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segunda-feira, 14 de maio de 2012 Campeonatos Estaduais | 13:50

As façanhas dos campeões estaduais de 2012

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O futebol brasileiro conheceu ontem 13 novos campeões estaduais em 2012. Agora, já são 17 os campeões entre os 27 campeonatos disputados no país nesse primeiro semestre.

Desses campeões que saíram até agora, dois conquistaram o estadual pela primeira vez: o Cametá, do Pará, e o Aracruz, do Espírito Santo.

Já três foram bicampeões (Internacional, Santa Cruz e Ceará) e dois tricampeões (Santos e Coritiba).

Dos 17 campeões, apenas um foi invicto: o Atlético-MG.

Veja abaixo as principais façanhas dos campeões estaduais de 2012:

Santos (SP)

– Depois de 43 anos conquistou um tricampeonato no Paulistão.
– Igualou o Corinthians em número de tricampeonatos (três cada).
– Com Neymar, o Santos tornou-se o clube com mais artilheiros na história do Paulistão, superando o Corinthians (22 a 21)
– O zagueiro Durval conquistou o seu 10º título estadual consecutivo: Botafogo-PB (03), Brasiliense-DF (04), Atlético-PR (05), Sport (06, 07, 08, 09) e Santos (10, 11 e 12)
– O técnico Muricy Ramalho conquistou seu sétimo estadual: Náutico-PE (01 e 02), Internacional-RS (03 e 05), São Caetano-SP (04) e Santos (11 e 12)
– Igualou o São Paulo em número de títulos Paulista (20 a 20). O Corinthians lidera o ranking de títulos paulistas com 26, seguido pelo Palmeiras (22)
– Venceu 5 dos últimos 7 estaduais e ainda foi vice em um deles.
– O público de 53.749 torcedores da final de ontem foi o maior do Brasil nos Estaduais 2012.

Fluminense (RJ)
Conquistou seu 31º título Estadual. Agora está um atrás do Flamengo, o maior campeão Carioca, com 32 conquistas. O Vasco tem 22 e o Botafogo 19.
– Venceu seu quarto estadual nos últimos 20 anos (1995, 2002 e 2005)
– Assim como em 2005, o técnico Abel Braga deu o título do Fluminense. Abelão conquistou ainda o Carioca de 2004 com o Flamengo.
– Fred foi o artilheiro do Flu no Estadual com 7 gols. Na competição, os artilheiros foram Loco Abreu (Botafogo) e Alecsandro (Vasco), com 10 gols cada.
– O Vasco foi o clube que mais pontuou no Carioca de 2012 (41 pontos), o Botafogo conquistou 40 e o Flu, o campeão, 36 pontos.

Atlético (MG)
Conquistou o título de forma invicta, depois de 36 anos.
– Venceu o 100º campeonato mineiro da história.
– Não deixou o rival América levanta o título no seu centenário.
– O técnico Cuca venceu o seu terceiro estadual nos últimos quatro anos: Flamengo (2009), Cruzeiro (2011) e Atlético-MG (2012)
– Aumentou para cinco a vantagem de títulos sobre o Cruzeiro: 41 x 36.
– O atacante André foi o artilheiro do Galo no Mineiro com 10 gols. Ele ficou apenas um atrás de Wellington Paulista, do Cruzeiro, o goleador do campeonato.

Internacional (RS)
– Conquistou 7 dos últimos dez campeonatos gaúchos foram vencidos pelo Internacional.
– Aumentou para cinco a vantagem de títulos sobre o Grêmio: 41 x 36.
– O atacante Leandro Damião foi artilheiro pela segunda vez consecutiva. Algo que não ocorria no Gaúchão desde 1981, com Baltazar, do Grêmio.
– O técnico Dorival Júnior conquistou seu sexto título estadual em seis diferentes estádios: Figueirense-SC (04), Fortaleza-CE (05), Sport-PE (06), Coritiba-PR (08), Santos-SP (10) e Internacional-RS (12)

Bahia (BA)
– O Bahia quebrou um jejum de 11 anos sem título estadual, o maior de sua história. Nesse período, o tricolor viu o rival Vitória ganhar oito vezes o Campeonato Baiano.
– Como título, o Bahia segue bem na frente no ranking de títulos no Estado (44 a 26).
– O técnico Falcão, campeão gaúcho com o Inter em 2011, conquistou seu bi-Estadual.

Santa Cruz (PE)
– Na 22ª final entre Santa Cruz e Sport, o tricolor derrotou o Leão pela 10ª vez e faturou o título Estadual. O Sport ainda leva a vantagem com 12 conquistas.
– Com o bicampeonato estadual, ambos sob o comando do técnico Zé Teodoro.
– Esse é primeiro bi do Santa após 25 anos.
– Com o gol na final, Dênis Marques superou Marcelinho Paraíba e terminou como artilheiro do Pernambucano com 15 gols.
– O Santa Cruz tem agora 25 títulos estaduais contra 39 do Sport e 21 do Náutico.

Coritiba (PR)
– Esse foi o segundo tricampeonato da história do Coritiba.
– O técnico Marcelo Oliveira conquistou o seu segundo estadual título pelo Coritiba. Ele era o técnico do time campeão invicto de 2011. Em 2010, o técnico era Ney Franco.
– Os artilheiros do Coxa na campanha do tri foram os zagueiros Emerson e o meia Lincoln com 8 gols cada. O goleador da competição foi Baiano, do Operário, com 13 gols.
– O Coritiba venceu seis dos últimos dez Campeonatos Paranaenses. O Atlético-PR venceu dois, o Paraná um e o Paranavaí outro.
– O Coxa tem agora 36 títulos estaduais contra 22 do Atlético-PR.

Avaí (SC)
– Com a vitória sobre o Figueirense, o Avaí retormou a hegemonia do futebol catarinense. Agora, tem 16 títulos contra 15 do Figueirense. O Joinville tem 12 conquistas.
– O Avaí foi campeão com o técnico Hemerson Maria, que entrou como interino durante a competição.
– A derrota na final causou a queda do técnico Branco.
– O Figueirense venceu os dois turnos do Catarinense de 2012, mas perdeu as duas partidas da final.
– Os artilheiros da competição foram Aloísio (Figueirense) e Rafael Costa (Metropolitano), ambos com 14 gols. O artilheiro do Avaí foi Cléber Santana com 7 gols.

Goiás (GO)
– O Goiás, do técnico Enderson Moreira, acabou com o sonho do Atlético-GO em conquistar seu inédito tricampeonato.
– O Goiás tem agora 23 títulos estaduais contra 15 do Vila Nova, 14 do Goiânia e 12 do Atlético-GO.
– O artilheiro do Goiano 2012 foi Patric, do Vila Nova, com 14 gols. Pelo Goiás, o goleador foi Ricardo Goulart, ex-Inter, com 8 gols.

Ceará (CE)
O Ceará, do técnico PC Gusmão, bateu o rival Fortaleza e levou seu 41º título Cearense. O Fortaleza tem 39.
– O atacante Felipe Azevedo, que marcou o gol de empate na final e do título, terminou como o artilheiro da competição com 16 gols.

Cametá (PA)
O Cametá Sport Clube, da cidade de Cametá, conquistou pela primeira vez o título Paraense.
– Pelo segundo ano o Pará tem um novo campeão. Em 2011, foi a vez do Independente.
– O Cametá é o sexto clube a vencer o Paraense. Paysandu (44 títulos), Remo (42), Tuna Luso (10), União Esportiva (2), todos de Belém, e Independente de Tucuruí (1), são os outros campeões.
– O técnico Sinomar Naves, que no primeiro turno dirigiu o Remo, que acabou sendo vice-campeão, conquistou o seu terceiro título Paraense.
– Com o título, o Cametá ficou com a vaga do Pará na Série D do Brasileiro.

Campinense (PB)
O Campinense, de Campina Grande, goleou o Sousa por 4 x 0 e conquistou seu 18º título paraibano.
– Botafogo, com 25 conquistas, segue como o maior campeão.

CRB (AL)
– Depois de uma espera de 10 anos o CRB voltou a conquistar o Campeonato Alagoano.
– O campeão soma agora 26 títulos contra 37 do CSA e 7 do ASA, os maiores vencedores.
– Dois ex-jogadores do São Paulo estavam no time campeão: o atacante Aloísio Chulapa e o lateral-esquerdo Jadílson.

América (RN)
– O América voltou a ganhar o Campeonato Potiguar depois de 9 anos.
– Dirigido por Roberto Fernandes, o América estragou o sonho do tri do rival ABC.
– O América tem agora 33 títulos estaduais. O ABC, maior campeão, tem 52.

Aracruz (ES)
– Campeão estadual pela primeira vez, o clube de Aracruz derrotou o Conilon na decisão do Capixaba 2012.

Águia Negra (MS)
– Clube de Rio Brilhante, o Águia Negra levantou seu segundo título estadual – o outro foi em 2007.

Luverdense (MT)
– O clube da cidade de Lucas do Rio Verde conquistou seu segundo estadual (havia sido campeão em 2009).
– Edmar Damião, irmão de Leandro Damião foi campeão pelo Luverdense. Ele formou dupla de ataque com Valdir Papel.

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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011 Confrontos, História, Mundial de Clubes, Técnicos | 11:32

Muricy leva pequena vantagem sobre Nelsinho Baptista

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Na próxima quarta-feira, dois técnicos brasileiros estarão frente a frente na semifinal do Mundial de Clubes: Muricy Ramalho, pelo Santos, e Nelsinho Baptista, defendendo o Kashiwa Reysol, do Japão. Na curta história da competição, desde 2000, apenas uma vez isso já aconteceu. Em 2000, quando Oswaldo de Oliveira, do Corinthians, foi campeão sobre Antônio Lopes, do Vasco.

