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segunda-feira, 5 de setembro de 2011 Campeonato Brasileiro | 10:45

A dura vida do Flamengo sem Ronaldinho Gaúcho

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Melhor jogador do Flamengo na temporada, o atacante Ronaldinho Gaúcho estreou pelo clube no dia 2 de fevereiro de 2011. Desde então, o Rubro-negro disputou 44 jogos e contou com a presença do seu grande astro em 38 dessas partidas. Ou seja, Gaúcho participou de 86,4% das partidas do time desde então. Dessas 38 partidas, o Flamengo perdeu apenas duas vezes, ganhou 21 e empatou 15, ficando com um aproveitamento de 68,4%. Sem Ronaldinho, desde a sua estreia, o Flamengo disputou 6 jogos, venceu apenas um (pela Copa do Brasil) e teve um aproveitamento de 33,3% dos pontos.

Nesse Brasileirão, os números do Flamengo com e sem Ronaldinho ficam mais evidentes. Dos 21 jogos do time de Luxemburgo na competição, Ronaldinho esteve em campo em 18 deles (9 vitórias, 8 empates e 1 derrota, com 64,8% de aproveitamento). Sem Ronaldinho, o Flamengo não venceu no Brasileirão. O time empatou com o Ceará na 11ª rodada, perdeu a invencibilidade diante do Atlético-GO na 17ª rodada, ao perder por 4 x 1, e ontem, foi novamente derrotado em casa (3 x 1 para o Bahia).

Já na Copa Sul-Americana, Luxemburgo entrou em campo com um time misto e depois que colocou Ronaldinho em campo, na segunda etapa, o Flamengo chegou à vitória (ambas por 1 x 0), justamente com gols de Ronaldinho.

Fora de campo, o Flamengo também vem sofrendo para atrair público sem a presença de Ronaldinho Gaúcho. Com ele jogando, nas partidas em casa, a média do Rubro-negro foi de 23.772 torcedores por partida nesse Brasileirão. Sem Gaúcho, a média foi de apenas 7.380.

Veja abaixo o desempenho do Flamengo com e sem Ronaldinho nessa temporada, desde sua estreia, no dia 2 de fevereiro:

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sexta-feira, 2 de setembro de 2011 Campeonato Brasileiro, Estatísticas | 09:50

São Paulo fica de fora do G4 pela primeira vez no Brasileirão 11

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Ao perder para o Fluminense e chegar a marca de cinco jogos sem vitória no Brasileirão, o São Paulo caiu para a 5ª colocação no campeonato e pela primeira vez ficou de fora do G4. No ano passado, o Tricolor fez uma de suas piores campanhas na era dos pontos corridos no Brasileirão e não chegou a ingressar no grupo que vai à Libertadores durante todo o torneio. Assim, ficou de fora da competição sul-americana pela primeira vez depois de participar durante  sete anos consecutivos.

Em 2011, o São Paulo, ainda comandando por Paulo César Carpegiani, iniciou o Brasileirão com tudo, vencendo seus cinco primeiros jogos e isolando-se na liderança. Porém, levou uma goleada histórica do Corinthians (5 x 0) e depois perdeu mais dois jogos seguidos. Desde então, perdeu o primeiro lugar para o rival e depois a segunda colocação para o Flamengo. Já na 20ª rodada, a primeira do returno, o São Paulo perdeu em casa para o Fluminense e acabou ultrapassado por Vasco e Botafogo. Confira a classificação dos clubes rodada a rodada nesse Brasileirão de 2011:

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.A sequência negativa de cinco jogos sem vitórias no Brasileirão do São Paulo é a maior no momento no campeonato, ao lado do Flamengo, do Bahia e do lanterna América-MG. Se pegarmos as últimas cinco rodadas do Brasileiro, em 15 pontos possíveis, o São Paulo conquistou apenas 4 deles, tendo a 16ª melhor campanha. O Flamengo, que também vem muito mal nas últimas rodadas, perdeu a vice-liderança e tem a segunda pior campanha nas últimas rodadas. Por outro lado, o Atlético-GO, do técnico Hélio dos Anjos, vem numa série incrível, com cinco vitórias consecutivas. O Dragão, que estava na zona do rebaixamento na 15ª rodada pulou para o 9º lugar depois dessa sequência de vitórias. Confira o desempenho dos clubes nas últimas cinco partidas que disputaram:

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quarta-feira, 31 de agosto de 2011 Técnicos | 12:10

Zico e os técnicos brasileiros no exterior

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Nessa semana, o técnico Zico acertou sua ida para o Iraque, onde irá comandar a seleção nacional. Como treinador, o Galinho irá assumir pela segunda vez uma seleção – entre 2002 e 2006, foi técnico do Japão. Depois de passar pelo futebol da Turquia, do Uzbequistão, da Rússia e da Grécia, Zico irá se aventurar no comando da seleção do Iraque, que hoje ocupa apenas a 109ª posição no ranking da Fifa.

Além de Zico, outros cinco brasileiros estão dirigindo seleções nacionais pelo mundo. O mais conhecido deles é Sebastião Lazaroni, técnico da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1990, que hoje treina o Catar. A federação de lá, aliás, fechou recentemente com outro brasileiro, Paulo Autuori, que irá comandar a seleção olímpica. Já os outros quatro técnicos brasileiros em seleções nacionais são Édson Tavares (Haiti), Moreno (São Tomé e Príncipe), Antônio Vieira (Timor Leste) e Marcos Paqueta (que já treinou a Arábia Saudita na Copa de 2006 e hoje está na Líbia).

Nessa semana, além de Zico, outro técnico brasileiro acertou sua ida para o exterior. Dunga, que depois de perder a Copa do Mundo de 2010 com a Seleção Brasileira não havia mais trabalhado como técnico, fechou com o Al Rayyan, do Catar, onde irá substituir Paulo Autuori. No Catar, aliás, estão mais dois brasileiros: Péricles Chamusca (Al Jaish) e Silas (Al Arabi). O futebol árabe conta também com Paulo Bonamigo, que dirige o Al Shabab, dos Emirados Árabes Unidos, além de Baltermar Brito, do Al Ittihad, da Líbia. No Japão, o campeonato local conta com três brasileiros: Oswaldo de Oliveira (Kashima Antlers), Nelsinho Baptista (Kashiwa Reysol) e Levir Culpi (Cerezo Osaka). Já em Portugal, na segunda divisão, está Vinícius Eutrópio, treinando o Estoril. E na África do Sul, Júlio César Leal é o técnico do Orlando Pirates.

Das 206 seleções filiadas à Fifa, 87 contam com técnicos estrangeiros. Com Zico, agora, são seis técnicos brasileiros dirigindo uma dessas seleções nacionais. A Alemanha, porém, é o país com mais técnicos treinando seleções (12 no total), seguida por França (7) e Holanda e Itália (5 cada). Desses 87 técnicos, alguns são ilustres, assim como Zico. Na Arábia Saudita, está Frank Rijkaard, ex-técnico da Holanda e do Barcelona. No Azerbaijão, o técnico é Berti Vogts, campeão mundial como jogador, pela Alemanha, em 1974, e treinador alemão nas Copas de 1994 e 1998. A Seleção do Azerbaijão já foi comanda pelo técnico Carlos Alberto Torres, entre 2004 e 2005.  Outros três técnicos alemães de carreira vitoriosa e hoje dirigindo seleções nacionais são Jurgen Klinsmann (Estados Unidos), Lothar Matthaeus (Bulgária) e Ottmar Hitzfeld (Suíça). Matthaeus, inclusive, já se aventurou como técnico aqui no Brasil, quando dirigiu o Atlético-PR em 2006.

Outros casos curiosos de técnicos famosos espalhados pelo mundo são Javier Clemente, que dirigiu a Espanha nas Copas de 1994 e 1998 e hoje está no treinando a Seleção de Camarões; o francês Henri Michel, medalha de ouro nas Olimpíadas de 1984 e carrasco do Brasil na Copa de 1986, que hoje treina a fraca Seleção do Guiné Equatorial; e o português Carlos Queiróz, que dirigiu a Seleção Lusa na última Copa do Mundo, hoje é técnico do Irã. Outros são os holandeses Dick Advocaat (Rússia) e Guus Hiddink (Holanda); os italianos Giovanni Trapattoni (Irlanda do Norte) e Alberto Zaccheroni (Japão); além do belga Eri Gerets (Marrocos).

