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quarta-feira, 21 de março de 2012 Campeonato Brasileiro | 14:47

Jogos das 21h têm a pior média de público do Brasileirão

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No segundo turno do Brasileirão do ano passado, a CBF fez um grande favor ao torcedor e eliminou as partidas do Brasileirão que começavam às 21h aos sábados. Além disso, havia também antecipado em meia hora os jogos das 18h30, passando para o início para às 18h. A medida surtiu efeito. Até a 17ª rodada, quando ainda não havia feito essas modificações na tabela, a competição tinha uma média de 12915 torcedores. Da 18ª até a 38ª rodada, já com os horários novos, a média subiu para 16482 torcedores.

Agora, em 2012, a CBF divulgou o calendário da Série A novamente com jogos aos sábados começando às 21h. Os jogos desse dia da semana e desse horário tiveram a segunda pior média de público, com apenas 8976 torcedores em média nas 12 partidas, perdendo apenas para os jogos das 21h de quinta-feira.

No domingo à tarde, nos jogos das 16h, a média foi de 18103 torcedores. Depois, nos jogos das 17h, por conta do horário de verão, a média foi ainda melhor, 19498, coincidindo também com a reta final da competição.

O domingo, aliás, foi o dia com a melhor média de público na Série A de 2011 (16838) contra 14095 da quarta-feira, 12636 da quinta-feira e apenas 12552 do sábado.

Esse horário das 21h de sábado foi inventado pela CBF no Brasileirão de 1997, para agradar, claro, aos interesses das TVs. Desde então, vem aparecendo e desaparecendo durante as edições do Brasileiro. Assim como foi em 2011.

Confira abaixo as médias de público dividas pelos dias da semana e pelos horários no último Brasileirão.

Brasileirão 2011
Dia da semana Horário Jogos Média de público
Domingo 16h 92 18103
17h 32 19498
18h 22 14874
18h30 27 10635
19h 9 17869
Total 182 16838
Dia da semana Horário Jogos Média de público
Sábado 16h 8 11865
18h 27 12813
19h 9 19054
18h30 30 11980
21h 12 8976
Total 86 12552
Dia da semana Horário Jogos Média de público
Quarta 16h 8 22868
18h 2 11008
19h30 18 10360
20h30 14 11743
21h50 37 15009
Total 79 14095
Dia da semana Horário Jogos Média de público
Quinta 19h30 6 12735
20h30 12 14143
21h 11 8868
21h50 1 35392
Total 30 12636
Dia da semana Horário Jogos Média de público
Sexta 18h 3 9499
Total 3 9499

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012 Campeonato Brasileiro | 12:46

Os gringos que atuarão no futebol brasileiro em 2012

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A cada que passa os clubes brasileiros vêm apostando em jogadores de fora para montarem seus elencos. A busca por sul-americanos para reforçar as equipes para a disputa da Libertadores, por exemplo, vem sendo cada vez mais comum. Para a temporada de 2012, 32 gringos já desembarcaram nos clubes da série A do Brasileiro. Muitos, porém, com qualidades discutíveis. Só da Argentina, são 19 jogadores, contando também os times da série B.

Dos 14 novos gringos contratados. Apenas um, de fato, parece ter sido um bom reforço: o atacante Marcelo Moreno, do Grêmio. Entre os remanescentes de 2011, poucos atuaram recentemente em suas seleções, como Ramírez (Corinthians), Piris (São Paulo), Valdívia (Palmeiras), Loco Abreu (Botafogo), Montillo, Victorino e Diego Arias (Cruzeiro); além de Guiñazu e D’Alessandro (Inter).

Cruzeiro e Figueirense são os clube que atualmente mais contam com gringos no elenco (quatro). E essa lista pode ainda aumentar, já que Vasco e Botafogo ainda brigam para contratarem alguns jogadores de fora, como Dátolo, Rojas e Tanaka.

Confira abaixo os gringos que atuam nos clubes das séries A e B do Brasileiro. Em azul estão os jogadores que acabaram de chegar.

Corinthians – Ramírez, volante (Peru); Chen Zhizhao, meia (China)

São Paulo – Iván Piris, lateral-direito (Paraguai); Marcelo Cañete, meia (Argentina)

Palmeiras – Valdívia, meia (Chile); Adalberto Román, zagueiro (Paraguai)

Santos – Breitner, meia (Venezuela); Rentería, atacante (Colômbia)

Flamengo – Maldonado, volante (Chile); Botinelli, meia (Argentina)

Fluminense – Valencia, volante (Colômbia); Martinuccio, meia (Argentina); Lanzini, meia (Argentina)

Vasco – Chaparro, meia (Argentina); Abelairas, volante (Argentina)

Botafogo – Loco Abreu, atacante (Uruguai); Herrera, atacante (Argentina)

Atlético-MG – Escuderomeia (Argentina)

Cruzeiro – Victorino, zagueiro (Uruguai); Diego Ariasvolante (Colômbia); Montillo, meia (Argentina); Farías, atacante (Argentina)

Grêmio – Marcelo Morenoatacante (Bolívia); Miralles, atacante (Argentina)

Internacional – Bolatti, volante (Argentina); Guiñazu, volante (Argentina); D’Alessandro, meia (Argentina)

FigueirenseIgnacio Canutozagueiro (Argentina); Saldívarvolante (Paraguai); Pittoni, meia (Paraguai); Niell, atacante (Argentina)

Coritiba – Geraldo, meia (Angola)

Atlético-PR – Nieto, atacante (Argentina); Guerrón, atacante (Equador); Santiago García, atacante (Uruguai)

América-MG – Sciorilli, atacante (Argentina)

Bragatino – Mauricio Saucedoatacante (Bolívia)

Boa – Felice Caicedoatacante (Equador)

Criciúma – Joe Bizerazagueiro (Uruguai); Andrés Romero, volante (Argentina)

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domingo, 4 de dezembro de 2011 Campeonato Brasileiro, História | 22:54

Números e curiosidades da campanha do campeão Corinthians

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Para chegar ao seu quinto título do Brasileirão, o Corinthians teve uma campanha marcada por alguns números relevantes, comprovando sua força na competição e a sua merecida conquista. Time que mais tempo ficou no G4 (37 das 38 rodadas), o alvinegro foi também o que mais tempo liderou a competição (27 rodadas). Com 21 vitórias, o Corinthians foi o time que mais ganhou no Brasileirão de 2011, superando o Fluminense, que teve 20 vitórias. Com apenas 36 gols sofridos, média de 0,95 por partida, a equipe do técnico Tite terminou o campeonato com a defesa menos vazada, superando o rival Palmeiras nesse quesito (levou 39 gols).

Com 71 pontos e 62,3% de aproveitamento, o Corinthians campeão de 2011 não teve uma campanha tão brilhante em relação aos seus títulos anteriores e também aos outros campeões nacionais. Dos cinco títulos brasileiros, a campanha de 2011 supera apenas a do primeiro e suado título de 1990. Confira:

Ano PG J V E D GP GC S MGP MGC
1990 32 25 12 8 5 23 20 3 0,92 0,80
1998 61 32 18 7 7 57 38 19 1,78 1,19
1999 59 29 18 5 6 61 38 23 2,10 1,31
2005 81 42 24 9 9 87 59 28 2,07 1,40
2011 71 38 21 8 9 53 36 17 1,39 0,95

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Com 29.387 torcedores por jogo, o Corinthians teve a melhor média de público do Brasileirão de 2011. Aliás, pelo segundo ano consecutivo o time paulista atingiu essa marca com a média de 27.446. Além desses dois últimos anos, o Corinthians foi o líder de público nos Brasileiros de 1972, 1976, 1993, 2004 e 2005.

O time campeão de 2011 também alcançou o recorde de vitórias consecutivas, com sete triunfos seguidos no início do Brasileirão, repetindo a marca de 1999. Ao ficar 10 jogos sem perder no começo desse Brasileiro, o Corinthians teve o seu melhor começo em um Brasileiro, porém, não alcançou o recorde de invencibilidade de 15 jogos, da equipe de 1993.

Com os 38 jogos de 2011, mais os 39 do 5º lugar de 2004 e os 8 jogos do 3º lugar de 2010, Tite é o treinador que mais dirigiu o Corinthians em Brasileiros, com 85 partidas, superando Jorge Vieira, que entre 1980 e 1986, comandou o clube em 63 partidas. Nesses três Brasileiros que treinou o Corinthians, foram 44 vitórias, 24 empates e 17 derrotas, aproveitamento de 61,2%.

O atacante Liédson, com 12 gols, foi o artilheiro do time no Brasileirão. O atacante baiano, aliás, já havia alcançado essa marca pelo clube em 2003, quando foi o principal goleador do Timão com 10 gols. Liédson, porém, ficou longe de alcançar o recordista Luisão (autor de 21 gols em 1999). No entanto, o Levezinho entrou para a lista dos jogadores que já foram duas ou mais vezes artilheiro do Corinthians em Brasileiros, como Sócrates (4 vezes), Neto (4) Casagrande (3), Edmar (2), Marcos Roberto (2) e Marcelinho Carioca (2).

Para conquistar seu 5º Brasileiro, o Corinthians do técnico Tite utilizou 27 jogadores, sendo assim o clube com menos atletas usados na competição. Desses, apenas um saiu (o atacante Edno, que foi campeão da Série B pela Lusa). Outro recorde nessa competição, afinal nenhum outro time perdeu tão pouco jogador no torneio.

Com 30 gols sofridos em 33 jogos, o goleiro Júlio César teve a terceira melhor média de gols sofridos na competição (0,91 gol sofrido por partida), perdendo apenas para Vanderlei, do Coritiba (0,85) e Marcos, do Palmeiras (0,89). O goleiro, aliás, é o único remanescente do grupo campeão Brasileiro de 2005 que jogou em 2011 (Bruno Octávio estava no grupo desse ano, mas não entrou em campo).

Além de Júlio César, outros ex-campeões brasileiros, mas por outros clubes são o lateral-esquerdo Fábio Santos e o meia (campeões em 2006, pelo São Paulo), Adriano (campeão em 2009, pelo Flamengo) e Émerson (também campeão em 2009, pelo Flamengo, e campeão em 2010, pelo Fluminense). O Sheik, aliás, tornou-se o primeiro jogador a faturar o tricampeonato nacional por três clubes diferentes na sequência.