Muricy Ramalho e Nelsinho Baptista estão estreando também na competição. Até hoje, os treinadores também nunca se enfrentaram nessa situação de mata-mata. Nos outros confrontos entre eles, Muricy leva pequena vantagem sobre Nelsinho. Em 13 jogos, desde 1997, foram 5 vitórias de Muricy, 4 empates e 4 vitórias de Nelsinho.

No início, Nelsinho chegou a levar vantagem sobre Muricy, com três vitórias e três empates nos primeiros seis jogos. Porém, nos últimos sete jogos, Muricy venceu cinco e perdeu apenas um.

O primeiro confronto entre os dois treinadores aconteceu em fevereiro de 1997, pelo Campeonato Paulista. Muricy, técnico do São Paulo, pegou o Corinthians, de Nelsinho, na primeira fase. O jogo terminou 2 x 2, com gols de Dodô e França, no último minuto, para o São Paulo, e Túlio, duas vezes, para o Corinthians. No mesmo campeonato, os dois treinadores voltaram a se enfrentar. Porém, Muricy estava treinando o Guarani, após ser demitido pelo São Paulo. No segundo jogo, deu Corinthians: 1 x 0. Naquele Paulistão, Nelsinho acabou conquistando o título Paulista.

Em 2005, Muricy conquistou sua primeira vitória sobre Nelsinho. No Brasileirão daquele ano, Nelsinho pegou o Santos no final do Brasileirão, em uma de suas piores campanhas nos últimos tempos. Sem poder jogar na Vila Belmiro, por conta de uma suspensão, o Santos enfrentou o Inter, de Muricy, no Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul. Em má fase (no domingo anterior havia perdido do Corinthians por 7 x 1), o Peixe levou de 4 x 0.

Depois disso, dirigindo o São Paulo, Muricy levou boa vantagem sobre Nelsinho. O único revés foi no Brasileiro de 2007, quando o Corinthians de Nelsinho venceu o São Paulo por 1 x 0, com um gol de Betão. O jogo serviu para quebrar um tabu de 12 jogos sem vitória do Corinthians sobre o rival. Mas naquele ano, o São Paulo, de Muricy, levou o título Brasileiro, enquanto o Corinthians, de Nelsinho, acabou rebaixado.

Confira abaixo todos os jogos entre Muricy Ramalho e Nelsinho Baptista na história:

Data Muricy x Nelsinho Campeonato Estádio
23/2/97 São Paulo 2 x 2 Corinthians Paulista Morumbi
1/5/97 Guarani 0 x 1 Corinthians Paulista Brinco de Ouro
19/7/97 Guarani 2 x 2 Corinthians Brasileiro Brinco de Ouro
21/1/01 Port. Santista 0 x 1 Ponte Preta Paulista Moisés Lucarelli
20/10/02 Figueirense 0 x 1 Goiás Brasileiro Serra Dourada
27/7/03 Internacional 0 x 0 São Caetano Brasileiro Beira Rio
13/11/05 Internacional 4 x 0 Santos Brasileiro A. Campanella
21/1/06 São Paulo 2 x 1 São Caetano Paulista Morumbi
20/5/06 São Paulo 1 x 0 São Caetano Brasileiro Morumbi
17/3/07 São Paulo 1 x 0 Ponte Preta Paulista Morumbi
7/10/07 São Paulo 0 x 1 Corinthians Brasileiro Morumbi
21/6/08 São Paulo 1 x 0 Sport Brasileiro Morumbi
21/9/08 São Paulo 0 x 0 Sport Brasileiro Ilha do Retiro
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011 Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, Copa Libertadores, Técnicos | 11:23

Os técnicos que mais conquistaram vagas na Libertadores desde 2003

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Desde o início da era dos pontos corridos, em 2003, dois treinadores se destacaram pelos títulos: Muricy Ramalho (tetracampeão 2006, 2007, 2008 e 2010) e Vanderlei Luxemburgo (2003 e 2004). E os dois são também aqueles que mais conquistaram vagas para seus clubes na Copa Libertadores no período.

Muricy Ramalho, desde 2003, colocou seis vezes os clubes que dirigiu na Libertadores, sendo seis pelo Brasileirão e uma após a conquista da Copa Libertadores. Já Luxemburgo conquistou cinco vagas na Libertadores e está prestes a chegar a sua sexta, caso o Flamengo empate ou ganhe do Vasco ou ainda se Inter, Coritiba e Figueirense não ganharem seus jogos.

Émerson Leão, que já conquistou três vagas na Libertadores, curiosamente três primeiras edições, luta agora, com o São Paulo para tentar novamente alcançar esse feito. Está difícil, mas ainda é possível. Dorival Júnior, do Inter, também está na briga por uma vaga, que seria sua terceira nos últimos anos.

Confira abaixo quais são os técnicos que mais conquistaram vagas na Libertadores desde 2003 pelo Brasileiro, pelo título da Copa do Brasil e também pela conquista da própria Libertadores:

Muricy Ramalho 6 Internacional (2005), São Paulo (2006, 2007 e 2008), Fluminense (2010) e Santos (2011)**
V. Luxemburgo 5 Cruzeiro (2003)*, Santos (2004, 2006 e 2007) e Palmeiras (2008)
Émerson Leão 3 Santos (2003), São Paulo (2004) e Palmeiras (2005)
Tite 3 São Caetano (2003) e Corinthians (2010 e 2011)
Abel Braga 2 Internacional (2006)** e Fluminense (2011)
Adílson Batista 2 Cruzeiro (2008 e 2009)
Celso Roth 2 Grêmio (2008) e Internacional (2010)**
Dorival Júnior 2 Cruzeiro (2007) e Santos (2010)*
Mano Menezes 2 Grêmio (2006) e Corinthians (2009)*
Renato Gaúcho 2 Fluminense (2007) e Grêmio (2010)*
Ricardo Gomes 2 São Paulo (2009) e Vasco (2011)*
Andrade 1 Flamengo (2009)
Antônio Lopes 1 Corinthians (2005)
Caio Júnior 1 Paraná (2006)
Cuca 1 Cruzeiro (2010)
Estevam Soares 1 Palmeiras (2004)
Geninho 1 Goiás (2005)
Joel Santana 1 Flamengo (2007)
Levir Culpi 1 Atlético-PR (2004)
Mário Sérgio 1 Internacional (2009)
Nelsinho Baptista 1 Sport (2008)*
Ney Franco 1 Flamengo (2006)*
Paulo Autuori 1 São Paulo (2005)**
Paulo Bonamigo 1 Coritiba (2003)
Péricles Chamusca 1 Santo André (2004)*
Roberto Rojas 1 São Paulo (2003)
Vágner Mancini 1 Paulista (2005)*

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* Vagas conquistas pelo título da Copa do Brasil
** Vagas conquistas pelo título da Copa Libertadores
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quarta-feira, 19 de outubro de 2011 Campeonato Brasileiro, História, Técnicos | 10:18

Adílson Batista foi o pior técnico do São Paulo desde 1999

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Após a saída do técnico Muricy Ramalho, em 2009, o São Paulo vem ficando cada vez mais intolerante em relação ao seus treinadores. O primeiro deles, Ricardo Gomes ficou dois anos no comando do Tricolor e foi demitido após perder um Brasileiro (2009), um Paulista (2010) e ser eliminado da Copa Libertadores (2010). Gomes ficou 73 jogos como treinador do São Paulo no período.

Depois dele, foi a vez de Paulo César Carpegiani, que durou bem menos. Do final de 2010 até o início do Brasileiro de 2011 (perdendo aí um Paulistão e uma Copa do Brasil no caminho), Carpegiani ficou 47 jogos como técnico do São Paulo em sua segunda passagem pelo clube.

Já Adílson Batista, demitido no último domingo, durou apenas 22 partidas no comando do São Paulo. Desde 1998, quando Mário Sérgio ficou apenas dez jogos dirigindo o clube, o São Paulo não teve um treinador com tão pouco tempo de casa. Em relação ao desempenho, Adílson Batista também teve o pior aproveitamento desde Mário Sérgio, que conquistou somente 33,3% dos pontos em 1998. Com apenas 45,5% de aproveitamento, Adílson foi pior que seus 12 antecessores, desde Levir Culpi, em 1999.

Confira o retrospecto dos últimos técnicos do São Paulo:

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quinta-feira, 25 de agosto de 2011 Artilheiros, Campeonato Brasileiro, História | 08:50

Borges e os maiores artilheiros na era dos pontos corridos

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Autor dos dois gols da vitória do Santos, sobre o Fluminense, ontem, por 2 x 1, o atacante Borges isolou-se na artilharia do Brasileirão com 12 gols em apenas 15 jogos. Aos 30 anos, o centroavante está disputando seu sétimo Brasileirão pelo sexto clube diferente. Desde que estreou na competição pelo São Caetano, em 2004, com Muricy Ramalho sob seu comando, Borges já anotou 63 gols em Brasileiros, na era dos pontos corridos. Com Muricy como seu treinador, além de Santos e São Caetano, Borges viveu seu grande momento na carreira ao conquistar o bi do Brasileirão em 2007/08.

Com 63 gols, Borges figura agora entre os cinco maiores goleadores desde 2003, quando campeonato passou a ser disputado no sistema de pontos corridos. O maior artilheiro continua sendo Paulo Baier, que disputou todas as edições e anotou 86 gols. Em 2011, porém, o meia ainda não marcou. Dos jogadores em atividade, outro bem colocado é o atacante Alecsandro, do Vasco, autor de 67 gols (fez dois nesse Brasileirão).