Confira a lista de todos os 87 técnicos estrangeiros que hoje estão no comando das seleções nacionais:

Seleção Técnico País
Albânia Josip Kuze Croácia
Andorra David Rodrigo Espanha
Arábia Saudita Frank Rijkaard Holanda
Austrália Holger Osieck Alemanha
Azerbaijão Berti Vogts Alemanha
Bahamas Paul James Canadá
Bangladesh Nikola Ilievski Macedônia
Barein Peter Taylor Inglaterra
Belarus Bernd Stange Alemanha
Belize José de la Paz Honduras
Bulgária Lothar Matthaeus Alemanha
Burkina Fasso Paulo Duarte Portugal
Burundi Adel Amrouche Bélgica
Butão Hiroaki Matsuyama Japão
Camarões Javier Clemente Espanha
Cambodja Tae Hong Lee Coreia do Sul
Catar Sebastião Lazaroni Brasil
Cazaquistão Miroslav Beranek República Tcheca
Chile Claudio Borghi Argentina
China José Camacho Espanha
Chipre Nikos Nioplias Grécia
Cingapura Raddy Avramovic Sérvia
Congo Jean-Guy Walleme França
El Salvador Rubén Israel Uruguai
Emirados Árabes Srecko Katanec Eslovênia
Equador Reinaldo Rueda Colômbia
Estados Unidos Jurgen Klinsmann Alemanha
Etiópia Tom Saintfiet Bélgica
Filipinas Michael Weiss Alemanha
Gabão Gernot Rohr Alemanha
Gâmbia Paul Put Bélgica
Gana Goran Stevanovic Sérvia
Grécia Fernando Santos Portugal
Guam Kazuo Uchida Japão
Guatemala Ever Almeida Paraguai
Guiné Michel Dussuyer França
Guiné Equatorial Henri Michel França
Guiné-Bissau Norton de Matos Portugal
Haiti Édson Tavares Brasil
Honduras Luís Suárez Colômbia
Ilhas Cayman Carl Brown Jamaica
Ilhas Cook Maurice Tillotson Nova Zelândia
Ilhas Faroe Brian Kerr Irlanda
Ilhas Turcas e Caicós Matthew Green Inglaterra
Indonésia Win Rijsbergen Holanda
Inglaterra Fabio Capello Itália
Irã Carlos Queiróz Portugal
Iraque Zico Brasil
Irlanda do Norte Giovanni Trapattoni Itália
Japão Alberto Zaccheroni Itália
Jordânia Adnan Hamad Iraque
Kuwait Goran Tufegdzic Sérvia
Laos Hans-Peter Schaller Áustria
Líbano Theo Bucker Alemanha
Líbia Marcos Paquetá Brasil
Liechtenstein Bidu Zaugg Suíça
Macau Sui Wing Leung Hong Kong
Macedônia John Toshack País de Gales
Maldivas Diego Cruciani Argentina
Mali Alain Giresse França
Marrocos Eri Gerets Bélgica
Moçambique Mart Nooij Holanda
Moldávia Gavril Balint Romênia
Montenegro Zlatko Kranjcar Croácia
Nepal Graham Roberts Inglaterra
Nicarágua Enrique Llena Espanha
Omã Paul Le Guen França
Papua Nova Guiné Frank Farina Austrália
Paraguai Gerardo Martino Argentina
Peru Sergio Markarián Uruguai
Rep. Dem. do Congo Robert Nouzaret França
República Centro-Africana Jules Accorsi França
Ruanda Sellas Tetteh Teivi Gana
Rússia Dick Advocaat Holanda
São Tomé e Príncipe Moreno Brasil
Serra Leoa Lars Olof Mattsson Suécia
Sri Lanka Jung Jang Coreia do Sul
Suíça Ottmar Hitzfeld Alemanha
Tailândia Winnie Schaffer Alemanha
Taipei Tae Ho Lee Coreia do Sul
Tanzânia Jan Poulsen Dinamarca
Timor Leste Antônio Vieira Brasil
Trinidad e Tobago Otto Pfister Alemanha
Turquia Guus Hiddink Holanda
Uganda Bobby Williamson Escócia
Vietnã Falko Goetz Alemanha
Zâmbia Dario Bonetti Itália

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terça-feira, 30 de agosto de 2011 Campeonato Brasileiro, Transferências | 10:53

Quem mais perdeu jogadores nesse Brasileirão

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Ao final do primeiro turno, os 20 clubes da Série A negociaram 91 jogadores. Quase 1/3 desses atletas (30), porém, continuaram na primeira divisão, trocando apenas de clube. Outros 26 jogadores acabaram migrando para a Série B do Brasileiro. Já 23 jogadores foram para o exterior. Um número até relativamente baixo, se comparado aos anos anteriores: 45 em 2010, 46 em 2009, 52 em 2008, 64 em 2007, 50 em 2006, 58 em 2005 e 65 em 2004. Nessa janela de transferências, quem mais comprou jogadores brasileiro foi o futebol italiano, com cinco jogadores, seguido por Portugal (3) e China (3).

Contando os jogadores que entraram em campo e também aqueles que chegaram a ficar no banco de reservas, os clubes que mais perderam jogadores nesse Brasileiro foram o Avaí (11 jogadores), o Santos (9, sendo três para o exterior), além de Ceará, Grêmio e Vasco, que perderam 7 jogadores. O líder Corinthians e o Atlético-MG foram os clubes que menos perderam jogadores, com apenas uma baixa no elenco cada.

Veja a lista dos jogadores que deixaram ou trocaram de clube nesse Brasileirão:

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quinta-feira, 25 de agosto de 2011 Artilheiros, Campeonato Brasileiro, História | 08:50

Borges e os maiores artilheiros na era dos pontos corridos

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Autor dos dois gols da vitória do Santos, sobre o Fluminense, ontem, por 2 x 1, o atacante Borges isolou-se na artilharia do Brasileirão com 12 gols em apenas 15 jogos. Aos 30 anos, o centroavante está disputando seu sétimo Brasileirão pelo sexto clube diferente. Desde que estreou na competição pelo São Caetano, em 2004, com Muricy Ramalho sob seu comando, Borges já anotou 63 gols em Brasileiros, na era dos pontos corridos. Com Muricy como seu treinador, além de Santos e São Caetano, Borges viveu seu grande momento na carreira ao conquistar o bi do Brasileirão em 2007/08.

Com 63 gols, Borges figura agora entre os cinco maiores goleadores desde 2003, quando campeonato passou a ser disputado no sistema de pontos corridos. O maior artilheiro continua sendo Paulo Baier, que disputou todas as edições e anotou 86 gols. Em 2011, porém, o meia ainda não marcou. Dos jogadores em atividade, outro bem colocado é o atacante Alecsandro, do Vasco, autor de 67 gols (fez dois nesse Brasileirão).

Confira abaixo a lista dos maiores artilheiros do Brasileirão desde 2003:

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segunda-feira, 22 de agosto de 2011 Campeonato Brasileiro | 09:02

Defesa do São Paulo sofre com "apagão" no segundo tempo

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Terceiro colocado no Brasileirão, o São Paulo vem sofrendo nesse campeonato com a instabilidade de sua defesa na segunda etapa das partidas. Até agora, dos 22 gols sofridos pelo Tricolor na competição, apenas três foram no primeiro tempo e 19 no segundo, o que significa 86,4% dos gols sofridos pela equipe. Até os 30 primeiros minutos de cada jogo, o São Paulo levou apenas um gol nesse campeonato (para o Atlético-PR, em casa).

Assim como ontem, no clássico contra o Palmeiras, quando saiu na frente no primeiro tempo e depois deixou o rival empatar, o São Paulo acabou perdendo alguns pontos no Brasileirão ao não manter o resultado da primeira etapa. Contra o Flamengo, na 11ª rodada, levou o gol da derrota aos 26 minutos do segundo tempo. Contra o Atlético-GO, sofreu o empate, em casa, aos 23 minutos da segunda etapa. Contra o Coritiba, fora de casa, chegou a virar o jogo por 3 x 0, fez o quarto gol no início da segunda etapa e depois levou três gols (22, 29 e 41), quase permitindo o empate. Depois, contra o Vasco, em casa, levou dois gols no segundo tempo (aos 7 e aos 47) e foi derrotado por 2 x 0.

Dos 20 clubes da Série A, o São Paulo é o que menos sofreu gols no primeiro tempo e o que mais levou gols na segunda etapa, na proporção dos gols sofridos pelas equipes. Confira:

Gols sofridos (1º tempo):
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Gols sofridos (2º tempo):
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sexta-feira, 19 de agosto de 2011 Campeonato Brasileiro, História, Técnicos | 08:25

Luxemburgo perde chance de ser recordista de invencibilidade pelo Fla

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Com a goleada sofrida diante do Atlético-GO, por 4 x 1, ontem, no Engenhão, o técnico Vanderlei Luxemburgo perdeu a chance de se tornar recordista de invencibilidade como técnico do Flamengo em Campeonatos Brasileiros. Luxa estava invicto na competição havia 16 rodadas e com mais um jogo igualaria a marca de Cláudio Coutinho, que ficou 17 jogos sem derrota em 1980, ano do primeiro título Brasileiro do Flamengo.

Essa sequência de 16 jogos sem derrota em uma única edição de Vanderlei Luxemburgo é, no entanto, uma das maiores na história da competição nacional em uma única edição. A marca ficou próxima do recorde de invencibilidade na era dos pontos corridos, que pertence a Paulo César Gusmão, que ficou 21 rodadas sem derrota no ano passado, contando as passagens por Ceará e Vasco. No geral, em uma única edição, porém, Luxemburgo ainda estava longe de alcançar o recorde de Evaristo de Macedo que ficou 27 partidas sem perder pelo Santa Cruz no Brasileirão de 1978.

Além de ser o recordista de invencibilidade em uma única edição de Brasileiro, Evaristo de Macedo detém também o recorde de sequência invicta somando-se os campeonatos seguintes, com 33 jogos sem derrota entre 1973 e 1978. Luxemburgo, pelo Palmeiras, em 1993 e 1994, chegou a ficar 23 jogos sem derrota.

Confira abaixo as maiores invencibilidades dos técnicos na história do Brasileirão em uma única edição e também no geral.

