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quinta-feira, 3 de maio de 2012 Estatísticas | 09:14

Choradeira corintiana contra arbitragem não procede

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O Corinthians deixou o gramado do estádio George Capwell, em Guayaquil, reclamando fervorosamente da arbitragem do colombiano José Buitrago. Seis cartões amarelos, uma expulsão e inversão de faltas foram as principais queixas do time contra o juiz da Conmebol.

Analisando friamente, porém, o chororô corintiano foi enorme pelo fraco futebol apresentado pelo time diante do Emelec, um dos piores classificados para as oitavas de final.

O futebol da equipe do técnico Tite, um dos mais abalados contra a arbitragem, esteve muito aquém do apresentado anteriormente.

Durante a partida, o Corinthians teve sete finalizações, sendo apenas uma certa contra 12 do Emelec, que acertou quatro em direção ao gol. Apenas contra o Cruz Azul, no México, no 0 x 0, o Corinthians foi tão mal assim nas finalizações nessa Libertadores.

Além disso, o Corinthians acertou apenas 189 passes na partida. Na Libertadores, sua média na primeira fase foi de 321 passes certos por jogo. Na última partida, contra o Táchira, no Pacaembu, o time acertou 500 passes.

Contra o Emelec, o Corinthians também teve o seu maior índice de erro de passes (20,6% dos passes dados).

Além disso, o Emelec teve mais posse de bola (51% a 49%). Apenas contra o Cruz Azul nessa Libertadores o Corinthians teve menos posse de bola do que o adversário.

Na faltas, o Corinthians de ontem também esteve pior do que o usual. Em média, o time fez 16,5 faltas por jogo na primeira fase. Ontem, foram 22. Só contra o Nacional, no Paraguai, o time cometeu mais faltas (23).

O nervosismo habitual do Corinthians em jogos de mata-mata em Libertadores parece ter voltado ontem. O elevado número de cartões amarelos e a expulsão (vilões também de edições anteriores), reapareceram diante do Emelec. Na primeira fase, o Corinthians levou 7 amarelos e nenhum vermelho. Só ontem, foram 6 amarelos e uma expulsão.

Todos os cartões foram dados, aliás, com justiça pelo contestado árbitro. O primeiro, logo aos seis minutos de jogo, para o zagueiro Leandro Castan, por reclamação. Nos últimos 55 jogos que fez pelo clube, Castan levou apenas 7 amarelos. Nenhum por reclamação. Sair reclamando acintosamente no início do jogo foi muita ingenuidade do zagueiro. Nunca fez isso antes e não havia motivo para fazer aos 6 minutos de jogo.

No final do primeiro tempo, foi a vez de Jorge Henrique perder a cabeça sem motivo. Ao ser desarmado, tentou dar um botinada no adversário. Não conseguiu e depois insistiu tentando pará-lo com um empurrão numa jogada boba no meio campo. Amarelo justo.

No início do segundo tempo, foi a vez de Émerson tentar empurrar o jogador do Emelec, acertando-o ainda no rosto. A bola já estava dominada pelo time equatoriano e de nada adiantaria o atacante corintiano parar a jogada ali.

Em seguida, aos 7 minutos, Jorge Henrique parou um contra-ataque e foi expulso corretamente. No intervalo, o técnico Tite já deveria ter sacado o exaltado atacante.

Ainda no segundo tempo, Danilo deu um carrinho por trás desnecessário e levou o amarelo com justiça. Edenílson foi reclamar sem motivo e levou o amarelo na jogar. Mais tarde, Chicão parou um contra-ataque e também levou o amarelo.

Com um elenco experiente (14 jogadores já disputaram a Libertadores anteriormente e três já ganharam a competição), faltou inteligência ao Corinthians. Arbitragem confusa e tendenciosa ao time da casa é comum em Libertadores. Por erros assim, o Corinthians deu adeus à competição em edições passadas.

Em 2003, vencia o River Plate por 1 x 0, na Argentina, quando o lateral-esquerdo Kléber agrediu D’Alessandro e foi expulso. Em seguida, o time levou a virada. No jogo de volta das oitavas daquele ano, o lateral-esquerdo Roger se empolgou no clima quente do jogo e foi expulso ainda no primeiro tempo.

Pouco depois, em 2006, a história de repetiu contra o River. No primeiro jogo, na Argentina, saiu na frente, mas depois levou a virada. E ainda teve Mascherano expulso. Na volta, no Pacaembu, se descontrolou após levar o empate.

O lado bom foi que o time não sofreu gol, manteve a invencibilidade e a melhor defesa do torneio (apenas dois gols sofridos em sete jogos).