Já o meia Danilo, o volante Paulinho e o atacante Willian foram os jogadores mais utilizados na campanha de 2011. Os três participaram de 36 dos 38 jogos do time na temporada. Confira o resumo de jogos, gols e cartões de cada um dos campeões brasileiros de 2011:

Jogador Posição Jogos Gols Amarelos Vermelhos
1 Júlio César G 33 -30 2 0
30 Renan G 3 -5 0 0
22 Danilo G 2 -1 0 0
2 Alessandro LD 22 0 5 1
18 Weldinho LD 26 0 1 0
3 Chicão Z 22 4 9 0
4 L. Castan Z 35 1 5 2
25 Wallace Z 16 0 0 1
13 Paulo André Z 16 0 4 0
6 Fábio Santos LE 27 0 4 0
33 Ramon LE 9 1 3 0
5 Ralf V 34 1 6 0
8 Paulinho V 36 8 9 0
15 Moradei V 8 0 0 0
21 Edenílson V 25 0 2 1
12 Alex M 28 6 2 0
14 Ramírez M 6 1 1 0
17 Morais M 12 0 0 0
20 Danilo M 36 3 6 0
7 Willian A 36 6 2 0
9 Liédson A 28 12 6 1
23 Jorge Henrique A 31 3 8 0
11 Émerson A 28 6 7 1
10 Adriano A 4 1 1 0
29 Taubaté A 1 0 0 0
19 Elias Oliveira A 4 0 0 0
Edno A 1 0 0 0

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011 Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, Copa Libertadores, Técnicos | 11:23

Os técnicos que mais conquistaram vagas na Libertadores desde 2003

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Desde o início da era dos pontos corridos, em 2003, dois treinadores se destacaram pelos títulos: Muricy Ramalho (tetracampeão 2006, 2007, 2008 e 2010) e Vanderlei Luxemburgo (2003 e 2004). E os dois são também aqueles que mais conquistaram vagas para seus clubes na Copa Libertadores no período.

Muricy Ramalho, desde 2003, colocou seis vezes os clubes que dirigiu na Libertadores, sendo seis pelo Brasileirão e uma após a conquista da Copa Libertadores. Já Luxemburgo conquistou cinco vagas na Libertadores e está prestes a chegar a sua sexta, caso o Flamengo empate ou ganhe do Vasco ou ainda se Inter, Coritiba e Figueirense não ganharem seus jogos.

Émerson Leão, que já conquistou três vagas na Libertadores, curiosamente três primeiras edições, luta agora, com o São Paulo para tentar novamente alcançar esse feito. Está difícil, mas ainda é possível. Dorival Júnior, do Inter, também está na briga por uma vaga, que seria sua terceira nos últimos anos.

Confira abaixo quais são os técnicos que mais conquistaram vagas na Libertadores desde 2003 pelo Brasileiro, pelo título da Copa do Brasil e também pela conquista da própria Libertadores:

Muricy Ramalho 6 Internacional (2005), São Paulo (2006, 2007 e 2008), Fluminense (2010) e Santos (2011)**
V. Luxemburgo 5 Cruzeiro (2003)*, Santos (2004, 2006 e 2007) e Palmeiras (2008)
Émerson Leão 3 Santos (2003), São Paulo (2004) e Palmeiras (2005)
Tite 3 São Caetano (2003) e Corinthians (2010 e 2011)
Abel Braga 2 Internacional (2006)** e Fluminense (2011)
Adílson Batista 2 Cruzeiro (2008 e 2009)
Celso Roth 2 Grêmio (2008) e Internacional (2010)**
Dorival Júnior 2 Cruzeiro (2007) e Santos (2010)*
Mano Menezes 2 Grêmio (2006) e Corinthians (2009)*
Renato Gaúcho 2 Fluminense (2007) e Grêmio (2010)*
Ricardo Gomes 2 São Paulo (2009) e Vasco (2011)*
Andrade 1 Flamengo (2009)
Antônio Lopes 1 Corinthians (2005)
Caio Júnior 1 Paraná (2006)
Cuca 1 Cruzeiro (2010)
Estevam Soares 1 Palmeiras (2004)
Geninho 1 Goiás (2005)
Joel Santana 1 Flamengo (2007)
Levir Culpi 1 Atlético-PR (2004)
Mário Sérgio 1 Internacional (2009)
Nelsinho Baptista 1 Sport (2008)*
Ney Franco 1 Flamengo (2006)*
Paulo Autuori 1 São Paulo (2005)**
Paulo Bonamigo 1 Coritiba (2003)
Péricles Chamusca 1 Santo André (2004)*
Roberto Rojas 1 São Paulo (2003)
Vágner Mancini 1 Paulista (2005)*

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* Vagas conquistas pelo título da Copa do Brasil
** Vagas conquistas pelo título da Copa Libertadores
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011 Campeonato Brasileiro, História | 12:47

Cruzeiro pode cair após 41 anos na Série A. Veja quem está há mais tempo

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No próximo domingo, o Brasileirão irá definir os outros dois rebaixados para a Série B de 2012, além de Avaí e América-MG. Ceará, Atlético-PR e Cruzeiro lutam para ver quem escapa. Desses três, o Cruzeiro é o único clube que ainda não foi rebaixado. Aliás, a Raposa, ao lado de Flamengo e Internacional, é um dos únicos clubes do país a jogar todas as edições do Brasileiro desde 1971. Já o Atlético-PR, que esteve os últimos 16 anos na Série A, poderá perder seu lugar na elite.

Confira quais são os clubes que estão há mais tempo na primeira divisão do Brasileirão:

41 anos (desde 1971)
Cruzeiro, Flamengo e Internacional

32 anos (desde 1980)
Santos e São Paulo

16 anos (desde 1996)
Atlético-PR

12 anos (desde 2000)
Fluminense

8 anos (desde 2004)
Botafogo e Palmeiras

6 anos (desde 2006)
Grêmio

5 anos (desde 2007)
Atlético-MG

3 anos (desde 2009)
Avaí e Corinthians

2 anos (desde 2010)
Atlético-GO, Ceará e Vasco

1 ano (desde 2011)
América-MG, Bahia, Coritiba e Figuerense

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domingo, 27 de novembro de 2011 Campeonato Brasileiro | 21:48

Quais jogadores estarão fora da rodada decisiva

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O gol de Bernardo, do Vasco, aos 45 minutos do segundo tempo tirou o grito de campeão do Corinthians e adiou a decisão pelo título para a última rodada. Assim como o gol de Daniel Marques, do Ceará, contra o Cruzeiro, aos 36 minutos do segundo tempo, também adiou a briga pelo rebaixamento para a última e decisiva rodada.

Mas a 37ª rodada também serviu para definir alguma coisa nesse campeonato pra lá de emocionante. O Fluminense, com a derrota para o Vasco no final do jogo, perdeu a chance de brigar pelo título depois de realizar um grande segundo turno (aliás, já é o time com mais pontos no returno, mesmo que perca o próximo jogo). O Flu fez 37 pontos no returno contra 33 de Corinthians e Vasco.

Na briga pela Libertadores, o Flamengo voltou a ficar em boa posição por uma vaga e o surpreendente Coritiba subiu quatro posições na tabela, entrando para o G5 com a vitória, também nos minutos finais, sobre o Avaí. O Coxa, aliás, com a 13ª vitória em casa, passou a ser o mandante com o maior aproveitamento da competição (conquistou 74,2% dos pontos disputados). Na última rodada, porém, o Coritiba terá pela frente o rival Atlético-PR, na Arena da Baixada, que ainda luta para não cair. Mas vale lembrar que no jogo decisivo do estadual desse ano o Coxa enfiou 3 x 0 lá.

Ao Flamengo resta um empate diante do Vasco para se garantir na Libertadores (o que garantiria o título ao Corinthians). Já Coritiba, Inter e Figueirense (todos com 57 pontos), São Paulo (56) e Botafogo (55), ainda estão no páreo por uma vaga. Situação mais complicada para São Paulo e Botafogo, que não conseguirão alcançar o Flamengo e ainda terão que vencer seus jogos e torcer para que nenhum adversário acima da tabela vença. Improvável, mas possível nesse campeonato.

Outra definição, não tão importante assim, foi a vaga conquistada pelo Palmeiras na Copa Sul-Americana de 2012 com a vitória sobre o São Paulo. No clássico, o volante Marcos Assunção anotou seu 6º gol de falta no Brasileirão e dificilmente será superado nesse quesito, já que Ronaldinho Gaúcho marcou três. .

O Atlético-MG, com a goleada sobre o Botafogo, está livre de vez do rebaixamento. Penúltimo colocado no primeiro turno, com apenas 26,3% de aproveitamento, o Galo tem a sétima melhor campanha do returno, com 55,6% dos pontos. O técnico Cuca, assim como já havia feito com o Goiás em 2003, e com o Fluminense em 2009, livrou mais um time do rebaixamento nessa era dos pontos corridos.

Quem também escapou da degola para a segundona foi o Bahia, com o empate sobre o time completo do Santos, na Vila Belmiro, que contou com pouco mais de 12 mil pessoas na despedida do time em casa antes do Mundial.

Para a 38ª e última rodada, todos os dez jogos estarão valendo alguma coisa. Dois deles, porém, um pouco menos, já que o Atlético-GO lutará por uma vaga na Copa Sul-Americana contra o rebaixado América-MG, enquanto o já Fluminense, já classificado para Libertadores, irá enfrentar o Botafogo, que tem chances remotas de chegar ao torneio sul-americano. De quebra, a partida será disputada em Volta Redonda.

Nos demais oito jogos, a briga será grande, com destaque para os clássicos Corinthians x Palmeiras, Vasco x Flamengo e Atlético-PR x Coritiba.

Veja abaixo o que estará em jogo e quais serão os desfalques dos clubes nesse última rodada:

Corinthians x PalmeirasUm empate dá o título ao Corinthians. Para o Palmeiras estragar a festa do rival, deverá vencer e esperar que o Vasco também ganhe no Rio. 
Desfalques:
Corinthians –
Ralf e Danilo.
Palmeiras – Marcos (machucado).

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Vasco x FlamengoO Vasco precisa vencer e torcer por uma derrota do Corinthians para ser campeão. Já o Flamengo necessita de um empate para ir à Libertadores sem depender de ninguém.
Desfalques:
Vasco –
Juninho Pernambucano, Allan, Leandro e Éder Luís (machucado).
Flamengo – Aírton (machucado – dúvida).

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São Paulo x SantosSó a vitória interessa ao São Paulo, que ainda terá que torcer para que Coritiba, Internacional e Figueirense não ganhem.
Desfalques:
São Paulo –
Rivaldo.
Santos – nenhum.

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Botafogo x FluminenseUm empate garante o Flu na fase de grupos da Libertadores. O Botafogo precisa ganhar e torcer para que Coritiba, Inter, Figueirense e São Paulo não ganhem.
Desfalques:
Botafogo –
Éverton, Herrera e Cortês (machucado – dúvida).
Fluminense – nenhum.

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Cruzeiro x Atlético-MG – Um empate garante o Galo na Copa Sul-Americana e pode rebaixar o Cruzeiro, desde que o Ceará vença. Já a Raposa se livra da série B com uma vitória. Um empate pode rebaixar o time.
Desfalques:
Cruzeiro – Fábio, Montillo, Marquinhos Paraná e Wallyson (machucado).
Atlético-MG – Neto Berola.