Maiores invencibilidades em uma única edição:
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Maiores invencibilidades no geral:
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011 Campeonato Brasileiro | 08:42

Corinthians lidera gols de pênaltis e viradas no Brasileirão

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Líder do Brasileirão, o Corinthians voltou a vencer na competição, ontem, ao bater o Atlético-MG por 3 x 2, fora de casa. Depois de sair perdendo para o Galo (que vencia por 2 x 0 até o intervalo), o time paulista conseguiu a virada, garantindo assim mais uma rodada na liderança do Brasileirão. Das 11 vitórias da equipe de Tite até agora, três foram assim, de virada. Na primeira rodada, a equipe virou para cima do Grêmio, no Olímpico (2 x 1). Depois, na oitava rodada, venceu o Vasco, no Pacaembu, também por 2 x 1. Até agora, o Corinthians é a clube que mais conseguiu viradas no Brasileirão. Confira:

Clubes que mais venceram de virada no Brasileirão 2011:
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.Por outro lado, o Avaí, penúltimo colocado, é o time que mais perdeu de virada na competição. Veja:

Clubes que mais perderam de virada no Brasileirão 2011:
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Na vitória sobre o Galo, em Ipatinga, o Corinthians teve dois pênaltis a seu favor (nenhum contestável). Assim, chegou a marca de seis pênaltis recebidos no Brasileirão, um recorde na competição até agora. Desses seis pênaltis, cinco foram convertidos, deixando assim o alvinegro como o clube com mais gols de pênalti no torneio. Por outro lado, o Atlético-MG, cometeu seu nono pênalti no Brasileirão, também um recorde negativo até então. Ao sofrer dois pênaltis, Émerson tornou-se um dos jogadores com mais pênaltis sofridos no Brasileirão. Sheik tem dois pênaltis sofridos, ao lado de Neymar, que ontem também sofreu um no jogo contra o Coritiba. O recordista, porém, é Liédson, com três pênaltis sofridos. Nas cobranças, o líder é o argentino Montillo, com três gols. Entre os pênaltis cometidos, o zagueiro Réver é o líder nesse quesito com três pênaltis (ontem, inclusive, fez um sobre Émerson e acabou expulso). Abaixo a lista dos clubes com mais pênaltis e favor e contra no torneio até agora:

Clubes com mais pênaltis a favor no Brasileirão 2011:

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Clubes que mais cometeram pênaltis no Brasileirão 2011:

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segunda-feira, 15 de agosto de 2011 Campeonato Brasileiro | 10:37

Corinthians repete erro de 2010, tropeçando em jogos fáceis

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No Campeonato Brasileiro de 2010, o Corinthians teve um grande início, ficando invicto por nove rodadas e liderando o torneio. Pouco depois, com a saída do técnico Mano Menezes para a Seleção Brasileira e com a entrada de Adílson Batista, o time perdeu a liderança para o Fluminense, mas chegou a reconquistá-la na 24ª rodada, quando bateu o Santos, na Vila Belmiro, por 3 x 2. Depois disso, no entanto, o alvinegro tropeçou diante de clubes mal colocados na tabela (empatou com o Ceará, em casa 2 x 2, perdeu para o Atlético-GO, em casa, por 4 x 3, foi derrotado pelo Atlético-MG (1 x 2), fora, e depois ainda empatou, fora, contra Guarani (0 x 0), Vitória (1 x 1) e Goiás (1 x 1), perdendo de vez a chance de ser campeão brasileiro.

Diante dos nove últimos colocados de 2010, o Corinthians teve um aproveitamento de 51,9% dos pontos. Já diante dos nove primeiros colocados da tabela, o aproveitamento foi de 68,3%. Ou seja, o time acabou desperdiçando os pontos conquistados diante dos grandes e vendo o título escapar nos tropeços contra os piores da tabela.

Em 2011, a história vem se repetindo nesse Brasileiro. Depois de um grande início, principalmente diante das grandes equipes, o Corinthians passou a sucumbir diante dos últimos e agora vê sua primeira colocação bem ameaçada. Na 10ª rodada, o time de Tite era líder com 28 pontos (9 vitórias e 1 empate), com um ótimo aproveitamento de 93,3% e com 7 pontos de vantagem sobre o vice-líder, São Paulo. Agora, seis rodadas depois, o time lidera o campeonato com 34 pontos, o mesmo número de pontos do Flamengo, segundo colocado, mas com uma vitória a menos.

Nesses últimos seis jogos, o Corinthians conquistou apenas seis pontos, ficando com um fraco aproveitamento de 33,3% dos pontos. Nesse período, o Flamengo conquistou 14 dos 18 pontos disputados. Entre os 20 clubes, nessas últimas seis rodadas, o Corinthains teve apenas a 15ª melhor campanha.

Até agora, no Brasileiro de 2011, o Corinthians conquistou 55,6% de aproveitamento diante dos 10 últimos colocados da tabela. Já diante dos primeiros colocados (Flamengo, São Paulo, Vasco, Botafogo, Internacional, Fluminense e Coritiba), conquistou 90,5% dos pontos, com 6 vitórias e um empate.

Veja a classificação do Brasileiro na 10ª rodada e a classificação do nas últimas seis rodadas, quando pegou adversários das últimas posições (Avaí, Atlético-PR, Santos, América-MG, Ceará e Cruzeiro).

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Classificação do Brasileiro nas últimas seis rodadas:

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sexta-feira, 12 de agosto de 2011 Futebol Europeu | 09:42

Campeonato Português estreia hoje com 143 brasileiros

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Começa hoje, com a partida Gil Vicente x Benfica, o Campeonato Português da temporada 2011/12. Disputado desde 1921, o campeonato tem como atual campeão o Porto, que venceu a última edição de forma invicta. Para essa temporada, o Dragão não contará mais com o técnico André Villas-Boas, que assumiu o Chelsea. O atual campeão português, porém, investiu pesado para a temporada 2011/12.

Ao trazer o o lateral-esquerdo Alex Sandro (ex-Santos), o atacante Kléber (ex-Atlético-MG e que estava no Marítimo), além de Juan Manoel Iturbe (destaque do Cerro Porteño na última Libertadores), e gastar 25 milhões de euros, o Porto larga como principal favorito ao título. Sob o comando do técnico Vítor Pereira, o Porto tem como destaque da equipe campeã da última temporada o goleiro Helton, o volante uruguaio Álvaro Pereira, além do meia colombiano Guarín e dos atacantes Hulk (artilheiro do último campeonato) e Falcao García.

Já o Benfica, do técnico Jorge Jesus, foi o clube que mais gastou entre os 16 participantes da primeira divisão portuguesa, com 28,2 milhões de euros. O time de Lisboa, também, foi o que mais faturou com venda de jogadores, principalmente com as saídas de Fábio Coentrão para o Real Madrid (30 milhões de euros) e Roberto Jiménez, que foi para o Zaragoza por 8,5 milhões. Entre as novidades do Benfica, estão Enzo Pérez (ex-Estudiantes-ARG), Bruno César (ex-Corinthians), Matic (ex-Chelsea) e Witsel (contratado junto ao Standard Liege-BEL por 8 milhões de euros.

No total, a Liga Portuguesa de 2011/12 contará com 143 brasileiros espalhados entre as 16 equipes. Em nenhum outro país da Europa a invasão brasileira é tão grande. Em Portugal, os nossos jogadores representam 30,4% do total de atletas da competição. Os portugueses representam 43,8% (206 jogadores). Alguns clubes chegam a ter até mais brasileiros do que portugueses no elenco, como o União Leira (15 brasileiros, contra 11 lusos); Marítimo (11 a 9); Braga (12 a 9); e Nacional (12 a 7). Até o campeão Porto está repleto de brazucas – nove, o mesmo número de portugueses no elenco.

No Velho Continente, entre as principais ligas, os brasileiros, aliás, são maiores entre os estrangeiros em várias delas. Veja quais são os estrangeiros que predominam nos principais campeonatos nacionais da Europa:

Campeonato Português
Brasil (143), Argentina (13), Cabo Verde (10), Nigéria (8), Uruguai (8), França (7) e Espanha (6)

Campeonato Inglês
França (28), Irlanda (28), Espanha (18), Escócia (17), País de Gales (17), Brasil (12) e Holanda (10)

Campeonato Espanhol
Argentina (28), Brasil (25), Portugal (17), França (13), Uruguai (12), Holanda (7) e Itália (6)

Campeonato Italiano
Argentina (34), Brasil (33), França (15), Sérvia (11), Colômbia (10), Uruguai (10) e Chile (9)

Campeonato Alemão
Brasil (20), Áustria (17), Croácia (13), Holanda (12), República Tcheca (12), Suíça (10) e Japão (9)

Campeonato Francês
Senegal (20), Brasil (16), Mali (15), Argentina (12), Camarões (11), Costa do Marfim (11) e Gana (8)

Campeonato Russo
Brasil (19), Sérvia (15), Bielorussia (15), Geórgia (12), Moldávia (9) e Ucrânia (8)

Campeonato Holandês
Bélgica (31), Suécia (14), Marrocos (11), Brasil (9), Dinamarca (8), Alemanha (6) e Sérvia (6)

Campeonato Turco
Brasil (17), Alemanha (15), Argentina (11), República Tcheca (11), Croácia (9) e Eslováquia (9)

Campeonato Ucraniano
Brasil (29), Sérvia (10), Argentina (9), Croácia (9), Geórgia (9), Nigéria (9) e Romênia (6)

Campeonato Belga
França (20), Brasil (16), Marrocos (11), Senegal (11), África do Sul (8) e Sérvia (8)

Campeonato Grego
Brasil (35), Argentina (32), Espanha (27), França (18), Croácia (13) e Nigéria (11)

Campeonato Sueco
Brasil (14), Finlândia (14), Nigéria (8), Kosovo (7) e Islândia (6)

Campeonato Romeno
Brasil (27), Portugal (19), Sérvia (16), Argentina (8), Bósnia e Herzegovina (7)

Campeonato Sérvio
Brasil (9), Montenegro (5), Bósnia e Herzegovina (3) e Gana (2)

Campeonato Húngaro
Sérvia (30), Brasil (14), Montenegro (12), Eslováquia (11) e Croácia (10)

Campeonato Búlgaro
Brasil (10), Sérvia (5), Holanda (4), Eslováquia (3) e Croácia (2)

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quinta-feira, 11 de agosto de 2011 Seleção Brasileira, Técnicos | 09:36

Após um ano, Mano tem uma das piores campanhas pela Seleção

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Depois de completar um ano a frente da Seleção Brasileira (estreou no dia 10 de agosto de 2010 vencendo os Estados Unidos), o técnico Mano Menezes vive uma situação bem diferente daquela passada no início de seu trabalho. Então líder do Brasileirão pelo Corinthians, o treinador assumiu a Seleção depois da recusa de Muricy Ramalho e tinha pela frente apagar a má impressão deixada pela equipe de Dunga na Copa do Mundo.