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segunda-feira, 8 de novembro de 2010 Árbitros, Campeonato Brasileiro | 14:50

Simon e os árbitros que mais apitaram em Brasileiros

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O árbitro gaúcho Carlos Eugênio Simon, que apitou as últimas três Copas do Mundo, chegou ontem ao seu 291º jogo em Campeonatos Brasileiros. Com isso, se aproximou do recordista Arnaldo Cezar Coelho, que já apitou 292 jogos e mais três do Módulo Amarelo da Copa União de 1987, considerado pela CBF como primeira divisão de 2010. Assim, Arnaldo tem oficialmente 295 jogos e ainda segue como recordista de jogos na história do Brasileirão. Simon tem ainda mais quatro rodadas pela frente para poder chegar a essa marca, já que se aposenta no final do ano.

Confira abaixo a lista dos árbitros que já apitaram mais de 100 jogos no Campeonato Brasileiro desde 1971:

Árbitro Estado Jogos Período Finais Aprov.time caseiro
Arnaldo Cezar Coelho RJ 295 1971-1989 4 (77, 78, 81 e 83) 55,3%
Carlos Eugênio Simon RS 291 1993-2010 7 (98 (2), 99, 00, 01 (2) e 02) 59,3%
Luiz Carlos Félix RJ 271 1971-1990 3 (84, 87 e 88) 57,6%
Márcio Rezende de Freitas MG 270 1989-2005 7 (91, 93, 94, 95, 96, 99, 01) 65,9%
José Roberto Wright RJ 265 1974-1993 8 (76,78,81,82(2),91, 92(2)) 58,4%
Romualdo Arppi Filho SP 257 1971-1988 5 (80, 84, 85, 87 e 89) 50,7%
José de Assis Aragão SP 256 1972-1989 4 (80, 83, 87 (2)) 56,1%
Wilson Souza de Mendonça PE 251 1993-2009 58,6%
Emídio M. de Mesquita SP 245 1971-1987 53,7%
Dulcídio W. Boschillia SP 243 1971-1988 2 (75 e 89) 56,4%
Paulo César Oliveira SP 230 1997-2010 52,2%
Leonardo Gaciba da Silva RS 220 1995-2010 57,3%
Héber Roberto Lopes PR 218 1999-2010 62,7%
Wagner Tardelli Azecedo RJ 208 1996-2009 1 (98) 59,9%
Luciano A. Teoton Almeida DF 202 1993-2002 1 (98) 62,6%
Wilson Carlos dos Santos RJ 201 1977-1992 60,7%
Antônio Pereira da Silva GO 200 1986-2002 3 (94, 97 e 02) 57,3%
Valquir Pimentel RJ 190 1971-1986 55,1%
Nei Andrade Nunesmaia BA 181 1972-1988 55,4%
Carlos Sérgio Rosa Martins RS 176 1976-1989 53,4%
Sebastião Rufino PE 162 1971-1982 47,1%
Oscar Scolfaro SP 155 1971-1982 2 (79 e 82) 50,3%
Sálvio Spínola F. Filho SP 155 1999-2010 59,6%
Evandro Rogério Roman PR 148 1996-2010 62,6%
José Favilli Neto SP 144 1971-1980 1 (79) 50,2%
Manuel Serapião Filho BA 144 1975-1992 56,7%
Alício Pena Júnior MG 142 2001-2010 60,3%
Manuel Amaro de Lima PE 139 1971-1988 47,2%
José Aldo Pereira RJ 137 1971-1983 58,4%
Cláudio Vinícius Cerdeira RJ 134 1990-1999 56,7%
Maurílio José Santiago MG 134 1971-1983 57,7%
Wilson Luís Seneme SP 134 2001-2010 52,2%
Ulisses Tavares da S. Filho SP 133 1977-1992 1 (87) 61,2%
Dalmo Bozzano SC 128 1977-1997 68,0%
Saul Mendes BA 126 1971-1986 53,2%
Agomar Martins RS 123 1971-1977 1 (72) 50,1%
Lourival Dias Lima Filho BA 120 1997-2007 58,6%
Oscar Roberto de Godói SP 117 1990-2000 1 (99) 60,7%
José Marçal Filho RJ 114 1971-1982 48,0%
Armando Marques RJ 112 1971-1976 1 (74) 53,8%
Renato Marsiglia RS 112 1986-1994 1 (93) 47,9%
Sidrack M. dos Santos SE 111 1992-1998 3 (95, 96 e 97) 63,4%
Giuliano Bozzano SC/DF 107 1996-2008 58,9%
Almir Ricci P. Laguna SP 106 1973-1986 56,5%
Edílson P. de Carvalho SP 106 1996-2004 59,8%
José Luís Barreto RS 103 1971-1980 50,5%
Cléber Wellington Abade SP 100 2000-2010 54,3%

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terça-feira, 6 de outubro de 2009 Sem categoria | 23:55

Quais os árbitros mais caseiros do Brasileirão 2009

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Revoltado com alguns erros recentes de arbitragem, o técnico Mano Menezes, do Corinthians, resolveu alertar sobre um perigo iminente: o ótimo aproveitamento dos clubes caseiros nesse Brasileirão em jogos apitados por Wilton Pereira Sampaio, do Distrito Federal. Até agora, em 8 jogos dele, foram 7 vitórias dos mandantes e apenas um empate. Daí o receio de Mano para o confronto de amanhã contra o Fluminense, no Maracanã.

