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segunda-feira, 12 de março de 2012 Estatísticas | 16:16

Palmeiras, Juventus-ITA e as maiores invencibilidades

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Com a vitória por 6 x 2, ontem, pelo Campeonato Paulista, o Palmeiras manteve a sua invencibilidade na competição, chegando a 13 jogos sem derrota na temporada de 2012. E com os cinco jogos sem derrota na reta final do Brasileirão, o time de Felipão já soma 18 jogos sem saber o que é perder. Curiosamente, o time não perdeu mais depois de amargar uma sequência de 10 partidas sem vitória no Brasileirão, sua pior marca na história da competição.

No Brasil, dos 248 clubes dos 22 estaduais que já começaram, apenas 10 clubes ainda não perderam. No Acre, foi disputada apenas a primeira rodada.  Só nos estaduais, a maiores invencibilidades são do Fortaleza, Coritiba e Cianorte-PR, que já jogaram 14 partidas. Somando os jogos dos final de 2011, a maior sequência invicta do país é mesmo do Palmeiras, que não perde há 18 jogos. Os outros clubes que ainda não perderam foram: Botafogo (12 jogos); Atlético-MG (6); Luziânia-DF, Aquidauanense-MS e Itaporã-MS (5); Tocantinópolis-TO; e Guaraí-TO (4).

Na Europa, a Juventus defende a maior invencibilidade com 30 jogos sem derrota na temporada 2011/12. Pelo Campeonato Italiano, onde é vice-líder, a Juve não perdeu em 27 jogos (13 vitórias e 14 empates). O time de Turim está a 4 pontos do Milan, que já perdeu quatro vezes. Pela Copa da Itália, a Juventus não perdeu (ganhou do Bologna, Roma e Milan).

Caso consiga o scudetto no Italiano sem perder, a Juventus irá igualar o seu feito de 1905 e quebrar uma marca que já dura 20 anos (o último campeão invicto na Itália foi o Milan, na temporada 1991/92). Mas para quebrar o recorde de invencibilidade no Campeonato Italiano ainda falta bastante para a Juventus. Contando o útimo jogo da temporada passada, o clube soma 28 jogos em derrota. Para alcançar o recordista Milan, que ficou 58 jogos sem perder entre 26/5/1991 e 14/3/1993, ainda faltam 30 jogos. A Juve teria que passar o restante dessa temporada (11 jogos) e mais 19 rodadas da próxima sem perder para superar. Difícil.

Na atual temporada (2011/12) dos campeonatos nacionais disputados na Europa, apenas quatro clubes ainda não perderam. Além da Juventus-ITA e seus 27 jogos, ainda não foram derrotados o Dínamo Kiev-UCR (22 jogos), o Sheriff-ROM (19) e o Debreceni-HUN (também 19 jogos). Na Alemanha, o líder Borussia Dortmund, que começou mal a temporada, já soma 19 jogos sem derrota e a nove rodadas para o fim da Bundesliga já abriu 5 pontos sobre o Bayern Munique, ficando muito próximo do bicampeonato.

No Campeonato Espanhol, o Real Madrid chegou a sua 11ª vitória consecutiva, superando a sequência de 10 vitórias seguidas no primeiro turno. Com 10 pontos de vantagem sobre o Barcelona, o Real está próximo de tirar o tri do Barcelona. Faltando 12 rodadas para o final do campeonato, o time de José Mourinho poderá ainda alcançar marcas históricas nessa temporada. Com 23 vitórias, precisa de mais 9 em 12 jogos para quebrar o recorde de vitórias em uma só edição. Em 2009/10, Barça e Real conseguiram 31 vitórias cada. E com mais 4 vitórias fora de casa, poderá superar o Barça, que conseguiu 14 vitórias como visitante na temporada passada. Agora, caso vença seus próximos cinco jogos, o Real iguala a marca de vitórias consecutivas do Barcelona (16), também da temporada 2010/11.