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Internacional x Grêmio – O Inter precisa vencer e torcer por tropeços de Coritiba ou Flamengo para ir à Libertadores. O Grêmio não briga por nada. Apenas para atrapalhar o rival.
Desfalques:
Internacional – nenhum.
Grêmio – Adílson e Fábio Rochemback (machucado – dúvida).

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Atlético-PR x Coritiba – O Furacão precisa ganhar e torcer para que o Ceará não vença e que o Cruzeiro perca para o Atlético-MG ganhe do Cruzeiro para escapar do rebaixamento. Já o Coritiba precisa vencer para ir à Libertadores. Um empate complicará a vida do Coxa, que terá que torcer para que Inter e Figueirense não ganhem seus jogos.
Desfalques:
Atlético-PR – Gustavo Lazzaretti.
Coritiba – Leandro Donizete (machucado – dúvida).

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Avaí x Figueirense – O Figueira precisa ganhar o jogo contra o rebaixado Avaí e ainda torcer para tropeços de Inter, Coritiba e Flamengo (dois deles necessariamente).
Desfalques:
Avaí – Fabiano, Fernandinho e Batista.
Figueirense – Rhayner e Túlio (machucado).

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Bahia x Ceará – Só a vitória interessa ao Ceará, que ainda torce para o Cruzeiro não vencer para poder, assim, escapar do rebaixamento.
Desfalques:
Bahia – Diones, Ricardinho, Fahel e Dodô (machucado).
Ceará – Fernando Henrique, Eusébio, Daniel Marques e Thiago Humberto.

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Atlético-GO x América-MG – Uma vitória poderá dar a vaga ao Atlético-GO na Copa Sul-Americana de 2012. Para isso o Atlético-MG não pode ganhar do Cruzeiro.
Desfalques:
Atlético-GO – Joílson e Vítor Júnior.
América-MG – Neneca, Kempes, Marcos Rocha, Rodriguinho, Ânderson (machucado), Otávio (machucado) e Luciano (machucado).

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segunda-feira, 21 de novembro de 2011 Artilheiros, Campeonato Brasileiro | 11:33

Centroavantes brilham na antepenúltima rodada do Brasileirão

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O Campeonato Brasileiro de 2011 segue emocionante e imprevisível. A briga pelo título, por uma vaga na Libertadores e para fugir da degola faz desse um dos melhores campeonatos da história da competição. Nessa antepenúltima rodada, o clima de decisão esteve presente em vários confrontos e em muitos deles os centroavantes acabaram fazendo a diferença.

No sábado, Luís Fabiano anotou dois gols e garantiu a vitória do São Paulo diante do América-MG (assim como já havia feito contra o Avaí). Dessa forma, recolocou o Tricolor paulista na briga por uma das duas vagas restantes na Libertadores de 2012 (Santos, Vasco, Corinthians e Fluminense já estão garantidos).

Também no sábado, foi a vez de Felipe Azevedo, do Ceará, acabar com o Grêmio, marcando os três gols na surpreendente vitória do Vovô por 3 x 1. Aliás, essa foi a primeira vez que um jogador marcou três gols no Grêmio no estádio Olímpico, em 511 jogos disputados lá. De quebra, Felipe Azevedo ainda igualou o recorde de Neném, o único jogador do Ceará a marcar três gols em um único jogo de Brasileiro. Isso foi em 1985, no dia 3 de março, na vitória por 3 x 0 sobre o Sergipe.

Ainda no sábado, Elton deixou sua marca na vitória do Vasco por 2 x 0 sobre o Avaí, chegando ao seu 11º na competição, isolando-se como artilheiro do time no Brasileirão e deixando cada vez mais Alecsandro como reserva.

Ontem, Leonardo deu a vitória ao Coritiba sobre o Santos. Aproveitando a chance como titular, o atacante marcou seu 6º gol no Brasileirão.

No Rio, foi a vez de Leandro Damião marcar após seis jogos e ajudar o Inter a vencer o Botafogo e entrar no G4. A última vez que Damião havia feito gols foi na 23ª rodada, no dia 11 de setembro, quando anotou os três na vitória contra o Palmeiras por 3 x 0.

Já em São Paulo, Liédson e Adriano foram decisivos na sexta virada corintiana na competição. O Levezinho marcou seu 11º gol no Brasileirão, garantindo-se como artilheiro do time no campeonato. Já o Imperador marcou seu primeiro gol pelo clube num momento crucial e quebrando um jejum de 1 ano e cinco meses sem balançar as redes.

Em Florianópolis, Fred brilhou mais uma vez. Autor de três gols na goleada sobre o Figueirense por 4 x 0, o atacante chegou a 20 gols no Brasileirão, entrando na briga pela a artilharia do campeonato com o santista Borges, que está com 23 gols. Fred, que já havia marcado quatro gols no meio de semana, contra o Grêmio, marcou 12 gols nos últimos seis jogos. Com 20 gols, Fred está a um gol de igular a marca de Washington, o recordista de gols pelo Flu em uma única edição de Brasileiro. Em 2008, o Coração Valente anotou 21 gols. Pelo Fluminense, em Brasileiros, Fred também chega a marca de 37 gols e está a apenas 6 de igualar o recordista Magno Alves, o maior artilheiro do clube na história da competição com 43 gols.

Com tantos goleadores brilhando nesse campeonato, veja como estão as tabelas dos maiores artilheiros do Brasileirão desde 1971 e também na era dos pontos corridos. Vale lembrar que oito dos dez maiores artilheiros dos pontos corridos estão jogando o Brasileirão de 2011. Confira:

Maiores artilheiro do Brasileirão na era dos pontos corridos

Jogador Pos. Gols Em 2011
Paulo Baier A 91 5
Washington A 82
Borges A 74 23
Obina A 71
Alecsandro A 67 2
Souza A 63 10
Fred A 61 20
Deivid A 60 15
Marcinho M 58 5
Dagoberto A 57 8
Alex Mineiro A 56
Edmundo A 56
Fernandão A 54
Tuta A 54
Iarley A 53 1
Kleber Pereira A 52
Jonas A 51
Alex Dias A 50
Christian A 50
Diego Tardelli A 48
Dimba A 47
Petkovic M 47
André Lima A 46 9
Felipe A 46 7
Roger A 46 2
Diego Souza M 45 10
Rafael Moura A 44 11
Romário A 43
Nilmar A 42
Rafael Sóbis A 42 10
Marcel A 41
Rogério Ceni G 41 2
Alex M 40 6
Finazzi A 40
Hugo M 40
Renato Abreu M 39 4
Neymar A 39 12
Edílson A 38
Luís Fabiano A 38 4
Wellington Paulista A 38 1
Éder Luís A 37 4
Robinho A 37


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Maiores artilheiros do Brasileiro desde 1971

Jogador Gols Período Jogos Média
Roberto Dinamite 190 71-92 328 0,58
Romário 154 85-07 252 0,61
Edmundo 153 92-08 316 0,48
Zico 135 71-89 249 0,54
Túlio 129 88-05 240 0,54
Serginho 127 74-90 184 0,69
Washington 126 99-10 201 0,63
Dario 113 71-85 240 0,47
Kleber Pereira 102 99-10 195 0,52
10º Ramon 98 89-10 367 0,27
11° Dodô 96 95-10 196 0,49
12° Paulo Baier 94 97-11 354 0,27
13° Reinaldo 93 73-85 177 0,53
14° Careca 92 78-86 130 0,71
Evair 92 86-02 221 0,42
16° Cláudio Adão 91 73-93 194 0,47
Jorge Mendonça 91 73-86 197 0,46
Viola 91 88-04 249 0,37
Marcelinho Carioca 91 88-09 284 0,32
20° Tuta 90 96-07 231 0,39

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sexta-feira, 18 de novembro de 2011 Campeonato Brasileiro, Estatísticas, História | 12:33

Corinthians está no G4 em 72 das últimas 73 rodadas do Brasileirão

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Permanecer entre os quatro primeiros colocados do Brasileirão não é tarefa das mais fáceis, tamanho o equilíbrio entre os participantes do campeonato nacional. Nas últimas duas edições, porém, o Corinthians alcançou algo raro nessa era dos pontos corridos. Em 2010, o time paulista ficou todas as 38 rodadas no G4, entre os quatro primeiros colocados. O clube foi líder em 12 rodadas e deixou escapar o título no final. Agora, em 2011, está no G4 desde a segunda rodada, completando assim 72 rodadas entre os quatro primeiros. E já garantido na Libertadores de 2012, provavelmente fechará o campeonato também no G4.

A única rodada em que o time ficou de fora foi na primeira desse ano. Apesar de estrear vencendo o Grêmio, por 2 x 1, o Corinthians terminou a rodada na 6ª colocação, ficando atrás dos adversários no saldo de gols. No Brasileirão de 2011, o alvinegro é o clube que mais rodadas permaneceu na liderança (24 de 34).

Nos últimos dois Brasileiros, esses foram os clubes que mais ficaram no G4, em 73 rodadas:

1-Corinthians – 72 rodadas ( (36),  (26),  (8) e  (2))
2-Fluminense – 38 rodadas ( (23),  (7),  (7) e  (1))
3-Botafogo – 28 rodadas ( (-),  (-),  (12) e  (16))
4- São Paulo – 28 rodadas ( (4),  (8),  (14) e  (2))
5-Vasco – 24 rodadas ( (6),  (9),  (3) e  (6))
6-Cruzeiro – 21 rodadas ( (2),  (4),  (13) e  (2))
7-Flamengo – 19 rodadas ( (1),  (9),  (3) e  (6))
8-Internacional – 12 rodadas ( (-),  (-),  (1) e  (11))
9-Santos – 10 rodadas ( (-),  (1),  (3) e  (6))
10-Ceará – 9 rodadas ( (-),  (3),  (3) e  (3))
11-Atlético-MG – 5 rodadas ( (1),  (1),  (-) e  (3))
12-Avaí – 5 rodadas ( (1),  (2),  (1) e  (1))
13-Figueirense – 3 rodadas ( (-),  (-),  (-) e  (3))
14-Grêmio – 3 rodadas ( (-),  (-),  (-) e  (3))
15-Atlético-PR – 1 rodada ( (-),  (-),  (-) e  (1))
16-Palmeiras – 1 rodada ( (-),  (-),  (-) e  (1))

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quinta-feira, 17 de novembro de 2011 Campeonato Brasileiro, Estatísticas | 12:34

Palmeiras: recorde no jejum de vitórias e no número de empates

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Com  o empate diante do Vasco, ontem, no Pacaembu, o Palmeiras chegou ao seu 10º jogo sem vitória no Brasileirão. Um recorde negativo na história do clube, igualando a marca de 1985, quando o time também ficou dez partidas sem vencer. Naquele campeonato, o Palmeiras terminou na 30ª colocação, com apenas 5 vitórias, 8 empates e 7 derrotas.

