dos Campeões, Camp. Espanhol, Copa do Espanha, Supercopa Espanhola e Supercopa Europeia)

5 TÍTULOS
2010 Internazionale* (Mundial de Clubes, Liga dos Campeões, Camp. Italiano, Copa Itália, Supercopa Italiana)
1995 Ajax (Mundial Interclubes, Liga dos Campeões, Supercopa Europeia, Camp. Holandês, Supercopa Holandesa)

4 TÍTULOS
2008 Manchester United (Mundial de Clubes, Liga dos Campeões, Camp. Inglês, Supercopa Inglesa)
2004 Porto (Mundial Interclubes, Liga dos Campeões, Camp. Português, Supercopa Portuguesa)
2003 Boca Juniors (Mundial Interclubes, Libertadores, Argentino, Recopa Sul-Americana)
1999 Manchester United (Mundial Interclubes, Liga dos Campeões, Camp. Inglês, Copa da Inglaterra)
1993 São Paulo (Mundial Interclubes, Libertadores, Supercopa da Libertadores, Recopa Sul-Americana)
1963 Santos (Mundial de Clubes, Libertadores, Taça Brasil e Paulista)

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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010 Copa Libertadores | 16:33

Os brasileiros que mais participaram da Libertadores

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Com a derrota na final da Copa Sul-Americana, ontem à noite, para o Independiente-ARG, o Goiás perdeu a chance de disputar a Copa Libertadores pela segunda vez em sua história. A vitória do time argentino abriu, no entanto, uma vaga para outro clube brasileiro, o Grêmio, que por sua vez irá disputar sua 13ª Copa Libertadores em 2011.

O clube gaúcho é um dos brasileiros com mais participações, ao lado do Cruzeiro, que também estará no torneio sul-americano no ano que vem. Apenas o São Paulo (15 vezes) e o Palmeiras (14), já jogadoram mais vezes do que Grêmio e Cruzeiro desde 1960. O clube mineiro, aliás, está indo para a sua quarta Libertadores consecutiva, igualando o feito de outros brasileiros, como o Santos (de 1962 a 1965), o Flamengo (de 1981 a 1984) e o Grêmio (de 1995 a 1998). O São Paulo, que disputou as últimas sete edições (de 2004 a 2010), está fora da disputa de 2011, mas segue como o maior recordista de participações consecutivas.

Veja abaixo quais são os brasileiros que mais participaram da Copa Libertadores de 1960:

Clube Campeão Vice Semifinal Quartas Oitavas 1ª Fase Pré Participações
São Paulo 92, 93, 05 74, 94, 06 72, 04, 10 08, 09 07 78, 82, 87 15
Palmeiras 99 61, 68, 00 71, 01 95, 09 94, 05, 06 73, 74, 79 14
Cruzeiro 76, 97 77, 09 67, 75 01, 10 94, 98, 04, 08 11* 13
Grêmio 83, 95 84, 07 96, 02, 09 97, 98, 03 82, 90, 11* 13
Santos 62, 63 03 64, 65, 07 04, 05, 08 84, 11* 11
Flamengo 81 82, 84 91, 93, 10 07, 08 83, 02 10
Corinthians 00 96, 99 91, 03, 06, 10 77 11* 9
Internacional 06, 10 80 77, 89 76, 93, 07, 11* 9
Vasco 98 90, 01 99 75, 80, 85 7
Atlético-MG 78 00 72, 01, 81 5
Fluminense 08 71, 85, 11* 4
Atlético-PR 05 00 02 3
Bahia 89 60 64 3
Botafogo 63, 73 96 3
Guarani 79 88 87 3
São Caetano 02 04 01 3
Coritiba 86, 04 2
Sport 09 88 2
Bangu 86 1
Criciúma 92 1
Goiás 06 1
Juventude 00 1
Náutico 68 1
Paulista 06 1
Paraná 07 1
Paysandu 03 1
Santo André 05 1

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domingo, 21 de novembro de 2010 Campeonato Brasileiro, Copa Libertadores, Copa Sul-Americana | 22:11

Flu, Corinthians, Cruzeiro e os garantidos na Libertadores 2011

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Após o término da 36ª rodada, três clubes pretendentes ao título Brasileiro, Fluminense, Corinthians e Cruzeiro, garantiram matematicamente suas vagas para a Copa Libertadores de 2011.