Já na Argentina, o Boca Juniors-ARG perdeu sua invencibilidade de 36 jogos no campeonato nacional ao ser derrotado num jogaço contra o Independiente. Depois de sair perdendo no primeiro tempo por 3 x 1, o Boca virou para 4 x3 na segunda etapa, mas levou a virada com gols de Farías, ex-Cruzeiro, aos 44 e aos 49 minutos. Curiosamente, o jogo marcou o encontro entre o líder Boca e o lanterna Independiente, que havia perdido todos os seus quatro jogos no Torneo Clausura. Desde a era do profissionalismo, essa foi a 10ª partida em que o Boca levou 5 gols ou mais em seu temido estádio. A última vez foi em 1996, quando apanhou de 6 x 0 do Gimnasia La Plata. Curiosamente, naquele dia, Guillermo Schelloto marcou três gols na Bombonera, feito repetido ontem por Farías.

As outras vezes em que o Boca levou cinco ou mais gols em casa foram: 4 x 6 Racing (1995); 1 x 6 San Martín de Tucumán (1988); 1 x 5 Newell’s Old Boys (1987); 2 x 5 Independiente (1980); 2 x 5 River Plate (1980); 1 x 5 Gimnasia de Mendoza (1978); 3 x 5 San Lorenzo (1975); e 2 x 5 San Lorenzo (1943).

Antes de Farías, outro jogador havia marcado três gols no Boca Juniors em plena Bombonera. Há um ano, Denis Stracqualursi, do Tigre, marcou os três gols do seu time no empate por 3 x 3.

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quarta-feira, 3 de março de 2010 Artilheiros, Estatísticas, Futebol Europeu, História | 10:40

Palermo e os maiores artilheiros dos grandes clubes

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Com o gol que fez ontem, no empate contra o Vélez Sarsfield (4 x 4), o veterano atacante Martín Palermo igualou o recorde de Roberto Cherro e tornou-se o maior artilheiro da história do Boca Juniors. Os dois ídolos do clube mais popular da Argentina têm 218 gols cada. Aos 36 anos, Palermo, que está sem sua segunda passagem pelo Boca, teve a chance de ultrapassar Cherro no mesmo jogo. Porém, acabou desperdiçando uma cobrança de pênalti. O zagueiro brasileiro Luiz Alberto, ex-Fluminense, participou dessa partida como companheiro de Palermo no Boca.

Artilheiro do Torneo Clausura, o Campeonto Argentino do primeiro semestre, Palermo tem grande chance de ser convocado pelo técnico Diego Maradona para disputar a Copa do Mundo de 2010.

Palermo é hoje um dos maiores artilheiros de um grande clube do futebol mundial em atividade. Além dele, estão jogando ainda Raúl (Real Madrid), Del Piero (Juventus) e Totti (Roma). Confira abaixo a lista dos maiores artilheiros do principais clubes do mundo, além dos 12 maiores times do futebol brasileiro:

Clube País Maior artilheiro Gols Jogos Período
River Plate Argentina Ángel Labruna 293 515 1939-1959
Boca Juniors Argentina Roberto Cherro 218 301 1926-1938
Martin Palermo 218 353 1997-2010
Independiente Argentina Arsenio Erico 293 332 1934-1947
Real Madrid Espanha Raúl 321 730 1994-2010
Barcelona Espanha Paulino Alcántara 357 357 1912-1927
Milan Itália Gunnar Nordahl (SUE) 210 257 1949-1956
Internazionale Itália Giuseppe Meazza 288 361 1927-1947
Juventus Itália Alessandro Del Piero 268 616 1993-2010
Roma Itália Francesco Totti 241 561 1993-2010
Benfica Portugal Eusébio 317 301 1960-1975
Porto Portugal Fernando Gomes 288* 342 1974-1989
Bayern Munique Alemanha Gerd Müller 398 453 1964-1979
Manchester United Inglaterra Bobby Charlton 249 759 1956-1973
Liverpool Inglaterra Ian Rush (GAL) 346 660 1980-1996
Arsenal Inglaterra Thierry Henry (FRA) 226 369 1999-2007
Chelsea Inglaterra Bobby Tambling 202 370 1959-1970
Corinthians Brasil Cláudio 306 554 1945-1957
Palmeiras Brasil Heitor 284 330 1916-1931
Santos Brasil Pelé 1091 1115 1956-1974
São Paulo Brasil Serginho Chulapa 243 401 1973-1982
Flamengo Brasil Zico 568 732 1971-1989
Vasco Brasil Roberto Dinamite 702 1110 1970-1989
Fluminense Brasil Waldo 314 403 1954-1961
Botafogo Brasil Quarentinha 308 444 1954-1964
Grêmio Brasil Alcindo 636 ** 1963-1971
Internacional Brasil Carlitos 485 384 1939-1951
Atlético-MG Brasil Reinaldo 255 475 1973-1985
Cruzeiro Brasil Tostão 248 378 1964-1971