No começo, as três vitórias seguidas sobre Estados Unidos (2 x 0), Irã (3 x 0) e Ucrânia (2 x 0) com a renovada equipe e com os jogadores aclamados pelos torcedores (Neymar, Ganso e Pato) deixaram uma boa imagem. Porém, após o primeiro revés, diante de um forte adversário (0 x 1 diante da Argentina), a Seleção Brasileira de Mano Menezes passou a cair em descrédito.

Depois disso, em 2011, o time de Mano bateu a fraca Escócia (2 x 0), perdeu para a França (0 x 1), empatou com a Holanda (0 x 0, em casa) e bateu a limitada Romênia pelo magro placar de 1 x 0. Sem empolgar, a Seleção foi para a Argentina disputar a Copa América e lá passou vexame. Em quatro jogos, venceu apenas um, empatou três e foi eliminada precocemente nas quartas-de-final, terminando na péssima 8ª colocação entre 12 participantes, a sua pior em todas as suas 33 participações de Copa América, desde 1916.

Após o fiasco na Argentina, o Brasil perdeu para a Alemanha, em Stuttgart, por 3 x 2, deixando assim um jejum de 19 anos sem derrotas diante do tradicional rival, para o qual havia perdido apenas três vezes na história em 20 jogos. Sem vencer uma seleção forte, Mano Menezes chegou a marca de 13 jogos, com 6 vitórias, 4 empates e 3 derrotas. Seu aproveitamento, de 56,4%, é um dos piores entre os técnicos com mais de 10 jogos oficiais pela Seleção Brasileira na história. Desse grupo de treinadores, apenas Emerson Leão (43,3%), Falcão (52,1%) e Adhemar Pimenta (53,3%), tiveram campanhas inferiores a de Mano Menezes. Veja o quadro:

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quarta-feira, 10 de agosto de 2011 Copa Sul-Americana, História | 09:14

São Paulo busca reverter a sina de fracassar diante dos brasileiros

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Nos últimos dez anos, o São Paulo participou de 12 torneios sul-americanos, entre Copa Libertadores e Copa Sul-Americana. Pela principal competição do continente, sagrou-se campeão em 2005, ano em que também levantou o título Mundial. Nas outras 11 edições, porém, o clube saiu derrotado e sucumbindo diante de equipes brasileiras em oito confrontos de mata-mata. As outras três eliminações foram diante do River Plate-ARG, Once Caldas-COL e Millonarios-COL.

Hoje, o Tricolor do Morumbi inicia sua trajetória na Copa Sul-Americana diante do Ceará, outro rival brasileiro em torneios sul-americanos. Longe da Copa Libertadores depois de sete anos seguidos de participações, o São Paulo quer aproveitar o curto caminho da Sul-Americana para garantir sua volta à Libertadores em 2012. Para isso, porém, deverá superar essa sina recente de cair diante de clubes brasileiros em torneios da América do Sul. Se passar pelo Ceará, o São Paulo irá para as oitavas-de-final, mas só voltará a enfrentar outra equipe brasileira na semifinal ou na final.

Confira abaixo as últimas eliminações do São Paulo em torneios sul-americanos:
2010 – Copa Libertadores – Eliminado pelo Internacional na semifinal
2009 – Copa Libertadores – Eliminado pelo Cruzeiro nas quartas-de-final
2008 – Copa Libertadores – Eliminado pelo Fluminense nas quartas-de-final
2008 – Copa Sul-Americana – Eliminado pelo Atlético-PR na segunda fase
2007 – Copa Libertadores – Eliminado pelo Grêmio nas oitavas-de-final
2007 – Copa Sul-Americana – Eliminado pelo Millonarios-COL nas quartas-de-final
2006 – Copa Libertadores – Perdeu para o Internacional na final
2005 – Copa Libertadores – Campeão, bateu o Atlético-PR na final
2005 – Copa Sul-Americana – Eliminado pelo Internacional na primeira fase
2004 – Copa Libertadores – Eliminado pelo Once Caldas-COL na semifinal
2004 – Copa Sul-Americana – Eliminado pelo Santos na segunda fase
2003 – Copa Sul-Americana – Eliminado pelo River Plate-ARG na semifinal

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terça-feira, 9 de agosto de 2011 Campeonato Brasileiro, Confrontos | 10:16

Santos tem melhor aproveitamento sem Neymar e Ganso

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O Santos entrará em campo amanhã, pelo Campeonato Brasileiro, diante do rival Corinthians, sem as suas duas maiores estrelas: Paulo Henrique Ganso e Neymar. Os dois estão com a Seleção Brasileira que jogará também amanhã contra a Alemanha, em Stuttgart.

De cara, a preocupação do torcedor santista é grande, afinal o time perde muito em qualidade sem os dois craques. Porém, pelo análise fria dos números, o torcedor pode acreditar numa vitória sobre o rival, afinal, sem Neymar e Ganso, o aproveitamento de pontos do Santos é maior na temporada de 2011 e também desde 2009, quando passaram a jogar juntos pelo profissional do Peixe.

Sem Neymar e Ganso em campo, juntos, o Santos venceu apenas 7 dos 16 jogos em 2011, conquistando um aproveitamento de 50% dos pontos disputados. Sem a dupla, foram 10 vitórias em 18 jogos e um aproveitamento de 64,8%. Em 2010, o quadro foi reverso. Porém, desde 2009, em 188 jogos disputados no período, incrivelmente o desempenho santista é maior sem a dupla (59,2% contra 58,7%).

Veja abaixo o desempenho do Santos com e sem Neymar e Ganso e também quando apenas um deles esteve em campo desde 2009:

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Quando jogou apenas com Neymar, o Santos também não teve o mesmo desempenho. Em 45 jogos desde 2009, foram 17 vitórias e um aproveitamento de 49,6%. Só com Ganso, o aproveitamento foi bem maior (81,8%), porém, isso só aconteceu em 11 partidas (9 vitórias e 2 derrotas).

Na recente história de Neymar e Ganso com a camisa do Santos em clássicos contra o Corinthians, o retrospecto também não é favorável. Entre 2009 e 2011, foram 11 jogos entre os dois alvinegros, com 6 vitórias do Corinthians, 2 empates e 3 vitórias do Peixe. Em clássicos apenas com Neymar e Ganso em campo, o Corinthians também leva a melhor com 4 vitórias, 2 empates e 2 duas derrotas. Desde 2008, esse será o primeiro clássico entre Santos e Corinthians sem a presença de Neymar. Confira abaixo os resultados dos confrontos entre Santos e Corinthians na era Neymar e Ganso:

22/03/2009 – Corinthians 1 x 0 Santos (Camp. Paulista) – Neymar e Ganso jogaram
26/04/2009 – Santos 1 x 3 Corinthians (Camp. Paulista) – Neymar e Ganso jogaram
03/05/2009 – Corinthians 1 x 1 Santos (Camp. Paulista) – Neymar e Ganso jogaram
31/05/2009 – Santos 3 x 1 Corinthians (Camp. Brasileiro) – Neymar e Ganso jogaram
02/09/2009 – Corinthians 2 x 1 Santos (Camp. Brasileiro) – Neymar e Ganso jogaram
28/02/2010 – Santos 2 x 1 Corinthians (Camp. Paulista) – Neymar e Ganso jogaram
30/05/2010 – Corinthians 4 x 2 Santos (Camp. Brasileiro) – Neymar e Ganso jogaram
22/09/2010 – Santos 2 x 3 Corinthians (Camp. Brasileiro) – Só Neymar jogou
20/02/2011 – Corinthians 3 x 1 Santos (Camp. Paulista) – Só Neymar jogou
08/05/2011 – Corinthians 0 x 0 Santos (Camp. Paulista) – Neymar e Ganso jogaram
15/05/2011 – Santos 2 x 1 Corinthians (Camp. Paulista) – Só Neymar jogou

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segunda-feira, 8 de agosto de 2011 Campeonato Brasileiro, Estatísticas, Técnicos | 10:39

Vanderlei Luxemburgo de volta ao topo do Brasileirão

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Técnico mais vezes campeão brasileiro (cinco no total), Vanderlei Luxemburgo amargou campanha ruins nos últimos anos. Em 2009, foi demitido no Palmeiras no início do Brasileirão, após ser eliminado na Copa Libertadores, e depois, com o Santos, terminou na modesta 12ª colocação. No ano passado, também foi dispensado pelo Atlético-MG quando tinha apenas 29,2% de aproveitamento, largando o Galo na zona do rebaixamento. Ainda em 2010, chegou ao Flamengo, onde também fez uma campanha fraca (42,4% de aproveitamento), chegando apenas na 14º colocação.

Em 2011, porém, Luxemburgo voltou a ser o técnico vencedor e de ponta. No início do ano, conquistou o Campeonato Carioca de forma inédita. Na temporada, perdeu apenas uma partida em 40 disputadas. Pelo Brasileirão, segue invicto e agora na liderança (algo que o treinador não alcança desde a 28ª rodada de 2008, quando levou o Palmeiras ao topo da tabela).