Depois de vencer o Cruzeiro em seu sexto jogo (2 x 0), no dia 13 de fevereiro, o Palmeiras só foi voltar a vencer no dia 31 de março de 1985. Na derrota para o Náutico, o time acabou demitindo o técnico Fedato. Em seu lugar, entrou Mário Travaglini. Confira a sequência do então maior jejum de vitórias do Palmeiras em Brasileiros:
23/2/1985 – Palmeiras 1 x 1 Vasco
28/2/1985 – Internacional 2 x 1 Palmeiras
3/3/1985 – Palmeiras 1 x 2 Santos
6/3/1985 – Náutico 2 x  1Palmeiras
10/3/1985 – Palmeiras 1 x 2 Bahia
13/3/1985 – Goiás 1 x 0 Palmeiras
16/3/1985 – Palmeiras 4 x 4 São Paulo
20/3/1985 – Palmeiras 2 x 2 Flamengo
24/3/1985 – Portuguesa 0 x 0 Palmeiras
27/3/1985 – Cruzeiro 1 x 1 Palmeiras

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Em 2011, a última vitória palmeirense foi no distante dia 22 de setembro, na 25ª rodada, há quase dois meses. Desde então, foram cinco empates e cinco derrotas. E a última vitória fora de casa foi na 12ª rodada, 2 x 1 no Figueirense, no dia 27 de julho. Com chances remotas de rebaixamento, o Palmeiras somou apenas 11 pontos no returno, ganhando somente uma partida. Apenas o Ceará, com 10 pontos em 16 jogos, consegue ser pior.

No Campeonato Brasileiro de 2011, o Palmeiras chegou ao seu 16º empate em 35 partidas. O que dá uma porcentagem de 46% de empates no total de jogos. Um recorde na era dos pontos corridos, desde 2003, entre todos os clubes. E com apenas 26% de vitórias em sua campanha de 2011, o Palmeiras tem também um de seus piores índices de vitória em Brasileiros. Apenas em Apenas em 1985 (25%) e em 2002, ano do rebaixamento (24%), o Palmeiras venceu proporcionalmente menos.

Veja abaixo quem mais empatou seus jogos em Brasileiros na era dos pontos corridos:

Ano Posiçao Clube Jogos Empates % de empates
2011 12º Palmeiras 35 16 0,46
2010 Botafogo 38 17 0,45
2010 12º Ceará 38 17 0,45
2010 14º Flamengo 38 17 0,45
2010 11º Vasco 38 16 0,42
2003 21º Ponte Preta 46 18 0,39
2004 20º Botafogo 46 18 0,39
2010 17º Vitória 38 15 0,39
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Campeonato Brasileiro, História | 00:48

Flu vence o Grêmio no jogo com mais viradas desse Brasileiro

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O Fluminense bateu o Grêmio por 5 x 4, hoje, no Engenhão, e segue vivo na briga pelo título Brasileiro. A vitória do Tricolor carioca sobre o Tricolor gaúcho foi de forma brilhante, num jogo histórico. Desde 1971, poucas foram as vezes em que um jogo teve três viradas (como a de hoje). E somente uma vez contou com mais viradas. Em 2006, o Atlético-PR bateu o Vasco por 6 x 4, num jogo de quatro viradas (Vasco 2 x 1, Atlético-PR 3 x2, Vasco 4 x 3 e Atlético-PR 6 x 4).

Hoje à noite, no primeiro tempo, o Grêmio saiu na frente, o Fluminense empatou e o Grêmio fez 2 x 1 nos minutos finais. No segundo tempo, começaram as viradas. Aos 16 minutos do segundo tempo, Rafael Sóbis fez 3 x 2 para o Flu, na primeira virada do jogo. Pouco depois, com gols aos 29 e aos 30 minutos, o Grêmio virou para 4 x 3. Em seguida, com mais dois gols de Fred, aos 33 e aos 35 minutos, o Flu virou para 5 x 4, na terceira virada desse jogaço. Em apenas seis minutos (dos 29 aos 35), foram 4 gols.

Esse 5 x 4 do Fluminense sobre o Grêmio também iguala o jogo com mais gols nesse Brasileiro, o 5 x 4 do Flamengo sobre o Santos, na Vila Belmiro, no primeiro turno.

Na história do Brasileirão, desde 1971, esses foram os jogos com mais viradas:

Atlético-PR 6 x 4 Vasco (1/10/2006) – 4 viradas
Gols:
Evanílson 9/1 (1 x 0), Ramon 17/1 e Andrade 42/1 (1 x 2); Marcos Aurélio 8/2 e 17/2 (3 x 2), Leandro Amaral 23/2, Andrade 27/2 (3 x 4), Danilo 32/2, Ferreira 34/2 e Pedro Oldoni 45/2 (6x 4)

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Bahia 4 x 7 Santos (22/10/2003) – 3 viradas
Gols:
Didi 8/1, Robinho 14/1, Léo 16/1 (1 x 2), Didi 22/1, Robinho 28, Cícero 37/1; Preto 7/2 (4 x 3), Diego 18/2 e 20/2, William 35/2 e Fabiano 46/2 (4 x 7)

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Bahia 5 x 3 Atlético-MG (13/10/2002) – 3 viradas
Gols: Marques 9/1, Nonato 11/1, Gutiérrez 14/1 (contra) (2 x 1), Mancini 19/1 e Michel 46/1 (2 x 3); Valdomiro 10/2, Róbson 34/2 e Geraldo 44/2 (5 x 3)

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Paraná 4 x 3 Cruzeiro (27/5/2007) – 3 viradas
Gols: Guilherme 43/1 e Joélson 46/1; Josiel 12/2 (2 x 1), Rômulo 22/2, Guilherme 29/2 (2 x 3), Josiel 36/2 e Éverton 37/2 (4 x 3)

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Fluminense 5 x 4 Grêmio (16/11/2011) – 3 viradas
Gols: Rafael Marques 16/1, Fred 24/1 e Marquinhos 45/1; Fred 7/2, Rafael Sóbis 16/2 (3 x 2), Brandão 29/2, Adílson 30/2 (3 x 4) e Fred 33/2 e 35/2 (5 x 4)

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quarta-feira, 9 de novembro de 2011 Campeonato Brasileiro | 19:15

Brasileirão de 2012 deverá ter 7 paulistas e apenas um mineiro

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O futebol paulista quase sempre foi o maior representante de clubes na primeira divisão do Campeonato Brasileiro. Em 2011, porém, dividiu com o Rio de Janeiro essa marca, com clubes cada. Com a provável permanência dos quatro grandes (as chances de o Palmeiras ser rebaixado são remotas), a subida da campeã Portuguesa e quase certa volta da Ponte Preta, o futebol paulista deverá ter seis representantes na Série A de 2012. E poderá ainda ganhar mais um integrante caso o Bragantino fique entre os quatro primeiros da Série B nas próximas três rodadas.

Ontem, o time de Bragança Paulista, comandado pelo técnico Marcelo Veiga, chegou ao G4 da Série B e na briga direta por uma vaga na primeira divisão de 2012. Já a outra vaga na Série A do próximo deverá ficar com o Náutico, que irá garantir o retorno do futebol pernambucano na elite do Brasileirão.

Por outro lado, futebol mineiro poderá ficar com apenas um representante. Com as três vitórias do Atlético-MG nas últimas três rodadas, a chance de ver os três times mineiros na Série B de 2012 diminuíram. Mas com a provável queda do América e, talvez, do Cruzeiro, sobraria apenas um time de Minas Gerais na Série A, repetindo o feito de 2006, quando apenas o Cruzeiro jogou na Série A.

Dessa forma e de acordo com a classificação atual, a distribuição de clubes por estado na Série A de 2012 ficaria assim:
7 Paulistas – Corinthians, São Paulo, Santos, Palmeiras, Portuguesa, Ponte Preta e Bragantino
4 Cariocas
– Vasco, Botafogo, Fluminense e Flamengo
2 GaúchosGrêmio e Internacional
1 Mineiro – Atlético-MG
1 Baiano – Bahia
1 Catarinense – Figueirense
1 Cearense – Ceará
1 Goiano – Atlético-GO
1 Paranaense Coritiba
1 Pernambucano Náutico
Já a Série B também seria formada por uma maioria paulista e mineira. Confira:
4 Paulistas – Americana, Barueri, Guarani e São Caetano
4 Mineiros – América-MG, Cruzeiro, Boa e Ipatinga
3 CatarinensesAvaí, Criciúma e Joinville
2 Paranaenses Atlético-PR e Paraná
1 AlagoanoCRB
1 Baiano – Vitória
1 Cearense – Icasa
1 Goiano – Goiás
1 Paraense Paysandu
1 Pernambucano Sport
1 Potiguar ABC
Veja abaixo o número de clubes paulistas em cada edição do Brasileiro, desde 1971:

Ano Clubes Paulistas
1971 20 5 (25,0%)
1972 26 5 (19,2 %)
1973 40 6 (15,0 %)
1974 40 6 (15,0%)
1975 42 6 (14,3 %)
1976 54 8 (14,8 %)
1977 62 9 (14,5 %)
1978 74 12 (16,2 %)
1979 94 8 (8,5 %)
1980 44 8 (18,2 %)
1981 44 7 (15,9 %)
1982 44 8 (18,2 %)
1983 44 9 (20,5 %)
1984 41 6 (14,6 %)
1985 44 7 (15,9 %)
1986 48 8 (16,7 %)
1987 16 4 (25,0 %)
1988 24 6 (25, 0%)
1989 22 7 (31, 8%)
1990 20 8 (40,0 %)
1991 20 6 (30,0 %)
1992 20 7 (35,0 %)
1993 32 8 (25,0 %)
1994 24 8 (33,3 %)
1995 24 8 (33,3 %)
1996 24 7 (29,2 %)
1997 26 8 (30,8 %)
1998 24 8 (33,3 %)
1999 22 8 (36,4 %)
2000 29 8 (27,6 %)
2001 28 9 (32,1 %)
2002 26 8 (30,8 %)
2003 24 6 (25,0 %)
2004 24 8 (33,3 %)
2005 22 6 (27,3 %)
2006 20 6 (30,0 %)
2007 20 4 (20,0 %)
2008 20 4 (20,0 %)
2009 20 6 (30,0 %)
2010 20 6 (30,0 %)
2011 20 4 (20,0 %)
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terça-feira, 8 de novembro de 2011 Artilheiros, Campeonato Brasileiro, Estatísticas | 15:57

Ataque do São Paulo marcou só 10 gols no Brasileiro. Santistas marcaram 41

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O Campeonato Brasileiro de 2011 contabiliza 891 gols até agora, após 330 jogos. Desses gols, 468 foram feitos por atacantes dos 20 clubes, o que representa 52,5% gols. Em alguns casos, em 13 clubes, os atacantes são responsáveis por mais da metade dos gols da equipe no Brasileirão.

O Santos, do artilheiro Borges, e de Neymar (que marcou 7 gols nos últimos 5 jogos), tem os atacantes mais eficientes da competição. Até agora, o setor ofensivo do time de Muricy Ramalho fez 41 gols e foi responsável por 83,7% dos 47 gols do time no torneio. Só Borges (23 gols) e Neymar (12 gols), juntos, têm 35 gols. Mais do que o time do todo do Atlético-PR, que marcou 33 gols até agora.