Confira abaixo a lista dos maiores artilheiros do Brasileirão desde 2003:

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terça-feira, 14 de junho de 2011 Campeonato Brasileiro, Técnicos | 15:33

Os melhores técnicos na era dos pontos corridos

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Desde que assumiu o Corinthians na reta final do Brasileiro de 2010, o técnico Tite segue invicto pelo clube na competição. No final do ano passado, foram oito jogos, com cinco vitórias e três empates. O bom desempenho, porém, não serviu para dar o título ao clube no ano do seu centenário. Agora, após quatro rodadas, Tite conseguiu mais três vitórias e um empate com o alvinegro, chegando a marca de 12 jogos sem derrota pelo Brasileirão e um bom aproveitamento no período de 77,8%.

Em sua história na era dos pontos corridos, porém, Tite tem 51,4% de aproveitamento, em 183 jogos disputados desde 2003. Apesar de estar abaixo do atual rendimento, esses 51,4% o deixam entre os dez melhores nesse período. Até hoje, Muricy Ramalho, tetracampeão, segue imbatível no primeiro posto. Técnico com mais jogos (309) e mais vitórias (156), Muricy tem 59,3% de aproveitamento.

Veja abaixo os 20 técnicos com os melhores aproveitamentos desde 2003. Em vermelho, os treinadores que estão na Série A de 2011.

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segunda-feira, 14 de março de 2011 Sem categoria | 08:50

Flu perde mais um técnico precocemente

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Técnico que passa mais de uma temporada no comando do Fluminense é coisa rara. Nem mesmo Muricy Ramalho, que recusou comandar a Seleção Brasileira para levar o tricolor ao título do Brasileirão, resistiu. O treinador estreou pelo Flu no dia 29 de abril de 2010 e perto de completar um ano, deixou o clube, alegando falta de estrutura nas Laranjeiras. Nos últimos 30 anos, apenas Joel Santana (em 1995) e Abel Braga (2005), passaram um ano todo no comando do Flu, que contou com 97 treinadores em seus 108 anos de história.

Muricy largou o clube depois de um começo de ano ruim pelo tricolor. No Estadual, foi eliminado pelo pequeno Boavista na semifinal da Taça Guanabara. Já na Copa Libertadores, empatou os dois primeiros jogos em casa e depois perder para o América, no México.

Em quase um ano, Muricy Ramalho comandou o Fluminense em 54 jogos, com 28 vitórias, 15 empates e 11 derrotas. Com um aproveitamento de 61,1% dos pontos disputados, o técnico teve um aproveitamento inferior ao antecessor Cuca, porém, conquistou em sua passagem um histórico Campeonato Brasileiro.

Confira abaixo a lista dos treinadores que tiveram os melhores aproveitamentos na história do Flu.

Técnicos com os melhores aproveitamentos:

Técnico Período J V E D Aprov.
Ramon Platero 1919 18 17 0 1 94,4%
Fleitas Solich 1963 39 28 8 3 78,6%
Carlomagno 1936-1938 87 59 13 15 72,8%
Charles Williams 1911-1926 78 54 8 16 72,7%
Carlos Alberto Torres 1984-1994 27 17 7 3 71,6%
Procópio 1989 34 22 6 6 70,6%
José Duarte 1979 20 13 3 4 70,0%
Mario Travaglini 1976-1977 94 59 19 16 69,5%
Cláudio Garcia 1983 41 25 10 6 69,1%
Silvio Pirillo 1956-1958 179 112 35 32 69,1%
Admildo Chirol 1978-1979 36 21 10 5 67,6%
Quincey Taylor 1917-1936 122 75 22 25 67,5%
Zezé Moreira 1951-1963 502 304 95 103 66,9%
Arno Frank 1943 28 17 5 6 66,7%
Humberto Cabelli 1944-1945 23 14 4 5 66,7%
Didi 1975-1976 42 25 8 9 65,9%
Ondino Viera 1938-1949 264 158 47 59 65,8%
Hector Cabelli 1936-1945 35 19 12 4 65,7%
Eugenio Medgyessi 1927-1928 43 26 6 11 65,1%
Cuca 2008-2009 55 30 17 8 64,8%
Gradim 1951-1956 108 65 14 29 64,5%
Sebastião Araújo 1979-1988 31 17 9 5 64,5%
Gentil Cardoso 1945-1948 151 87 30 34 64,2%
Luis Henrique 1981-1984 34 19 8 7 63,7%
Paulo Amaral 1970-1972 102 57 24 21 63,7%
Ground Commité 1902-1916 161 92 30 39 63,4%
Jair Rosa Pinto 1975 7 4 1 2 61,9%
Muricy Ramalho 2010-2011 54 28 15 11 61,1%
Paulo Emílio 1975-1990 125 65 33 27 60,8%
René Simões 2008-2009 21 11 5 5 60,3%
Dino Sani 1981-1982 31 15 10 6 59,1%
Robertinho 2002 29 15 6 8 58,6%
Telê Santana 1967-1989 114 58 26 30 58,5%
Oswaldo de Oliveira 2001-2006 77 38 21 18 58,4%
Alfredo González 1967 12 7 0 5 58,3%
Altair 1995-1998 30 15 7 8 57,8%
Ismael Kuntz 1988 18 8 7 3 57,4%
Luis Vinhaes 1929-1933 145 74 26 45 57,1%
Pode Pedersen 1920-1923 73 37 14 22 57,1%
Valdir Espinosa 1997-2004 111 52 34 25 57,1%
Abel Braga 2005 75 37 17 21 56,9%
Edinho 1991-1998 81 37 27 17 56,8%
Antoninho 1963 20 10 4 6 56,7%
Sergio Cosme 1988-1998 72 33 22 17 56,0%
Pinheiro 1971-1994 98 45 26 27 54,8%
Antônio Lopes 1986-2006 50 22 16 12 54,7%
Nelsinho Rosa 1979-1993 148 67 40 41 54,3%
Alexandre Gama 2004 24 11 6 7 54,2%
Zagallo 1971-1980 85 36 30 19 54,1%
Joel Santana 1995-2007 95 38 25 23 53,8%
Paulo Campos 2006 5 2 2 1 53,3%
Parreira 1974-2009 139 61 33 45 51,8%
Carbone 1983-1997 86 34 31 21 51,6%
Renato Gaúcho 1996-2009 184 78 47 59 50,9%
Artur Bernardes 1992 33 14 8 11 50,5%
Tim 1964-1967 180 76 43 61 50,1%
Roberto Pinto 1985 21 8 7 6 49,2%
Paulinho de Almeida 1982 17 7 4 6 49,0%
Jair Pereira 1996 37 16 6 15 48,7%
Othon Valentin 1989 11 3 7 1 48,5%
Gilson Nunes 1990-1991 42 17 10 15 48,4%
Duque 1973-1974 99 36 35 28 48,1%
Júlio César Leal 1997 17 6 6 5 47,1%
Otto Viera 1950-1951 58 21 18 19 46,5%
Ricardo Gomes 2004 34 12 11 11 46,1%
Lula 1982 21 8 5 8 46,0%
Evaristo de Macedo 1968-1990 43 17 8 18 45,7%
Arturzinho 1997 9 3 3 3 44,4%
Delei 1994-1998 24 7 11 6 44,4%
Hugo De León 1997 3 1 1 1 44,4%
Ivo Wortmann 2006 6 2 2 2 44,4%
Jorge Viera 1958-1996 16 6 3 7 43,8%
Atuel Velasquez 1943-1944 30 10 6 14 40,0%
Cláudio Duarte 1996 10 2 3 5 30,0%
Paulo César Gusmão 2006-2007 17 3 6 8 29,4%
Edu 1993 6 1 1 4 22,2%

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Técnicos do Fluminense nos últimos anos:

1980 – Zagallo e Nelsinho Rosa
1981 – Nelsinho Rosa, Luís Henrique e Dino Sani
1982 – Dino Sani, Lula e Paulinho de Almeida
1983 – Cláudio Garcia e Carbone
1984 – Carbone, Carlos Alberto Parreira, Luís Henrique e Carlos Alberto Torres
1985 – Carlos Alberto Torres, Raul Carlesso (*), Roberto Pinto (*) e Nelsinho Rosa
1986 – Nelsinho Rosa, Lúcio Novelli (*), Vanderlei Luxemburgo (*) e Antônio Lopes
1987 – Antônio Lopes, Everaldo Antônio, Carbone e Sebastião Araújo
1988 – Sebastião Araújo, Ismael Kurtz e Sérgio Cosme
1989 – Sérgio Cosme, Othon Valentim, Procópio Cardoso e Telê Santana
1990 – Evaristo de Macedo, Paulo Emílio e Gílson Nunes
1991 – Gílson Nunes e Edinho
1992 – Arthur Bernardes e Sérgio Cosme
1993 – Edinho, Nelsinho Rosa e Edu Coimbra
1994 – Carlos Alberto Torres, Delei, Pinheiro e Altair (*)
1995 – Joel Santana
1996 – Jair Pereira, Jorge Vieira, Renato Gaúcho (*), Cláudio Duarte e Renato Gaúcho (*)
1997 – Júlio César Leal, Valdir Espinosa, Hugo de León, Carbone e Arturzinho
1998 – Edinho, Altair (*), Sérgio Cosme e Duílio (*)
1999 – Carlos Alberto Parreira
2000 – Carlos Alberto Parreira e Valdir Espinosa
2001 – Valdir Espinosa e Oswaldo de Oliveira
2002 – Oswaldo de Oliveira, Robertinho e Renato Gaúcho
2003 – Renato Gaúcho, Gilson Gênio (*), Joel Santana e Renato Gaúcho
2004 – Valdir Espinosa, Ricardo Gomes e Alexandre Gama
2005 – Abel Braga
2006 – Ivo Wortmann, Paulo Campos, Oswaldo de Oliveira, Josué Teixeira (*), Antônio Lopes e Paulo César Gusmão
2007 – Paulo César Gusmão, Joel Santana e Renato Gaúcho
2008 – Renato Gaúcho, Cuca e René Simões
2009 – René Simões, Carlos Alberto Parreira, Vinícius Eutrópio (*), Renato Gaúcho e Cuca
2010 – Cuca e Muricy Ramalho
2011 – Muricy Ramalho

(*) Interinos

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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011 Copa Libertadores, Estatísticas, História, Técnicos | 10:44

Técnicos argentinos predominam na Libertadores

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A atual edição da Copa Libertadores está repleta de técnicos argentinos. Dos 38 clubes participantes (contando aí os seis eliminados da fase), 16 contam com treinadores nascidos na Argentina, o que representa 42% dos técnicos. Brasil e Uruguai, com seis técnicos cada, vêm na sequência como os países com mais técnicos na competição sul-americana. Os dois países, aliás, são os únicos onde os seus clubes representantes contam com treinadores do próprio país.