Além de Fluminense , Corinthians e Cruzeiro, o futebol brasileiro será representado na competição sul-americana por Internacional (atual campeão da Libertadores) e Santos (campeão da Copa do Brasil). Palmeiras ou Goiás, se vencerem a Copa Sul-Americana, também poderão ir para a Libertadores. Vale lembrar que se a LDU Quito (que está praticamente garantida pelo Campeonato Equatoriano) vencer a Copa Sul-Americana, ficará com a vaga da Libertadores pelo título sul-americano. Dessa forma, abre uma vaga para o quarto colocado no Campeonato Equatoriano.

Se Palmeiras ou Goiás não conquistarem a Copa Sul-Americana, o quarto colocado do Brasileirão ainda tem uma chance de ir para o torneio. Nessa briga pela quarta vaga, estão ainda Grêmio (57 pontos), Atlético-PR (56) e Botafogo (56). O São Paulo, goleada hoje pelo Flu, deu adeus à chance de voltar na Libertadores.

Veja abaixo quem já está na Copa Libertadores de 2011. Das 38 vagas, 23 já estão preenchidas. Confira:

ARGENTINA (5 vagas)
Classificados: Argentinos Juniors, campeão do Torneio Clausura 2010, e Estudiantes, pela soma de pontos.
Quem deve ir: Vélez Sarsfield, Godoy Cruz e Newell’s Old Boys. Banfield, Racing e Independiente (pela Copa Sul-Americana), correm por fora. River Plate e Boca Juniors estão fora da briga por uma vaga.

BOLÍVIA (3 vagas)
Classificados: Jorge Wilstermann, campeão do Torneio Apertura 2010, e Oriente Petrolero (pelo Torneio Clausura).
Quem deve ir: O Bolívar está bem próximo. San José e Aurora seguem na briga.

BRASIL (6 vagas)
Classificados: Internacional (campeão da Libertadores), Santos (campeão da Copa do Brasil), Fluminense, Corinthians e Cruzeiro (pelo Campeonato Brasileiro).
Quem deve ir: Grêmio, Atlético-PR e Botafogo brigam pela quarta vaga do Brasileirão. Mas se Palmeiras ou Goiás ganharem a Copa Sul-Americana, a quarta vaga deixa de existir.

CHILE (3 vagas)
Classificados: Universidad Católica e Colo Colo (pelo Campeonato Chileno).
Quem deve ir: Audax Italiano, Universidad de Chile, Unión Española e Huachipato são hoje os classificados para a Liguilla, torneio que define a última vaga.

COLÔMBIA (3 vagas)
Classificados:
Atlético Junior, campeão do Apertura 2010.
Quem deve ir: Deportivo Tolima (pela soma de pontos) e o campeão do Torneio Clausura (oito times estão na disputa, entre eles o Once Caldas e o América de Cali).

EQUADOR (3 vagas)
Classificados: Nenhum.
Quem deve ir: LDU Quito e Emelec estão quase lá. Deportivo Quito e Deportivo Cuenca estão bem na disputa. Se a LDU Quito ganhar a Copa Sul-Americana, o quarto colocado do Campeonato Equatoriano vai para a Libertadores.

PARAGUAI (3 vagas)
Classificados: Guaraní (campeão do Apertura 2010) e Cerro Porteño (pela soma de pontos).
Quem deve ir: Libertad (que lidera o Clausura 2010).

PERU (3 vagas)
Classificados: Universidad San Martín (pela soma de pontos já está garantido).
Quem deve ir: León de Huánuco, Alianza Lima, Universitário e Juan Aurich brigam pelas outras duas vagas.

URUGUAI (3 vagas)
Classificados: Peñarol (campeão uruguaio de 2010), Nacional (vice) e Liverpool (pela soma de pontos).

VENEZUELA (3 vagas)
Classificados: Caracas (campeão venezuelano de 2010), Deportivo Táchira (vice) e Deportivo Petare (pela soma de pontos).

MÉXICO (3 vagas)
Classificados: América (melhor time da primeira fase do Apertura 2010), San Luís (segunda melhor campanha) e Jaguares (terceira melhor campanha).

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sexta-feira, 6 de agosto de 2010 Copa Libertadores | 00:31

Com o Inter, Brasil se aproxima da Argentina em finais

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O Internacional conseguiu a classificação para a final da Copa Libertadores, hoje à noite, após um jogaço contra o São Paulo, no Morumbi. O Colorado perdeu por 2 x 1, mas ficou com a vaga por ter vencido o jogo de ida por 1 x 0. Com justiça, a equipe de Celso Roth garantiu ainda a vaga para o Mundial de Clubes da Fifa, deixando o São Paulo para trás mais uma vez (em 2006, o Inter foi campeão sul-americano justamente sobre o Tricolor).