Borges e Neymar, que marcaram no último final de semana contra o Vasco, fizeram 71,4% dos gols do Santos no Campeonato Brasileiro e formam a dupla de ataque mais positiva da competição, superando Ronaldinho Gaúcho e Deivid, do Flamengo (28 gols); Fred e Rafael Moura, do Fluminense (23 gols); William e Rafael Coelho, do Avaí (20 gols); Loco Abreu e Herrera, do Botafogo (19 gols); e Marcos Aurélio e Bill, do Coritiba (19 gols), entre os atacantes que mais marcaram em cada clube.

Por outro lado, o São Paulo conta com o ataque menos eficiente do Brasileirão. Até agora, os atacantes do Tricolor paulista fizeram apenas 10 gols no Campeonato, sendo 8 só com Dagoberto. Dos 48 gols do São Paulo no Brasileiro, só 10 saíram pelos atacantes do time, correspondendo a apenas 20,8% dos gols, a pior média entre os 20 participantes.

Confira o desempenho dos atacantes de cada clube nesse Brasileirão:

Clube Total de gols Gols de atacantes Porcentagem
Santos 49 41 83,7%
Fluminense 48 35 72,9%
Atlético-GO 42 27 64,3%
Ceará 39 25 64,1%
América-MG 43 26 60,5%
Figueirense 43 26 60,5%
Bahia 39 23 59,0%
Flamengo 57 33 57,9%
Coritiba 52 30 57,7%
Avaí 44 23 52,3%
Atlético-MG 41 21 51,2%
Corinthians 47 24 51,1%
Botafogo 49 25 51,0%
Palmeiras 37 17 45,9%
Cruzeiro 38 18 43,4%
Grêmio 40 17 42,5%
Atlético-PR 33 13 39,4%
Internacional 53 18 34,0%
Vasco 49 16 32,7%
São Paulo 48 10 20,8%

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segunda-feira, 24 de outubro de 2011 Campeonato Brasileiro, História | 12:09

São Paulo próximo de recorde negativo no Brasileirão

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Sem técnico e sem vencer há sete partidas pelo Campeonato Brasileiro, o São Paulo está próximo de igualar um recorde negativo em sua história pela competição, desde 1971. Em 2005, quando era dirigido por Paulo Autouri, o Tricolor ficou 8 jogos sem vencer, alcançando o seu maior jejum de vitórias em Brasileiros.

Naquele ano, o time estava priorizando a reta final da Copa Libertadores e chegou até a cair para a 19ª colocação, na zona do rebaixamento na 19ª rodada.

No próximo domingo, o São Paulo irá enfrentar líder Vasco, em São Januário. Caso não conquiste os três pontos, chegará então a esse recorde negativo de oito jogos sem vitória. Atualmente, após a vitória do Cruzeiro sobre o Atlético-GO, o São Paulo detém o maior jejum de vitória no Brasileirão. A última vitória são-paulina no Brasileirão foi há mais um mês, no dia 16 de setembro, contra o Ceará (4 x 0).

Confira os maiores jejuns de vitória em andamento no Brasileirão:

São Paulo –   7 jogos (5 empates e 2 derrotas)
Palmeiras – 6 jogos (3 empates e 3 derrotas)
Ceará – 5 jogos (2 empates e 3 derrotas)
Bahia – 4 jogos (3 empates e 1 derrota)
Coritiba – 3 jogos (2 empates e 1 derrota)
América-MG – 2 jogos (1 empate e 1 derrota)
Botafogo – 2 jogos (2 derrotas)

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terça-feira, 18 de outubro de 2011 Campeonato Brasileiro, Público | 09:33

Santos tem pior média de público desde 2000

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Bicampeão Paulista e atual campeão da Libertadores, o Santos vem fazendo uma campanha muito aquém do esperado no Brasileirão de 2011. Além disso, o clube da Vila Belmiro vem decepcionando também fora das quatro linhas, com uma média de público baixíssima, a pior desde 2000 e uma das piores em sua história pelo Campeonato Brasileiro, com apenas 7.414 torcedores, em média, por partida.

No último jogo, na derrota para o Grêmio, Santos levou apenas 3.477 torcedores à Vila Belmiro. Esse foi o pior público desde 2008, quando somente 2.396 pessoas pagaram para ver o Peixe bater o Ipatinga por 4 x 0, na segunda rodada daquele campeonato. Na era dos pontos corridos, desde 2003, o público diante do Grêmio entrou para a lista dos dez piores do Santos, em casa, nas 99 partidas disputadas. Veja a lista:

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No Brasileirão de 2011, com a média de 7.414 torcedores por jogo, o Santos está com a 18ª melhor média de público da competição, a frente apenas dos dois últimos colocados, América-MG e Avaí. Confira a média de público do Brasileirão de 2011 até a 30ª rodada:

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Em sua história pelo Brasileirão, a média de 2011 (7.414 torcedores por jogo), é a quinta pior desde 1971. Veja as médias de público do Santos em Brasileiros:

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011 Campeonato Brasileiro | 17:15

Quem mais perdeu pênaltis nesse Brasileiro

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Melhor jogador do Cruzeiro, o argentino Montillo não vem levando muita sorte nas cobranças de pênalti pela Raposa. Desde que chegou ao clube mineiro, em meados de 2010, Montillo já perdeu cinco cobranças pela clube. No Brasileirão de 2010, o meia tentou dar uma cavadinha no clássico diante do Atlético-MG e viu seu time perder por 4 x 3, desperdiçando pontos preciosos na briga pelo título.

Agora, em 2011, Montillo já perdeu quatro cobranças, sendo três no Brasileirão, um recorde até agora. No início do ano, o meia perdeu um pênalti no empate contra o Tupi, pelo Campeonato Mineiro. No Brasileiro, o argentino despediçou uma cobrança na goleada sobre o Avaí (5 x 0), onde também marcou um gol de pênalti. Já na 23ª rodada, diante do Santos, na Vila Belmiro, Montillo chutou para fora a cobrança que poderia dar o empate para a Raposa naquele jogo, vencido pelo time paulista por 1 x 0.

Ontem, contra o Corinthians, o meia voltou a chutar um pênalti para fora, também perdendo a chance de dar o empate para a Raposa. Na partida de ontem, porém, o argentino foi para a cobrança com uma grande responsabilidade, pela situação em que se encontra o Cruzeiro e também com o momento emocional abalado, já que seu filho passou por uma cirurgia delicada.

Mas se por um lado Montillo é o recordista de pênaltis perdidos, o argentino é também um dos artilheiros de pênaltis no Brasileirão de 2011. Confira a lista:

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Até agora, em 299 jogos pelo Brasileirão de 2011, foram assinalados 87 pênaltis. O Cruzeiro, curiosamente, foi o time que teve mais pênaltis a favor na competição (8), seguido por Avaí, Corinthians e Grêmio, todos com 7 pênaltis. Já o Flamengo é o time menos favorecido nesse quesito, não tendo um pênalti a seu favor na competição. Por outro lado, Atlético-MG e Fluminense foram os clubes que mais tiveram pênaltis marcados contra (9 no total). Já o Figueirense não teve um pênalti contra e o Palmeiras apenas um.

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011 Artilheiros, Campeonato Brasileiro, História | 08:49

Fred atinge melhor marca de gols em uma temporada pelo Flu

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Com os três gols marcados na vitória sobre o Coritiba, ontem, por 3 x 1, no Engenhão, o atacante Fred chegou a marca de 23 gols na temporada pelo Fluminense, consolidando-se cada vez mais como o artilheiro do time no ano. Atrás dele, vem Rafael Moura, o He-Man, com 19 gols.

Veja os artilheiros do Fluminense em 2011:

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Desde que chegou ao Fluminense, em 2009, o atacante Fred vem correspondendo e terminando o ano sempre como o principal goleador do time. Na primeira temporada, fez 22 gols. Em 2010, foi o artilheiro, mesmo ficando ausente por várias partidas, com 18 gols. Agora, em 2011, Fred chegou a marca de 23 gols.

Confira  os artilheiros do Fluminense, ano a ano:
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Com 63 gols marcados em 101 pelo Fluminense, Fred  subiu para o 32º lugar na lista dos maiores artilheiros da história do Flu desde 1902, ao lado de Machado. Mantendo essa média de aproximadamente 20 gols por temporada, Fred poderá, em 2012, talvez chegar entre os 20 primeiros.
Veja a lista dos maiores artilheiros do Fluminense em todos os tempos:
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Pelo Campeonato Brasileiro, Fred chegou a marca de 28 gols com a camisa do Fluminense. Agora, o atacante está empatado na sexta colocação, ao lado de Tuta, na lista dos maiores artilheiros do Flu na história da competição, desde 1971.

Veja a lista dos maiores artilheiros do Fluminense na história do Brasileirão:

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terça-feira, 11 de outubro de 2011 Campeonatos Estaduais, História, Público | 10:03

Pelo terceiro ano, Santa Cruz leva mais de 30 mil na Série D

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Um dos clubes de maior torcida no Nordeste, o Santa Cruz amarga sua terceira temporada na Série D do Brasileirão. O Tricolor pernambucano, que já participou de 20 das 40 edições do Campeonato Braisleiro da primeira divisão, sonha com dias melhores e vem sofrendo para resgatar seu prestígio. Mas nem por isso sua torcida o abandonou. No últimos três anos, o time de Recife vem levando, em média, mais de 30 mil torcedores por partida na quarta divisão do Campeonato Brasileiro. Vale lembrar que na Copa do Brasil desse ano, o Santa Cruz registrou o maior público da competição, levando 46.681 torcedores na vitória sobre o São Paulo, na segunda fase.
Atualmente, em cinco partidas disputadas em casa, no estádio Arruda, o Santa Cruz teve uma média de 36.618 torcedores por jogo. A maior em todas as quatro divisões do Brasileiro de 2011. No próximo domingo, o Tricolor irá jogar novamente no Arruda, no jogo de volta das quartas-de-final da Série D, contra o Treze-PB. No jogo de ida, em Campina Grande, os clubes empataram por 3 x 3. Um simples vitória ou empates (0 x 0, 1 x 1 ou 2 x 2) garantem o Santa Cruz na semifinal da competição e também na Série C de 2012. Nesse jogo, é esperado um público superior a 40 mil pessoas. Confira os públicos do Santa Cruz na Série D de 2011 até agora:

24/07/2011   Santa Cruz 0 x 0 Guarani de Juazeiro-CE  42.584
14/08/2011    Santa Cruz 1 x 0 Santa Cruz-RN 35.020
04/09/2011   Santa Cruz 1 x 0 Porto-PE 27.746
18/09/2011    Santa Cruz 2 x 1 Alecrim-RN 33.099
25/09/2011   Santa Cruz 1 x 0 Coruripe 44.642
36.618 (média)

A última vez em que o Santa Cruz participou da Série A do Brasileiro foi em 2006, quando terminou na última colocação e acabou rebaixado novamente. Naquele ano, o time contou com uma pequena média de 9.876 torcedores por partida no Arruda. Depois disso, porém, quando o time passou a se afundar, a torcida do Tricolor parece ter ficado cada vez mais ao lado clube. Em 2007, na Série B, o Santa Cruz foi o líder de público mesmo sendo rebaixado para a terceira divisão. Em 2008, na Série C, o Santa Cruz foi novamente rebaixado e mesmo assim teve a melhor média de público da competição. Confira abaixo os campeões de média de público nas quatro divisões do Brasileirão desde o início da era dos pontos corridos:

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segunda-feira, 10 de outubro de 2011 Campeonato Brasileiro, História | 10:22

Os jogadores mais novos e os mais velhos do Brasileirão

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Nesta 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Grêmio colocou em campo sua nova promessa, o atacante Yuri “Mamute”, de apenas 16 anos. O jovem atleta entrou no segundo tempo na derrota para o Coritiba (2 x 0), e tornou-se o jogador mais novo a atuar nesse Campeonato Brasileiro. Com 16 anos e 4 meses, Yuri, por pouco, não bateu o recorde do atacante Jô, que em 2003 fez sua estreia pelo Corinthians, com 16 anos e 3 meses. Até hoje, Jô é o atleta mais novo a entrar em campo pelo Campeonato Brasileiro na era dos pontos corridos.