Os seis clubes brasileiros têm seis técnicos nascidos aqui, o que é comum no futebol brasileiro. Recentemente, o Internacional apostou em Jorge Fossatti, o Corinthians em Daniel Passarella, mas eles não tiveram êxito.

Entre os treinadores da Libertadores de 2011, apenas dois já conquistaram a competição como treinadores: Celso Roth (do atual campeão Internacional) e Edgardo Bauza (que retornou à LDU Quito-EQU, campeã de 2008). O técnico Alejandro Sabella, campeão com o Estudiantes em 2009, deixou o comando do time na última semana e foi substituído por Eduardo Berizzo, ex-auxiliar técnico de Marcelo Bielsa na Seleção Chilena. Entre os demais treinadores, alguns carregam certa curiosidade.

Dos argentinos, estão o ex-volante Diego Cagna (no Colo Colo-CHI), campeão da Libertadores de 2003 pelo Boca Juniors-ARG; o ex-atacante Omar Asad, campeão da Libertadores de 1994, pelo Vélez Sarsfield-ARG, que hoje dirige o Emelec-EQU; e o ex-atacante Juan Antonio Pizzi, que jogou a Copa do Mundo de 1998 pela Espanha, que comanda atualmente a Universidad Católica-CHI.

Entre os técnicos brasileiros, três já foram vice-campeões: Muricy Ramalho, pelo São Paulo, em 2006; Renato Gaúcho, pelo Fluminense, em 2008; e Adílson Batista, pelo Cruzeiro, em 2009. No Uruguai, os conhecidos são Diego Aguirre (campeão da Libertadores de 1987 pelo Peñarol e que depois passou por Internacional, São Paulo e Portuguesa, aqui no Brasil); e Juan Carrasco, campeão da Libertadores como jogador pelo Naci0nal-URU, em 1988.

Já entre os chilenos, estão José Luis Sierra, que destacou-se pela Unión Española-CHI, na Libertadores de 1994, em jogos contra o São Paulo e que depois acabou sendo contratado pelo clube paulista; e Carlos Reinoso, um dos maiores artilheiros do América-MEX, que assumiu o comando do time mexicano recentemente.

Veja a lista dos treinadores da Libertadores de 2011, divididos pelo país de nascimento:

Argentinos (16)
Antonio Mohamed (Independiente-ARG)
Ariel Russo (Oriente Petrolero-BOL)
Carlos Compagnucci (Guaraní-PAR)
Diego Cagna (Colo Colo-CHI)
Edgardo Bauza (LDU Quito-EQU)
Eduardo Berizzo (Estudiantes-ARG)
Fabián Bustos (Deportivo Quito-EQU)
Guillermo Hoyos (Bolívar-BOL)
Gustavo Costas (Alianza Lima-PER)
Javier Torrente (Cerro Porteño-PAR)
Juan Antonio Pizzi (Universidad Católica-CHI)
Marcelo Neveleff (Jorge Wilstermann-BOL)
Omar Asad (Emelec-EQU)
Oscar Quintabani (Junior-COL)
Pedro Troglio (Argentinos Juniors-ARG)
Ricardo Gareca (Vélez Sarsfield-ARG)

Brasileiros (6)
Adílson Batista (Santos)
Celso Roth (Internacional)
Cuca (Cruzeiro)
Muricy Ramalho (Fluminense)
Renato Gaúcho (Grêmio)
Tite (Corinthians)

Uruguaios (6)
Aníbal Ruiz (Univ. San Martín-PER)
Diego Aguirre (Peñarol-URU)
Eduardo Favaro (Liverpool-URU)
Gregório Pérez (Libertad-PAR)
Jorge da Silva (Godoy Cruz-ARG)
Juan Ramón Carrasco (Nacional-URU)

Colombianos (3)
Hernán Torres (Tolima-COL)
Jorge Luis Pinto (Deportivo Táchira-VEN)
Juan Carlos Osorio (Once Caldas-COL)

Chilenos (2)
Carlos Reinoso (América-MEX)
José Luis Sierra (Unión Española-CHI)

Mexicanos (2)
Ignacio Ambríz (San Luis-MEX)
José Guadalupe Cruz (Jaguares-MEX)

Venezuelanos (2)
Ceferino Bencomo (Caracas-VEN)
Eduardo Sarago (Deportivo Petare-VEN)

Peruanos (1)
Franco Navarro (León de Huánuco-PER)

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Até hoje, os técnicos argentinos (assim como os clubes de lá), são os maiores campeões em Libertadores. Das 51 edições da competição, desde 1960, 24 foram conquistadas por técnicos argentinos. Além dos 22 títulos com os clubes argentinos, dois técnicos portenhos conquistaram a Libertadores com equipes de fora: Edgardo Bauza (com a LDU, em 2008) e Pumpido, com o Olimpia-PAR, em 2002. Carlos Bianchi, com quatro títulos, é o técnico mais vezes campeão até hoje, com quatro títulos. Outro argentino, Osvaldo Zubeldía, é o único a vencer três consecutivas. Dos brasileiros, quatro técnicos se destacam com dois títulos cada: Lula, Telê Santana, Felipão e Paulo Auturi.

Confira a lista abaixo dos técnicos campeões da Libertadores:

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terça-feira, 7 de dezembro de 2010 Campeonato Brasileiro, Estatísticas, História, Técnicos | 01:02

Por que Muricy Ramalho é o rei dos pontos corridos

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O trabalho que o técnico Muricy Ramalho vem fazendo em Campeonatos Brasileiros na era dos pontos é impressionante. O treinador, com seu jeitão de rabugento nas entrevistas e xucro nas palavras, tem uma desempenho sensacional e um postura íntegra de dar inveja. Em 2008, Muricy recusou um convite do Internacional para ficar no São Paulo após a queda na Libertadores. Na época, o treinador teve o cargo ameaçado e recebeu uma proposta que lhe renderia um salário duas vezes maior. Muricy preferiu cumprir seu contrato e ficar próxima a sua família. Em 2010, o técnico mais uma vez mostrou dignidade e coragem. Numa atitude incomum, rejeitou o convite da CBF para assumir a Seleção Brasileira para não quebrar seu contrato e palavra com o Fluminense.

Desde 2003, Muricy é técnico mais vencedor do Brasil em campeonatos nacionais. Em oito edições, venceu quatro (2006, 2007 e 2008, pelo São Paulo, e 2010, pelo Fluminense) e foi vice em uma (2005, pelo Inter). Nesses últimos cinco anos, foi eleito pela CBF como o melhor técnico do Brasileirão – hoje, aliás, recebeu o prêmio. Veja ao lado o desempenho de Muricy ano a ano pelos clubes na era dos pontos corridos.

Ano Clube J V E D
2003 Internacional (6º) 46 20 10 16
2004 São Caetano (18º) 17 6 5 6
2004 Internacional (8º) 18 10 2 6
2005 Internacional (2º) 42 23 9 10
2006 São Paulo (1º) 38 22 12 4
2007 São Paulo (1º) 38 23 8 7
2008 São Paulo (1º) 38 21 12 5
2009 São Paulo (3º) 6 1 4 1
2009 Palmeiras (5º) 24 9 7 8
2010 Fluminense (1º) 38 20 11 7
T 305 155 80 70

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Até hoje, na era dos pontos corridos, já foram realizadas 328 rodadas. Muricy Ramalho, sempre ao lado de seu escudeiro Tatá, foi líder em 110 rodadas. Ou seja, 1/3 do Brasileirão dos pontos corridos foi liderado por Muricy. Por todos os clubes que passou nesse período, Muricy conseguiu chegar à liderança. Em 2003, Muricy foi líder com o Inter por 4 rodadas. Em 2004, liderou uma rodada com o São Caetano. Já em 2005, ano do vice, foi o primeiro colocado em três rodadas com o Internacional. Já em 2006, ano de seu primeiro título, liderou o São Paulo por 28 rodadas. Em 2007, na campanha do bi, foi líder por 22 rodadas. No ano seguinte, na conquista do tri, foi líder por 6 rodadas, na reta final. Já em 2009, com o Palmeiras, liderou o campeonato por 19 rodadas. Agora, em 2010, ficou em primeiro durante 23 rodadas. Confira abaixo os técnicos líderes na era dos pontos corridos.