O Internacional conseguiu chegar a sua terceira decisão de Libertadores e agora lutará pelo bicampeonato. Em 1980, o Colorado, de Falcão, acabou perdendo a decisão para o Nacional-URU. Agora, os clubes brasileiros já somam 29 participações em finais de Libertadores e se aproximam muito dos argentinos, que chegaram em 30 decisões. Veja o quadro abaixo:

País Clubes finalistas Títulos
Argentina 30 22
Brasil 29 13
Uruguai 15 8
Paraguai 6 3
Colômbia 9 2
Chile 6 1
Equador 3 1
Peru 2 0
México 2 0


O Internacional é agora o 5º clube brasileiro com mais finais, ao lado do Santos. Melhor do que ele, apenas o São Paulo (6 finais), Grêmio (4), Cruzeiro (4) e Palmeiras (4). Os outros finalistas foram o Santos (3 decisões) e Flamengo, Vasco, São Caetano, Atlético-PR e Fluminense, com uma final cada. Se conquistar o bicampeonato da Libertadores, igualará o feito do rival Grêmio (campeão em 1983 e 1995), além de Santos e Cruzeiro. O São Paulo, com três títulos, segue como o brasileiro com mais títulos.

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Internacional-BRA x Internazionale-ITA novamente?


O Inter está garantido no Mundial de Clubes da Fifa pela segunda vez, sendo o primeiro clube sul-americano a conseguir essa proeza. Campeão mundial em 2006, o Colorado poderá fazer a decisão (caso passe pela semifinal), contra a Inter de Milão. O clube italiano, dirigido pelo espanhol Rafa Benítez, é também o favorito do outro lado da tabela para chegar a decisão. Caso isso se confirme, os clubes de nomes parecidos poderão reeditar uma final e novamente nos Emirados Árabes Unidos. Em 2008, no torneio internacional Dubai Challange Cup, o Colorado foi campeão ao bater os italianos por 2 x 1 na final, com gols de Fernandão e Nilmar (de bicicleta!). Na semifinal, o Inter havia passado pelo Stuttgart-ALE (1 x 0), enquantos a time de Milão bateu o Ajax-HOL, nos pênaltis.

Naquela final, realizada no dia 7 de janeiro, no estádio State of the Art, dois jogadores do atual elenco Colorado estavam em campo: o goleiro Renan e o volante Guiñazu. Confira a ficha da final:

7/1/2008
Internacional 2 x 1 Internazionale-ITA
Local:
Estádio State of the Art (Dubai-EAU); Juiz: Mohammed Omar (EAU); Gols: Fernandão 2/1, Jiménez 40/1 e Nilmar 21/2; Cartões amarelos: Guiñazu, Maycon, Marcão, Ibrahimovic e Materazzi
Internacional: Renan, Wellington Monteiro (Jonas), Sidnei, Orozco e Marcão; Guiñazu, Maycon, Magrão (Danny Morais) e Alex (Ramon); Fernandão e Nilmar. Técnico: Abel Braga
Internazionale: Júlio César, Maicon, Córdoba, Materazzi e Fatic (Burdisso); Zanetti, Bolzoni (Pelé), César e Jiménez; Crespo e Ibrahimovic. Técnico: Roberto Mancini

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quarta-feira, 4 de agosto de 2010 Copa Libertadores, História, Liga dos Campeões, Mundial de Clubes | 12:06

Inter ou São Paulo voltarão a disputar o Mundial da Fifa

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A surpreendente vitória do Chivas Guadalajara sobre a Universidad de Chile, ontem à noite (2 x 0), garantiu a equipe mexicana na decisão da Copa Libertadores e, de quebra, colocou um clube brasileiro na final do Mundial de Clubes da Fifa, que será realizado em dezembro, em Dubai, nos Emirados Árabes.

O vencedor da semifinal do confronto entre São Paulo e Internacional garantirá a vaga na final da Libertadores e, de acordo com o regulamento, estará automaticamente classificado para o Mundial de Clubes da Fifa, como representante sul-americano. Os clubes mexicanos que podem ir ao mundial disputaram a Champions League da Concacaf. Esse ano, o Pachuca foi o campeão e já está classificado para o Mundial da Fifa.