Yuri, do Grêmio, ficou longe, porém, de alcançar o recorde do boliviano Mauricio Baldivieso, até hoje o jogador mais novo a entrar em campo por uma partida de campeonato nacional, com apenas 12 anos. Em 2009, o filho do técnico da equipe, Julio César Baldiviesa, fez sua estreia pelo Aurora, com somente 12 anos. Mauricio Baldivieso segue no elenco do Aurora, que na semana passada bateu o Vasco pela Copa Sul-Americana. Baldivieso, em 2009, superou o recorde de outro jogador  jovem a atuar em um jogo de primeira divisão, Fernando García, que jogou aos 13 anos e 11 meses pelo Juan Aurich, do Peru, em 2001.

Em 2005, o atacante Cláudio, do Palmeiras, chegou a jogar com 16 anos e 1 mês e teria sido o jogador mais novo a entrar em campo pelo Brasileirão, na era dos pontos corridos. Porém, descobriu-se depois que o atleta havia adulterado seu nome e idade (era dois anos mais velho). Confira a lista dos jogadores mais novos e mais velhos a entrar em campo no Brasileirão, na era dos pontos corridos:

Mais novos (era dos pontos corridos):
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Mais novos (Brasileirão 2011):

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Mais velhos (era dos pontos corridos):

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Mais velhos (Brasileirão 2011):


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quinta-feira, 6 de outubro de 2011 Campeonato Brasileiro, Técnicos | 11:53

Os melhores e os piores técnicos do Brasileirão de 2011

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Após 27 rodadas, apenas sete dos 20 clubes da Série A do Brasileiro não trocaram de técnico na competição: Corinthians (Tite), Flamengo (Luxemburgo), Caio Júnior (Botafogo), Palmeiras (Felipão), Figueirense (Jorginho), Coritiba (Marcelo Oliveira) e Santos (Muricy). O líder Vasco, por conta do problema de saúde de Ricardo Gomes, foi um dos 13 clubes que mudaram de treinador durante o campeonato. Por esses 13 clubes, já passaram 23 treinadores e mais 9 interinos.

Desses 33 técnicos, até agora, quem tem o melhor aproveitamento individual é Cristóvão Borges, que assumiu desde o afastamento de Ricardo Gomes, há oito rodadas, conquistou 70,8% dos pontos, levando o time carioca à liderança do torneio. Ricardo Gomes, que dirigiu o Vasco durante o primeiro turno, conquistou 62,5% de aproveitamento, o terceiro melhor do Brasileirão. O segundo melhor, até agora, segue sendo Paulo César Carpegiani, que dirigiu o São Paulo nas oito primeiras rodadas e teve 62,5% de aproveitamento (venceu os cinco primeiros jogos e caiu após perder três partidas seguidas e a liderança do torneio).

O quarto melhor técnico é Hélio dos Anjos, com o surpreendente Atlético-GO. Em 12 jogos, Hélio conquistou 61,4% de aproveitamento. Em seguida, vem Celso Roth, que conseguiu tirar o Grêmio da zona do rebaixamento e agora briga por uma vaga na Libertadores. Já na sexta posição aparece Tite, do Corinthians, o melhor entre os treinadores que disputaram todos os 27 jogos até agora.

Dos 13 clubes que trocaram de técnico na competição, alguns tiveram melhoras no desempenho de suas equipes e outros acabaram piorando. O Fluminense, que começou com interinos antes da chegada de Abel Braga, não entra nessa conta. Entre os times que se deram bem com as mudanças dos seus treinadores, estão:
– Vasco (de 62,5% com Ricardo Gomes para 70,8% com Cristóvão Borges);
Atlético-GO (de 26,7% com PC Gusmão para 61,1% com Hélio dos Anjos);
– Grêmio (de 38,1% com Renato Gaúcho e 33,3% com Julinho Camargo para 59,5% com Celso Roth);
Internacional (de 45,5% com Falcão para 51,5% com Dorival Júnior);
Bahia (de 35% com René Simões para 50% com Joel Santana);
– Ceará (de 39,1% com Vágner Mancini para 44,4% com Estevam Soares).
América-MG (de 22,2% com Mauro Fernandes e 16,7% com Antônio Lopes para 30,8% com Givanildo);

Já entre as equipes que se deram mal com a troca de treinadores estão:
São Paulo (de 62,5% com Carpegiani para 48,1% com Adílson Batista);
Cruzeiro (de 53,3% com Joel Santana para 11,1% com Emerson Ávila e 16,7% com Vágner Mancini);
Atlético-PR (de 47,2% com Renato Gaúcho para 42,9% com Antônio Lopes);
Atlético-MG (de 33,3% com Dorival Júnior para 30,6% com Cuca);
Avaí (de 30,8% com Alexandre Gallo para 29,6% com Toninho Cecílio);

Confira abaixo o aproveitamento de todos os técnicos nesse Brasileiro. Nessa lista, estão os desempenhos de seis técnicos que dirigiram duas equipes (Joel Santana, Dorival Júnior, Adílson Batista, Renato Gaúcho e Cuca), somados e também separados por cada um dos times em que comandaram na competição. Em azul, os atuais técnicos. Em amarelo, os clubes que não trocaram de treinador no Brasileiro. Em verde, os técnicos que dirigiram duas equipes.

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Interinos

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segunda-feira, 3 de outubro de 2011 Campeonato Brasileiro | 10:32

Recordes e curiosidades do Brasileirão após a 27ª rodada

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No último final de semana, o Campeonato Brasileiro teve a disputa da 27ª rodada e após dez jogos, algumas marcas foram quebradas. Em Porto Alegre, o Cruzeiro chegou ao seu 8º jogo sem vitória, igualando o seu pior jejum de vitórias na história da competição. Em 1998, quando foi comandado por Levir Culpi, e em 2006, quando foi dirigido por Paulo César Gusmão (em 5 jogos) e Oswaldo de Oliveira (3 jogos), a Raposa também ficou 8 partidas sem vencer. Se não conseguir vencer o São Paulo na próxima quarta-feira, o Cruzeiro irá atingir então uma sequência negativa histórica, de 9 jogos em vitória.

Já o São Paulo, com a derrota para o Flamengo, terminou a rodada com um aproveitamento de apenas 52,4% nos jogos como mandante. Até agora, foram 6 vitórias, 4 empates e 4 derrotas. Além do Flamengo, o Tricolor paulista tropeçou também para outros cariocas em casa: Vasco (2 x 0), Botafogo (2 x 0) e Fluminense (2 x 1). Contra os cariocas, aliás, o São Paulo não vem dando muito sorte. Em 2011, foram 7 jogos no Brasileirão, com apenas uma vitória (2 x 0 no Flu, na estreia), um empate e cinco derrotas (aproveitamento de apenas 19%). Nos últimos anos, aliás, história não vem sendo muito diferente. Em 2010, em 8 jogos, o São Paulo, venceu 1, empatou 4 e perdeu 3 para os cariocas (29,2%). Já em 2009, disputou 6 jogos, ganhou 2, empatou 1 e perdeu 3 (38,9%). Dos últimos 21 jogos diante dos cariocas, em Brasileiros, o São Paulo venceu apenas 4, empatou 6 e perdeu 11.

A vitória sobre o São Paulo, por 2 x 1, deixou o Flamengo agora com o melhor ataque do Brasileirão 2011 ao lado do Coritiba, com 44 gols em 27 jogos. O Flamengo tem nesse campeonato também o melhor ataque de um visitante (25 gols em 14 jogos). Além disso, o rubro-negro é o também o time que mais marcou gols no segundo tempo (27 gols, contra 26 do Coritiba). Até hoje, o Flamengo terminou com o melhor ataque de um Brasileirão em quatro oportunidades, em suas 40 participações (1974, 1980, 1983 e 2008).

A 27ª rodada do Brasileirão ou a 8ª rodada do segundo turno, terminou também com um novo líder nessa segunda metade do campeonato. Com a vitória sobre o Santos aos 50 minutos do segundo tempo, o Fluminense assumiu a liderança do returno com uma ótima campanha (6 vitórias, 1 empate e 1 derrota – 79,2% de aproveitamento). Já o Cruzeiro, com sua série negativa de vitórias, caiu para a rabeira do returno. Confira a classificação:

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terça-feira, 27 de setembro de 2011 Artilheiros, Campeonato Brasileiro, História | 17:40

Quem marcou mais gols em um só jogo do Brasileirão

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No último final de semana, o meia-atacante Diego Souza anotou 3 gols na bela vitória do Vasco sobre o Cruzeiro, por 3 x 0, fora de casa, pelo Brasileirão. Essa foi a primeira vez que o jogador atingiu tal marca pela competição. A marca, porém, já foi alcançada por outros jogadores no campeonato de 2011 por Ronaldinho Gaúcho, Liédson, Leandro Damião, André Lima e Ânderson Aquino.

Na era dos pontos corridos, o recorde segue sendo do meia Alex, que atualmente defende o Fenerbahce, da Turquia. Em 2003, o jogador fez 5 gols na vitória sobre o Bahia por 7 x 0, na última rodada do Brasileiro daquele ano. Desde 2003, apenas três jogadores fizeram 4 gols em um único jogo: Liédson, pelo Corinthians, mas em 2003, Keirrison, pelo Coritiba, em 2008, e Val Baiano, pelo Barueri, em 2009.

Na história do Brasileirão, o recorde de gols em uma única partida pertence a outro vascaíno. Em 1997, Edmundo fez 6 gols na vitória do Vasco por 6 x 1 sobre o União São João.