Técnico Rodadas na liderança Edições
Muricy Ramalho 110 8
Vanderlei Luxemburgo 65 4
Celso Roth 28 5
Cuca 16 3
Antônio Lopes 14 1
Caio Júnior 10 1
Levir Culpi 10 1
Mano Menezes 10 2
Osvaldo Alvarez 8 2
Paulo César Gusmão 7 2
Estevam Soares 6 1
Gallo 6 1
Márcio Bittencourt 6 1
Tite 6 2
Adílson Batista 4 2
Dorival Júnior 3 1
Ricardo Gomes 3 1
Vágner Benazzi 3 1
Abel Braga 2 1
Andrade 2 1
Nenê Santana 2 1
Osvaldo de Oliveira 2 1
Émerson Leão 1 1
Paulo César Carpegiani 1 1
Péricles Chamusca 1 1
Pintado 1 1
Roberto Fernandes 1 1

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Desde 2003, além de ser o maior campeão, Muricy Ramalho é também o técnico com mais jogos, mais vitórias e melhor aproveitamento. Nesses oito campeonatos, Muricy conseguiu ainda a proeza de ficar seis edições inteiras do começo ao fim do campeonato (2003, 2005, 2006, 2007, 2008 e 2010). Confira abaixo o desempenho dos treinadores com mais partidas pelo Brasileirão na era dos pontos corridos:

Técnico Clubes J V E D Aprov.
Muricy Ramalho 5 305 155 80 70 59,6%
Vanderlei Luxemburgo 5 269 133 57 79 56,5%
Cuca 11 269 109 78 82 50,2%
Celso Roth 7 249 105 60 84 50,2%
Renato Gaúcho 3 204 79 57 68 48,9%
Antônio Lopes 8 204 66 64 74 42,8%
Emerson Leão 10 194 88 50 56 54,0%
Geninho 9 193 81 56 89 44,1%
Adílson Batista 6 186 82 42 62 51,6%
Tite 6 179 76 44 59 50,7%
Abel Braga 4 166 61 51 54 47,0%
Joel Santana 8 159 58 47 54 46,3%
Dorival Júnior 7 149 76 43 65 49,1%
Paulo César Gusmão 9 147 54 40 53 45,8%
Hélio dos Anjos 5 141 51 31 59 43,5%
Estevam Soares 7 139 51 44 44 47,2%
Ney Franco 5 136 51 36 49 46,3%
Mano Menezes 2 125 58 27 40 53,6%
Ivo Wortmann 2 122 47 29 46 46,5%
Paulo Bonamigo 5 121 45 30 46 45,6%
Caio Júnior 3 114 52 26 36 53,2%
Mário Sérgio 8 113 35 30 48 39,8%
Lori Sandri 7 111 37 29 45 42,0%
Vágner Mancini 3 106 32 29 45 39,3%

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Nos jogos como mandante, Muricy conquistou um grande aproveitamento. Em 152 partidas, venceu 98, empatou 36 e perdeu apenas 18 (72,4%). Como visitante, seu desempenho é de 46,8% (57 vitórias, 44 empates e 52 derrotas, em 153 jogos). No confronto direto nessa era dos pontos corridos contra os principais treinadores, Muricy também leva a vantagem em quase todos, exceto Joel Santana. Confira:

Muricy x Vanderlei Luxemburgo
(9 vitórias, 2 empates e 2 derrotas)
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Muricy x Cuca
(4 vitórias, 3 empates e 3 derrotas)
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Muricy x Celso Roth
(5 vitórias, 3 empates e 4 derrotas)
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Muricy x Renato Gaúcho
(5 vitórias, 2 empates e 3 derrotas)
.

Muricy x Antônio Lopes
(6 vitórias, 1 empates e 1 derrotas)
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Muricy x Émerson Leão
(4 vitórias, 2 empates e 3 derrotas)
.

Muricy x Geninho
(7 vitórias, 1 empate e 3 derrotas)
.

Muricy x Adílson Batista
(6 vitórias, 1 empate e 2 derrotas)
.

Muricy x Tite
(4 vitórias, 1 empate e 2 derrotas)
.

Muricy x Abel Braga
(3 vitórias, 3 empates e 2 derrotas)
.

Muricy x Joel Santana
(1 vitória, 4 empates e 3 derrotas)
.

Muricy x Dorival Júnior
(4 vitórias, 2 empates e 2 derrotas)
.

Muricy x Mano Menezes
(3 vitórias, 2 empates e 1 derrota)
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sexta-feira, 23 de julho de 2010 Seleção Brasileira | 15:21

Novo técnico terá trabalho na primeira convocação

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O novo técnico da Seleção Brasileira terá que se apressar para montar sua primeira lista de convocados. A CBF convidou hoje Muricy Ramalho, que não foi liberado pelo Fluminense para dirigir a seleção. A CBF havia se programado para divulgar, já na próxima segunda-feira, a relação dos 22 jogadores para o amistoso contra os Estados Unidos, que será realizado no dia 10 de agosto, em Nova Jersey (EUA).

Chamado para fazer uma renovação na Seleção, Muricy ou outro técnico terá muito trabalho para escolher os nomes. O novo treinador não poderá optar por jogadores que atuam no exterior, além dos atletas do Inter e do São Paulo, que estarão envolvidos na final da Copa Libertadores.

Sendo assim, resta a Muricy escolher quem atua no Brasileirão e que tem o perfil de chegar a Copa de 2014. Diferentemente de outras épocas, a safra não é das melhores. Com exceção de alguns nomes incontestáveis, como Neymar, Paulo Henrique Ganso, Elias e talvez o goleiro Victor, não existem hoje muitos jogadores para vestirem e bem a camisa da Seleção Brasileira.

Para montar um time bom para a Copa América de 2011, Muricy deverá fazer uma transição, aproveitando jogadores da Copa de 2010 (como Júlio César, Maicon, Daniel Alves, Lúcio, Ramires, Kaká e Robinho), colocar jogadores importantes que ficaram de fora (como Alexandre Pato, Lucas, Marcelo e Diego) e pegar algumas revelações do Brasileirão. Apostar só em jogadores daqui, acredito, seria quebrar a cara cedo, assim como Falcão em 1990/91.

Do Inter, nomes como Renan (goleiro), Sandro (volante), Giuliano (meia), Taison, Walter e Rafael Sóbis (atacantes), poderão entrar em alguma lista futura de Muricy. Do São Paulo, os principais nomes são Miranda e Alex Silva (zagueiros) e Hernanes (volante). Entre os jogadores com perfil para a próxima convocação, acredito que essas são algumas das melhores opções para o próximo amistoso:

Goleiros
Victor (Grêmio), 27 anos
Fábio (Cruzeiro), 29 anos

Laterais-direitos
Jonathan (Cruzeiro), 24 anos
Vitor (Palmeiras), 27 anos

Zagueiros
Réver (Atlético-MG), 25 anos
Werley (Atlético-MG), 21 anos
Gum (Fluminense), 24 anos

Laterais-esquerdos
Diego Renan (Cruzeiro), 20 anos
Juan (Flamengo), 28 anos

Volantes
Elias (Corinthians), 25 anos
Jucilei (Corinthians), 22 anos
Henrique (Cruzeiro), 25 anos
Arouca (Santos), 23 anos
Adílson (Grêmio), 23 anos

Meias
Diego Souza (Atlético-MG), 25 anos
Bruno César (Corinthians), 21 anos
Paulo Henrique Ganso (Santos), 20 anos
Maylson (Grêmio), 21 anos

Atacantes
Diego Tardelli (Atlético-MG), 25 anos
Caio (Botafogo), 19 anos
Dentinho (Corinthians), 21 anos
Alan (Fluminense), 21 anos
Fred (Fluminense), 26 anos
Jonas (Grêmio), 26 anos
André (Santos), 19 anos
Neymar (Santos), 18 anos
Robinho (Santos), 26 anos

O técnico Muricy Ramalho, escolhido para ser o novo técnico da Seleção Brasileira pela CBF, terá que se apressar para montar sua primeira lista de convocados. Na próxima segunda-feira, o treinador deverá entregar a relação de seus 22 jogadores para o amistoso contra os Estados Unidos, que será realizado no dia 10 de agosto, em Nova Jersey (EUA).

Chamado para fazer uma renovação na Seleção, Muricy terá muito trabalho para escolher os nomes, já que não poderá escolher quem atua no exterior, além dos jogadores de Inter e São Paulo, que estarão envolvidos com a final da Copa Libertadores.

Sendo assim, resta a Muricy escolher quem atua no Brasileirão e que tem o perfil de chegar a Copa de 2014. Diferentemente de outras épocas, a safra não é das melhores. Com exceção de alguns nomes incontestáveis, como Neymar, Paulo Henrique Ganso, Elias e talvez o goleiro Victor, não existem hoje muitos jogadores para vestirem e bem a camisa da Seleção Brasileira.

Para montar um time bom para a Copa América de 2011, Muricy deverá fazer uma transição, aproveitando jogadores da Copa de 2010 (como Júlio César, Maicon, Lúcio, Kaká e Robinho), colocar jogadores importantes que ficaram de fora (como Alexandre Pato, Lucas, Marcelo e Diego) e pegar algumas revelações do Brasileirão. Apostar só em jogadores daqui, acredito, seria quebrar a cara cedo, assim como Falcão em 1990/91.

Entre os jogadores com esse perfil, acredito que essas são as opções para o próximo amistoso (veja abaixo). Do Inter, nomes como Renan (goleiro), Sandro (volante), Giuliano (meia), Taison, Walter e Rafael Sóbis (atacantes), poderão entrar em alguma lista de Muricy futuramente. Do São Paulo, os principais nomes são Miranda e Alex Silva (zagueiros) e Hernanes (volante).