Inter ou São Paulo serão os primeiros clubes da América do Sul a disputar novamente o Mundial de Clubes da Fifa. O São Paulo foi campeão em 2005, quando bateu o Liverpool-ING (1 x 0). Já o Inter, ganhou a decisão ao derrotar o Barcelona-ESP por 1 x 0, em 2006. Curiosamente, essa foi a última vitória de um clube da América do Sul.  Em 2007, o Boca Juniors-ARG perdeu para o Milan-ITA. Em 2008, a LDU Quito-EQU foi derrotada pelo Manchester United-ING. No último mundial, o Barcelona-ESP ganhou do Estudiantes-ARG. Já em 2000, na primeira edição do Mundial de Clubes da Fifa, os representantes da América do Sul (Vasco, campeão da Libertadores de 1998, e Corinthians, campeão brasileiro de 1998, classificado como representante do país-sede), fizeram a final, com vitória a do Corinthians, nos pênaltis.

Além do Pachuca-MEX e de Inter ou São Paulo, o Mundial de Clubes de 2010 terá ainda a presença da Internazionale-ITA, campeã da UEFA Champions League, o Al Wahda, dos Emirados Árabes, campeão do país-sede, além do Hekari United, da Papua Nova Guiné, campeão da Oceania. Faltam ainda serem conhecidos os representantes da Ásia (a Champions League deles termina no dia 13 de novembro) e o da África (que tem a final no dia 14 de novembro).

Caso São Paulo ou Inter percam a final da Libertadores para o Chivas Guadalajara, aqui no Brasil (o primeiro jogo será no México), o vice-campeão da Libertadores irá ao Mundial pela primeira vez. Entre 1960 e 2004, no antigo Mundial Interclubes, sempre o campeão da Libertadores foi à decisão do título intercontinental. Dos representantes da Europa, porém, em algumas ocasiões os vices-campeões da antiga Copa dos Campeões da UEFA (precursora da Liga dos Campeões), abriram mão da vaga na final do Mundial Interclubes. Em 1971 e 1973, o Ajax-HOL, desistiu do torneio. Em seu lugar, participaram o Panathinaikos-GRE (que perdeu o mundial de 71 para o Nacional-URU) e a Juventus-ITA (que perdeu o título para o Independiente-ARG, em 73). Em 1974, foi a vez do Bayern Munique-ALE abrir mão do torneio. O Atlético de Madrid-ESP, aproveitou a chance a foi campeão sobre o Independiente-ARG. Em 1975, o Bayern também desistiu do torneio, só que daquela vez não houve Mundial Interclubes, já que o Independiente-ARG também não tinha datas para disputar. O mesmo aconteceu em 1978, quando Liverpool-ING e Boca Juniors-ARG não entraram em acordo sobre as datas e o torneio foi cancelado.

Em 1977, outro vice-campeão europeu que foi ao Mundial Inteclubes foi o Borussia Moenchengladbach-ALE, que substituiu o campeão Liverpool-ING. Na decisão, os alemães perderam o título para o Boca Juniors-ARG. Já em 1979, o Liverpool-ING desistiu novamente e em seu lugar foi o Malmoe-SUE, que perdeu o Mundial para o Olimpia-PAR. Finalmente, em 2003, o São Paulo foi campeão do Mundial Inteclubes sobre o Milan-ITA, vice da Copa dos Campeões da UEFA, que pegou a vaga do Olympique de Marselha-FRA, que perdeu o título após um escândalo de corrupção.

Outra curiosidade da final da Libertadores de 2010, é que se o Chivas Guadalajara conquistar o título, esse será o primeiro de um clube mexicano, que já bateu na porta em 2001, quando o Cruz Azul perdeu a final para o Boca Juniors-ARG. O Chivas também poderá ser o campeão com menos jogos desde 1993 (apenas oito partidas). Em 1993, o São Paulo, como campeão de 1992, entrou automaticamente nas oitavas-de-final, assim como o Chivas, esse ano. O clube mexicano foi eliminado pela Conmebol em 2009, antes do confronto contra o São Paulo, nas oitavas, pelo caso da gripe suína.

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quinta-feira, 29 de julho de 2010 Copa do Brasil, Copa Libertadores | 12:04

O amplo domínio de Inter e Santos fez a diferença

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Jogando em casa, Internacional e Santos cumpriram o dever e largaram na frente nas decisões da Copa Libertadores e da Copa do Brasil. O futebol ofensivo dos mandantes fez a diferença e servir para abrir uma boa vantagem para os jogos de volta.

