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quarta-feira, 15 de junho de 2011 Confrontos, Copa Libertadores, História | 12:14

Curiosidades sobre a final entre Peñarol e Santos

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A Copa Libertadores de 2011 começa a ser decidida hoje à noite, com o jogaço entre Peñarol e Santos. A competição sul-americana, que chega a sua 52ª final, conhecerá o campeão na próxima quarta-feira, dia 22, quando as equipes se enfrentarão no Pacaembu.

O Santos, bicampeão em 1962 e 1963, volta a brigar pelo título contra um clube com quem já disputou uma final. Em 2003, o time da Vila Belmiro perdeu a chance de ser tricampeão ao perder a decisão para o Boca Juniors-ARG, clube o qual havia vencido na decisão de 1963. Já o Peñarol, adversário de hoje, foi o rival do Santos na final de 1962.

Veja aqui outra curiosidades envolvendo a final de hoje noite:

– Peñarol e Santos já se enfrentaram cinco vezes pela Libertadores. Em 1962, na final, o Santos venceu por 2 x 1 no Uruguai e depois perdeu por 3 x 2 na Vila Belmiro. No jogo extra, em Buenos Aires, deu Santos (3 x 0). Já em 1965, pela semifinal, o Santos venceu por 5 x 4 no jogo de ida. Na volta, o Peñarol venceu por 3 x 2 e depois por 2 x 1, na prorrogação.

– Essa será a quarta final repetida da história. As outras foram Santos x Boca Juniors-ARG (1963 e 2003); Nacional-URU x Estudiantes-ARG (1969 e 1971) e River Plate-ARG x  América de Cáli-COL (1986 e 1996).

– Na final de 1962, os dois grandes nomes do Peñarol eram Pedro Rocha e Alberto Spencer. Pedro Rocha brilhou depois no futebol brasileiro, jogando pelo São Paulo. Já Alberto Spencer é o até hoje maior artilheiro da história da Libertadores, com 54 gols.

– O Peñarol é o maior campeão nacional entre os clubes da América do Sul com 48 títulos. Esse ano, porém, ficou na terceira colocação e viu seu maior rival, o Nacional, levantar a taça pela 43ª vez.

– Pentacampeão da Libertadores em 1987, o Peñarol teve como melhor desempenho, até então, alcançar às quartas-de-final em 2002, quando foi eliminado pelo São Caetano, nos pênaltis.

– O heroi do Peñarol no título de 1987 foi o atacante Diego Aguirre, hoje técnico do clube uruguaio. Aguirre chegou a jogar no Internacional e no São Paulo no início da década de 90.

– Já o técnico campeão pelo Peñarol em 1987 foi Óscar Washington Tabárez, que dirigiu a Seleção Uruguaia na Copa do Mundo de 1990 e recentemente na Copa do Mundo de 2010, quando levou a Celeste Olímpica à semifinal. Tabárez será o treinador da Seleção Uruguaia na próxima Copa América.

– Autor do gol da vitória do Peñarol sobre o Vélez Sarsfield, na primeira partida da semifinal, o lateral-esquerdo Darío Rodríguez é o capitão do time e o jogador mais velho do elenco, com 36 anos. Darío marcou um golaço na Copa do Mundo de 2002, na derrota do Uruguai para a Dinamarca por 2 x 1.

– O Peñarol perdeu duas finais para clubes brasileiros. Além de ser derrotado pelo Santos em 1962, perdeu também para o Grêmio, em 1983. Em 1961, porém, venceu o Palmeiras, sagrando-se bicampeão na época.

– Com 5 títulos, o Peñarol tem a chance de alcançar o Boca Juniors e se tornar o segundo clube com mais conquistas da Libertadores. O Independiente-ARG é o recordista com 7. Já o Santos, se conquistar o tricampeonato, iguala o São Paulo, até hoje o clube brasileiro com mais títulos sul-americanos.

– Santos e Peñarol já se enfrentaram 20 vezes na história. O Peixe leva vantagem com 9 vitórias, 4 empates e 7 derrotas. O primeiro confronto entre eles foi justamente no Estádio Cententário, na final da Libertadores de 1962 (dia 28 de julho), com a vitória santista por 2 x 1. Já o último jogo foi em 1996, pela Supercopa dos Campeões, com a vitória do Santos por 3 x 0.

– Peñarol (em 1960) e Santos (em 1963), foram campeões invictos. Além deles, apenas o Independiente (1964), Estudiantes (1969 e 1970) e Boca Juniors (1978), também ganharam a Copa sem perder.

– O Peñarol detém o recorde de participações seguidas em Libertadores: 15 vezes, entre 1965 e 1979.

– O Peñarol é também o recordista de participações na Copa Libertadores. Até hoje, o clube uruguaio já disputou 39 edições, seguido pelo Nacional-URU (37), Olimpia-PAR (35) e Cerro Porteño-PAR (34).

– O Peñarol é o clube que mais chegou em finais de Libertadores, com dez decisões na história. Até agora, ganhou 5 e perdeu 4.

– A maior goleada da história da Copa Libertadores foi aplicada pelo Peñarol. Em 1970, bateu o Valencia, da Venezuela, por 11 x 2.

– Os uruguaios não chegam a uma decisão de Libertadores há 23 anos. A última vez foi com o Nacional, em 1988. Desde então, o melhor desempenho foi do Naci0nal, semifinalista em 2009. Nesses 23 anos, só não chegaram à final clubes da Venezuela e Bolívia.

– Caso seja campeão, o técnico Diego Aguirre poderá entrar no grupo seleto de campeões da Libertadores como jogador e técnico. Até hoje, apenas seis conseguiram essa proeza: Maschio (Racing/1967 e Independiente/1973); Ferreiro (Independiente/1964-65 e Independiente/1974); Cubilla (Peñarol/1960-61, Nacional/1971 e Olimpia/1979/90); Mujica (Nacional/1971 e Nacional/1980); Pastoriza (Independiente/1972 e Independiente/1984); e Pumpido (River Plate/1986 e Olimpia/2002)

– O Estádio Centenário, de Montevidéu, é o que mais recebeu partidas de finais de Libertadores. A final de hoje à noite será a 20ª da história.

– O árbitro de hoje, o paraguaio Carlos Amarilla, apitou seu primeiro jogo de Libertadores em 1998. Desde então, nunca chegou a apitar uma final de Libertadores. Amarilla apitou algumas semifinais: Santos 1 x 0 Independiente Medellín-COL (2003); São Paulo 0 x 0 Once Caldas-COL (2004); Cúcuca-COL 3 x 1 Boca Juniors-ARG (2007); São Paulo 2 x 1 Internacional (2010); Peñarol 1 x 0 Vélez Sarsfield (2011)

– Esse será o 72º de Carlos Amarilla em Libertadores. O paraguaio é o terceiro árbitro que mais apitou na história da competição, atrás apenas do colombiano Oscar Ruiz, que se aposentou esse ano com 80 jogos de Libertadores na bagagem; e o uruguaio Jorge Larrionda, que apitou com 75.

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