Com 9 vitórias e 6 empates no Brasileiro de 2011, Luxemburgo levou o Flamengo à maior invencibilidade de um início de Brasileirão na era dos pontos corridos. O aproveitamento de 73,3% de Luxa é também o maior desde 1993, quando teve 78,8% com o Palmeiras. Na era dos pontos corridos, sua melhor campanha foi com o Cruzeiro, em 2003, quanto obteve 71%. Confira abaixo o desempenho do treinador na história do Brasileirão:

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Com uma sequência de quatro vitórias seguidas, Luxemburgo poderá levar o Flaemngo ao recorde de seis vitórias consecutivas em Brasileiros, alcançada duas vezes, em 1978, por Cláudio Coutinho, e em 1982, por Paulo César Carpegiani. Outro recorde que Luxa pode dar ao Flamengo é o da maior série invicta. Sem perder há 15 jogos, Luxemburgo precisa de mais duas partidas para igualar as marcas de 1980 (17 jogos sem derrota com Cláudio Coutinho) e de 1974 (também de 17 jogos com Joubert). Para isso, o Rubro-negro não poderá perder seus dois próximos jogos, contra Figueirense (fora de casa) e Atlético-GO (em casa).

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terça-feira, 2 de agosto de 2011 Artilheiros, Campeonato Brasileiro | 11:52

Ronaldinho Gaúcho busca artilharia inédita na carreira

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Em grande fase no Flamengo, Ronaldinho Gaúcho vem liderando a lista de artilheiros do Campeonato Brasileiro. Feito raro na carreira do craque, que até hoje foi o principal goleador de um torneio apenas três vezes: no Campeonato Gaúcho de 1999 (com 15 gols); na Copa da Confederações também de 1999 (com 6 gols) e do Pré-Olímpico de 2000 (com 9 gols).

Em Campeonato Nacionais, Ronaldinho nunca foi artilheiro. Pelo Grêmio, em 2000, em sua melhor temporada pelo Tricolor Gaúcho em Brasileiros, o atacante marcou 14 gols, mas terminou atrás de seis jogadores na lista de artilheiros. Pelo Barcelona, chegou perto na temporada 2005/06, quando marcou 17 gols e foi o terceiro principal artilheiro da Liga Espanhola, atrás de Eto’o (26 gols) e David Villa (25 gols) e na temporada seguinte, 2006/07, quando anotou 21 gols e foi o quarto artilheiro, atrás de Van Nistelrooy (25 gols), Kanouté (22 gols) e Diego Milito (22 gols).

Até hoje, Ronaldinho disputou 14 Campeonatos Nacionais e seu desempenho atual pelo Flamengo é o melhor na média de gols por partida. Com 9 gols em 12 jogos (0,75) por partida, Ronaldinho de 2011 supera o de 2000 (0,67) e o de 2006/07 (0,66). Confira abaixo o número de jogos, gols e a média de Ronaldinho em Campeonatos Nacionais:

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sexta-feira, 22 de julho de 2011 Confrontos, Copa América | 18:18

As curiosidades sobre a decisão da Copa América

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No próximo domingo, Uruguai e Paraguai irã decidir da 43ª edição da Copa América, até agora marcada por grandes surpresas. Os uruguaios, semifinalistas da Copa do Mundo de 2010, vão para a final com certo favoritismo, depois de eliminarem a anfitriã Argentina, nas quartas-de-final, e o Peru, na semifinal, com um 2 x 0. Já o Paraguai, com incríveis cinco empates em cinco jogos, tem como grande estrela o goleiro Justo Villar, que defendeu dois pênaltis (contra Brasil e Venezuela).

Caso conquiste a Copa América, o Uruguai levantará seu 15º sul-americano, isolando-se como o maior campeão da história. Hoje, a Celeste divide o posto com a Argentina, com 14 títulos cada.

Já o Paraguai, campeão em 1953 e em 1979, luta pelo tricampeonato. Seu técnico, Gerardo Martino, pode se tornar o primeiro argentino a ser campeão da Copa América por outro país. O treinador, aliás, está sendo cotado para assumir a Argentina no lugar de Sergio Batista.

Assim como em 1987, o Uruguai tem a chance de ser campeão na Argentina, no mesmo estádio Monumental de Núñez. Naquele ano, a Celeste precisou de apenas dois jogos para levantar a taça. Como campeão da edição anterior (1983), os uruguaios bateram a Argentina (então atual campeã mundial), por 1 x 0, na semifinal, e depois venceram o Chile por 1 x 0 na decisão.

Essa será a primeira decisão entre Uruguai e Paraguai pela Copa América. Até hoje, na história da competição, as duas seleções se enfrentaram 27 vezes, com 13 vitórias do Uruguai, 5 empates e 6 vitórias do Paraguai.

Na última vez que jogaram pela Copa América, o Uruguai bateu o Paraguai por 3 x 1, pelas quartas-de-final de 2004. Daquele jogo, estavam presentes algumas estrelas da decisão de domingo, como Forlán, Edgar Barreto, Justo Villar, e Haedo Valdéz.

Pela competição, aliás, o Uruguai defende um tabu de 13 jogos contra os paraguaios, que venceram pela última vez em 1947. Desde então, foram 8 vitórias uruguaias e 5 empates.

O brasileiro Sálvio Spínola Fagundes Filho será o árbitro da decisão entre Uruguai e Paraguai. Antes dele, os outros brasileiros que apitaram uma final de Copa América foram Márcio Rezende de Freitas (1993), Romualdo Arppi Filho (1987), Arnaldo César Coelho (1979), Antônio Carneiro de Campos (1923) e Pedro Santos (1921).

Dois jogadores dividem a artilharia da Copa América com apenas 3 gols: Agüero (Argentina)  e Luis Suárez (Uruguai). Das 42 edições anteriores, em apenas cinco os artilheiros terminaram com apenas 3 gols. A última vez foi em 1983, quando empataram Aguilera (Uruguai), Burrochaga (Argentina), Malásquez (Peru) e Roberto Dinamite (Brasil).

Da equipe uruguaia que chegou à semifinal da Copa do Mundo de 2010, pouca coisa mudou. Lugano, capitão da equipe, que não jogou na semifinal contra a Holanda, por estar machucado, está no lugar de Godín, que está lesionado agora, na Copa América. No meio, Gargano (hoje reserva), deu lugar para Álvaro González.

Do time paraguaio que caiu nas quartas-de-final da Copa, diante da campeã Espanha, a grande mudança está no ataque, com Lucas Barrios no lugar de Cardozo, machucado.

Das 12 seleções que estiveram na Copa América, Uruguai e Paraguai são aqueles que mantêm seus treinadores há mais tempo no cargo. Óscar Tabarez assumiu a Celeste em 2006, enquanto Gerardo Martini pegou a Seleção Paraguai também no mesmo no ano.

Nenhuma seleção chegou à final da Copa América com 5 empates em 42 edições. Caso fique com o título com outro empate, o Paraguai poderá entrar para a história do futebol mundial ao se tornar campeão de um torneio continental sem uma vitória sequer.

O atacante Forlán, melhor jogador da última Copa do Mundo, tornou-se o jogador com mais partidas na história da Seleção Uruguaia nessa Copa América, superando o goleiro Rodolfo Rodríguez. Forlán tem agora 79 partidas pela Celeste, contra 78 de Rodolfo Rodríguez, ex-Santos, campeão da Copa América em 1983.

Depois de marcar na disputa do terceiro lugar da Copa do Mundo de 2010, contra a Alemanha, Forlán não marcou mais gol pela Celeste. O atacante já acumula 11 jogos sem balançar as redes. Forlán está a apenas dois gols de igualar Héctor Scarone, o maior artilheiro da Celeste, com 31 gols.

A Seleção Uruguaia conta com dois jogadores do Botafogo: o volante Arevalo Rios, titular da equipe, e o atacante Lobo Abreu. Pelo lado paraguaio, o lateral-direito Piris acaba de ser contratado pelo São Paulo.

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terça-feira, 19 de julho de 2011 Campeonato Brasileiro, História, Técnicos | 11:54

Antônio Lopes e os técnicos recordistas no Brasileirão

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Aos 70 anos, o técnico Antônio Lopes assumiu o desafio de tentar manter o América-MG na Série A do Brasileiro. Seu começo não foi nada animador. Logo na estreia, levou de 4 x 0 do Ceará. Porém, mesmo com a derrota, o Delegado conseguiu uma façanha nessa partida. Afinal, chegou a marca de 24 Campeonatos Brasileiros disputados. Campeão em 1997, com o Vasco, e em 2005, com o Corinthians, Lopes fez sua estreia pela competição em 1982. Desde então, dirigiu 15 clubes diferentes (apenas Valdir Espinosa, Geninho e Leão treinaram mais equipes – 16 no total).

Com 464 jogos comandados até hoje, Antônio Lopes é o segundo técnico com mais partidas em Brasileiros, perdendo apenas para Vanderlei Luxemburgo, que soma 544 partidas. Ao disputar mais um Brasileiro, Lopes tornou-se também um dos três treinadores que disputaram todos os campeonatos na era dos pontos corridos (Muricy Ramalho e Cuca são os outros dois). Confira abaixo a trajetória de Antônio Lopes em Campeonatos Brasileiros e também alguns recordes dos técnicos na história da competição, que envolvem o Delegado.

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segunda-feira, 18 de julho de 2011 Copa América, Seleção Brasileira | 12:44

Brasil termina na pior colocação em sua história na Copa América

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Duas potências do futebol mundial, Brasil e Argentina tinham tudo para fazer a terceira final seguida de Copa América. Mas depois de atuações ruins, as duas seleções deram adeus precocemente ao torneio sul-americano. O Brasil, com apenas uma vitória em três jogos, caiu nas quartas-de-final diante do Paraguai, um adversário que não venceu no torneio.

Com apenas seis pontos em quatro jogos, a Seleção Brasileira ficou na 8ª colocação entre as 12 equipes do torneio. Em 32 participações anteriores, o Brasil nunca havia terminado tão mal colocado na Copa América. Apenas em três edições, a Seleção Brasileira não chegou entre os quatro primeiros colocados. Em 1987, quando perdeu de 4 x 0 para o Chile nas quartas-de-final; em 1993, quando perdeu para a Argentina, também nas quartas-de-final, nos pênaltis; e em 2001, quando vergonhosamente foi eliminada por Honduras nas quartas-de-final (2 x 0).