Wilton apitou as vitórias do Flamengo sobre Coritiba (3 x 0) e Santo André (3 x 0), do Fluminense sobre o Sport (5 x 1), do Atlético-MG sobre o Santos (3 x 1), do Palmeiras sobre o Inter (2 x 1), do Avaí sobre o Náutico (2 x 1) e do Internacional sobre o Coritiba (3 x 0). O único empate foi no jogo São Paulo 2 x 2 Atlético-PR.

De todos os 35 árbitros que apitaram pelo menos 3 partidas no Brasileiro, Wilton é o mais caseiro, com um aproveitamento de 91,7%. Quem mais se aproxima dele é o veterano Wilson Souza de Mendonça-PE, com 83,3%. Já o menos caseiro é o paulista Rodrigo Martins Cintra, que em 5 jogos deu apenas 6,7% de pontos aos mandantes (1 empate e 4 derrotas).

Confira quem são os árbitros mais caseiros do Brasileirão 2009:

Árbitro * Estado Jogos % mandantes V E D
Wilton Pereira Sampaio DF 8 91,7% 7 1 0
Wilson Souza de Mendonça PE 4 83,3% 3 1 0
Alício Pena Júnior MG 7 81,0% 5 2 0
Pablo dos Santos Alves RJ 5 80,0% 4 0 1
André Luiz de Freitas Castro GO 8 79,2% 6 1 1
Nielson Nogueira Dias PE 6 77,8% 4 2 0
Luiz Flávio de Oliveira SP 3 77,8% 2 1 0
Evandro Rogério Roman PR 13 76,9% 10 0 3
Heber Roberto Lopes PR 14 66,7% 8 4 2
Carlos Eugênio Simon RS 7 66,7% 4 2 1
Cléber Wellington Abade SP 4 66,7% 2 2 0
José Henrique de Carvalho SP 4 66,7% 2 2 0
Francisco Carlos Nascimento AL 12 63,9% 7 2 3
Leandro Pedro Vueden RS 11 63,6% 6 3 2
Wagner Tardelli Azevedo SC 9 63,0% 5 2 2
Marcelo de Lima Henrique RJ 12 58,3% 6 3 3
Arílson Bispo da Anunciação BA 8 58,3% 4 2 2
Leonardo Gaciba da Silva RS 11 57,6% 5 4 2
Rodrigo Nunes de Sá RJ 7 57,1% 3 3 1
Wilson Luiz Seneme SP 9 55,6% 4 3 2
Guilherme Cereta de Lima SP 3 55,6% 1 2 0
Jailson Macedo de Freitas BA 5 53,3% 2 2 1
Paulo César Oliveira SP 12 52,8% 5 4 3
Sandro Meira Ricci DF 10 50,0% 4 3 3
Sálvio Spinola Fagundes Filho SP 8 50,0% 3 3 2
Cláudio Luciano Mercante Júnior PE 6 50,0% 2 3 1
Ricardo Marques Ribeiro MG 7 47,6% 2 4 1
Djalma José Beltrami Teixeira RJ 5 46,7% 2 1 2
Antônio Hora Filho SE 3 44,4% 1 1 1
Célio Amorim SC 3 44,4% 1 1 1
Péricles Bassols Pegador Cortez RJ 8 41,7% 3 1 4
Paulo Henrique Bezerra SC 4 41,7% 1 2 1
Elmo Alves Resende Cunha GO 6 27,8% 1 2 3
Wallace Nascimento Valente ES 5 26,7% 1 1 3
Rodrigo Martins Cintra SP 5 6,7% 0 1 4

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* Mínimo de 3 jogos no Brasileirão 2009. Treze árbitros apitaram 1 ou 2 jogos na competição: Charles Hebert Cavalcante Ferreira (AL), Devarly Lira do Rosário (ES), Edivaldo Elias da Silva (PR), Felipe Gomes da Silva (RJ), Gutemberg de Paula Fonseca (RJ), Luiz Alberto Sardinha Bites (GO), Wagner Reway (MT), Willian Marcelo de Souza Nery (RJ), Flávio Rodrigues Guerra (SP), Rodrigo Braghetto (SP), Francisco de Assis Almeida Filho (CE), Luís Antônio Silva dos Santos (RJ) e Renato da Conceição (MG).

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