Goleiros

Victor (Grêmio), 27 anos

Fábio (Cruzeiro), 29 anos

Laterais-direitos

Jonathan (Cruzeiro), 24 anos

Vitor (Palmeiras), 27 anos

Zagueiros

Réver (Atlético-MG), 25 anos

Werley (Atlético-MG), 21 anos
Gum (Fluminense), 24 anos

Mário Fernandes (Grêmio), 19 anos

Laterais-esquerdos

Diego Renan (Cruzeiro), 20 anos

Juan (Flamengo), 28 anos

Volantes

Elias (Corinthians), 25 anos

Jucilei (Corinthians), 22 anos

Henrique (Cruzeiro), 25 anos

Arouca (Santos), 23 anos

Adílson (Grêmio), 23 anos

Meias

Diego Souza (Atlético-MG), 25 anos

Bruno César (Corinthians), 21 anos

Paulo Henrique Ganso (Santos), 20 anos

Maylson (Grêmio), 21 anos

Atacantes

Diego Tardelli (Atlético-MG), 25 anos

Caio (Botafogo), 19 anos

Dentinho (Corinthians), 21 anos

Alan (Fluminense), 21 anos

Fred (Fluminense), 26 anos

Jonas (Grêmio), 26 anos

André (Santos), 19 anos

Neymar (Santos), 18 anos

Robinho (Santos), 26 anos

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terça-feira, 20 de julho de 2010 Campeonato Brasileiro, Confrontos, Técnicos | 12:31

Mano e Muricy, um duelo à parte no Brasileirão

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Dois dos melhores técnicos do futebol brasileiro na atualidade, Mano Menezes e Muricy Ramalho vêm travando um duelo à parte nessa briga pela liderança do Brasileirão. O líder Corinthians, dirigido por Mano, está dois pontos a frente do Fluminense, de Muricy.

Mano, o técnico que está há mais tempo no comando de um clube da Série A do futebol brasileiro (desde janeiro de 2008), é um dos favoritos a assumir o cargo de técnico da Seleção Brasileira. Muricy Ramalho, tricampeão brasileiro pelo São Paulo em 2006, 2007 e 2008, tem também grandes chances de ser o substituto de Dunga.

Aos 48 anos, o ex-zagueiro Mano Menezes tem na bagagem quase 10 anos de experiência no comando de clubes do interior gaúcho (Guarani, Brasil de Pelotas, 15 de Novembro e Caxias), além de uma grande passagem pelo Grêmio (entre 2005 e 2007) e Corinthians (desde 2008).

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Já o ex-atacante Muricy, de 54 anos, é técnico desde 1993 (são quase 17 anos na função). Porém, foi nessa última década que o treinador ganhou destaque, com o tricampeonato brasileiro pelo São Paulo, e com os títulos estaduais conquistados com o Náutico, Internacional e São Caetano.

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Veja a relação de títulos dos dois técnicos:

Mano Menezes x Muricy Ramalho
1 Copa do Brasil (2009) 3 Campeonatos Brasileiros (2006, 2007 e 2008)
2 Brasileiros da Série B (2005 e 2008) 1 Copa Conmebol (1994)
1 Campeonato Paulista (2009) 1 Campeonato Paulista (2004)
2 Campeonatos Gaúchos (2006 e 2007) 2 Campeonatos Gaúchos (2003 e 2005)
2 Campeonatos Pernambucanos (2001 e 2002)
1 Copa da China (1998)

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Mano Menezes e Muricy Ramalho estão na história de Corinthians e São Paulo na lista dos técnicos que mais treinaram os clubes. Muricy Ramalho, que passou pelo Tricolor em 1994, 1996 e 2006 a 2009, comandou o clube 360 jogos. Assim, tornou-se o quarto técnico com mais jogos pelo São Paulo, atrás apenas de Vicente Feola (524 jogos), José Poy (421) e Telê Santana (410). Já Mano Menezes, com a vitória sobre o Atlético-MG no último domingo, chegou a 183 jogos pelo Corinthians, tornando-se também o quarto técnico com mais jogos pelo clube. Mano está atrás de Osvaldo Brandão (439 jogos), Rato (255) e Amílcar Barbuy (192).

Em Campeonatos Brasileiros, o técnico Muricy tem um retrospecto superior ao de Mano Menezes. Além dos três títulos, Muricy tem mais do que o dobro de jogos e um aproveitamento superior (57,4% contra 53,7% de Mano). Veja os números abaixo em Brasileiros:

Mano Menezes x Muricy Ramalho
Ano Clube J V E D Ano Clube J V E D
2006 Grêmio (3º) 38 20 7 11 1996 São Paulo (11º) 3 3 0 0
2007 Grêmio (6º) 38 17 7 14 1997 Guarani (21º) 5 2 1 2
2009 Corinthians (10º) 38 14 10 14 1999 Botafogo-SP (20º) 8 1 3 4
2010 Corinthians 9 6 3 0 2001 Santa Cruz (25º) 14 5 1 8
Total 123 57 27 39 2002 Figueirense (17º) 20 9 3 8
2003 Internacional (6º) 46 20 10 16
2004 São Caetano (18º) 17 6 5 6
2004 Internacional (8º) 18 10 2 6
2005 Internacional (2º) 42 23 9 10
2006 São Paulo (1º) 38 22 12 4
2007 São Paulo (1º) 38 23 8 7
2008 São Paulo (1º) 38 21 12 5
2009 São Paulo (3º) 6 1 4 1
2009 Palmeiras (5º) 24 9 7 8
2010 Fluminense 9 6 1 2
Total 326 161 78 87

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Os dois técnicos foram ainda vice-campeões da Libertadores. Muricy perdeu o título sul-americano em 2006, quando dirigia o São Paulo. Já Mano Menezes foi vice no ano seguindo, quando o seu Grêmio perdeu a final para o Boca Juniors. Até hoje, Muricy já disputou cinco Liberatadores como técnico e tem um aproveitamento de 55,8%. Mano Menezes tem um desempenho melhor (57,6%). Porém, treinou menos 22 jogos contra 59 de Muricy. Veja abaixo o desempenho dos técnicos na Libertadores:

Mano Menezes x Muricy Ramalho
Ano Clube J V E D Ano Clube J V E D
2007 Grêmio 14 6 1 7 2004 São Caetano 9 2 5 2
2010 Corinthians 8 6 1 1 2006 São Paulo 14 8 2 4
Total 22 12 2 8 2007 São Paulo 8 4 2 2
2008 São Paulo 10 5 3 2
2009 São Paulo 8 4 1 3
Total 49 23 13 13

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Já na Copa do Brasil, Mano Menezes leva a melhor. Em seis edições disputadas, chegou a duas finais, ambas com o Corinthians, e foi campeão uma vez, em 2009. Mano ainda foi semifinalista com o15 de Novembro, de Campo Bom-RS, em 2004. Em 38 jogos, Mano tem um aproveitamento de 66,7% na Copa do Brasil, contra 60,5% de Muricy, que disputou sete edições e fez 27 jogos. Muricy teve como melhor desempenho a campanha de 1995, quando chegou às quartas-de-final. Veja o desempenho deles na Copa do Brasil:

Mano Menezes
Ano Clube J V E D Fase
2003 Guanani (VA)-RS 2 1 0 1 Primeira Fase
2004 15 de Novembro 10 6 3 1 Semifinal
2005 Grêmio 1 0 0 1 Oitavas-de-final
2006 Grêmio 4 3 0 1 Segunda Fase
2008 Corinthians 11 8 0 3 Final (vice)
2009 Corinthians 10 5 4 1 Final (campeão)
Total 38 23 7 8
Muricy Ramalho
Ano Clube J V E D Fase
1995 São Paulo 5 3 2 0 Quartas-de-final
1996 São Paulo 3 2 1 0 Oitavas-de-final
1997 São Paulo 4 2 1 1 Oitavas-de-final
2002 Náutico 4 1 2 1 Segunda Fase
2003 Internacional 3 2 0 1 Segunda Fase
2005 Internacional 6 4 1 1 Oitavas-de-final
2010 Fluminense 2 0 0 2 Quartas-de-final
Total 27 14 7 6

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Já no confronto direto, Mano Menezes leva uma pequena vantagem. Em 13 jogos, foram 5 vitórias das equipes comandadas por Mano, contra 4 de Muricy e 4 empates. Nos últimos cinco jogos, foram quatro vitórias de Mano e um empate. O último deles no Brasileirão desse ano, quando o Corinthians bateu o Fluminense no Pacaembu, na terceira rodada. Em mata-matas, Mano também leva a melhor. Na Libertadores de 2007, quando dirigia o Grêmio, Mano eliminou o São Paulo, de Muricy, nas oitavas-de-final. Já no Paulistão de 2009, na semifinal, o Corinthians bateu o São Paulo duas vezes, e garantiu sua vaga na decisão. Naquele ano, Mano foi campeão invicto do Paulistão. Veja todos os confrontos entre Mano e Muricy.

Data Competição Local Mano Menezes x Muricy Ramalho
12/07/2006 Brasileiro Morumbi Grêmio 1 x 2 São Paulo
22/10/2006 Brasileiro Olímpico Grêmio 1 x 1 São Paulo
02/05/2007 Libertadores Morumbi Grêmio 0 x 1 São Paulo
09/05/2007 Libertadores Olímpico Grêmio 2 x 0 São Paulo
05/08/2007 Brasileiro Olímpico Grêmio 0 x 2 São Paulo
11/11/2007 Brasileiro Morumbi Grêmio 0 x 1 São Paulo
27/01/2008 Paulista Morumbi Corinthians 0 x 0 São Paulo
15/02/2009 Paulista Morumbi Corinthians 1 x 1 São Paulo
12/04/2009 Paulista Pacaembu Corinthians 2 x 1 São Paulo
19/04/2009 Paulista Morumbi Corinthians 2 x 0 São Paulo
01/11/2009 Brasileiro Prudentão Corinthians 2 x 2 Palmeiras
31/01/2010 Paulista Pacaembu Corinthians 1 x 0 Palmeiras
23/05/2010 Brasileiro Pacaembu Corinthians 1 x 0 Fluminense

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quarta-feira, 21 de outubro de 2009 Campeonato Brasileiro, Estatísticas, Técnicos | 18:30

Ricardo Gomes é o técnico com melhor aproveitamento no Brasileirão

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Ricardo Gomes

Nesse Campeonato Brasileiro, que chega hoje à 31ª rodada, 39 treinadores (entre efetivos e interinos), já comandaram algum dos 20 clubes da Série A. Desses, 26 técnicos têm 10 ou mais jogos na competição. Entre eles, o são-paulino Ricardo Gomes é aquele com o melhor aproveitamento de pontos (60,9%), seguido muito de perto por Andrade, do Flamengo (60,8%).