Naquela Copa América, realizada na Colômbia, há 10 anos, o time do técnico Felipão terminou na 6ª colocação, então a pior posição da Seleção Brasileira na história, supera agora pelo time de Neymar, Robinho, Ganso e Mano Menezes, que ficou no 8º lugar.

Essa foi também a primeira vez que Brasil ou Argentina não ficaram entre os quatro primeiros colocados de uma edição de Copa América, em 41 edições. Em 1939, os dois não participaram e em 2001, a Argentina não foi para a Colômbia.

Veja abaixo a colocação final do Brasil em cada Copa América:
1916 – 3º
1917 – 3º
1919 – 1º
1920 – 3º
1921 – 2º
1922 – 1º
1923 – 4º
1924 – não participou
1925 – 2º
1926, 1927, 1929 e 1935 – não participou
1937 – 2º
1939 e 1941 – não participou
1942 – 3º
1945 – 2º
1946 – 2º
1947 – não participou
1949 – 1º
1953 – 2º
1955 – não participou
1956 – 4º
1957 – 2º
1959 – 2º
1963 – 4º
1967 – não participou
1975 – 3º
1979 – 3º
1983 – 2º
1987 – 5º
1989 – 1º
1991 – 2º
1993 – 5º
1995 – 2º
1997 – 1º
1999 – 1º
2001 – 6º
2004 – 1º
2007 – 1º
2011 – 8º

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segunda-feira, 11 de julho de 2011 Campeonato Brasileiro, Estatísticas, História | 17:00

Flamengo tem melhor campanha no ano desde 1979

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Campeão carioca invicto, vice-líder do Brasileiro sem perder ainda e com uma derrota apenas no ano (para o Ceará, que o eliminou da Copa do Brasil), o Flamengo vive uma grande temporada em 2011. A equipe de Vanderlei Luxemburgo, em 34 jogos, conquistou 20 vitórias, 13 empates e teve apenas uma derrota.

Entre os 20 clubes que disputam o Brasileirão desse ano, o Rubro-negro é o que menos perdeu na temporada de 2011. Palmeiras e Botafogo, outros times que perderam pouco no ano, têm quatro derrotas. Já o Corinthians, líder invicto do Brasileirão, tem cinco derrotas. Veja a campanha dos 20 clubes da Série A em 2011:

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Com um aproveitamento de 71,6% no ano, o Flamengo tem um grande desempenho, o melhor das últimas duas décadas. Aproveitamento superior a esse, o Rubro-negro teve apenas em 1979, quando alcançou 80,9% (considerando três pontos por vitória, como hoje). Naquele ano, o Flamengo venceu 62 jogos e perdeu apenas 7 em 82 jogos. Até hoje, o Rubro-Negro nunca passou uma temporada sem derrota. Assim como agora, em 2011, apenas uma vez o Flamengo perdeu um jogo no ano. Porém, naquela época do amadorismo, o clube disputou só 16 partidas, com 9 vitórias, seis empates e uma derrota. Confira abaixo as campanhas do Flamengo por temporada, desde 1979:

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quinta-feira, 7 de julho de 2011 Campeonato Brasileiro | 18:51

Recordes positivos e negativos de Corinthians e São Paulo

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Clube com o melhor retrospecto na era dos pontos corridos, disputado desde 2003, o São Paulo sofreu ontem sua terceira derrota consecutivo na atual edição. Ex-líder com 100% de aproveitamento nas cinco primeiras rodadas, o Tricolor levou uma goleada do Corinthians (5 x 0), perdeu em casa para o Botafogo (2 x 0) e ontem, foi derrotado pelo Flamengo (1 x 0). Desde 2001, o clube do Morumbi não sabia o que era perder três jogos seguidos em Brasileiros.

A série negativa inédita na era dos pontos corridos e o fato de ter obtido êxito nas competições do primeiro semestre (Paulistão e Copa do Brasil), acabaram ocasionando a demissão do técnico Paulo César Carpegiani, hoje à tarde.

Entre os 12 grandes do futebol brasileiro, o São Paulo era o único que não havia perdido três jogos seguidos na era dos pontos corridos.

Já o líder Corinthians, do técnico Tite, manteve sua boa fase e chegou a sua quarta vitória seguida na competição. Agora, mesmo com um jogo a menos, lidera o campeonato com uma campanha quase perfeita. Em sete jogos, foram seis vitórias e apenas um empate, justamente contra o Flamengo (hoje vice-líder), e também outro invicto do campeonato.

Com 90% do aproveitamento, o Corinthians tem a melhor campanha na história dos pontos corridos nos sete primeiros jogos, superando, inclusive a boa campanha do ano passado, quando tinha cinco vitórias e dois empates. Com os nove jogos de invencibilidade no final de 2010, o Corinthians já acumula 15 jogos sem derrota pelo Brasileirão.

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terça-feira, 5 de julho de 2011 Artilheiros, Copa América, Seleção Brasileira | 12:32

Robinho ainda não marcou na era Mano Menezes

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Jogador que figura quase em todas as listas de convocações da Seleção Brasileira desde 2006, o atacante Robinho passa por período de jejum de gols na Seleção Brasileira. Um dos maiores artilheiros da era Dunga, com 20 gols, entre 2007 e 2010, Robinho não vem apresentando um grande futebol. Desde que o técnico Mano Menezes assumiu a Seleção Brasileira, ex-atacante do Santos ainda não marcou.

Campeão italiano pelo Milan na temporada 2010/11, com 14 gols em 33 partidas, Robinho disputou 7 jogos sob o comando de Mano e não balançou as redes. Recentemente, o atacante deu uma declaração se mostrando insatisfeito por ser substituído com frequência. Dos sete jogos, Robinho fez apenas um completo, contra a Argentina (veja abaixo). Titular incontestável até pouco tempo, Robinho parece estar perdendo espaço na Seleção. Resta saber agora se o atacante irá melhorar seu rendimento para se segurar no time ou até quando Mano irá insistir com sua titularidade.

10/8/2010 – Brasil 2 x 0 Estados Unidos (81 minutos, saiu para a entrada de Diego Tardelli)
7/10/2010 – Brasil 3 x 0 Irã (65 minutos, saiu para a entrada de Nilmar, que ainda fez um gol aos 46 do segundo)
11/10/2010 – Brasil 2 x 0 Ucrânia (83 minutos, saiu para a entrada de André)
17/11/2010 – Brasil 0 x 1 Argentina (90 minutos)
9/2/2011 – Brasil 0 x 1 França (69 minutos, saiu para a entrada de Sandro)
7/6/2011 – Brasil 1 x 0 Romênia (66 minutos, saiu para a entrada de Lucas)
3/7/2011 – Brasil 0 x 0 Venezuela (66 minutos, saiu para a entrada de Fred)

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segunda-feira, 4 de julho de 2011 Confrontos, Copa América, História | 13:07

Venezuela vem equilibrando o confronto contra o Brasil

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Antigo saco de pancadas da América do Sul, a Venezuela vem melhorando seu rendimento no continente. Tanto pelas Eliminatórias, quanto pela Copa América. Em 1995, 1997, 1999 e 2001, a Seleção Vinotinto foi a última colocada na Copa América. Em 2004, ficou na penúltima colocação. Já em 2007, jogando em casa, foi a 6ª colocada. Nas Eliminatórias, a Venezuela foi a última no torneio que valia vaga na Copa de 1998, penúltima na 2002, e 8ª na de 2006 e 2010.

Históricamente, contra o Brasil, a Venezuela sempre foi um adversário fácil de ser batido. Entre 1969 (ano do primeiro confronto), até 2005, foram 17 jogos e 17 vitórias do Brasil, com 78 gols da Seleção Brasileira e apenas 4 da Venezuela. Desde 2008, porém, o time Vinotinto vem equilibrando o confronto com o Brasil.

Em 2008, num amistoso realizado no Estados Unidos, a Venezuela venceu o time comandado por Dunga por 2 x 0. Pelas Eliminatórias da Copa de 2010, o Brasil venceu por 4 x 0 na Venezuela, mas depois ficou apenas no 0 x 0, em casa. Ontem, na estreia da Copa América, outro empate sem gols. Assim, nos últimos quatro jogos, foram uma vitória para cada lado e dois empates, justamente nos últimos dois jogos. Resultados que servem de alerta para a Seleção Brasileira, que tem um jogador como Neymar, que vale mais do que todos os jogadores venezuelanos.

Confira abaixo os confrontos entre Brasil e Venezuela na história:

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domingo, 26 de junho de 2011 Campeonato Brasileiro, Confrontos, História | 18:56

Corinthians iguala a maior goleada sobre o São Paulo

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Em 1996, o Corinthians bateu o São Paulo, de Muricy Ramalho, por 5 x 0, pelo Campeonato Paulista, alcançando a maior goleada sobre o rival na história do clássico. Naquele jogo, realizado em Ribeirão Preto, a estrela do jogo foi o atacante Edmundo, com dois gols.

Hoje à tarde, foi a vez de o atacante Liédson comandar o alvinegro em outra goleada histórica por 5 x 0 sobre o Tricolor. Autor de 3 gols, Liédson foi decisivo na partida que acabou com o aproveitamento de 100% do líder São Paulo no Brasileirão. Danilo e Jorge Henrique, completaram o placar de 5 x 0.

A última goleada no clássico havia sido em 2005, quando o São Paulo fez 5 x 1, também no Pacaembu, no jogo que marcou a demissão do técnico argentino Daniel Passarella. Pelo lado corintiano, a última vitória elástica ocorreu em 1999, quando fez 4 x 0, no Morumbi, na semifinal do Paulistão. Curiosamente, naquele jogo, o técnico do São Paulo também era Paulo César Carpegiani.