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* Em jogos pelo Campeonato Português.
** Número de jogos não disponível.

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sexta-feira, 22 de maio de 2009 Copa Libertadores | 00:16

A decadência de River Plate e Boca Juniors

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Para delírio dos clubes brasileiros que estão na Libertadores, nossos mais temidos rivais já estão eliminados. O primeiro deles foi o River Plate, que sequer avançou na fase de grupos. Ontem à noite, foi a vez do Boca Juniors, eliminado vergonhosamente pelo modesto Defensor, do Uruguai, em pleno estádio La Bombonera, em Buenos Aires. Recentemente, nossos rivais argentinos Boca Juniors e River Plate vêm decepcionado e colecionando resultados medíocres. O Boca Juniors, maior papão de títulos da América do Sul na década (4 Libertadores e 2 Sul-Americanas), está eliminado da Libertadores já nas oitavas-de-final, seu pior resultado desde 2000 (em 2006 não participou).

Além disso, o time de Riquelme e dos veteranos Palermo, Abbondanzieri e Ibarra, ocupa apenas o modesto 16º colocado no Campeonato Argentino (Torneo Clausura), com apenas 16 pontos em 14 rodadas. Foram 4 vitórias, 4 empates e 6 derrotas. Atual campeão argentino (venceu o Apertura 2008), o Boca Juniors não realiza uma campanha tão ruim desde 1984.

Já o River Plate vem numa seca pior. Nas últimas três Libertadores, foi eliminado já na fase de grupos em 2007 e agora, em 2009. No ano passado, caiu cedo também, nas oitavas-de-final, diante do San Lorenzo. Desde que eliminou o Corinthians, nas oitavas-de-final de 2006, o River Plate ganhou apenas dois jogos fora de casa e perdeu 11 jogos como visitante. Entre essas derrotas, algumas vexatórias, como o 2 x 4 para o Nacional-PAR e 1 x 2 para o Paulista. O time chegou a perder para o Caracas em casa.

Mas o fundo do poço do River aconteceu no último Campeonato Argentino, quando o time conseguiu a proeza de terminar na última colocação no Torneo Apertura, encerrado em dezembro de 2008. O time, comandado então por Simeone, venceu apenas 2 dos 19 jogos. Nesse ano, com o técnico Nestor Gorosito, é o 7º colocado e está a 8 pontos do líder Lanús, faltando cinco rodadas para o final do Torneo Clausura. Os maiores destaques da equipe são o veterano Marcelo Gallardo e o atacante Cristian Fabbiani, de 1,89 m e 100 kg.

Desde 1997, River Plate ou Boca Juniors estiveram presentes entre os oito finalistas da Libertadores. Dessa vez, o único representante argentino nas quartas-de-final é o Estudiantes.

A Libertadores tem agora quatro brasileiros (Cruzeiro, São Paulo, Grêmio e Palmeiras), dois uruguaios (Nacional e Defensor), um argentino (Estudiantes) e um venezuelano (Caracas) entre os oito clubes das quartas-de-final.

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