O experiente Antônio Lopes, que praticamente tirou o Atlético-PR da zona de degola, é o terceiro técnico com o melhor aproveitamento no Brasileirão 2009 (57,1%). Muricy Ramalho, atual tricampeão brasileiro e comandante da equipe líder da competição, é apenas o 10º da lista. Isso porque seu início pelo São Paulo não foi dos melhores. Em 6 jogos pelo Tricolor, Muricy teve apenas 38,9% de aproveitamento. No Palmeiras, em 16 partidas, esse número subiu para 54,2%, ainda assim inferior ao dos primeiros colocados e também ao do ex-interino do Palmeiras, Jorginho, que em 7 jogos conseguiu 76,2% dos pontos.

Veja a lista dos técnicos com os melhores aproveitamentos de pontos no Brasileirão 09, entre aqueles que fizeram, no mínimo, 10 partidas. Mais abaixo o aproveitamento dos técnicos com menos de 10 jogos.

Pos. Técnico Aprov. (%) Jogos Clubes
Ricardo Gomes 60,9% 23 1 (São Paulo)
Andrade 60,8% 17 1 (Flamengo)
Antônio Lopes 57,1% 14 1 (Atlético-PR)
Celso Roth 55,6% 30 1 (Atlético-MG)
Tite 54,3% 27 1 (Internacional)
Vanderlei Luxemburgo 52,0% 25 2 (Palmeiras e Santos)
Paulo Autuori 51,2% 28 1 (Grêmio)
Hélio dos Anjos 51,1% 30 1 (Goiás)
Adílson Batista 50,0% 30 1 (Cruzeiro)
10º Muricy Ramalho 50,0% 22 2 (São Paulo e Palmeiras)
11º Vágner Mancini 48,5% 22 2 (Santos e Vitória)
12º Silas 47,8% 30 1 (Avaí)
13º Mano Menezes 46,7% 30 1 (Corinthians)
14º Paulo César Carpegiani 46,3% 18 1 (Vitória)
15º Estevam Soares 44,1% 31 2 (Barueri e Botafogo)
16º Ney Franco 43,7% 29 2 (Botafogo e Coritiba)
17º Cuca 42,9% 21 2 (Flamengo e Fluminense)
18º Waldemar Lemos 42,2% 15 2 (Náutico e Atlético-PR)
19º Sérgio Guedes 40,5% 14 1 (Santo André)
20º Emerson Leão 36,7% 10 1 (Sport)
21º Péricles Chamusca 35,7% 14 1 (Sport)
22º Carlos Alberto Parreira 33,3% 10 1 (Fluminense)
23º Diego Cerri 30,6% 12 1 (Barueri)
24º René Simões 29,6% 18 1 (Coritiba)
25º Geninho 29,3% 25 2 (Atlético-PR e Náutico)
26º Renato Gaúcho 20,0% 10 1 (Fluminense)

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Pos. Técnico Aprov. (%) Jogos Clubes
Jorginho 76,2% 7 1 (Palmeiras)
Alexandre Gallo 28,6% 7 1 (Santo André)
Sérgio Soares 23,8% 7 1 (Santo André)
Márcio Bittencourt 0,0% 5 1 (Náutico)
Mário Sérgio 55,6% 3 1 (Internacional)
Levi Gomes 11,1% 3 1 (Sport)
Nelsinho Baptista 11,1% 3 1 (Sport)
Marcelo Rospide 16,7% 2 1 (Grêmio)
Sandro Gaúcho 16,7% 2 1 (Santo André)
10º Serginho Chulapa 16,7% 2 1 (Santos)
11º Vinícius Eutrópio 0,0% 2 1 (Fluminense)
12º Riva de Carli 100,0% 1 1 (Atlético-PR)
13º Milton Cruz 0,0% 1 1 (São Paulo)

Pos. Técnico Aprov. (%) Jogos Clubes
Ricardo Gomes 60,9% 23 1 (São Paulo)
Andrade 60,8% 17 1 (Flamengo)
Antônio Lopes 57,1% 14 1 (Atlético-PR)
Celso Roth 55,6% 30 1 (Atlético-MG)
Tite 54,3% 27 1 (Internacional)
Vanderlei Luxemburgo 52,0% 25 2 (Palmeiras e Santos)
Paulo Autuori 51,2% 28 1 (Grêmio)
Hélio dos Anjos 51,1% 30 1 (Goiás)
Adílson Batista 50,0% 30 1 (Cruzeiro)
10º Muricy Ramalho 50,0% 22 2 (São Paulo e Palmeiras)
11º Vágner Mancini 48,5% 22 2 (Santos e Vitória)
12º Silas 47,8% 30 1 (Avaí)
13º Mano Menezes 46,7% 30 1 (Corinthians)
14º Paulo César Carpegiani 46,3% 18 1 (Vitória)
15º Estevam Soares 44,1% 31 2 (Barueri e Botafogo)
16º Ney Franco 43,7% 29 2 (Botafogo e Coritiba)
17º Cuca 42,9% 21 2 (Flamengo e Fluminense)
18º Waldemar Lemos 42,2% 15 2 (Náutico e Atlético-PR)
19º Sérgio Guedes 40,5% 14 1 (Santo André)
20º Emerson Leão 36,7% 10 1 (Sport)
21º Péricles Chamusca 35,7% 14 1 (Sport)
22º Carlos Alberto Parreira 33,3% 10 1 (Fluminense)
23º Diego Cerri 30,6% 12 1 (Barueri)
24º René Simões 29,6% 18 1 (Coritiba)
25º Geninho 29,3% 25 2 (Atlético-PR e Náutico)
26º Renato Gaúcho 20,0% 10 1 (Fluminense)
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009 Campeonato Brasileiro, Confrontos, Estatísticas, História, Técnicos | 16:24

Muricy leva vantagem sobre Luxemburgo no confronto direto

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Técnicos que já fizeram história no Campeonato Brasileiro, Muricy Ramalho e Vanderlei Luxemburgo irão protagonizar mais um duelo no próximo domingo. Muricy, único treinador três vezes campeão consecutivo do Brasileirão, defenderá uma invencilididade de quatro jogos sem derrota contra Luxemburgo no clássico Santos e Palmeiras.

Até hoje, em 19 jogos, foram 10 vitórias para os clubes dirigidos por Muricy, 6 dos times de Luxemburgo e mais 3 empates. Nos gols, empate com 27 para cada lado. Em Campeonatos Brasileiros, a vantagem de Muricy é maior ainda. Em 11 jogos, foram 7 vitórias, contra apenas 2 de Luxemburgo e 2 empates. Nos últimos 6 jogos, aliás, Muricy não perdeu para as equipes treinadas por Luxa em Brasileiros. A última vitória do atual treinador do Santos sobre Muricy foi em 2006, quando o Santos venceu o São Paulo por 4 x 0.

Confira abaixo todos os confrontos entre os técnicos Muricy e Luxemburgo:

Data Muricy Placar Luxemburgo Competição
14/02/1996 São Paulo 0 x 2 Palmeiras Camp. Paulista
28/04/1996 São Paulo 2 x 3 Palmeiras Camp. Paulista
18/09/2002 Figueirense 3 x 1 Cruzeiro Camp. Brasileiro
29/06/2003 Internacional 2 x 3 Cruzeiro Camp. Brasileiro
22/08/2003 Internacional 1 x 0 Cruzeiro Camp. Brasileiro
29/09/2004 Internacional 2 x 1 Santos Camp. Brasileiro
02/04/2006 São Paulo 3 x 1 Santos Camp. Paulista
30/07/2006 São Paulo 0 x 4 Santos Camp. Brasileiro
05/11/2006 São Paulo 1 x 0 Santos Camp. Brasileiro
11/03/2007 São Paulo 1 x 1 Santos Camp. Paulista
24/06/2007 São Paulo 2 x 0 Santos Camp. Brasileiro
15/09/2007 São Paulo 2 x 1 Santos Camp. Brasileiro
16/03/2008 São Paulo 1 x 4 Palmeiras Camp. Paulista
13/04/2008 São Paulo 2 x 1 Palmeiras Camp. Paulista
20/04/2008 São Paulo 0 x 2 Palmeiras Camp. Paulista
13/07/2008 São Paulo 2 x 1 Palmeiras Camp. Brasileiro
19/10/2008 São Paulo 2 x 2 Palmeiras Camp. Brasileiro
28/03/2009 São Paulo 1 x 0 Palmeiras Camp. Paulista
24/05/2009 São Paulo 0 x 0 Palmeiras Camp. Brasileiro

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terça-feira, 22 de setembro de 2009 Campeonato Brasileiro, Confrontos, Estatísticas, História | 16:29

Retrospecto negativo para Palmeiras e Muricy em Belo Horizonte

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Para abrir três pontos de vantagem na liderança do brasileirão, o Palmeiras precisará superar um retrospecto negativo contra o Cruzeiro, fora de casa. Assim como seu treinador, Muricy Ramalho, que também não tem um desempenho bom conta a Raposa em Belo Horizonte.

Até hoje, Cruzeiro e Palmeiras jogaram 32 vezes em Minas Gerais, sendo 31 em BH e apenas uma em Ipatinga. A Raposa venceu 17 jogos, empatou 9 e perdeu 6 vezes. Em Brasileiros, foram 17 jogos, 10 vitórias cruzeirenses e apenas 2 do Palmeiras. O clube venceu o primeiro confronto, em 1973, e o último, em 2008, com um golaço de Diego Souza. Nesse intervalo, de 1974 a 2007, o Cruzeiro ficou invicto 15 jogos.