Confira a lista das maiores goleadas do clássico Corinthians x São Paulo:

26/6/2011 – Corinthians 5 x 0 São Paulo
8/5/2005 – São Paulo 5 x 1 Corinthians
6/6/1999 – Corinthians 4 x 0 São Paulo
10/3/1996 – Corinthians 5 x 0 São Paulo
10/8/1980 – São Paulo 4 x 0 Corinthians
3/6/1962 – Corinthians 5 x 1 São Paulo
26/8/1951 – Corinthians 4 x 0 São Paulo
16/4/1947 – Corinthians 5 x 1 São Paulo
1/1/1946 – São Paulo 5 x 1 Corinthians
15/10/1944 – São Paulo 4 x 0 Corinthians

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segunda-feira, 20 de junho de 2011 Campeonato Brasileiro | 12:20

As melhores arrancadas na história do Brasileirão

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Líder isolado do Brasileiro com 100% de aproveitamento, o São Paulo chegou a inédita marca de 5 vitórias nos 5 primeiros jogos da competição. Na era dos pontos corridos, esse é o melhor início de um clube até essa 5ª rodada.

Na história do Campeonato Brasileiro, porém, o melhor começo continua sendo o do Atlético-MG, que em 1977 venceu seus 8 primeiros jogos. Vice-campeão invicto naquele ano (perdeu o título para o São Paulo nos pênaltis), o Galo bateu o Remo (4 x 1), Santos (3 x 0), Botafogo-SP (1 x 0), Nacional-AM (4 x 2), Paysandu (3 x 1), Cruzeiro (1 x 0), Fast-AM (6 x 2) e América-MG (3 x 1) nas primeiras rodadas.

Nos últimos anos, quem mais se aproximou de igualar esse recorde atleticano foi o Corinthians, em 1999. A equipe dirigida por Oswaldo de Olivera, venceu seus 7 primeiros jogos, mas acabou perdendo o oitava para o Flamengo, em casa, com um de Romário.

Veja abaixo as melhores arrancadas na história do Brasileiro:


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sexta-feira, 17 de junho de 2011 Copa América, Seleção Brasileira | 09:41

Os clubes com mais convocados para a Seleção Brasileira

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Nas últimas semanas, três categorias da Seleção Brasileira foram convocadas pela CBF. A principal, para a disputa da Copa América, e as seleções de base (Sub-20 e Sub-17), para os respectivos mundiais. No total, foram chamados 74 jogadores. O Internacional foi o clube que mais serviu jogadores à Seleção, com nove convocados. Nenhum, porém, da equipe principal, de Mano Menezes. Na sequência, os clubes com mais convocados foram o Santos (oito jogadores) e São Paulo (sete). Os dois clubes paulistas, aliás, foram os únicos com jogadores convocados nas três categorias.

Confira abaixo os clubes que cederam jogadores à Seleção Brasileira das três categorias:

Clube Jogador Seleção
Internacional (9) André (Z) Sub-17
Cláudio (LD) Sub-17
Jaccson (G) Sub-17
Juan (Z) Sub-20
Lucas (V) Sub-17
Marlon (V) Sub-17
Oscar (M) Sub-20
Romário (Z) Sub-20
Santos (8) Alan Patrick (M) Sub-20
Alex Sandro (LE) Sub-20
Danilo (LD/V) Sub-20
Elano (M) Principal
Emerson (LE) Sub-17
Felipe Anderson (M) Sub-20
Neymar (A) Principal
Paulo Henrique Ganso (M) Principal
São Paulo (7) Ademilson (A) Sub-17
Bruno Uvini (Z) Sub-20
Casemiro (V) Sub-20
Henrique (A) Sub-20
Lucas (M) Principal
Lucas Piazon (A) Sub-17
Willian José (A) Sub-20
Cruzeiro (6) Charles (G) Sub-17
Dudu (M) Sub-20
Gabriel (G) Sub-20
Léo (A) Sub-17
Nathan (A) Sub-17
Pedro Paulo (A) Sub-17
Sebá (A) Sub-20
Flamengo (6) Adryan (M) Sub-17
César (G) Sub-20
Diego Maurício (A) Sub-20
Fruaches (Z) Sub-20
Negueba (A) Sub-20
Rafael Galhardo (LD) Sub-20
Grêmio (4) Jonathan (LE) Sub-17
Matheus (Z) Sub-17
Misael (V) Sub-17
Victor (G) Principal
Internazionale-ITA (4) Júlio César (G) Principal
Lúcio (Z) Principal
Maicon (LD) Principal
Philippe Coutinho (M) Sub-20
Atlético-PR (3) Hernani (V) Sub-17
Matheus (G) Sub-17
Maycon (V) Sub-17
Fluminense (3) Fred (A) Principal
Wallace (LD) Sub-17
Ygor (Z) Principal
Milan-ITA (3) Alexandre Pato (A) Principal
Robinho (A) Principal
Thiago Silva (Z) Principal
Barcelona-ESP (2) Adriano (LE) Principal
Daniel Alves (LD) Principal
Chelsea-ING (2) David Luiz (Z) Principal
Ramires (V) Principal
Palmeiras (2) Bruno Sabiá (M) Sub-17
Gabriel Silva (LE) Sub-20
Vasco (2) Allan (LD/V) Sub-20
Guilherme (M) Sub-17
Atlético de Madri-ESP (1) Elias (V) Principal
Avaí (1) Aleksander (G) Sub-20
Benfica-POR (1) Luisão (Z) Principal
Botafogo (1) Jefferson (G) Principal
Corinthians (1) Marquinhos (Z) Sub-17
Criciúma (1) Roni (M) Sub-20
Fenerbahce-TUR (1) André Santos (LE) Principal
Guarani (1) Léo Citadini (M) Sub-17
Hoffenheim-ALE (1) Roberto Firmino (A) Sub-20
Liverpool-ING (1) Lucas Leiva (V) Principal
Shakhtar Donestk-UCR (1) Jadson (M) Principal
Tottenham-ING (1) Sandro (V) Principal
Vitória (1) Josué (Z) Sub-17
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quarta-feira, 15 de junho de 2011 Confrontos, Copa Libertadores, História | 12:14

Curiosidades sobre a final entre Peñarol e Santos

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A Copa Libertadores de 2011 começa a ser decidida hoje à noite, com o jogaço entre Peñarol e Santos. A competição sul-americana, que chega a sua 52ª final, conhecerá o campeão na próxima quarta-feira, dia 22, quando as equipes se enfrentarão no Pacaembu.

O Santos, bicampeão em 1962 e 1963, volta a brigar pelo título contra um clube com quem já disputou uma final. Em 2003, o time da Vila Belmiro perdeu a chance de ser tricampeão ao perder a decisão para o Boca Juniors-ARG, clube o qual havia vencido na decisão de 1963. Já o Peñarol, adversário de hoje, foi o rival do Santos na final de 1962.

Veja aqui outra curiosidades envolvendo a final de hoje noite:

– Peñarol e Santos já se enfrentaram cinco vezes pela Libertadores. Em 1962, na final, o Santos venceu por 2 x 1 no Uruguai e depois perdeu por 3 x 2 na Vila Belmiro. No jogo extra, em Buenos Aires, deu Santos (3 x 0). Já em 1965, pela semifinal, o Santos venceu por 5 x 4 no jogo de ida. Na volta, o Peñarol venceu por 3 x 2 e depois por 2 x 1, na prorrogação.

– Essa será a quarta final repetida da história. As outras foram Santos x Boca Juniors-ARG (1963 e 2003); Nacional-URU x Estudiantes-ARG (1969 e 1971) e River Plate-ARG x  América de Cáli-COL (1986 e 1996).

– Na final de 1962, os dois grandes nomes do Peñarol eram Pedro Rocha e Alberto Spencer. Pedro Rocha brilhou depois no futebol brasileiro, jogando pelo São Paulo. Já Alberto Spencer é o até hoje maior artilheiro da história da Libertadores, com 54 gols.

– O Peñarol é o maior campeão nacional entre os clubes da América do Sul com 48 títulos. Esse ano, porém, ficou na terceira colocação e viu seu maior rival, o Nacional, levantar a taça pela 43ª vez.

– Pentacampeão da Libertadores em 1987, o Peñarol teve como melhor desempenho, até então, alcançar às quartas-de-final em 2002, quando foi eliminado pelo São Caetano, nos pênaltis.

– O heroi do Peñarol no título de 1987 foi o atacante Diego Aguirre, hoje técnico do clube uruguaio. Aguirre chegou a jogar no Internacional e no São Paulo no início da década de 90.

– Já o técnico campeão pelo Peñarol em 1987 foi Óscar Washington Tabárez, que dirigiu a Seleção Uruguaia na Copa do Mundo de 1990 e recentemente na Copa do Mundo de 2010, quando levou a Celeste Olímpica à semifinal. Tabárez será o treinador da Seleção Uruguaia na próxima Copa América.

– Autor do gol da vitória do Peñarol sobre o Vélez Sarsfield, na primeira partida da semifinal, o lateral-esquerdo Darío Rodríguez é o capitão do time e o jogador mais velho do elenco, com 36 anos. Darío marcou um golaço na Copa do Mundo de 2002, na derrota do Uruguai para a Dinamarca por 2 x 1.

– O Peñarol perdeu duas finais para clubes brasileiros. Além de ser derrotado pelo Santos em 1962, perdeu também para o Grêmio, em 1983. Em 1961, porém, venceu o Palmeiras, sagrando-se bicampeão na época.