Confira abaixo os maiores artilheiros em um único jogo na história do Brasileirão e também quem fez 3 ou mais gols em uma única partida na era dos pontos corridos:

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.Brasileirão na era dos Pontos Corridos

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sábado, 24 de setembro de 2011 Campeonato Brasileiro, Confrontos, História | 10:54

Cruzeiro e Inter defendem tabus diante Vasco e Atlético-MG

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A 26ª do Campeonato Brasileirão terá dois clássicos amanhã onde velhos tabus estão em jogo. Em Minas Gerais, o Cruzeiro, que realiza uma de sua piores campanhas na era dos pontos corridos, com apenas 38,7% de aproveitamento, defende um tabu diante do Vasco, líder do campeonato. Nos últimos 8 jogos entre as equipes, que já decidiram o Brasileirão de 1974 (Vasco campeão), só deu Cruzeiro, com 7 vitórias e um empate. No último jogo, em São Januário, a Raposa não tomou conhecimento do Vasco e venceu por 3 x 0, na estreia de Joel Santana, já demitido do Cruzeiro.

A última vitória do Vasco no confronto foi em 2006, 1 x 0, em São Januário, gol de Ramon. O goleiro Fábio, do Cruzeiro, é o único remanescente daquele jogo. Já em Minas Gerais, a última vitória do Vasco foi em 2000, por 3 x 1, no Mineirão, pela semifinal da Copa João Havelange. O Vasco, de Joel Santana, venceu por 3 x 1, com gols de Juninho Pernambucano, Euller e Romário. Sorín descontou para a Raposa, dirigida por Felipão. No geral, Cruzeiro e Vasco já jogaram 44 vezes, com 16 vitórias da Raposa, 15 empates e 13 vitórias do Vasco.

Já o clássico Internacional e Atlético-MG, o tabu é ainda maior. O Colorado não perde para o Galo há 15 jogos. A última vitória atleticana foi em 2002 (3 x 2, no estádio Independência, em BH). Em Porto Alegre, a última vez que o Atlético-MG bateu o Inter pelo Brasileirão foi há 25 anos, em 1986, quando ganhou por 2 x 0, com gols de Éverton e João Paulo. No Beira-Rio, aliás, o Inter leva grande vantagem sobre o Galo, com 13 vitórias, 10 empates e apenas 4 derrotas em 27 jogos. No Geral, a vantagem colorada também é grande. Em 54 jogos, foram 23 vitórias do Inter, 17 empates e 14 vitórias do Atlético. No último confronto, deu Inter também, com um 4 x 0, fora de casa, na Arena Jacaré, em Sete Lagoas. Curiosamente, o técnico do Atlético-MG naquele jogo era Dorival Júnior, que hoje comanda o Inter.

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quarta-feira, 21 de setembro de 2011 Campeonato Brasileiro, Confrontos, História | 09:36

No Morumbi, Corinthians não perde há 7 partidas para o São Paulo

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Clássico que vale a liderança provisória do Brasileirão (o Vasco só joga amanhã), São Paulo x Corinthians contará com outros grandes atrativos. Além da velha rivalidade do Majestoso, disputado pela primeira vez em 1936, o jogo de hoje à noite traz um clima de revanche, mas pelo lado são-paulino. O Corinthians, apesar da vantagem no confronto direito, vem em má fase (perdeu cinco dos últimos sete jogos), luta para voltar ao topo da liderança e não perder mais um técnico após um clássico contra o São Paulo.

O jogo de hoje será o 292º na história entre os dois clubes (veja aqui a lista dos jogos). Até agora, o Corinthians leva boa vantagem, com 112 vitórias, 92 empates e 88 derrotas. O alvinegro marcou 430 gols e levou 392 do Tricolor. Recentemente, os dois clubes conseguiram manter bons tabus. Entre 2003 e 2007, o São Paulo ficou 13 jogos sem perder para o rival. Já entre 2007 e 2010, foi a vez do Corinthians ficar 10 jogos invicto no clássico. Esse tabu, porém, foi quebrado esse ano, no Paulistão, quando o São Paulo venceu por 2 x 1, em Barueri, no jogo que marcou o gol 100 na carreira de Rogério Ceni.

O goleiro aliás, tem também um retrospecto negativo diante do Corinthians. Em 52 jogos, ganhou 17, perdeu 20 e empatou outros 15, levando 79 gols. O Corinthians é, justamente, o clube que mais marcou gols em Rogério Ceni.

Pelo Brasileirão, o Corinthians também leva a melhor em 47 jogos com 18 vitórias, 18 empates e 11 derrotas (51 gols a favor e 42 gols contra). Além disso, carrega uma invencilibidade de 8 jogos sem derrota para o São Paulo na competição (5 vitórias e 3 empates no período). A última vitória são-paulina no clássico, pelo Brasileirão, foi no dia 7/5/2006, quando venceu por 3 x 1 em São José do Rio Preto.

No último confronto entre as equipes, pelo Brasileiro, o Corinthians acabou goleando o São Paulo por 5 x 0, no Pacaembu, na maior goleada alvinegra na história do clássico, repetindo o placar de 1996, pelo Paulistão. Pelo lado são-paulino, a maior vitória também aconteceu em Brasileiros. Foi em 2005, quando o time bateu o Corinthians por 5 x 1, no Pacaembu. Naquele jogo, o árbitro era Wilson Luiz Seneme, o mesmo de hoje. Seneme esteve presente também na vitória do Corinthians por 3 x 0, no primeiro turno de 2010, no Pacaembu; na vitória corintiana por 2 x 0, na semifinal do Paulista, no Morumbi, que garantiu o alvinegro da final daquele ano; e também na vitória do Corinthians por 4 x 3, no Paulistão de 2010.

A goleada de 5 x 1 do São Paulo de 2005, aliás, causou a queda do técnico argentino Daniel Passarella. E derrubar técnicos do Corinthians vem sendo um especialidade do Tricolor. Na história, já foram 15 após o Majestoso. O último deles Ademar Braga, em 2006. Até o técnico Tite, que vem sendo alvo da crítica dos torcedores pelos maus resultados, já caiu após perder um clássico para o São Paulo. No início de 2005, pelo Paulistão, Tite foi demitido após a derrota por 1 x 0, com gol de Danilo, hoje reserva do Corinthians.

No Morumbi, palco do jogaço de hoje, as equipes já se enfrentaram 131 vezes, com 46 vitórias do Corinthians, 51 empates e 34 vitórias do time da casa. Atualmente, o Corinthians mantém um tabu de sete jogos sem derrota para o São Paulo no Cícero Pompeu de Toledo. A última vitória do São Paulo, no Morumbi, foi no Paulistão de 2007, quando venceu por 3 x 1. Desde então, foram três vitórias do Corinthians e quatro empates. No último jogo no Morumbi, pelo Brasileirão de 2010, o Corinthians venceu por 2 x 0, com gols de Elias e Dentinho.

O Morumbi também foi palco de algumas decisões entre Corinthians em São Paulo. Pelo Paulistão, o São Paulo foi campeão sobre o rival em 1987, 1991 e 1998. Já o Corinthians faturou o Estadual de 1982, 1983, 1997 e 2003 em cima do rival, além do Torneio Rio-São Paulo de 2002 e o Brasileirão de 1990. O alvinegro também levou a melhor em algumas semifinais, como no Paulista de 1999 e 2009, além da Copa do Brasil de 2002.

Entre os jogadores que disputarão o clássico hoje, quatro deles, pelo lado corintiano, já marcaram gol no clássico: Chicão (que deve começar no banco), Danilo, Jorge Henrique e Liédson. O Levezinho, aliás, foi o grande destaque no último confronto, quando fez 3 gols. O atacante, aliás, fez também um na final do Paulista de 2003. Já pelo lado são-paulino, Rogério Ceni já marcou três gols no rival, sendo dois de pênalti e um de falta. Luís Fabiano, que pode ser a surpresa do Tricolor hoje à noite, fez dois gols nessa final de 2003 também, um em cada derrota por 3 x 2. Outros que também já marcaram foram Dagoberto (dois gols) e Jean (um).

Outra curiosidade é que no elenco do Corinthians três jogadores já defenderam o São Paulo: o lateral-esquerdo Fábio Santos e o atacante Adriano (fora do clássico de hoje por lesões) e o meia Danilo (que deve começar no banco). Já no São Paulo, além do técnico Adílson Batista, apenas apenas Rivaldo defendeu o Corinthians no profissional. Lucas, só jogou por lá nas categorias de base, quando ainda era chamado de Marcelinho.

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terça-feira, 20 de setembro de 2011 Campeonato Brasileiro, História | 08:47

Nos últimos três anos o líder da 24ª rodada não levou o título

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O Campeonato Brasileiro de 2011 chegou a sua 24ª rodada com um novo líder, o Vasco, que superou o Corinthians e pela primeira vez assumiu a ponta da competição. Com praticamente 2/3 do campeonato disputado, a briga pelo título e pela fuga do rebaixamento parece tomar forma. Mas muita coisa pode mudar daqui para frente. Se pegarmos as edições anteriores do Brasileirão por pontos corridos, a situação se alterou bastante nas últimas 14 rodadas, com 42 pontos em disputa. Nos últimos três anos, por exemplo, quem estava na liderança do Brasileiro nessa mesma altura do campeonato não ficou com o título.

Em 2008, o Grêmio, de Celso Roth, tinha seis pontos de vantagem sobre o vice-líder, Cruzeiro (49 a 43) e dez a mais do que o São Paulo (39 pontos e na 9ª posição). No final, o Tricolor paulista fechou o campeonato com 75 pontos contra 72 do Tricolor gaúcho e levou o tri. Dos 42 pontos em disputa, o São Paulo conquistou incríveis 36.

Em 2009, o Palmeiras, treinado por Muricy Ramalho, o mestre do Brasileirão por pontos corridos, perdeu a liderança e viu o Flamengo, que na 24ª rodada também estava dez pontos atrás e na 11ª colocação, ser o campeão. Nas últimas 14 rodadas, o Rubro-negro conquistou 33 pontos enquanto o Palmeiras fez 18 e acabou de fora, inclusive, da Libertadores.

Já no ano passado, o Corinthians, com um jogo a menos, liderava o Brasileiro com dois pontos a mais do que o segundo colocado Fluminense. Mas aí, o alvinegro perdeu quatro jogos e empatou outros três na sequência e viu o Tricolor carioca tomar a liderança. Depois, o Corinthians ainda conseguiu recuperar o primeiro lugar, mas faltando três rodadas foi novamente ultrapassado pelo Flu, que ficou com o título.

Outro ano em que o líder a 14 rodadas do fim não levou o Brasileiro foi 2005. O Inter, na 28ª rodada, estava a um ponto de vantagem do Corinthians, que acabou campeão. Já em 2003, 2004, com Cruzeiro e Santos, e em 2006 e 2007, com o São Paulo, os líderes a 14 rodadas do fim levaram o título.