Em Belo Horizonte, contra o Cruzeiro, o Palmeiras levou uma das piores derrotas de sua história no Brasileirão, fora de casa. Em 2007, a Raposa venceu por 5 x 0. Apenas o 6 x 0 sofrido para o Inter, em 1981, foi pior. Daquela partida de 2007, alguns jogadores ainda permanecem nos elencos: Fábio, Jonathan e Fernandinho (Cruzeiro); Wendel e Pierre (Palmeiras).

Já o técnico Muricy Ramalho também não tem boas recordações do Cruzeiro, em Belo Horizonte. Pelo Brasileirão, foram 6 jogos (3 derrotas, 2 empates e apenas 1 vitória). Além disso, recentemente o técnico perdeu com o São Paulo pela Libertadores (2 x 1), no Mineirão. Confira a lista dos jogos de Muricy contra o Cruzeiro e logo abaixo todos os confrontos entre Palmeiras e Cruzeiro, em Minas Gerais.

Cruzeiro x Muricy em Belo Horizonte

Data Resultado Competição
06/07/1997 Cruzeiro 3 x 1 Guarani Brasileirão
29/06/2003 Cruzeiro 3 x 2 Internacional Brasileirão
01/05/2005 Cruzeiro 3 x 2 Internacional Brasileirão
20/08/2006 Cruzeiro 2 x 2 São Paulo Brasileirão
22/07/2007 Cruzeiro 1 x 2 São Paulo Brasileirão
29/06/2008 Cruzeiro 1 x 1 São Paulo Brasileirão
27/05/2009 Cruzeiro 2 x 1 São Paulo Libertadores

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Cruzeiro x Palmeiras em Minas Gerais:

Data Resultado Competição Estádio (Cidade)
18/05/1930 Cruzeiro 2 x 4 Palmeiras Amistoso Barro Preto (Belo Horizonte)
13/06/1937 Cruzeiro 2 x 3 Palmeiras Amistoso Barro Preto (Belo Horizonte)
15/04/1965 Cruzeiro 2 x 1 Palmeiras Torneio Natalino Triginelli Independência (Belo Horizonte)
22/06/1967 Cruzeiro 3 x 2 Palmeiras Torneio dos Campeões Mineirão (Belo Horizonte)
03/12/1969 Cruzeiro 1 x 1 Palmeiras Torneio Roberto Gomes Pedrosa Mineirão (Belo Horizonte)
01/11/1970 Cruzeiro 0 x 1 Palmeiras Torneio Roberto Gomes Pedrosa Mineirão (Belo Horizonte)
13/02/1974 Cruzeiro 0 x 1 Palmeiras Campeonato Brasileiro Mineirão (Belo Horizonte)
02/06/1974 Cruzeiro 0 x 0 Palmeiras Campeonato Brasileiro Mineirão (Belo Horizonte)
29/06/1974 Cruzeiro 2 x 1 Palmeiras Campeonato Brasileiro Mineirão (Belo Horizonte)
14/09/1975 Cruzeiro 2 x 0 Palmeiras Campeonato Brasileiro Mineirão (Belo Horizonte)
11/05/1980 Cruzeiro 0 x 0 Palmeiras Campeonato Brasileiro Mineirão (Belo Horizonte)
27/03/1985 Cruzeiro 1 x 1 Palmeiras Campeonato Brasileiro Mineirão (Belo Horizonte)
01/10/1989 Cruzeiro 2 x 1 Palmeiras Campeonato Brasileiro Mineirão (Belo Horizonte)
19/05/1991 Cruzeiro 2 x 0 Palmeiras Campeonato Brasileiro Independência (Belo Horizonte)
25/03/1994 Cruzeiro 2 x 1 Palmeiras Copa Libertadores Mineirão (Belo Horizonte)
14/06/1996 Cruzeiro 1 x 1 Palmeiras Copa do Brasil Mineirão (Belo Horizonte)
22/09/1996 Cruzeiro 0 x 0 Palmeiras Campeonato Brasileiro Mineirão (Belo Horizonte)
26/05/1998 Cruzeiro 1 x 0 Palmeiras Copa do Brasil Mineirão (Belo Horizonte)
24/10/1998 Cruzeiro 3 x 1 Palmeiras Campeonato Brasileiro Mineirão (Belo Horizonte)
14/11/1998 Cruzeiro 2 x 1 Palmeiras Campeonato Brasileiro Mineirão (Belo Horizonte)
16/12/1998 Cruzeiro 2 x 1 Palmeiras Copa Mercosul Mineirão (Belo Horizonte)
07/10/1999 Cruzeiro 3 x 0 Palmeiras Copa Mercosul Mineirão (Belo Horizonte)
29/10/1999 Cruzeiro 2 x 0 Palmeiras Copa Mercosul Mineirão (Belo Horizonte)
25/10/2000 Cruzeiro 0 x 0 Palmeiras Copa Mercosul Ipatingão (Ipatinga-MG)
08/11/2000 Cruzeiro 1 x 2 Palmeiras Copa Mercosul Mineirão (Belo Horizonte)
30/05/2001 Cruzeiro 2 x 2 Palmeiras Copa Libertadores Mineirão (Belo Horizonte)
14/08/2002 Cruzeiro 1 x 1 Palmeiras Campeonato Brasileiro Mineirão (Belo Horizonte)
16/05/2004 Cruzeiro 2 x 1 Palmeiras Campeonato Brasileiro Mineirão (Belo Horizonte)
22/05/2005 Cruzeiro 2 x 0 Palmeiras Campeonato Brasileiro Mineirão (Belo Horizonte)
17/09/2006 Cruzeiro 1 x 0 Palmeiras Campeonato Brasileiro Mineirão (Belo Horizonte)
02/09/2007 Cruzeiro 5 x 0 Palmeiras Campeonato Brasileiro Mineirão (Belo Horizonte)
14/09/2008 Cruzeiro 0 x 1 Palmeiras Campeonato Brasileiro Mineirão (Belo Horizonte)

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Resumo
32 jogos
17 vitórias do Cruzeiro
9 empates
6 vitórias do Palmeiras
49 gols do Cruzeiro
28 gols do Palmeiras

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sábado, 20 de junho de 2009 Técnicos | 20:28

Os prós e os contras de Muricy Ramalho no São Paulo

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Técnico que estava no comando de um clube brasileiro há mais tempo (entre os participantes das Séries A e B), Muricy Ramalho foi demitido do São Paulo depois de 3 anos e meio. Sua saída chegou a ser contestada por alguns torcedores. Muitos defendiam o técnico que levou o clube ao tricampeonato brasileiro em 2006/07/08. Outros, porém, não suportavam o mau futebol apresentado pelo tricolor na temporada e o fracasso em quatro Libertadores consecutivas.

Em sua terceira passagem pelo Tricolor, Muricy conseguiu bons números, mas também colecionou alguns resultados indigestos. Desde 2006, o treinador ficou 252 jogos seguidos no comando do time. Foram 139 vitórias, 67 empates e 46 derrotas. Seu aproveitamento foi de 64% dos pontos. Nesse período, Muricy conquistou os Campeonatos Brasileiros de 2006, 2007 e 2008 pelo Tricolor e foi apontado pela CBF como o melhor técnico do Brasil nesses anos.

Com os 108 jogos das duas primeiras passagens pelo São Paulo (1994 e 1996), Muricy tornou-se o quarto técnico que mais treinou o clube na história, ficando atrás de Vicente Feola (524 jogos), José Poy (421) e Telê Santana (410). Na década de 90, Muricy conquistou a extinta Copa Conmebol, em 1994, quando o São Paulo jogou com o time B, o chamado expressinho. No mesmo ano, dirigiu o clube ainda em algumas partidas no Paulistão. Fez o mesmo em 1995, antes de assumir de vez o time no início de 1996. Mas depois de perder o Paulistão, Muricy foi sacado do comando do clube, que contratou Carlos Alberto Parreira. Seis meses depois, porém, Muricy voltou a ser o técnico do São Paulo, no final do Brasileirão, onde o clube foi apenas o 11º. No início de 1997, Muricy foi eliminado da Copa do Brasil nas oitavas-de-final, pelo Vitória, e demitido ainda na primeira fase do Paulistão.

Nessa última passagem, Muricy teve um ótimo desempenho pelo Tricolor apenas no Brasileirão, onde foi campeão nos três campeonatos que disputou. No Paulistão de 2006, foi vice-campeão. Em 2007 e 2008, foi 3º colocado e em 2009, 4º colocado. Nos últimos três anos, porém, viu seu time ser eliminado nas semifinais, no mata-mata (em 2007 pelo São Caetano, em 2008 pelo Palmeiras e, em 2009, pelo Corinthians). Na Libertadores, Muricy caiu com o São Paulo na final de 2006 (diante do Inter), nas oitavas-de-final em 2007 (para o Grêmio), e nas quartas-de-final de 2008 (para o Fluminense) e 2009 (para o Cruzeiro). Na Copa Sudamericana, foi eliminado pelo Millonarios-COL, nas quartas-de-final de 2007, e pelo Atlético-PR, na primeira fase, em 2008. Muricy ainda perdeu a Recopa Sul-Americana em 2006, para o Boca Juniors-ARG.

No total, nessa última passagem pelo Tricolor, Muricy disputou 16 mata-matas pelo São Paulo (3 no Paulistão, 8 na Libertadores, 4 na Copa Sul-Americana e 1 na Recopa). Desses, venceu 6, perdeu 10 e não foi campeão.

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