– Com 5 títulos, o Peñarol tem a chance de alcançar o Boca Juniors e se tornar o segundo clube com mais conquistas da Libertadores. O Independiente-ARG é o recordista com 7. Já o Santos, se conquistar o tricampeonato, iguala o São Paulo, até hoje o clube brasileiro com mais títulos sul-americanos.

– Santos e Peñarol já se enfrentaram 20 vezes na história. O Peixe leva vantagem com 9 vitórias, 4 empates e 7 derrotas. O primeiro confronto entre eles foi justamente no Estádio Cententário, na final da Libertadores de 1962 (dia 28 de julho), com a vitória santista por 2 x 1. Já o último jogo foi em 1996, pela Supercopa dos Campeões, com a vitória do Santos por 3 x 0.

– Peñarol (em 1960) e Santos (em 1963), foram campeões invictos. Além deles, apenas o Independiente (1964), Estudiantes (1969 e 1970) e Boca Juniors (1978), também ganharam a Copa sem perder.

– O Peñarol detém o recorde de participações seguidas em Libertadores: 15 vezes, entre 1965 e 1979.

– O Peñarol é também o recordista de participações na Copa Libertadores. Até hoje, o clube uruguaio já disputou 39 edições, seguido pelo Nacional-URU (37), Olimpia-PAR (35) e Cerro Porteño-PAR (34).

– O Peñarol é o clube que mais chegou em finais de Libertadores, com dez decisões na história. Até agora, ganhou 5 e perdeu 4.

– A maior goleada da história da Copa Libertadores foi aplicada pelo Peñarol. Em 1970, bateu o Valencia, da Venezuela, por 11 x 2.

– Os uruguaios não chegam a uma decisão de Libertadores há 23 anos. A última vez foi com o Nacional, em 1988. Desde então, o melhor desempenho foi do Naci0nal, semifinalista em 2009. Nesses 23 anos, só não chegaram à final clubes da Venezuela e Bolívia.

– Caso seja campeão, o técnico Diego Aguirre poderá entrar no grupo seleto de campeões da Libertadores como jogador e técnico. Até hoje, apenas seis conseguiram essa proeza: Maschio (Racing/1967 e Independiente/1973); Ferreiro (Independiente/1964-65 e Independiente/1974); Cubilla (Peñarol/1960-61, Nacional/1971 e Olimpia/1979/90); Mujica (Nacional/1971 e Nacional/1980); Pastoriza (Independiente/1972 e Independiente/1984); e Pumpido (River Plate/1986 e Olimpia/2002)

– O Estádio Centenário, de Montevidéu, é o que mais recebeu partidas de finais de Libertadores. A final de hoje à noite será a 20ª da história.

– O árbitro de hoje, o paraguaio Carlos Amarilla, apitou seu primeiro jogo de Libertadores em 1998. Desde então, nunca chegou a apitar uma final de Libertadores. Amarilla apitou algumas semifinais: Santos 1 x 0 Independiente Medellín-COL (2003); São Paulo 0 x 0 Once Caldas-COL (2004); Cúcuca-COL 3 x 1 Boca Juniors-ARG (2007); São Paulo 2 x 1 Internacional (2010); Peñarol 1 x 0 Vélez Sarsfield (2011)

– Esse será o 72º de Carlos Amarilla em Libertadores. O paraguaio é o terceiro árbitro que mais apitou na história da competição, atrás apenas do colombiano Oscar Ruiz, que se aposentou esse ano com 80 jogos de Libertadores na bagagem; e o uruguaio Jorge Larrionda, que apitou com 75.

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terça-feira, 14 de junho de 2011 Campeonato Brasileiro, Técnicos | 15:33

Os melhores técnicos na era dos pontos corridos

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Desde que assumiu o Corinthians na reta final do Brasileiro de 2010, o técnico Tite segue invicto pelo clube na competição. No final do ano passado, foram oito jogos, com cinco vitórias e três empates. O bom desempenho, porém, não serviu para dar o título ao clube no ano do seu centenário. Agora, após quatro rodadas, Tite conseguiu mais três vitórias e um empate com o alvinegro, chegando a marca de 12 jogos sem derrota pelo Brasileirão e um bom aproveitamento no período de 77,8%.

Em sua história na era dos pontos corridos, porém, Tite tem 51,4% de aproveitamento, em 183 jogos disputados desde 2003. Apesar de estar abaixo do atual rendimento, esses 51,4% o deixam entre os dez melhores nesse período. Até hoje, Muricy Ramalho, tetracampeão, segue imbatível no primeiro posto. Técnico com mais jogos (309) e mais vitórias (156), Muricy tem 59,3% de aproveitamento.

Veja abaixo os 20 técnicos com os melhores aproveitamentos desde 2003. Em vermelho, os treinadores que estão na Série A de 2011.

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segunda-feira, 13 de junho de 2011 Campeonato Brasileiro | 15:10

São Paulo tem seu melhor início em Brasileiros desde 1971

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Clube mais vezes campeão brasileiro, com seis títulos, ao lado do Flamengo, o São Paulo nunca teve um início de campeonato tão bom quanto o desse ano. Desde 1971, o Tricolor paulista nunca havia tido um aproveitamento de 100% em quatro jogos. Em 1978 e 2002, o São Paulo venceu seus três primeiros jogos, mas depois acabou perdendo no quarto jogo. Já em 1996 e 2004, somou 10 pontos (3 vitórias e 1 empate).

Confira abaixo as campanhas do São Paulo nas quatro primeiras rodadas em cada Brasileiro, desde 1971:

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quarta-feira, 8 de junho de 2011 Copa América, Seleção Brasileira | 15:04

Quem do elenco de Mano Menezes já disputou a Copa América

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O técnico Mano Menezes divulgou ontem sua lista com os 22 jogadores que representarão o Brasil na Copa América. Desses convocados, apenas oito já disputaram a competição sul-americana anteriormente. E somente dois deles já estiveram em duas edições. Um deles, o lateral-direito Maicon. Em 2004, com o técnico Carlos Alberto Parreira, o jogador, que defendia o Monaco-FRA na época, chegou como reserva, mas ganhou a posição de Mancini e acabou sendo campeão. Em 2007, com o técnico Dunga, Maicon foi titular e bicampeão, mesmo com a sombra de Daniel Alves.

Outros jogadores com duas participações em Copa América é o zagueiro Luisão. O jogador, no entanto, disputou as edições de 2001 – jogou apenas na partida em que o Brasil foi eliminado por Honduras, na quartas-de-final -, e em 2004, quando foi campeão, formando dupla de zaga com Juan.

Luisão, aliás, é o único sobrevivente da lista da Seleção Brasileira de 2001, comandada por Luiz Felipe Scolari. Da Copa América de 2004, quem está de volta agora são o goleiro Júlio César e o lateral-esquerdo Adriano (que foi reserva de Gustavo Nery e não chegou a jogar), além de Luisão e Maicon.

Do elenco campeão da Copa América de 2007, na Venezuela, seguem cinco jogadores: Daniel Alves, Elano, Robinho e Fred, além de Maicon. Em relação ao remanescentes de 2004 para 2007, na campanha do bi, também foram cinco jogadores: Maicon, Juan, Vágner Love, Júlio Baptista e Diego.

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terça-feira, 7 de junho de 2011 Copa América, Seleção Brasileira | 12:35

Balanço da era Mano e a provável lista para a Copa América

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A Seleção Brasileira do técnico Mano Menezes irá a campo hoje pela oitava vez. Até agora, em partidas sob o comando do novo técnico, que assumiu logo após a Copa do Mundo de 2010, foram quatro vitórias, um empate e duas derrotas. O aproveitamento de 61,9% ainda não é convincente, principalmente pelo fato de a Seleção não ter vencido os três principais jogos (perdeu para França e Argentina e empatou com a Holanda).

Para esses oito jogos (contando o hoje), Mano já convocou 53 jogadores, excluíndo o atacante Ronaldo, chamado apenas para jogar 15 minutos em sua despedida. Desses 53, porém, 16 sequer entraram em campo. Ou seja, 37 jogadores foram, de fato, testados em amistosos pelo ex-treinador do Corinthians. Entre esses 38 jogadores, nove foram chamados em todas as convocações (Alexandre Pato, André Santos, Daniel Alves, David Luiz, Elias, Lucas, Ramires, Sandro e Thiago Silva). E desses, apenas os laterais Daniel Alves e André Santos e o volante Lucas participaram de todas as partidas.

Com 9 gols feitos em 7 jogos, a Seleção de Mano contou com apenas quatro goleadores: os atacantes Neymar e Alexandre Pato (3 gols cada), Daniel Alves (2 gols) e Nilmar (1 gol).

Hoje à noite, logo após a partida contra a Romênia, no Pacaembu, Mano Menezes irá divulgar a lista dos 22 jogadores que disputarão à Copa América na Argentina. Esses convocados, muito provavelmente, estão no grupo de 28 jogadores chamados pelo treinador para o amistoso contra Holanda e Romênia. A surpresa aí seria a inclusão de Paulo Henrique Ganso, que recupera-se de lesão.

Se pegarmos o desempenho dos jogadores pela Seleção na era Mano, os prováveis 22 seriam esses: Júlio César e Victor (goleiros); Daniel Alves e Maicon (laterais-direitos); Thiago Silva, Lúcio, David Luiz e Luisão (zagueiros); André Santos e Adriano (laterais-esquerdos); Lucas, Ramires, Sandro e Elias (volantes); Elano, Lucas e Paulo Henrique Ganso (meias); Robinho, Neymar, Nilmar, Alexandre Pato e Leandro Damião (atacantes).

Confira abaixo o desempenho dos convocados de Mano Menezes nos últimos sete amistosos:

Goleiros
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Laterais-direitos


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Zagueiros

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Laterais-esquerdos

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Volantes


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Meias


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Atacantes


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