Por outro lado, algumas situações também chamaram a atenção pela superação ou até mesmo pela queda brusca nas últimas 14 rodadas nas edições passadas. Em 2007, por exemplo, o Corinthians ocupava a 10ª rodada nessa mesma rodada de hoje (24ª) e acabou rebaixado. Nos seus últimos 14 jogos, o time somou apenas 11 dos 42 pontos e caiu para a Série B. No mesmo ano, o Flamengo, então o 14º colocado, arrumou forças para beliscar uma vaga na Libertadores.

Já em 2009, o Cruzeiro, então 13º colocado, com 32 pontos (mais ou menos como o Figueirense hoje), conquistou 30 dos 42 pontos, chegou na 4ª posição e ficou com uma vaga na Libertadores do ano seguintes. Já o Fluminense, com apenas 18 pontos e na lanterna do campeonato (hoje o lanterna América-MG tem 19), também deu uma bela arrancada no campeonato, conquistou 27 dos 42 pontos e escapou da Série B.

Confira abaixo a situação do Brasileirão faltando 14 rodadas para o seu final, assim como hoje. Em verde, os clubes que ficaram com o título no ano, em amarelo, os clubes que chegaram no G4 e foram para a Libertadores, em laranja, os clubes classificados para a Libertadores como campeões da Copa do Brasil ou da própria Libertadores no ano, e em rosa, os clubes que foram rebaixados.

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segunda-feira, 19 de setembro de 2011 Campeonato Brasileiro, Estatísticas, História | 09:08

Lanterna do returno, Flamengo tem série negativa recorde

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Sem vencer há nove jogos no Brasileirão, o Flamengo alcançou uma marca negativa em sua história pela competição, desde 1971. Até então, o maior jejum de vitórias do Rubro-negro em Brasileiros era de oito jogos. Isso aconteceu três vezes: em 1971 (com o técnico Fleitas Solich), em 1994 (com Carlinhos e Edinho) e em 2004 (com Abel Braga). No Brasileirão de 2011, o Flamengo foi o time com a maior sequência invicta, ao ficar sem perder nas 16 primeiras rodadas, um recorde na história dos pontos corridos e também do próprio clube em um começo de competição.

Confira os maiores jejuns de vitória do Flamengo em Brasileiros:

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Agora, porém, o Flamengo acumula nove jogos sem vitória, na pior sequência em andamento no Brasileirão de 2011. Pelo péssimo desempenho, o time de Vanderlei Luxemburgo ocupa o último lugar na classificação do segundo turno do Brasileirão, com apenas um ponto em cinco jogos (conquistado justamente ontem, no empate contra o Botafogo). Veja a classificação do segundo turno do Brasileirão de 2011:

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sexta-feira, 2 de setembro de 2011 Campeonato Brasileiro, Estatísticas | 09:50

São Paulo fica de fora do G4 pela primeira vez no Brasileirão 11

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Ao perder para o Fluminense e chegar a marca de cinco jogos sem vitória no Brasileirão, o São Paulo caiu para a 5ª colocação no campeonato e pela primeira vez ficou de fora do G4. No ano passado, o Tricolor fez uma de suas piores campanhas na era dos pontos corridos no Brasileirão e não chegou a ingressar no grupo que vai à Libertadores durante todo o torneio. Assim, ficou de fora da competição sul-americana pela primeira vez depois de participar durante  sete anos consecutivos.

Em 2011, o São Paulo, ainda comandando por Paulo César Carpegiani, iniciou o Brasileirão com tudo, vencendo seus cinco primeiros jogos e isolando-se na liderança. Porém, levou uma goleada histórica do Corinthians (5 x 0) e depois perdeu mais dois jogos seguidos. Desde então, perdeu o primeiro lugar para o rival e depois a segunda colocação para o Flamengo. Já na 20ª rodada, a primeira do returno, o São Paulo perdeu em casa para o Fluminense e acabou ultrapassado por Vasco e Botafogo. Confira a classificação dos clubes rodada a rodada nesse Brasileirão de 2011:

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.A sequência negativa de cinco jogos sem vitórias no Brasileirão do São Paulo é a maior no momento no campeonato, ao lado do Flamengo, do Bahia e do lanterna América-MG. Se pegarmos as últimas cinco rodadas do Brasileiro, em 15 pontos possíveis, o São Paulo conquistou apenas 4 deles, tendo a 16ª melhor campanha. O Flamengo, que também vem muito mal nas últimas rodadas, perdeu a vice-liderança e tem a segunda pior campanha nas últimas rodadas. Por outro lado, o Atlético-GO, do técnico Hélio dos Anjos, vem numa série incrível, com cinco vitórias consecutivas. O Dragão, que estava na zona do rebaixamento na 15ª rodada pulou para o 9º lugar depois dessa sequência de vitórias. Confira o desempenho dos clubes nas últimas cinco partidas que disputaram:

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terça-feira, 30 de agosto de 2011 Campeonato Brasileiro, Transferências | 10:53

Quem mais perdeu jogadores nesse Brasileirão

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Ao final do primeiro turno, os 20 clubes da Série A negociaram 91 jogadores. Quase 1/3 desses atletas (30), porém, continuaram na primeira divisão, trocando apenas de clube. Outros 26 jogadores acabaram migrando para a Série B do Brasileiro. Já 23 jogadores foram para o exterior. Um número até relativamente baixo, se comparado aos anos anteriores: 45 em 2010, 46 em 2009, 52 em 2008, 64 em 2007, 50 em 2006, 58 em 2005 e 65 em 2004. Nessa janela de transferências, quem mais comprou jogadores brasileiro foi o futebol italiano, com cinco jogadores, seguido por Portugal (3) e China (3).

Contando os jogadores que entraram em campo e também aqueles que chegaram a ficar no banco de reservas, os clubes que mais perderam jogadores nesse Brasileiro foram o Avaí (11 jogadores), o Santos (9, sendo três para o exterior), além de Ceará, Grêmio e Vasco, que perderam 7 jogadores. O líder Corinthians e o Atlético-MG foram os clubes que menos perderam jogadores, com apenas uma baixa no elenco cada.

Veja a lista dos jogadores que deixaram ou trocaram de clube nesse Brasileirão:

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quinta-feira, 25 de agosto de 2011 Artilheiros, Campeonato Brasileiro, História | 08:50

Borges e os maiores artilheiros na era dos pontos corridos

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Autor dos dois gols da vitória do Santos, sobre o Fluminense, ontem, por 2 x 1, o atacante Borges isolou-se na artilharia do Brasileirão com 12 gols em apenas 15 jogos. Aos 30 anos, o centroavante está disputando seu sétimo Brasileirão pelo sexto clube diferente. Desde que estreou na competição pelo São Caetano, em 2004, com Muricy Ramalho sob seu comando, Borges já anotou 63 gols em Brasileiros, na era dos pontos corridos. Com Muricy como seu treinador, além de Santos e São Caetano, Borges viveu seu grande momento na carreira ao conquistar o bi do Brasileirão em 2007/08.

Com 63 gols, Borges figura agora entre os cinco maiores goleadores desde 2003, quando campeonato passou a ser disputado no sistema de pontos corridos. O maior artilheiro continua sendo Paulo Baier, que disputou todas as edições e anotou 86 gols. Em 2011, porém, o meia ainda não marcou. Dos jogadores em atividade, outro bem colocado é o atacante Alecsandro, do Vasco, autor de 67 gols (fez dois nesse Brasileirão).

Confira abaixo a lista dos maiores artilheiros do Brasileirão desde 2003:

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segunda-feira, 22 de agosto de 2011 Campeonato Brasileiro | 09:02

Defesa do São Paulo sofre com "apagão" no segundo tempo

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Terceiro colocado no Brasileirão, o São Paulo vem sofrendo nesse campeonato com a instabilidade de sua defesa na segunda etapa das partidas. Até agora, dos 22 gols sofridos pelo Tricolor na competição, apenas três foram no primeiro tempo e 19 no segundo, o que significa 86,4% dos gols sofridos pela equipe. Até os 30 primeiros minutos de cada jogo, o São Paulo levou apenas um gol nesse campeonato (para o Atlético-PR, em casa).

Assim como ontem, no clássico contra o Palmeiras, quando saiu na frente no primeiro tempo e depois deixou o rival empatar, o São Paulo acabou perdendo alguns pontos no Brasileirão ao não manter o resultado da primeira etapa. Contra o Flamengo, na 11ª rodada, levou o gol da derrota aos 26 minutos do segundo tempo. Contra o Atlético-GO, sofreu o empate, em casa, aos 23 minutos da segunda etapa. Contra o Coritiba, fora de casa, chegou a virar o jogo por 3 x 0, fez o quarto gol no início da segunda etapa e depois levou três gols (22, 29 e 41), quase permitindo o empate. Depois, contra o Vasco, em casa, levou dois gols no segundo tempo (aos 7 e aos 47) e foi derrotado por 2 x 0.

Dos 20 clubes da Série A, o São Paulo é o que menos sofreu gols no primeiro tempo e o que mais levou gols na segunda etapa, na proporção dos gols sofridos pelas equipes. Confira:

Gols sofridos (1º tempo):
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Gols sofridos (2º tempo):
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sexta-feira, 19 de agosto de 2011 Campeonato Brasileiro, História, Técnicos | 08:25

Luxemburgo perde chance de ser recordista de invencibilidade pelo Fla

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Com a goleada sofrida diante do Atlético-GO, por 4 x 1, ontem, no Engenhão, o técnico Vanderlei Luxemburgo perdeu a chance de se tornar recordista de invencibilidade como técnico do Flamengo em Campeonatos Brasileiros. Luxa estava invicto na competição havia 16 rodadas e com mais um jogo igualaria a marca de Cláudio Coutinho, que ficou 17 jogos sem derrota em 1980, ano do primeiro título Brasileiro do Flamengo.

Essa sequência de 16 jogos sem derrota em uma única edição de Vanderlei Luxemburgo é, no entanto, uma das maiores na história da competição nacional em uma única edição. A marca ficou próxima do recorde de invencibilidade na era dos pontos corridos, que pertence a Paulo César Gusmão, que ficou 21 rodadas sem derrota no ano passado, contando as passagens por Ceará e Vasco. No geral, em uma única edição, porém, Luxemburgo ainda estava longe de alcançar o recorde de Evaristo de Macedo que ficou 27 partidas sem perder pelo Santa Cruz no Brasileirão de 1978.

Além de ser o recordista de invencibilidade em uma única edição de Brasileiro, Evaristo de Macedo detém também o recorde de sequência invicta somando-se os campeonatos seguintes, com 33 jogos sem derrota entre 1973 e 1978. Luxemburgo, pelo Palmeiras, em 1993 e 1994, chegou a ficar 23 jogos sem derrota.

Confira abaixo as maiores invencibilidades dos técnicos na história do Brasileirão em uma única edição e também no geral.

Maiores invencibilidades em uma única edição:
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Maiores invencibilidades no geral:
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