No Beira-Rio, o Internacional foi muito superior ao São Paulo, que se limitou apenas a jogar na retranca, e conquistou uma vitória simples (1 x 0), mas muito boa para o jogo de volta. Se marcar um gol no Morumbi, o Colorado terá que sofrer três para ser eliminado. Com um time rápido e com boas opções de ataque (Taison, Alecsandro e até Rafael Sóbis), o Inter já afirmou que irá partir para o ataque para justamente conseguir esse gol fora de casa.

Nas estatísticas da Footstats, o domínio do Internacional no jogo ficou claro. O Colorado deu 442 passes certos contra apenas 176 do São Paulo. Proporcionalmente, foi mais ou menos parecido com o jogo entre Brasil e Coreia do Norte na estreia da nossa Seleção na Copa de 2010. O Brasil acertou 595 passes contra 239 dos norte-coreanos. No jogo de ontem, o Inter teve ainda 19 finalizações contra 7 do São Paulo, 12 escanteios contra 2 do Tricolor paulista e o mais incrível, uma posse de bola de 64,2% contra 35,8% do São Paulo. No jogo Brasil e Coreia do Norte, foi 63% a 37% a favor da Seleção Brasileira.

O São Paulo irá jogar um segundo jogo de semifinal de Libertadores em desvantagem pela primeira vez. Nas outras cinco edições, o Tricolor sempre saiu na frente: 3 x 0 Barcelona-EQU (1992), 1 x 0 no Cerro Porteño-PAR (1993), 2 x 1 no Olimpia-PAR (1994), 2 x 0 no River Plate-ARG (2 x 0) e 1 x 0 no Chivas Guadalajara-MEX (2006).

Já no jogo da Vila Belmiro, a grande diferença foi força ofensiva da equipe santista. O Peixe deu 24 chutes a gol contra apenas 8 do Vitória, sendo apenas uma certa. O Santos teve 7 escanteios a favor contra 2 do Vitória e uma passe de bola de 57,3% contra 42,7% do Vitória. Com o 2 x 0, o time de Neymar, Ganso e Robinho abriu uma ótima vantagem para o jogo de volta.

Até hoje, apenas duas equipes que venceram os jogos de ida perderam o título das 22 edições anteriores da Copa do Brasil (o Fluminense, em 1992, que ganhou por 2 x 1 do Inter e depois foi derrotado por 1 x 0, no Beira-Rio; e o Corinthians, em 2008, que ganhou do Sport por 3 x 1, em São Paulo, e depois perdeu o título, na Ilha do Retiro, ao perder por 2 x 0).

A seu favor, o Peixe tem também um ótimo retrospecto quando tem em campo o quarteto ofensivo convocado recentemente para a Seleção Brasileira (Neymar, Ganso, André e Robinho). Com eles, nessa temporada, o Santos conseguiu 12 vitórias, 1 empates e apenas 3 derrotas em 16 partidas (77% de aproveitamento). Mais do que isso, o Peixe conseguiu anotar 52 gols nesses 16 jogos com a presença dos quatro jogadores (incrível média de 3,25 gols por jogo). Com isso, o Santos já conseguiu a proeza de ter o melhor ataque da história da Copa do Brasil com 38 gols, além do artilheiro da competição, Neymar, com 11 gols.

O Vitória, que mostrou pouca força ofensiva ontem, terá que fazer valer seu retrospecto no Barradão para chegar ao seu primeiro título nacional. Em 2010, o time do técnico Ricardo Silva disputou 16 jogos em casa (pelo Campeonato Baiano, Copa do Brasil e Brasileirão). Foram 12 vitórias, 3 empates e apenas 1 derrota. Nesses 16 jogos, foram 41 gols (média de 2,56 por jogo). Só na Copa do Brasil, o desempenho foi muito superior. Em 4 jogos, foram 4 goleadas: 4 x o no Corinthians-AL, 5 x 0 no Náutico, 4 x 0 no Goias e 4 x 0 no Atlético-GO. Outra esperança do Vitória é que no último jogo entre Vitória e Santos, no Barradão, o Rubro-Negro aplicou uma goleada histórica (6 x 2). Naquele jogo, o Peixe contou com Ganso e Pará, entre aqueles que atuaram ontem. No Barradão, foram 8 jogos entre Vitória e Santos, com 5 vitórias dos baianos e duas dos santistas.

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